domingo, 13 de setembro de 2015

Será Dilma capaz de botar ordem nas contas ?



Foi um deus nos acuda a notícia de que o governo do Brasil é outra vez considerado um devedor de risco, talvez mau pagador. Pode ter passado a impressão de que ocorreria uma catástrofe no dia seguinte.

Como o dólar não subiu muito mais além das alturas em que estava, parece que não aconteceu grande coisa.

Mas aconteceu e está acontecendo. Os grandes bancos acreditam agora que o dólar vai a pelo menos R$ 4 até o final do ano. Só pra lembrar. O dólar está em R$ 3,87. Faz um ano, custava R$ 2,30. Um aumento de quase 70%.

Se nada mudar radicalmente no governo da economia, o dólar continua subindo, para R$ 4,30 no ano que vem, no mínimo.

Não é apenas a viagem para o exterior ou o produto importado que vão ficar mais caros. Tudo o que o Brasil vende no exterior vai ficar mais caro, até a carne.

Assim, as previsões de inflação do ano que vem voltaram a subir. Previa-se a que a inflação cairia para uns 5% em 2016, até a semana passada. Agora, a previsão é de 6,5%. Assim, os juros influenciados pelo Banco Central não caem. Além do mais, o dólar é apenas um dos sintomas da piora financeira. As taxas de juros de empréstimos de longo prazo negociadas no mercado financeiro continuam a disparar.

Assim, a economia não cresce. Os economistas do banco Itaú preveem agora recessão de quase 3% este ano e de 1% no ano que vem. Se confirmadas as previsões, o Brasil terá o pior triênio de crescimento desde a hiperinflação do final do governo Sarney, de 1988 a 1990.

Não vamos ter hiperinflação, claro que não é isso. Mas vamos ter pelo menos três anos de queda da renda média do país, da renda per cabeça, vamos ter provavelmente desemprego de 10% no ano que vem _no ano passado, chegou a apenas 5%.

O futuro não está escrito em pedra, muito menos em previsões de economistas. Dá para mudar a situação, dá pare remediar, dá para vira parte do jogo. Mas dependemos da capacidade de Dilma Rousseff de botar ordem nas contas do governo. É nisso que é mais difícil de acreditar.

BRASIL perdeu a paciência COM Dilma Rousseff


Vão pegar o Pixuleco



A notícia do dia é a revelação de que a Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal para ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

sábado, 12 de setembro de 2015

O abraço de afogado já não pode ser desfeito. Dilma Rousseff será para Lula o que Celso Pitta foi para Paulo Maluf


Lula é o pai do naufrágio econômico que chegou com a mãe agarrada à proa da nau dos condenados. O desastre começou a desenhar-se em 2008, quando o então presidente fez de conta que não passava de marolinha o tsunami financeiro internacional. Transformou-se em questão de tempo no ano seguinte.

Ambos de olho na eleição de 2010, o padrinho e a afilhada passaram a jurar de meia em meia hora que o Brasil fora o último país a entrar e o primeiro a sair da crise. Já encerrada no universo das nações sérias, a crise que Lula proibiu de atravessar o Atlântico hoje é responsabilizada por todos os equívocos, embrulhadas e crimes produzidos pelos embusteiros no poder.

Agora, com a água inundando os porões desse Titanic infestado de ineptos e corruptos, Lula resolveu criticar a sucessora para fingir que não tem nada a ver com o poste que fabricou e instalou no Palácio do Planalto. Tarde demais, constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA. Esgotou-se o estoque de truques. O ilusionista malandro não tapeia sequer plateia amestrada. Como informam todas as pesquisas, o chefão da seita e sua cria estão afundando juntos.

Esta coluna avisou faz alguns anos que Dilma Rousseff seria o Celso Pitta do Lula. Já é. O estadista de galinheiro não vai safar-se do abraço de afogado que antecipará a morte política. Se tiver juízo, logo estará concentrado em tempo integral no esforço para preservar o direito de ir e vir. Nesta sexta-feira, a Polícia Federal avisou que quer ouvir o homem que sabe de tudo sobre a roubalheira do mensalão.


O injustificável pedido de autorização ao Supremo Tribunal Federal informa que a PF ainda ignora que ex-presidentes não têm direito a foro especial. Lula é um suspeito como tantos outros. Se condenado, será um preso comum.

BRASIL Grau Especulativo


Planalto tenta estratégia para enrolar TCU e salvar Dilma



Os articuladores políticos da presidente ainda pensam numa forma de empurrar com a barriga o processo das pedaladas no Tribunal de Contas da União. O prazo para Dilma se explicar termina hoje. Ela não tem como justificar as lambanças todas, as fraudes, os crimes de responsabilidade. A saída pode ser envolver Michel Temer na história.

Mercado reage a rebaixamento de nota do Brasil na S&P's



O mercado financeiro teve uma reação inicial negativo ao rebaixamento da nota do Brasil pela S&P's. Clique no vídeo e confira o comentário de Denise Campos de Toledo.

