Tenho
rodado o Estado e mesmo viajado pelo país, a convite, para falar sobre a minha
visão sobre temas políticos. Conciliar a atividade de deputado com esses
compromissos tem sido um desafio - mas um desafio muito prazeroso pela
importância que dou à difusão de boas ideias, ideias de democracia, liberdade e
prosperidade.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Governo anuncia corte de gastos e propõe retorno da CPMF
O governo federal fez o anúncio nesta segunda-feira (14) de
um bloqueio adicional de gastos no orçamento do ano que vem. Com a medida, o
governo pretende congelar cerca de R$ 26 bilhões que seriam destinados aos
cofres públicos. O possível retorno da CPMF também foi assunto da pauta.
O GRAVÍSSIMO PECADO DOS OMISSOS
Por Percival Puggina
1. O PAÍS PERDE TRINTA ANOS EM 13
Os responsáveis pela crise brasileira podem ser
classificados em três grupos principais. O primeiro inclui políticos,
governantes e formadores de opinião que, numa rara e fecunda combinação de
ignorância, incompetência e desonestidade, jogaram o país no abismo. O segundo
é formado pelos que se beneficiando do governo concederam sucessivos mandatos a
quem, diligentemente, conduzia o país de volta aos anos 80. Uniram-se no palco
para a grande mágica petista: o país perde trinta anos em 13! O terceiro é o
dos tão descontentes quanto omissos. Refiro-me à turma que não sai do sofá.
Quando a água bate nas canelas, pegam as velhas listas telefônicas e sentam em
cima. Estes últimos incorrem no gravíssimo pecado de omissão. Eu ficaria feliz
se os ônus do que vem por aí incidisse, direta e pessoalmente, sobre cada um
desses três grupos em vez de se repartir de modo tão injusto sobre o conjunto
da população.
2. OMISSOS!
É gravíssimo o pecado dos omissos no atual momento
histórico brasileiro! O sujeito lê uma pesquisa e fica sabendo que quase 70% da
população quer o impeachment da presidente e que ela conta com a confiança de
menos de 8% da sociedade. Diante desses dados, em seu comodismo, ele se
considera contado e se dá por representado. Naquela cabeça de cidadão omisso, o
dado da pesquisa fala por ele. Representa-o.
3. TERCEIRIZAM O PRÓPRIO DEVER
Pouco importa se seu congressista, ou o Congresso inteiro,
não o fazem. Pouco lhe interessa se o único assunto das lideranças com poder de
fogo no parlamento é a formação de um "acordão" que mantenha tudo
como está. Não o perturba a inconfiabilidade dos tribunais superiores. Ele
terceirizou todas as suas responsabilidades cívicas. Ou o fez para as Forças
Armadas, que não podem e não devem intervir fora das previsões constitucionais.
Ou o fez para o juiz Sérgio Moro, como se o bravo magistrado e a sala onde
trabalha não estivesse situada no andar térreo do enorme e pouco confiável
edifício judiciário. A pachorra dos processos criminais contra personalidades
do mundo político é simétrica à pachorra dos cidadãos omissos. E esta serve
àquela.
4. MOBILIZAÇÃO OU CAOS
No entanto, o fio pelo qual pende esse trágico governo, só
poderá ser rompido quando a mobilização do povo, fonte legítima de todo poder,
alcançar proporções multitudinárias, se dezenas de milhões (e não centenas de milhares)
forem às ruas, pacífica e ordeiramente, rugir de modo reiterado e insistente
sua inconformidade para desestabilizar a quietude das instituições.
Uma das páginas mais aviltantes da nossa história está sendo
escrita no tempo presente com as tintas da ignorância, da incompetência, da
desonestidade e da omissão.
__________________
Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é
arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista
de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra
o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do
grupo Pensar+.
Só há uma saída política e econômica para o Brasil, a saída de Dilma
O professor Marco Antônio Villa comenta o anúncio do plano
de corte de gastos do governos e enfatiza que, para o Brasil sair das crises
econômica e política só resta uma opção: a saída de Dilma Rousseff do poder.
CUT protesta na Paulista contra pacote de Dilma
Por Jornal da Gazeta
CUT faz manifestação na Avenida Paulista e critica pacote
anunciado pelo Governo Dilma.
Dilma está com os votos pró impeachment e os dias contados
A coluna 'Veja Bem' com Felipe Moura Brasil mostra que a
contagem dos votos pró-impeachment e o roteiro discutido pela oposição levam o
desgoverno de Dilma Rousseff ao desespero.
