sábado, 27 de junho de 2015

Patifaria da Lei Anticorrupção

Por Sérgio Alves de Oliveira

Mais uma vez a sociedade brasileira está sendo envolvida pelo engodo e falsa propaganda governamental. Os falsários que impregnam os Poderes Executivo e Legislativo da União aprenderam que a melhor maneira de enganar o povo é fazendo leis, cuja fábrica (de fazer leis) está com eles e sempre receptiva para toda espécie de falcatrua que eles quiserem fazer, desde que leve o nome de “lei” na sua certidão de nascimento.

Por tais motivos hoje me assola uma terrível dúvida. Não sei até que ponto, e em que extensão, o cumprimento das leis não estaria causando males maiores à sociedade do que o não-cumprimento, a desobediência. Para melhor entender, bastaria uma pergunta: seriam confiáveis as leis se elas porventura partissem da organização criminosa chamada “Comando Vermelho”, por exemplo? Ou se o “Comando Vermelho”, ou os seus integrantes, constituíssem o Congresso, ou fossem os deputados e senadores? Lamentavelmente os juízes não podem questionar essas situações nas demandas que lhes são submetidas. Eles estão “acorrentados” às leis, não tendo poderes para deixar de aplicá-las ou discutir suas origens.

Ora, a única diferença entre os poderes públicos e a referida organização criminosa é que os primeiros podem agir dentro do ilícito que transformam em lei, assim deixando de ser ilícitos, e os segundos, por não terem esses mesmos poderes, não podem. Isso significa que uns criminosos “trabalham” dentro da lei, outros fora dela. Os primeiros são praticamente inatingíveis, os segundos, não. Assim, nenhum deles é melhor que o outro, apesar dos lados aparentemente opostos em que se situam. Somente os legisladores têm o privilégio de poder transformar as irregularidades que desejam em leis, conforme seus interesses.

A Lei nº 12.846/13, que recentemente entrou em vigor, e que responsabiliza empresas nas esferas administrativa e civil, quando partícipes de atos ilícitos em prejuízo da administração pública, é uma verdadeira enciclopédia que declara guerra dos Poderes da União contra a sociedade civil, especialmente contra as suas empresas que ajudam a promover o desenvolvimento.

Nessa etapa da discussão enfrentada, será de grande utilidade recorrer a Ayn Rand, filósofa russo-judia, que nos assegura: “ Quando você perceber que, para produzir, precisa obter autorização de quem não produz nada, quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores, quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas pelo contrário, são eles que estão protegidos de você, quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em autosacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada” .

Essa indiscutível verdade toma contornos muito mais sérios no momento em que as leis são expedidas de modo a não só deixar de beneficiar quem produz, porém a persegui-lo e até puni-lo, “furiosamente”, como se fosse ele o principal responsável pela corrupção, envolvendo a área pública da esfera federal, com isso “absolvendo”, indiretamente, os corruptos espalhados em toda a máquina pública. O legislador brasileiro fez uma moeda de um lado só. O lado que existe é só o do “corruptor. Esqueceram de cunhar o outro lado da moeda, onde deveria estar o “corrupto”, mais precisamente, o agente público. Mas os “santinhos” do setor público escaparam totalmente não só de figurarem no outro lado da moeda, como também de responderem aos processos como réus. Portanto, a situação do Brasil depois dessa lei ultrapassa por larga margem o pervertido ambiente imaginado por Ayn Rand ao formular a sua sábia sentença. O que ela não diria sobre o Brasil de hoje? O que diria ela ao constatar que os que nos governam, e não produzem nada, passaram a ser não somente os privilegiados de que ela fala, mas agora também os inquisidores que colocam no banco dos réus as empresas que são o segmento da sociedade civil que efetivamente PRODUZ? Que produz riquezas? Trocando em miúdos: os que não produzem podem ser os juízes dos que produzem? Certamente, amigas e amigos, a filósofa “arrancaria os cabelos”.

Em atribuindo a apuração das responsabilidades previstas na lei às autoridades máximas de cada órgão, é evidente que lhes faltarão condições e formação para julgar os casos que forem analisados. Com certeza, um tribunal de fundo de quintal não fará justiça. E também a CGU-Controladoria Geral da União, não inspira nenhuma confiança para apurar e julgar responsabilidades das empresas. O que esse órgão fez durante todos esses anos em relação ao império da roubalheira local (mensalão, lava -jato, etc.) sem precedentes no mundo?

Ademais, constata-se nessa lei não só a total exclusão dos agentes dos órgãos públicos envolvidos em corrupção, para fins de responsabilidade administrativa e civil, como também nenhuma referência aos corruptos que agiram antes da lei, que alguns afirmam terem se apropriado de valores na ordem de oitenta bilhões de reais. Com toda a estrutura que têm a poderosa “União”, certamente não lhe faltaria condições de ir atrás do que foi roubado de uma ou outra forma. Porém estes passaram “ilesos”. E já “levaram” quase tudo. A União deverá se dar por satisfeita se retornarem aos seus cofres alguns centavos.