DILMA preferiu ser AMADA a ser RESPEITADA


Governo está perdido e oposição dá primeiro passo para impeachment



Com a oposição alinhando o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o professor Marco Antonio Villa faz um balanço da situação política do Brasil e defende a retirada do que chama de "projeto criminoso de poder".

PF pede ao Supremo para ouvir Lula na Lava Jato


Mais um líder da oposição condenado na Venezuela



Aqui vai uma má notícia para quem ainda acredita que a Venezuela tem um restinho de democracia. Um tribunal de Caracas condenou, a mais de 13 anos de prisão, o dirigente da oposição Leopoldo López. Foi ontem à tarde.

Lopez foi acusado de estimular as manifestações de rua do ano passado, que terminaram com 43 mortes. Ele não matou ninguém. Quem abriu fogo contra os manifestantes foram as milícias armadas pelo governo. Pois bem, agora, sobrou na oposição só um líder importante que ainda não foi preso. É Henrique Capriles, que em 2013 disputou a sucessão de Hugo Chávez, que acabava de morrer. Ele foi derrotado, e por uma diferença mínima e suspeita, pelo atual presidente, Nicolas Maduro.

Mas o importante é que daqui a três meses, em 6 de dezembro, os eleitores da Venezuela elegerão um novo Parlamento. E não há a mínima possibilidade - eu repito, não há a mínima possibilidade - de os bolivarianos de Nicolas Maduro saírem vencedores.

Tem a inflação de quase 250 por cento. E um desabastecimento que esvaziou as prateleiras de farmácias e supermercados. Esse quase-ditador só tem duas alternativas. Impedir que a oposição consiga honestamente disputar, ou então montar uma grande farsa para reunificar o eleitorado, que hoje o rejeita na base de 75%. O cerco à oposição já está montado. Estão com os direitos políticos cassados, sem que haja processo ou direito à defesa, opositores como Pablo Perez e Maria Corina Machado.

Vejam que a Venezuela não tem justiça eleitoral. Ela tem um órgão de deliberação controlado pelo chavismo. Com relação à suposta grande causa, ela já está a caminho. O negócio é declarar guerra à Colômbia. O quase ditador Nicolas Maduro vem montando um cuidadoso roteiro. Ele quer amplificar os efeitos de um incidente na fronteira, e alertar a Pátria de que ela está correndo perigo. Em outras palavras, uma tragicomédia, um teatrinho tosco, uma patriotada digna de republiqueta de bananas.

É assim que o mundo gira.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Como o governo dos incapazes capazes de tudo não vai mudar, o Brasil só sairá da crise se mudar urgentemente de governo


Em dezembro de 2013, o deputado federal Duarte Nogueira, do PSDB paulista, constatou que “nos governos do PT há os incapazes e os capazes de tudo”. Passados menos de dois anos, os dois tipos se fundiram: são incapazes capazes de tudo tanto Dilma Rousseff quanto os pais-da-pátria e mães-da-nação que compõem a comissão de frente do pior governo de todos os tempos.

Como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, só gente assim é capaz de jurar, sem ficar ruborizada, que não existe mais nada a cortar nos gastos públicos. Como assim? E o paquiderme ministerial com 38 tetas? E as 140 estatais, todas devastadas por esquemas corruptos semelhantes ao que superou a barreira do bilhão agindo na Petrobras? E a farra que sangra o Bolsa Família, codinome do maior programa oficial de compra de votos do mundo?

E as embaixadas sem serventia? E as comitivas presidenciais de matar de inveja um sheik da OPEP? E o colosso de cargos de confiança que transformou o petista desempregado numa espécie extinta? E a imensidão de dólares enterrados no exterior pelo BNDES? E o perdão das dívidas de países africanos explorados por ditadores companheiros? E a clemência criminosa que poupa de cobranças os caloteiros da Receita Federal, fora o resto?

Já que não há o que cortar, recita o coro dos cínicos, é preciso criar novos impostos e aumentar os existentes. Na quarta-feira passada, diante das insistentes tentativas de ampliar a obesidade da carga tributária obscena, um senador fez o perfeito resumo da ópera: “Ao governo, cabe abandonar o mantra obsessivo de mais e piores impostos e operar uma reforma profunda do Estado, reduzindo Ministérios, cargos comissionados, e revendo contratos. Agora é a hora da verdade. O governo não cabe mais no PIB brasileiro e precisa reavaliar todos os seus programas e conferir prioridade aos que devem ser mantidos”.


Não, quem disse isso não foi Aécio Neves ou qualquer outro senador da oposição. Foi, quem diria, Renan Calheiros. Por isso mesmo, faltou a conclusão essencial: como o governo não vai mudar, o Brasil só sairá da crise se mudar urgentemente de governo. Se a farsa que vai completando 13 anos não acabar, acaba o país. A menor distância entre a normalidade econômica e a falência é uma dilma.

O RS exige esforço concentrado para debelaar a crise


Quem deve CUSTEAR as DESPESAS dos PRESOS na CADEIA ?