Refugiados são batata quente nas mãos da Europa
A crise dos refugiados na Europa está gerando uma versão
muito simplificada. Dizem que a Hungria tem se comportado de um jeito
cafajeste. E que a Alemanha, ao contrário, tem reagido com muita generosidade.
Pode até ser um pouco isso.
Mas vamos pintar esse quadro com menos contrastes. A crise é
imensa. A União Europeia afirma que já recebeu desde janeiro 500 mil
refugiados. O dobro do que em todo o ano passado. Os refugiados sírios são
maioria.
Eles chegam à Grécia e começam a subir na direção do Norte.
Poderiam escolher um trajeto mais perto do litoral adriático. Mas teriam mais
montanhas e mais fronteiras. Então seguem um caminho mais longe do mar. Chegam
até a Sérvia, tentam entrar na Hungria, e depois viram à esquerda para chegar à
Áustria e à Alemanha.
A Hungria fechou a fronteira com a Sérvia. Construiu uma
cerca de arame farpado de 175 quilômetros. E prendeu 60 refugiados que
arrebentaram com a cerca para entrar no país. O primeiro-ministro húngaro se
chama Viktor Orban. É um conservador. Mas o país dele é pequenininho. A Hungria
tem só 10 milhões de habitantes, e já gastou este ano, com os refugiados, 220
milhões de dólares. A Hungria é pouco receptiva aos refugiados. No ano passado,
43 mil pediram asilo. Mas só 260 vistos foram emitidos.
A Alemanha é um país bem maior e mais rico. Tem 80 milhões
de habitantes. Mas também está em dificuldades com tanta gente chegando. Está
controlando a identidade de quem chega desde o fim de semana. Acreditava há
três meses que receberia este ano 450 mil refugiados. Vai receber 800 mil ou
mais. A população não despreza esses estrangeiros.
Existem 350 projetos de acolhimento, tocados sobretudo por
voluntários. Mas o governo tem medo da infiltração de terroristas islâmicos. E
há também os grupos neonazistas, que praticam atos de hostilidade contra
estrangeiros. Já foram mais de 100 este ano. O resumo da ópera é o seguinte: a
Europa está com uma enorme batata quente nas mãos.
É assim que o mundo gira.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
A mentira de Levy é desmontada pela lição de Margaret Thatcher: ‘Não existe essa coisa de dinheiro público, existe apenas o dinheiro dos pagadores de impostos’
“Precisamos fazer o que fez a Inglaterra, por exemplo”, comparou nesta segunda-feira o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, já no início da apresentação do amontoado de ideias costuradas pelo Planalto para reduzir as dimensões da crise fabricada por 13 anos de hegemonia lulopetista. Conversa de 171, prova a reportagem da revistaExame sobre as as medidas tomadas pelo primeiro-ministro David Cameron. O plano concebido para sanear a economia britânica é coisa de gente séria. E, ao contrário do monstrengo parido pelo governo que acabou sem ter começado, não incluiu o aumento da carga tributária, muito menos a ressurreição de impostos extintos pelo Congresso.
No tom e no conteúdo, o palavrório de Levy reiterou que os
pais-da-pátria nativos ignoram o que governantes de nações civilizadas aprendem
já no berçário: o Estado não tem o direito de gastar mais do que arrecada.
Ponto. “Não existe essa coisa de dinheiro público, existe o dinheiro dos
pagadores de impostos”, resume Margaret Thatcher no vídeo que mostra o abismo
que há entre um discurso de estadista e tapeações recitadas para fazer de conta
que o povo tem o dever de fechar rombos escavados pela mistura de incompetência,
arrogância, corrupção e idiotia que desgoverna o Brasil.
Vejam um trecho da fala de Thatcher, transcrito em negrito
sob o vídeo.
“Um dos grandes debates do nosso tempo é sobre quando do
seu dinheiro deve ser gasto pelo Estado e com quanto você deve ficar para
gastar com sua família. Não nos esqueçamos nunca desta verdade fundamental: o
Estado não tem outra fonte de recursos além do dinheiro que as pessoas ganham
por si próprias. Se o Estado deseja gastar mais, ele só pode fazê-lo tomando
emprestado sua poupança ou cobrando mais tributos, e não adianta pensar que
alguém irá pagar. Esse ‘alguém’ é você.
Não existe essa coisa de dinheiro público, existe apenas
o dinheiro dos pagadores de impostos. A prosperidade não virá por inventarmos
mais e mais programas generosos de gastos públicos. Você não enriquece por
pedir outro talão de cheques ao banco. E nenhuma nação jamais se tornou
próspera por tributar seus cidadãos além de sua capacidade de pagar. Nós temos
o dever de garantir que cada centavo que arrecadamos com a tributação seja
gasto bem e sabiamente.