O que a Lei Anticorrupção vai conseguir é com certeza abrir novos focos para a prática da corrupção. O problema é que sempre se estará lidando com gente. E terá um momento “x” em todos os processos de verificação em que o representante da autoridade pública decidirá pelo prosseguimento, ou não, da investigação e indiciamento. É nesse momento que mediante certa “gratificação” o processo poderá ser arquivado. Praticou-se corrupção, ou suborno, para evitar-se apuração da “antiga” corrupção. E o mundo continua girando, girando...




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Sérgio Alves de Oliveira é Advogado e Sociólogo

Pegar o LULA, de acordo com a LEI


Ex-marido de Maria do Rosário (PT) é preso com drogas. Não vou fazer piada...


RosárioDeu na Rádio Guaíba:

“O ex-marido da deputada federal gaúcha Maria do Rosário (PT) está entre quatro presos pela Polícia Civil nessa manhã, em Viamão, em uma ação contra o tráfico de drogas.

Segundo a 3ª Delegacia de Polícia do município, César Augusto Batista dos Santos armazenava pedras de crack e cocaína prontas para venda.

As drogas foram encontradas em uma casa de dois pavimentos, no bairro Santo Onofre, em nome dele.

O suspeito informou a polícia que foi casado com a parlamentar no início dos anos 80.

Uma moto que teria sido usada para entregas de drogas também foi apreendida no local. O flagrante foi resultado da investigação sobre a apreensão de um fuzil e outras operações conduzidas na região, há cerca de um mês. Outras prisões ocorreram nos últimos dias. A polícia verifica se os presos têm antecedentes criminais.”

Não vou fazer piada a respeito.

Não vou mencionar a coincidência entre Rosário ter sido casada com um suspeito de tráfico e fazer até hoje a defesa do “direito dos manos”.

Vai que ela ameaça me processar de novo?

Ui, ui, ui.

Conselho Monetário Nacional reduz teto para inflação



O Conselho Monetário Nacional (CMN) reduziu o teto da meta de inflação de 6,5% para 6% em 2017. Denise Campos de Toledo questiona se a medida irá, na prática, fazer alguma diferença para os brasileiros.

ROMPIMENTO ENTRE LULA E DIRCEU AMEAÇA O PT E A PRÓPRIA DILMA

Por Carlos Newton – Tribuna da Internet

Entre os vários desentendimentos que assolam o governo e o PT, o mais grave, sem qualquer dúvida, é o rompimento das relações entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro José Dirceu. Da antiga amizade, nada restou. Como ambos estão ameaçados, agora cada um deles cuida da própria sorte e, para se salvar, estão trilhando o caminho da autodestruição.

O rompimento ocorreu em janeiro, quando Dirceu sentiu que a situação se complicava e logo estaria envolvido na Operação Lava Jato. Como o PT e o governo se mostravam completamente desarticulados, resolveu procurar Lula para armar um plano conjunto de defesa, como sempre fizeram, inclusive no caso de Rosemary Noronha, em que Dirceu participou diretamente da montagem de blindagem da segunda-dama de Lula, ajudou a selecionar os quatro escritórios para defendê-la, depois contratou mais um, e acompanhava Lula e Rosemary em reuniões com esses advogados, todos caríssimos, a serem pagos pelo caixa 2 do PT.

Dirceu telefonou ao Instituto Lula e pediu a Paulo Okamotto que agendasse um encontro dele com o ex-presidente. Mas acontece que Lula não quis se reunir com ele, Okamotto começou a dar desculpas, até que Dirceu perdeu a cabeça a destratou o assessor. Isso aconteceu em janeiro. Desde então os dois ex-amigos estão rompidos.

SEGUNDO CAPÍTULO

Esta novela será demorada. Estamos apenas no segundo capítulo. A estratégia de Lula continua a mesma que usou no mensalão. Sua intenção é tirar o corpo fora e novamente culpar José Dirceu, para ter o mínimo de desgaste possível. Sonhar não é proibido. Mas as coisas mudaram do mensalão para cá, Dirceu não está disposto a pegar novamente cadeia. Seu objetivo é cumprir o resto da pena e se mudar para Portugal, tentar esquecer o que passou e curtir com a mulher e a filha o dinheiro que sobrou de suas "consultorias". O mais provável, porém, é que Dirceu seja novamente condenado.

Se a situação se agravar, ele vai fazer delação premiada e entregar todo mundo, particularmente Lula, que hoje é seu inimigo nº 1. Na entrevista que concedeu há duas semanas ao repórter Daniel Pereira, da Veja, Dirceu ameaça claramente entregar Lula, que não tem condições de demovê-lo, nada tem a oferecer, porque também está envolvido até a alma.