Sem ilusões. O que já era ruim agora está pior



O ministro Levy e todo o governo estão tentando minimizar a importância do rebaixamento da nota de avaliação do País, pela Standard & Poors, e as implicações negativas que isso pode ter para o andamento da economia que já está pra lá de ruim.

É muito estranha, principalmente, a postura do ministro. Não combina com o currículo dele. Levy assumiu o Ministério da Fazenda com a proposta de um ajuste das contas que garantisse um superávit, este ano, de 1,2% do PIB. Ele era a grande aposta de uma austeridade maior, de um compromisso efetivo do governo com o reequilíbrio das finanças. Em vez disso, as contas estão no vermelho, em nível recorde, com a economia numa recessão brutal.

E a proposta orçamentária do ano que vem, que foi uma das coisas que precipitaram a perda do grau de investimento, prevê um rombo de mais de 30 bilhões de reais. Mesmo assim, o ministro afirma que o governo está fazendo um esforço louvável para reduzir as despesas e comemora o fato de ter cortado 80 bilhões de reais do orçamento deste ano.

Vale observar que não foi corte de gastos, mas sim de uma intenção de gastos que havia sido autorizada pelo Congresso.A situação aperta e você desiste de gastar o que pretendia. Só que isso não quer dizer que você esteja colocando as finanças em ordem. Você pode continuar gastando mais do que recebe, mesmo economizando. E é isso que está acontecendo com o governo. Fez cortes sim. Mas nada que assegure um superávit. E a arrecadação, a receita, estão caindo porque a economia perdeu fôlego.

O pior é que nada de novo foi apresentado mesmo com o rebaixamento do País, da perda de selo de bom pagador. Segundo o ministro a intenção ainda é de um superávit de 0,7% do PIB no ano que vem. Mas as ações pra garantir esse resultado, revertendo o déficit já previsto, só devem ser anunciadas mais para o final do mês. Desse jeito, a crise econômcia, a política e a de confiança só tendem a ganhar força. O comportamento do mercado refletiu bem isso.

O dólar só não subiu mais porque a disparada das últimas semanas já antecipou, em certa medida, o rebaixamento da nota do Brasil, e o Banco Central ofertou contratos, que são uma espécie de venda de dólares, pra dar mais proteção contra as oscilações do dólar - mais um bilhão e meio de dólares - o que segurou um pouco a pressão. Mas o dólar ainda fechou o dia em alta forte. Não dá pra ter ilusões. Se as perspectivas já eram ruins, agora estão piores. Não só pelo rebaixamento, mas também por essa postura meio alienada do governo.

Rebaixamento: problema e solução



Nesta edição de Pronto Falei, o comentarista político Reinaldo Azevedo fala sobre o rebaixamento da nota do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor's e o país perdeu agora o grau de investimento. Isso aconteceu porque a situação fiscal se deteriorou de maneira brutal. Reinaldo Azevedo destaca que as grandes despesas dos governos petistas pioraram a situação. A S&P rebaixou ainda nesta quinta-feira (10) empresas, entre elas a Petrobras. Reinaldo fala sobre o que pode acontecer nas duas agências de risco - Moody's e Fitch. Reinaldo diz ainda que com essa decisão da S&P se adensa o clima em favor do impeachment.

Dilma fará, por pressão, o que não fez por opção


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Ao invés de extorquir o cidadão, Dilma deve fechar as torneiras da corrupção



Rachel Sheherazade comenta a tentativa abusiva do governo Dilma Rousseff de aumentar os impostos na base da "canetada".

Gestões temerárias conduziram ao RS ao brete atual


LULA - CADÁVER adiado que PROCRIA


PMDB força Dilma a arcar com ônus dos cortes


Após ser rechaçado, governo tenta formular novas ideias para aumento de receita



De acordo com a comentarista de economia da Rádio Jovem Pan, Denise Campos de Toledo, definitivamente o governo não possui qualquer plano para colocar a economia nos eixos. Após ter a ideia do retorno da CPMF rejeitada, o governo tenta formular novos padrões para gerar aumento de receita.

Levy aposta em aumento de IR para inventar uma 'ponte fiscal sustentável'



O economista e colunista de VEJA Rodrigo Constantino afirma que o ministro da Fazenda Joaquim Levy aposta em mais um plano fracassado para tentar diminuir o deficit nas contas do governo. Entenda.

ÓDIO ao Povo BRASILEIRO


Câmara dá os primeiros passos em direção ao impeachment de Dilma Rousseff



Os cinco partidos de oposição se reúnem nesta quarta-feira (9), para dar início a articulação de abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Precipício à vista, mas governo e oposição seguem no... "Faz de Conta!"



Mesmo com precipício à vista, cada vez mais próximo, governo e oposição, e suas torcidas, seguem no faz de conta. Seriam Frajola e Piu-Piu, ou Tom e Jerry.

O vice, Michel Temer, faz de conta não querer o lugar da presidente Dilma.

Levy, ministro da Fazenda, faz de conta ser a Espanha um bom exemplo.

Espanha, cujo "Ajuste" gerou desemprego de 27%, hoje nos 23%. Para os jovens, desemprego naa casa dos 50%.