Proteger a carteira do cidadão, proteger os serviços
públicos, essas são nossas duas maiores tarefas e ambas devem ser conciliadas.
Como seria prazeroso, como seria popular dizer: ‘Gaste mais nisso, gaste mais
naquilo’. É claro que todos nós temos causas favoritas. Eu, pelo menos, tenho,
mas alguém tem que fazer as contas. Toda empresa tem de fazê-lo, toda dona de
casa tem de fazê-lo, todo governo deve fazê-lo, e este irá fazê-lo”.
A conjugação do vídeo com a reportagem da Exame,
reproduzida a seguir, atesta que a diferença entre Levy e Guido Mantega é de 20
centímetros. Logo será nenhuma se o atual ministro continuar a diminuir-se em
missões que o reduzem a serviçal de Dilma Rousseff.
Romero Jucá: 'Aliança entre PT e PMDB se esgotou'
Em entrevista, o senador do PMDB de Roraima afirma que o
discurso de campanha da presidente Dilma "ruiu perante a verdade dos
números da economia". Sobre a crise, o parlamentar afirma que
"vivemos um momento de definição, o governo tem que tomar posição e a
sociedade precisa cobrar".
Os 39 ministérios continuam
Governo anuncia um pacote de gastos para tentar salvar o
mandato de Dilma Rousseff, mas não, mais uma vez, não diz qual será o corte no
ministério, transfere a responsabilidade para o Congresso e pretende criar mais
um imposto.
Vai ser difícil governo conseguir adesão do Congresso para aumentar carga tributária
O governo vai tentar de novo, está apresentando mais uma
proposta para tentar viabilizar o superávit das contas públicas no ano que vem
a nova meta de 0,7% do PIB. Para Denise Campos de Toledo, será uma tarefa muito
difícil.
Derrubar a Dilma, "ouvir o Lula na PF" e ... silênciar sobre a oposição
Cresce cerco dos que querem o impeachment de Dilma. Ainda
falta coesão entre os que disputam o Poder. E clareza sobre os riscos da
operação.
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Riscos internos e externos. Internos porque, passado down e
perplexidade virá a realidade: conta gigantesca, e o contra-ataque dos quem tem
pressa e fome.
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Risco externo porque derrubar presidente é ato seríssimo.
Mancha quem cai, mas pode manchar para sempre quem, mesmo com a mão do gato,
derruba.
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Se não for ação estritamente legal, aos olhos da História e
do mundo será altíssimo o custo de voltar a portar-se como republiqueta de
bananas e golpes.
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A cada mês tem mudado o motivo para pedir o impeachment. Do
motivo "moral", a corrupção, à óbvia incompetência e mediocridade em
ações do governo.
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A "moralidade" é caolha, de ocasião. Nunca
persistiu na investigação a megaescândalos da oposição. Silencia, esconde ou
encolhe delações e acusações contra líderes da oposição.
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"Mensalões". O do PT está nas manchetes há 10
anos, e deu cadeia. O do PSDB dorme numa gaveta em Minas.
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"Zelotes" e "Contas Secretas do HSBC"
são escândalos do agora. De megaempresas e milionários, escândalos estimados em
R$ 38 bilhões.
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Investigações? Manchetes? Panelas? Indignação moral? Não.
Silêncio. No Metrô de São Paulo, em governos do PSDB, roubaram R$ 1 bilhão.
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Última Notícia... Não há acusação contra altos executivos da
CPTM, ou dos governos tucanos... Deve ter sido coisa do maquinista ou da
bilheteira.
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O impeachment depende de Eduardo Cunha, para quem o
procurador pede 184 anos de prisão. Há dias, a Câmara de Cunha aprovou a
ocultação das doações de campanha.
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"Delegado da Polícia Federal quer ouvir Lula".
Segundo o próprio delegado "não existem provas contra Lula". Mas isso
garante manchetes desmoralizantes no fim de semana.
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Manchete dessa segunda: PSDB já discute sua participação no
eventual governo Temer.
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Imposta a hegemonia na narrativa midiática para multidões,
se tenta intimidar quem ouse questionar tanta moralidade caolha, tanto silêncio
e tanta bandeira.
O Brasil é conhecido mundialmente por fazer leis que não pegam...
O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo afirma
que o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo precisa reunir os secretários de
segurança pública para acompanhar de perto as torcidas organizadas. Na primeira
parte da entrevista a Joice Hasselmann, Fernando Capez fala sobre futebol e as
falhas na legislação de São Paulo.