Paulinho da Força, que se faz de líder anticorrupção, é o novo réu... no Supremo. Por "lavagem de dinheiro".

Em companhia de Eduardo Cunha, esse mesmo Paulinho reuniu-se com o ministro do Supremo, Gilmar Mendes, há dois meses... Debateram o impeachment.

Presidentes da Câmara e Senado, Eduardo Cunha e Renan Calheiros governam o vácuo. E fazem de conta não serem investigado, um, e o outro já réu... no Supremo.

Agripino Maia, presidente do DEM, pontifica sobre corrupção alheia. E faz de conta não ser réu... no Supremo, delatado por suposta propina.

O ministro Edinho Silva será investigado... pelo Supremo. O governo faz de conta que ele não precisa se afastar durante a investigação.

No início da Era Dilma se fazia de conta haver uma "Faxina". Na real, apenas se botava pra fora quem era apanhado, ou já havia chegado sujo ao governo.

O que manchetes sobre "Faxina" então buscavam era remeter ao governo anterior, de Lula. E intrigar Criador e Criatura.

Na CPI, parlamentares vários implicados em escândalos vociferam contra corrupção. Fazem de conta não ter os prontuários que têm.

O ministro Mercadante e Aloysio Nunes, vice de Aécio na última eleição, foram citados por um delator. Reza a lei que todos são inocentes até prova em contrário.

Mas manchetes fazem de conta que uns são mais inocentes, ou culpados, do que outros.

O Brasil tem 203 milhões de habitantes, desemprego de 8,3%... e em alta na crise. No país do PCC e Comando Vermelho, os homicídios têm sido 56 mil ao ano...

...Mas no mundo do faz de conta ainda tem quem acredite que problema e solução estão no Frajola e Piu-Piu...ou no Tom e Jerry.

Dilma desnorteada deixa governo sem rumo



A baderna dentro do governo é tão grande que ninguém consegue entender qual é o plano da presidente. Ninguém sabe em quais tributos ela vai mexer, nem ela mesma. Ministros e deputados estão confusos e Dilma segue no estilo "barata tonta".

Agência Standard & Poor’s rebaixa nota do Brasil


PMDB deixou Levy falando sozinho


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Dilma, Lula e o PT estão com pouca munição e não batem em retirada


Dilma VS Temer - DIVÓRCIO é questão de TEMPO !


A invasão civil islamita


PETROLÃO - Investigação Chegou ao Planalto


Começou nesta terça-feira o Curso Intensivo de Besteirol da Professora Dilma Rousseff


Dividido em quatro aulas semanais, cada uma composta por três lições, começou nesta terça-feira o Curso Intensivo de Besteirol da Professora Dilma Rousseff. Na aula inaugural, os leitores aprenderão com o neurônio solitário o que é uma casa, o que é uma ponte e como duplicar metas que ninguém imagina quais são.


Quem não conseguir decifrar o palavrório depois da quinta tentativa deve reunir as dúvidas e perplexidades em comentários que serão encaminhados ao jornalista Celso Arnaldo Araújo, descobridor do dilmês. Pátria Educadora é isso aí.

UMA CASA É MAIS DO QUE UMA CASA



UMA PONTE NÃO É APENAS UMA PONTE



COMO DOBRAR A META INEXISTENTE

Relatório FOCUS divulga uma nova piora das projeções do mercado



Para não fugir da rotina, o relatório semanal FOCUS, dessa vez divulgado nessa terça-feira pelo Banco Central trouxe uma nova piora das projeções do mercado para os principais indicadores da economia brasileira. Começa pela inflação, apesar da variação não ter sido tão pesada, mas continua uma projeção de inflação elevada nesse ano, de 9,29%. O pior é que o mercado também projeta uma piora para o ano que vem e para 2017. Veja a análise completa com a consultora de economia da Jovem Pan, Denise Campos de Toledo.

DILMA não RESISTE com Baixa Popularidade


Investigado devia deixar cargo no poder, sim!


Semana começa com movimento pró impeachment no Congresso


#PIXULECA - 7 de Setembro 2015


Propina ou Doação ?


Só "vamos superar" erros (e crimes) se Dilma sair do governo



A coluna 'Veja Bem' com Felipe Moura Brasil analisa o discurso de Dilma Rousseff no dia da Independência. A fala traduz o orgulho da gastança consolidada por Lula – e sempre paga pela população brasileira.

Dilma ERRA até quando ACERTA


No vale-tudo, cortes atingem saúde e educação


PRONATEC - Estelionato Eleitoral


7 de Setembro - Dilma blindada e Pixuleka rasgada



A presidente participou do desfile do Dia da Independência, mas abriu mão de falar em cadeia nacional e divulgou apenas um vídeo nas redes sociais. Após a cerimônia, a Esplanada se tornou palco de manifestação contra o governo e o PT. Os bonecos de Lula e Dilma rasgaram antes do protesto, mas ainda marcaram presença. Em Madri, o ministro Levy disse que a recuperação é uma “questão de meses”. E a chanceler Angela Merkel anunciou a liberação de uma verba de 6 bilhões de euros para auxílio dos refugiados.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Vergonha Nacional: Desfile de 7 de Setembro de 2015 em Brasilia




Desfile oficial atraiu 25 mil à Esplanada dos Ministérios, informou PM.