Na segunda parte da entrevista a Joice Hasselmann, o
presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo afirma que quer seu nome na
disputa pelo Governo do Estado e declara: "o PSDB acertou ao lançar Aécio,
mas Geraldo Alckmin merece uma chance em 2018".
PT não tem outra alternativa a não ser se manter sob o domínio decadente de Lula
Marco Antônio Villa faz uma reflexão acerca da situação
política do Brasil, das crises econômica e política e do PT, que não tem outra
opção a não ser estar sob o domínio do decadente Lula.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Hélio Bicudo: ‘O Lula é um dos grandes responsáveis pela corrupção neste país’
Fundador do PT, ex-vice-prefeito de São Paulo, Hélio Bicudo
sempre combateu criminosos sem hesitações e sem medo. Nos anos 70, por exemplo,
enfrentou o esquadrão da morte chefiado por Sérgio Fleury, um homicida
disfarçado de delegado que figura na história nacional da infâmia como o mais
famoso torturador a serviço da ditadura militar.
Aos 93 anos, o procurador de Justiça aposentado não perdeu a
combatividade nem a coragem. Na semana passada, em parceria com a advogada
Janaina Conceição Paschoal, ele encaminhou à Câmara dos Deputados um documento
em que denuncia contra Dilma Rousseff por crimes de responsabilidade e
solicitou a abertura do processo de impeachment.
Fora do PT desde a descoberta do Mensalão, Bicudo conheceu
Lula quando o chefão da seita bandida “morava num apartamento do tamanho desta
sala”. No vídeo de poucos segundos, o inimigo de meliantes mostra o que o falso
pai dos pobres de fato é: a mãe do colossal esquema corrupto que começou a ser
desmontado pela Operação Lava Jato.
A CRIMINOSA INTENÇÃO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO
Por Percival Puggina
Saiba quem é, de fato, preconceituoso nesse debate: quem
defende um conceito ou a minoria que tenta impor mera opinião a toda a
sociedade através do sistema de ensino.
É oficial Lula faz parte da crônica policial
Carlos Graieb, diretor de redação do site de VEJA, fala
sobre o pedido da PF ao Supremo para ouvir Lula, suspeito de ter se beneficiado
do petrolão. Acompanhe no 'Aqui Entre Nós', com Silvio Navarro.
Entrevista com Arthur Barrionuevo Filho: Crise Econômica, Crise Política, Depreciação do Real, Orçamento Deficitário e o Cenário Internacional
Por Nivaldo Cordeiro
Arthur Barrionuevo Filho é professor da FGV, foi conselheiro
do CADE e é especialista na legislação sobre a concorrência. Em pauta teremos a
crise econômica, a depreciação do real, a crise política, o orçamento
deficitário e o cenário internacional, entre outros temas.
O choque de realidade
A política populista fez o Brasil perder o atestado de
economia sólida. Recuperar a confiança exigirá reformas. Os detalhes da edição
de VEJA desta semana com Carlos Graieb e Augusto Nunes.
domingo, 13 de setembro de 2015
2018 Aécio e Serra lideram em berços de Lula no ABC Paulista
O ex-presidente Lula vai mesmo de mal a pior. Se a eleição
fosse hoje ele perderia para o tucano Aécio Neves até em casa. O petista junto
com Dilma formam a pior dupla de cabos eleitorais do país. Por outro lado, José
Serra faz bonito no quintal de Lula na disputa pelo governo do Estado de São
Paulo. Os dados são do Instituto Paraná Pesquisa. Acompanhe os números com
Joice Hasselmann.
Será Dilma capaz de botar ordem nas contas ?
Foi um deus nos acuda a notícia de que o governo do Brasil é
outra vez considerado um devedor de risco, talvez mau pagador. Pode ter passado
a impressão de que ocorreria uma catástrofe no dia seguinte.
Como o dólar não subiu muito mais além das alturas em que
estava, parece que não aconteceu grande coisa.
Mas aconteceu e está acontecendo. Os grandes bancos
acreditam agora que o dólar vai a pelo menos R$ 4 até o final do ano. Só pra
lembrar. O dólar está em R$ 3,87. Faz um ano, custava R$ 2,30. Um aumento de
quase 70%.
Se nada mudar radicalmente no governo da economia, o dólar
continua subindo, para R$ 4,30 no ano que vem, no mínimo.
Não é apenas a viagem para o exterior ou o produto importado
que vão ficar mais caros. Tudo o que o Brasil vende no exterior vai ficar mais
caro, até a carne.
Assim, as previsões de inflação do ano que vem voltaram a
subir. Previa-se a que a inflação cairia para uns 5% em 2016, até a semana
passada. Agora, a previsão é de 6,5%. Assim, os juros influenciados pelo Banco
Central não caem. Além do mais, o dólar é apenas um dos sintomas da piora
financeira. As taxas de juros de empréstimos de longo prazo negociadas no
mercado financeiro continuam a disparar.
Assim, a economia não cresce. Os economistas do banco Itaú
preveem agora recessão de quase 3% este ano e de 1% no ano que vem. Se
confirmadas as previsões, o Brasil terá o pior triênio de crescimento desde a
hiperinflação do final do governo Sarney, de 1988 a 1990.
Não vamos ter hiperinflação, claro que não é isso. Mas vamos
ter pelo menos três anos de queda da renda média do país, da renda per cabeça,
vamos ter provavelmente desemprego de 10% no ano que vem _no ano passado,
chegou a apenas 5%.
O futuro não está escrito em pedra, muito menos em previsões
de economistas. Dá para mudar a situação, dá pare remediar, dá para vira parte
do jogo. Mas dependemos da capacidade de Dilma Rousseff de botar ordem nas
contas do governo. É nisso que é mais difícil de acreditar.
Vão pegar o Pixuleco
A notícia do dia é a revelação de que a Polícia Federal
pediu ao Supremo Tribunal Federal para ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula
da Silva.
sábado, 12 de setembro de 2015
O abraço de afogado já não pode ser desfeito. Dilma Rousseff será para Lula o que Celso Pitta foi para Paulo Maluf
Lula é o pai do
naufrágio econômico que chegou com a mãe agarrada à proa da nau dos condenados.
O desastre começou a desenhar-se em 2008, quando o então presidente fez de
conta que não passava de marolinha o tsunami financeiro internacional.
Transformou-se em questão de tempo no ano seguinte.
Ambos de olho na eleição de 2010, o padrinho e a afilhada
passaram a jurar de meia em meia hora que o Brasil fora o último país a entrar
e o primeiro a sair da crise. Já encerrada no universo das nações sérias, a
crise que Lula proibiu de atravessar o Atlântico hoje é responsabilizada por
todos os equívocos, embrulhadas e crimes produzidos pelos embusteiros no poder.
Agora, com a água inundando os porões desse Titanic
infestado de ineptos e corruptos, Lula resolveu criticar a sucessora para
fingir que não tem nada a ver com o poste que fabricou e instalou no Palácio do
Planalto. Tarde demais, constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA.
Esgotou-se o estoque de truques. O ilusionista malandro não tapeia sequer
plateia amestrada. Como informam todas as pesquisas, o chefão da seita e sua
cria estão afundando juntos.
Esta coluna avisou faz alguns anos que Dilma Rousseff seria
o Celso Pitta do Lula. Já é. O estadista de galinheiro não vai safar-se do
abraço de afogado que antecipará a morte política. Se tiver juízo, logo estará
concentrado em tempo integral no esforço para preservar o direito de ir e vir.
Nesta sexta-feira, a Polícia Federal avisou que quer ouvir o homem que sabe de
tudo sobre a roubalheira do mensalão.
O injustificável pedido de autorização ao Supremo Tribunal
Federal informa que a PF ainda ignora que ex-presidentes não têm direito a foro
especial. Lula é um suspeito como tantos outros. Se condenado, será um preso
comum.
Planalto tenta estratégia para enrolar TCU e salvar Dilma
Os articuladores políticos da presidente ainda pensam numa
forma de empurrar com a barriga o processo das pedaladas no Tribunal de Contas
da União. O prazo para Dilma se explicar termina hoje. Ela não tem como
justificar as lambanças todas, as fraudes, os crimes de responsabilidade. A saída pode ser envolver Michel
Temer na história.
Mercado reage a rebaixamento de nota do Brasil na S&P's
O mercado financeiro teve uma reação inicial negativo ao rebaixamento
da nota do Brasil pela S&P's. Clique no vídeo e confira o comentário de
Denise Campos de Toledo.
Governo está perdido e oposição dá primeiro passo para impeachment
Com a oposição alinhando o pedido de impeachment da
presidente Dilma Rousseff, o professor Marco Antonio Villa faz um balanço da
situação política do Brasil e defende a retirada do que chama de "projeto
criminoso de poder".
Mais um líder da oposição condenado na Venezuela
Aqui vai uma má notícia para quem ainda acredita que a
Venezuela tem um restinho de democracia. Um tribunal de Caracas condenou, a
mais de 13 anos de prisão, o dirigente da oposição Leopoldo López. Foi ontem à
tarde.