Manifestantes não se aproximaram do palanque; área do desfile foi cercada.

O desfile oficial de 7 de Setembro em Brasília atraiu na manhã desta segunda-feira cerca de 25 mil pessoas às arquibancadas montadas na Esplanada dos Ministérios, informou a Polícia Militar do Distrito Federal ao final da cerimônia (no início do desfile, eram 20 mil, segundo a PM).

A presidente Dilma Rousseff, que assistiu ao desfile do palanque oficial, ficou isolada de manifestantes, que fizeram um protesto fora da área isolada. Toda a região nas proximidades da região do desfile foi cercada com tapumes de alumínio, que depois de instalados viraram alvos de pichações. A área cercada, de aproximadamente dois quilômetros, terminava junto às arquibancadas, no trecho onde ocorreu o desfile oficial. Esse isolamento é o mesmo adotado desde 2013, segundo a Secretaria de Imprensa da Presidência. Todas as pessoas que assistiram ao desfile tiveram de passar por revista policial.

Após o desfile oficial, manifestantes pró-Dilma que participaram do ato Grito dos Excluídos fizeram uma caminhada até o Congresso Nacional. O grupo se diz a favor da presidente, mas contra o ajuste fiscal. Segundo a organização, o ato mobilizou 1,5 mil manifestantes. A PM não fez estimativa.

Às 9h14, Dilma autorizou o comandante militar do Planalto a dar início ao desfile cívico-militar, comemorativo dos 193 anos da Independência.

Antes, vestida de branco e usando a faixa presidencial verde e amarela, Dilma subiu ao Rolls Royce oficial que, cercado de batedores, e percorreu cerca de dois quilômetros para se deslocar até o palanque das autoridades.

A presidente Dilma Rousseff, seu vice, Michel Temer, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, e demais autoridades no desfile do Dia da Independência, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)

No palanque, Dilma foi recebida pelo vice-presidente Michel Temer, pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB) e pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner.

Ela assistiu ao desfile ao lado de Rollemberg e de Temer, que neste domingo (6) divulgou nota negando participar de "conspiração" contra a presidente e dizendo que a 'intriga' agrava a crise político-econômica.

Vários ministros compareceram, entre os quais José Eduardo Cardozo (Justiça), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Miguel Rosseto (Secretaria Geral), Edinho Silva (Comunicação Social), Gilberto Kassab (Cidades), Tereza Campello (Desenvolvimento Social), Luís Inácio Adams (Advocacia Geral da União), Pepe Vargas (Direitos Humanos), Renato Janine Ribeiro (Educação), Ricardo Berzoini (Comunicações), Carlos Gabas (Previdencia) e Mauro Vieira (Itamaraty).

Antes do início do desfile, um grupo, das arquibancadas, entoou o grito "Dilma, Dilma, Dilma". Fora da área oficial do desfile, manifestantes em protesto contra o governo inflaram um boneco gigante de Dilma e outro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o chamado "Pixuleco".


Às 10h42, Dilma começou a deixar o palanque oficial, pouco antes do início da apresentação da Esquadrilha da Fumaça, da Aeronáutica. Ao deixar o palanque, a presidente cumprimentou autoridades e posou para fotos com pessoas que assistiam ao desfile das arquibancadas.

Fonte: YouTube

O Brasil nasce efetivamente em 7 de setembro



Neste 7 de setembro, data que marca a Independência do Brasil, o historiador e consultor político da Jovem Pan, Marco Antonio Villa, explica o processo que culminou na união do país. "O Brasil nasce efetivamente em 7 de setembro", diz Villa.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

VEJA O QUE FOI FEITO PARA QUE DILMA PUDESSE APARECER EM PÚBLICO NO SETE DE SETEMBRO



A imprensa não mostrou. Ou se mostrou eu não vi. O público nas arquibancadas foi selecionado a dedo. E os demais, isolados atrás de um muro que ficou conhecido como "Muro da Vergonha". 

Dilma! Pede para sair!

População coloca petistas ‘para correr’ em manifestação durante desfile de 7 de setembro em Brasília


Pixuleca inflada-Boneca da Presidenta Dilma em Brasília Dilma com nariz de Pinóquio



Neste 7 de setembro mais um boneco inflável chamou a atenção em Brasília, que já vem sendo chamado de Pixuleca pelos internautas, o boneco de 12 metros aparece junto com o boneco já muito popular pixuleco. Dilma com nariz de Pinóquio.

Fonte: YouTube


Ao prometer seguir o caminho da verdade, Dilma amplia o colossal acervo de mentiras


De novo, Dilma Rousseff recitou nesta sexta-feira que o Orçamento com rombo ─ outra brasileirice indecorosa ─ comprova que o governo “optou por um caminho de transparência e verdade”. É uma confissão e tanto: como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, a presidente admitiu publicamente que vem percorrendo há quase cinco anos o atalho da mentira. Não é pouca coisa.

E não é tudo, informou a continuação da discurseira: segundos depois de garantir que se regenerou, Dilma ampliou o acervo colossal de tapeações. Disse, por exemplo, que cortou todos os gastos que poderiam ser cortados. Conversa de 171. Continuam abertos, entre tantos monumentos à gastança irresponsável, os 10 ministérios que prometeu fechar na semana passada sem sequer revelar quais eram.

Mais: não foi extinto nenhum dos milhares de cargos de confiança, ocupados por gente que não merece a confiança de gente que presta, que tornam criminosamente obesa a folha de pagamento federal. A cada dia, cerca de 10 mil brasileiros são alcançados pela onda de desemprego. Não existe um único petista desempregado. Todos desfrutam da vadiagem remunerada com dinheiro extorquido dos pagadores de impostos.

Todos são comprovadamente inúteis ─ e, portanto, dispensáveis. Começando por Dilma Rousseff.

Ao fim e ao cabo, quem colaborou com os bandidos também precisará pagar a conta


O ministro que, para salvar a biografia, tem que perder o emprego



O personagem da semana sempre é voto vencido, em especial quando tem razão. Chegou para garantir no exterior que o Brasil ia tomar juízo. Resultado: ficou desacreditado aqui e lá fora. Saiba quem é com Joice Hasselmann

Nivaldo Cordeiro entrevista Percival Puggina



Em pauta, seu novo livro, a crise no Rio Grande do Sul, O Sete de Setembro e a crise política.


Uma imagem que não pode ser ignorada



A foto do garoto sírio que morreu afogado em uma praia da Turquia comoveu o mundo todo e só sairá da consciência dos líderes globais quando abandonarem a inércia diante da tragédia dos refugiados. Os detalhes da edição de VEJA desta semana com Carlos Graieb e Augusto Nunes.

domingo, 6 de setembro de 2015

FHC voltou para o muro



Entrevista publicada hoje no Estadão (http://politica.estadao.com.br/notici...) mostra que FHC voltou pro muro. Pior: disse que nem o PT nem Lula são socialista. FHC subestima o discernimento de seus leitores.

Temer expõe tumores de um governo em estado terminal



O Palácio do Planalto esperou ansioso por uma declaração pública de recuo do vice-presidente. Michel Temer expôs as víceras do governo petista e depois calou, consentiu e irritou mais ainda Dilma Rousseff. A oposição entrou na onda.

A dificuldade do governo Dilma em cortar gastos



O pânico causado pela eleição de um presidente esquerdista, Lula da Silva, e a crise do final do governo FHC provocaram uma grande desvalorização do real. No último ano, nos últimos 12 meses, a desvalorização da moeda brasileira foi ainda maior, quase difícil de acreditar. E daí?

Daí que a alta do dólar e alta das taxas de juros no mercado financeiro estão à beira de provocar recessão grave também em 2016, de ameaçar mesmo o cenário melhorzinho, que já não era bom: de apenas estagnação da economia no ano que vem, de crescimento zero. Melhor que o de 2015, que vai ser de recessão profunda.

Em 2002, a alta do dólar e o tumulto econômico causaram temores de volta da inflação descontrolada e de recessão profunda. Mas o governo Lula tomou as medidas corretas, controlou os gastos do governo, foi racional, deu motivos de otimismo. O país se estabilizou.

Agora, as condições de controlar os gastos são muito mais difíceis. Dilma Rousseff gastou demais, criou despesas difíceis de cortar sem grande disputa política e os impostos são altos demais. Para piorar, nem mesmo se sabe se a presidente está disposta a consertar parte do estrago que fez em seu primeiro mandato. Alguns de seus principais assessores vinham fritando o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que é o defensor do plano de arrumação da casa. O ministro apenas não caiu esta semana porque um comitê de empresários e banqueiros faz pressão sobre a presidente, que no entanto continua a fazer discursos confusos sobre o que pretende fazer.

No meio da confusão, o dólar sobe. Foi hoje a R$ 3,86, 72% mais caro que há um ano. Dólar nessa altura e nessa toada deve causar mais inflação, além de bagunçar a vida financeira das empresas. A inflação mais alta vai impedir a queda dos juros. Com juros altos, a recessão continua e, assim, o aumento do desemprego.

A situação está se tornando crítica, o governo perde seus últimos apoios e a economia começa a perder as esperanças de alguma recuperação significativa em 2016.

COMO O POPULISMO É SEDUTOR E ILUDE O POVO...



Gloria Alvarez faz uma breve preleção alertando para um fenômeno próprio da nossa América Ibérica.

PT se rebela contra o voto impresso no Senado



Foi impressionante a reação petista contra o voto impresso no Senado, que deveria ser considerado causa perdida, e que já tinha sido aprovada na Câmara. Mas, como sabemos, mesmo contra todas as evidências e contra a vontade de todos, os petistas não desistem nunca.

A pérola do dia fica com o Senador Donizeti, que aterrisou no Senado como suplente, com o convite feito para Kátia Abreu.