Lopez foi acusado de estimular as manifestações de rua do
ano passado, que terminaram com 43 mortes. Ele não matou ninguém. Quem abriu
fogo contra os manifestantes foram as milícias armadas pelo governo. Pois bem,
agora, sobrou na oposição só um líder importante que ainda não foi preso. É
Henrique Capriles, que em 2013 disputou a sucessão de Hugo Chávez, que acabava
de morrer. Ele foi derrotado, e por uma diferença mínima e suspeita, pelo atual
presidente, Nicolas Maduro.
Mas o importante é que daqui a três meses, em 6 de dezembro,
os eleitores da Venezuela elegerão um novo Parlamento. E não há a mínima
possibilidade - eu repito, não há a mínima possibilidade - de os bolivarianos
de Nicolas Maduro saírem vencedores.
Tem a inflação de quase 250 por cento. E um desabastecimento
que esvaziou as prateleiras de farmácias e supermercados. Esse quase-ditador só
tem duas alternativas. Impedir que a oposição consiga honestamente disputar, ou
então montar uma grande farsa para reunificar o eleitorado, que hoje o rejeita
na base de 75%. O cerco à oposição já está montado. Estão com os direitos
políticos cassados, sem que haja processo ou direito à defesa, opositores como
Pablo Perez e Maria Corina Machado.
Vejam que a Venezuela não tem justiça eleitoral. Ela tem um
órgão de deliberação controlado pelo chavismo. Com relação à suposta grande
causa, ela já está a caminho. O negócio é declarar guerra à Colômbia. O quase
ditador Nicolas Maduro vem montando um cuidadoso roteiro. Ele quer amplificar
os efeitos de um incidente na fronteira, e alertar a Pátria de que ela está
correndo perigo. Em outras palavras, uma tragicomédia, um teatrinho tosco, uma
patriotada digna de republiqueta de bananas.
É assim que o mundo gira.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Como o governo dos incapazes capazes de tudo não vai mudar, o Brasil só sairá da crise se mudar urgentemente de governo
Em dezembro de 2013, o deputado federal Duarte Nogueira, do
PSDB paulista, constatou que “nos governos do PT há os incapazes e os capazes
de tudo”. Passados menos de dois anos, os dois tipos se fundiram: são incapazes
capazes de tudo tanto Dilma Rousseff quanto os pais-da-pátria e mães-da-nação
que compõem a comissão de frente do pior governo de todos os tempos.
Como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA,
só gente assim é capaz de jurar, sem ficar ruborizada, que não existe mais nada
a cortar nos gastos públicos. Como assim? E o paquiderme ministerial com 38
tetas? E as 140 estatais, todas devastadas por esquemas corruptos semelhantes
ao que superou a barreira do bilhão agindo na Petrobras? E a farra que sangra o
Bolsa Família, codinome do maior programa oficial de compra de votos do mundo?
E as embaixadas sem serventia? E as comitivas presidenciais
de matar de inveja um sheik da OPEP? E o colosso de cargos de confiança que
transformou o petista desempregado numa espécie extinta? E a imensidão de
dólares enterrados no exterior pelo BNDES? E o perdão das dívidas de países
africanos explorados por ditadores companheiros? E a clemência criminosa que
poupa de cobranças os caloteiros da Receita Federal, fora o resto?
Já que não há o que cortar, recita o coro dos cínicos, é
preciso criar novos impostos e aumentar os existentes. Na quarta-feira passada,
diante das insistentes tentativas de ampliar a obesidade da carga tributária
obscena, um senador fez o perfeito resumo da ópera: “Ao governo, cabe
abandonar o mantra obsessivo de mais e piores impostos e operar uma reforma
profunda do Estado, reduzindo Ministérios, cargos comissionados, e revendo
contratos. Agora é a hora da verdade. O governo não cabe mais no PIB brasileiro
e precisa reavaliar todos os seus programas e conferir prioridade aos que devem
ser mantidos”.
Não, quem disse isso não foi Aécio Neves ou qualquer outro
senador da oposição. Foi, quem diria, Renan Calheiros. Por isso mesmo, faltou a
conclusão essencial: como o governo não vai mudar, o Brasil só sairá da crise
se mudar urgentemente de governo. Se a farsa que vai completando 13 anos não
acabar, acaba o país. A menor distância entre a normalidade econômica e a
falência é uma dilma.
Sem ilusões. O que já era ruim agora está pior
O ministro Levy e todo o governo estão tentando minimizar a
importância do rebaixamento da nota de avaliação do País, pela Standard &
Poors, e as implicações negativas que isso pode ter para o andamento da
economia que já está pra lá de ruim.