O senador alegou que 'o voto impresso não é ecológico', argumento usado por outros petistas.

O Senador Tião Viana PT-AC mostrou desconhecimento sobre o sistema.

Apenas PT e seu satélite PCdoB votaram contra.

No buffet do PCC, cocaína e cachaça



Imagens obtidas com exclusividade por VEJA mostram festança numa penitenciária pelos 22 anos de existência do Primeiro Comando da Capital (PCC). Em Brasília, o presidente da Câmara Eduardo Cunha perde um de seus principais escudeiros.

sábado, 5 de setembro de 2015

Empresários não têm voto



Reportagem do Fernando Rodrigues (http://fernandorodrigues.blogosfera.u...) informa que Levy foi mantido ministro da Fazenda por apelo de grandes empresários. O PT deve estar rindo às gargalhadas. Não mudará uma vírgula que seja de sua ação. Empresários não têm voto. Pagam o preço por terem apoiado o PT. Levy vai cair logo.

O papel de Michel Temer na crise política


Temer mais perto da oposição e da Presidência



Michel Temer deixou claro ontem que está cada vez mais longe de Dilma e se credenciando para assumir a Presidência da República. Ele deu declarações importantes num encontro organizado pelo "Acorda Brasil", movimento de oposição ao governo. Dilma acordou num mau-humor danado! Entenda os bastidores e o recado de Temer com Joice Hasselmann.

COM A PALAVRA SUA EXCELÊNCIA A PRESIDENTE DO BRASIL NESTA HORA DE MÚLTIPLAS CRISES



Mais uma aula sobre a realidade brasileira proporcionada pela presidente que deve dirigir o país nestes tormentosos momentos da história republicana. Muito obrigado, Lula.

Dilma tem que sair rápido, quanto mais rápido melhor para o Brasil



O impeachment continua sendo o principal assunto em Brasília, se conversa a toda hora, todos os dias, em reuniões de parlamentares, no Congresso Nacional, nos restaurantes, em suma em todo o lugar. O próprio levantamento feito na bancada do PMDB, mostra que metade é a favor da saída de Dilma.

Governo dá sinais de desgoverno



O colunista Lauro Jardim comenta a permanência de Joaquim Levy no governo. O ministro da Fazenda se reuniu ontem, no Palácio do Planalto, com a presidente Dilma Rousseff e obteve avál para manter meta de superávit em 2016.

O Ministro da Fazenda Joaquim Levy ficou, mas não convenceu



O ministro da fazenda Levi ficou, mas não convenceu, mas o problema não é ele, que tem competência e currículo para executar o que propos, que era um ajuste fiscal eficiente, um ajuste para valer das contas públicas. O problema é a falta de espaço político. Veja o comentário completo de Denise Campos de Toledo, consultora de economia da Jovem Pan.

Tiroteio na praça da Sé termina com dois mortos


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Dilma é o bode que atravanca o país


IMPUNIDADE - COMBUSTÍVEL da VIOLÊNCIA


A ditadura militar pode devolver a segurança pública aos brasileiros ?


DILMA: Senso de Ridículo


O impacto na economia com os boatos sobre a permanência de Joaquim Levy



A volatilidade do dólar hoje esteve muito relacionada aos rumores quanto á posição de Levy no governo. Logo na abertura dos negócios a cotação disparou, no embalo da especulação quanto à possível saída do ministro da Fazenda, diante da incapacidade de o governo executar o ajuste fiscal. Levy, chamado de mãos de tesoura, como observou o Financial Times, estaria queimando muito a própria imagem.

Afinal, um governo que manda para o Congresso uma proposta orçamentária já prevendo déficit no próximo ano é um governo que quer continuar gastando. Isso pegou muito mal aqui e no exterior. Fez com que o Brasil já passasse a ser tratado como um país sem grau de investimento, sem o selo de bom pagador.

O mercado, desde a semana passada, já está antecipando o rebaixamento do País pelas agências de classificação de risco. Mas, em meio ao nervosismo, começou a circular a conversa de que Dilma teria sido alertada por banqueiro quanto ao risco de o Brasil sofrer um ataque especulativo, com saída mais pesada de investimentos e desdobramentos mais sérios para a economia, caso Levy abandonasse mesmo o barco, por se sentir isolado, sem espaço para trabalhar. Conversa que coincidiu com a mudança na agenda, internacional, do ministro, que deveria estar na Turquia, e confirmação da reunião com Dilma, no Palácio do Planalto.

Resta ver o que vai acontecer, de fato. Discurso já não adianta muito. Não basta prestigiar o ministro. Técnico de futebol também é elogiado antes de cair. É preciso mostrar resultado. Aí é que a coisa complica. Por mais que o ministro seja respeitado pelo currículo que tem, o governo está numa enrascada. A presidente Dilma está enfraquecida, sem força política e, talvez, até sem disposição pra fazer os cortes necessários para viabilizar uma meta de superávit das contas públicas. Meta que ainda possa salvar o País do rebaixamento. Ontem mesmo ela admitiu que pra melhorar as contas poderíamos ter mais aumento de impostos, sem descartar inclusive a volta da CPMF, que foi idéia do Planejamento.