É muito estranha, principalmente, a postura do ministro. Não
combina com o currículo dele. Levy assumiu o Ministério da Fazenda com a
proposta de um ajuste das contas que garantisse um superávit, este ano, de 1,2%
do PIB. Ele era a grande aposta de uma austeridade maior, de um compromisso
efetivo do governo com o reequilíbrio das finanças. Em vez disso, as contas
estão no vermelho, em nível recorde, com a economia numa recessão brutal.
E a proposta orçamentária do ano que vem, que foi uma das
coisas que precipitaram a perda do grau de investimento, prevê um rombo de mais
de 30 bilhões de reais. Mesmo assim, o ministro afirma que o governo está
fazendo um esforço louvável para reduzir as despesas e comemora o fato de ter
cortado 80 bilhões de reais do orçamento deste ano.
Vale observar que não foi corte de gastos, mas sim de uma
intenção de gastos que havia sido autorizada pelo Congresso.A situação aperta e
você desiste de gastar o que pretendia. Só que isso não quer dizer que você
esteja colocando as finanças em ordem. Você pode continuar gastando mais do que
recebe, mesmo economizando. E é isso que está acontecendo com o governo. Fez
cortes sim. Mas nada que assegure um superávit. E a arrecadação, a receita,
estão caindo porque a economia perdeu fôlego.
O pior é que nada de novo foi apresentado mesmo com o
rebaixamento do País, da perda de selo de bom pagador. Segundo o ministro a
intenção ainda é de um superávit de 0,7% do PIB no ano que vem. Mas as ações
pra garantir esse resultado, revertendo o déficit já previsto, só devem ser
anunciadas mais para o final do mês. Desse jeito, a crise econômcia, a política
e a de confiança só tendem a ganhar força. O comportamento do mercado refletiu
bem isso.
O dólar só não subiu mais porque a disparada das últimas
semanas já antecipou, em certa medida, o rebaixamento da nota do Brasil, e o
Banco Central ofertou contratos, que são uma espécie de venda de dólares, pra
dar mais proteção contra as oscilações do dólar - mais um bilhão e meio de
dólares - o que segurou um pouco a pressão. Mas o dólar ainda fechou o dia em
alta forte. Não dá pra ter ilusões. Se as perspectivas já eram ruins, agora
estão piores. Não só pelo rebaixamento, mas também por essa postura meio
alienada do governo.
Rebaixamento: problema e solução
Nesta edição de Pronto Falei, o comentarista político
Reinaldo Azevedo fala sobre o rebaixamento da nota do Brasil pela agência de
classificação de risco Standard & Poor's e o país perdeu agora o grau de
investimento. Isso aconteceu porque a situação fiscal se deteriorou de maneira
brutal. Reinaldo Azevedo destaca que as grandes despesas dos governos petistas
pioraram a situação. A S&P rebaixou ainda nesta quinta-feira (10) empresas,
entre elas a Petrobras. Reinaldo fala sobre o que pode acontecer nas duas
agências de risco - Moody's e Fitch. Reinaldo diz ainda que com essa decisão da
S&P se adensa o clima em favor do impeachment.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Ao invés de extorquir o cidadão, Dilma deve fechar as torneiras da corrupção
Rachel Sheherazade comenta a tentativa abusiva do governo
Dilma Rousseff de aumentar os impostos na base da "canetada".
Após ser rechaçado, governo tenta formular novas ideias para aumento de receita
De acordo com a comentarista de economia da Rádio Jovem Pan,
Denise Campos de Toledo, definitivamente o governo não possui qualquer plano
para colocar a economia nos eixos. Após ter a ideia do retorno da CPMF
rejeitada, o governo tenta formular novos padrões para gerar aumento de
receita.
Levy aposta em aumento de IR para inventar uma 'ponte fiscal sustentável'
O economista e colunista de VEJA Rodrigo Constantino afirma
que o ministro da Fazenda Joaquim Levy aposta em mais um plano fracassado para
tentar diminuir o deficit nas contas do governo. Entenda.
Câmara dá os primeiros passos em direção ao impeachment de Dilma Rousseff
Os cinco partidos de oposição se reúnem nesta quarta-feira
(9), para dar início a articulação de abertura do processo de impeachment da
presidente Dilma Rousseff.
Precipício à vista, mas governo e oposição seguem no... "Faz de Conta!"
Mesmo com precipício à vista, cada vez mais próximo, governo
e oposição, e suas torcidas, seguem no faz de conta. Seriam Frajola e Piu-Piu,
ou Tom e Jerry.
O vice, Michel Temer, faz de conta não querer o lugar da
presidente Dilma.
Levy, ministro da Fazenda, faz de conta ser a Espanha um bom
exemplo.
Espanha, cujo "Ajuste" gerou desemprego de 27%,
hoje nos 23%. Para os jovens, desemprego naa casa dos 50%.
Paulinho da Força, que se faz de líder anticorrupção, é o
novo réu... no Supremo. Por "lavagem de dinheiro".
Em companhia de Eduardo Cunha, esse mesmo Paulinho reuniu-se
com o ministro do Supremo, Gilmar Mendes, há dois meses... Debateram o
impeachment.
Presidentes da Câmara e Senado, Eduardo Cunha e Renan
Calheiros governam o vácuo. E fazem de conta não serem investigado, um, e o
outro já réu... no Supremo.
Agripino Maia, presidente do DEM, pontifica sobre corrupção
alheia. E faz de conta não ser réu... no Supremo, delatado por suposta propina.
O ministro Edinho Silva será investigado... pelo Supremo. O
governo faz de conta que ele não precisa se afastar durante a investigação.
No início da Era Dilma se fazia de conta haver uma
"Faxina". Na real, apenas se botava pra fora quem era apanhado, ou já
havia chegado sujo ao governo.
O que manchetes sobre "Faxina" então buscavam era
remeter ao governo anterior, de Lula. E intrigar Criador e Criatura.
Na CPI, parlamentares vários implicados em escândalos
vociferam contra corrupção. Fazem de conta não ter os prontuários que têm.
O ministro Mercadante e Aloysio Nunes, vice de Aécio na
última eleição, foram citados por um delator. Reza a lei que todos são
inocentes até prova em contrário.
Mas manchetes fazem de conta que uns são mais inocentes, ou
culpados, do que outros.
O Brasil tem 203 milhões de habitantes, desemprego de
8,3%... e em alta na crise. No país do PCC e Comando Vermelho, os homicídios
têm sido 56 mil ao ano...
...Mas no mundo do faz de conta ainda tem quem acredite que
problema e solução estão no Frajola e Piu-Piu...ou no Tom e Jerry.
Dilma desnorteada deixa governo sem rumo
A baderna dentro do governo é tão grande que ninguém
consegue entender qual é o plano da presidente. Ninguém sabe em quais tributos
ela vai mexer, nem ela mesma. Ministros e deputados estão confusos e Dilma
segue no estilo "barata tonta".
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Começou nesta terça-feira o Curso Intensivo de Besteirol da Professora Dilma Rousseff
Dividido em quatro aulas semanais, cada uma composta por
três lições, começou nesta terça-feira o Curso Intensivo de Besteirol da
Professora Dilma Rousseff. Na aula inaugural, os leitores aprenderão com o
neurônio solitário o que é uma casa, o que é uma ponte e como duplicar metas
que ninguém imagina quais são.
Quem não conseguir decifrar o palavrório depois da quinta
tentativa deve reunir as dúvidas e perplexidades em comentários que serão
encaminhados ao jornalista Celso Arnaldo Araújo, descobridor do dilmês. Pátria
Educadora é isso aí.
UMA CASA É MAIS DO QUE UMA CASA
UMA PONTE NÃO É APENAS UMA PONTE
COMO DOBRAR A META INEXISTENTE
Relatório FOCUS divulga uma nova piora das projeções do mercado
Para não fugir da rotina, o relatório semanal FOCUS, dessa
vez divulgado nessa terça-feira pelo Banco Central trouxe uma nova piora das
projeções do mercado para os principais indicadores da economia brasileira.
Começa pela inflação, apesar da variação não ter sido tão pesada, mas continua
uma projeção de inflação elevada nesse ano, de 9,29%. O pior é que o mercado
também projeta uma piora para o ano que vem e para 2017. Veja a análise
completa com a consultora de economia da Jovem Pan, Denise Campos de Toledo.
Só "vamos superar" erros (e crimes) se Dilma sair do governo
A coluna 'Veja Bem' com Felipe Moura Brasil analisa o
discurso de Dilma Rousseff no dia da Independência. A fala traduz o orgulho da
gastança consolidada por Lula – e sempre paga pela população brasileira.
7 de Setembro - Dilma blindada e Pixuleka rasgada
A presidente participou do desfile do Dia da Independência,
mas abriu mão de falar em cadeia nacional e divulgou apenas um vídeo nas redes
sociais. Após a cerimônia, a Esplanada se tornou palco de manifestação contra o
governo e o PT. Os bonecos de Lula e Dilma rasgaram antes do protesto, mas
ainda marcaram presença. Em Madri, o ministro Levy disse que a recuperação é
uma “questão de meses”. E a chanceler Angela Merkel anunciou a liberação de uma
verba de 6 bilhões de euros para auxílio dos refugiados.
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