Aliás, em vários embates, Nelson Barbosa é que tem tido mais apoio, como naquele primeiro corte do orçamento, na redução da meta fiscal... Coube a ele o anúncio da intenção do governo de reduzir o número de ministérios, o que ainda não aconteceu. Mesmo que se tente fortalecer a posição de Levy, difícil imaginar que ele possa mesmo ter força pra fazer o que tem de ser feito, com o governo fragilizado como está.

Nem paz, nem guerra; há uma enorme paralisia no Brasil


Quem é a Pixuleka de Lula?


FINANCIAMENTO ELEITORAL: Privado ou Publico ?


No vídeo, a especialista em pedaladas bandidas jura que as contas públicas vão muito bem. É hora de despejar do Planalto quem vive mentindo para manter o emprego



Em 15 de outubro de 2013, durante uma visita a Salvador, Dilma Rousseff não escondeu a irritação ao topar com outro jornalista interessado em saber se a gastança do governo ficaria abaixo da receita. Claro que sim, rosnou a especialista em esconder rombos obscenos com pedaladas fiscais e outras mágicas de picadeiro.

“Contas públicas absolutamente em ordem”, mente no vídeo a supergerente de araque antes de desferir um vigoroso pontapé na verdade: “Quando que o Brasil teve 378… entre 376 e 78 bilhões de dólares de reserva…”, fantasia nossa Angela Merkel de botequim. Passados menos de dois anos, a farsa está em frangalhos.

O Orçamento esburacado pela incompetência, pela leviandade e pela corrupção provou que os pagadores de impostos são lesados e iludidos há quase 13 anos. Colocada na alça de mira da Justiça Eleitoral, do Tribunal de Contas da União e da Operação Lava Jato, repelida por mais de 80% da nação exausta de lulopetismo, Dilma foi obrigada a admitir o naufrágio.


O Brasil Maravilha só existiu na imaginação dos poderosos embusteiros. É hora de sepultar em cova rasa a criatura e seus criadores. É preciso despejar do gabinete no Planalto, o quanto antes, quem conta mentiras o tempo todo para permanecer no emprego que jamais mereceu.

Os boatos da saída de Joaquim Levy do cargo


Corte de ministérios coloca políticos em alerta


O FIM do financiamento de Campanha


PM prende integrantes de quadrilha que roubava caixas eletrônicos


Dilma e Renan prometem salvação mútua. Só esqueceram de acertar o jogo com Moro



Dilma e Renan prometem salvação mútua. Só esqueceram de acertar o jogo com o juiz da Lava Jato Sergio Moro. Não adianta um acordo duplo se há um terceiro personagem que pode te prender. Além disso, a dívida de Renan com a presidente está quase paga.

Como a Guatemala derrubou um presidente corrupto



Como vocês sabem, se a população sai às ruas para pedir a cabeça de um presidente, muitas vezes ela consegue. Aconteceu desta vez na Guatemala. É aquele pequeno país da América Central, bem em baixo do México.

O presidente Otto Pérez Molina renunciou ontem à noite, depois de semanas de manifestações. Pérez Molina é um corrupto sem-vergonha. Desviou uma fortuna da alfândega guatemalteca. Mas a vice-presidente, Roxana Baldetti, não assumiu no lugar dele. Ela está na cadeia. Foi condenada por envolvimento no mesmo escândalo. O país será governado por um novo vice. E, por coincidência, tem eleição presidencial, agora no domingo.

A Guatemala é o país de maior população na América Central. São 14 milhões de habitantes. E é também o país mais pobre, com as maiores taxas de miséria e de mortalidade infantil. É um país infeliz, cheio de desgraças políticas.

Nos anos 40, havia um ditador que na prática reinstituiu a escravidão. Proibia que os camponeses das plantações de banana deixassem o emprego sem a autorização dos patrões. A banana era a maior riqueza da Guatemala, controlada por uma companhia americana, a United Fruit. Pois foi contra isso que o país elegeu um presidente de esquerda, o primeiro presidente de esquerda da América Latina. Foi Jacobo Arbenz, derrubado num golpe de Estado, patrocinado pelos americanos, em 1954.

Depois disso, foi uma sucessão de banhos de sangue. Até a Guerra Civil que terminou só há 20 anos. Nela morreram 200 mil pessoas. Eram sobretudo índios, descendentes dos Maias. O grande carrasco se chamava general Ifraim Rios Montt, ditador apoiado pelos Estados Unidos.

A violência foi a causa indireta de dois Prêmios Nobel que o país recebeu. Tem o Nobel de Literatura, para o Miguel Angel Astúrias, que descreve a opressão em seus romances. E o Nobel da Paz, para uma militante de direitos humanos, Rigoberta Menchú. Aqui, no Brasil, também tem povo nas ruas, pedindo a saída de uma presidente. Mas nós nunca tivemos um Prêmio Nobel.

É assim que o mundo gira.

CRISE - Culpa da China? Não !