Se Dirceu contar o que sabe, destruirá Lula, o PT e o governo Dilma. Certamente é por isso que Lula já está até falando que não será candidato em 2018. Depois que a bomba explodir, é melhor fugir para a Itália, aproveitando a segunda cidadania que Dona Marisa Letícia oportunamente conseguiu, seguindo o belo exemplo de Henrique Pizzolato. E lá na terra de Fellini, a famiglia Silva então poderá dizer que la nave va...



sexta-feira, 26 de junho de 2015

O pedido de habeas para Lula mostra que as bruxas estão soltas


A inflação da mandioca



O colunista de VEJA.com Augusto Nunes e o editor Silvio Navarro comentam a nova previsão de alta da inflação e o melhor discurso da presidente Dilma Rousseff.

Bilhete de Odebrecht pedindo destruição de provas é surrealista


NÃO separe o Homem, o que DEUS UNIU ?


DILMA SAPIENS deve PREPARAR MELHOR suas FALAS


Desemprego aumenta e taxa registra maior índice para maio desde 2010



No mês de maio, a taxa de desemprego aumentou para 6,7%, registrando o maior índice para o mês desde 2010.

Dilma SAPIENS sofre + uma Derrota


Contradições Esquerdistas



Quando dizemos que esquerdismo é uma doença mental grave, falamos com base em casos de evidentes contradições dignas de um esquizofrênico.


quinta-feira, 25 de junho de 2015

Movimento Brasil Livre
Fase 3: Placar FORA DILMA



O Movimento Brasil Livre está desde novembro do ano passado lutando por um Brasil mais livre, e por um país sem PT. Foram três manifestações em 2014, duas em 2015 - incluindo a maior manifestação da história do Brasil -, e uma marcha a pé de São Paulo a Brasília, para protocolar o Impeachment de Dilma Rousseff.


O Impeachment é também um processo político, precisamos do Congresso com o povo para derrubar a presidente. Para isso, estamos lançando o Placar Fora Dilma: uma ferramenta para que todos acompanhem o processo e façam sua parte para tirar essa quadrilha do poder.

No site, os dados de cada deputado, a posição dele em relação ao Impeachment e um material - impressão de panfletos - para pressionar os deputados que estão contra. 

Vamos todos juntos fortalecer a luta. E vamos vencer o PT.

Curta a página oficial: Placar Fora Dilma​

O Movimento Brasil Livre continua na luta por um país mais livre, mas não conta com grandes empresas ou partidos por trás. Precisamos de doações para continuar lutando pelo país. 
Ajude a derrubar o PT e o socialismo fazendo doações, clique no link a seguir e contribua http://bit.ly/1G7yllB



Lula é desmascarado pelo deputado Onyx Lorenzoni, do DEM


Humor Dose Extra... Aguardando a censura III...


JUSTIÇA que TARDA... é JUSTIÇA Que FALHA !!!


DILMA SAPIENS exalta a MANDIOCA


Banco Central admite que a inflação oficial vai chegar aos 9%



Banco Central admite que a inflação oficial vai chegar aos 9%. De acordo com Denise Campos de Toledo, no segundo trimestre o índice atinge 9,3% e começa a cair apenas no ano que vem. As projeções para a inflação retornar ao centro da meta, de 4,5%, apontam apenas para o ano de 2017.

Diabo leve o dízimo dos Pastores de Mercado


Lula, o "criador" rompe com a "criatura", Dilma Rousseff



Marco Antonio Villa comenta a aliança política entre Lula e Dilma, que está estremecida com os rumos do governo do Brasil. A situação do Partido dos Trabalhadores também está mal e, pela primeira vez, de acordo com o historiador, Lula, o criador de Dilma está rompendo com a criatura.

REAÇÕES provam que o LULA está MORTO!


Cara-dura Lula se lança como líder da oposição


quarta-feira, 24 de junho de 2015

NÃO VAMOS PAGAR A CONTA DO PT
Megamanifestação dia 16 de AGO de 2015


Nem a “Teoria da Bosta Seca” salva Gleisi... Delatores confirmam entrega de dinheiro à petista


gleisi_hoffmann_92
Olho do furacão – A esperança de que o mandato da senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT) fosse salvo pela “teoria da bosta seca”, manobra jurídica-escatológica que se baseia na exploração extrema de eventuais contradições entre delatores para inocentar envolvidos em escândalos de corrupção, foi para o espaço na segunda-feira (22), em Curitiba. O naufrágio das expectativas de Gleisi aconteceu quando os delatores do Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história, Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, e o doleiro Alberto Youssef foram acareados durante dez horas.

Paulo Roberto Costa sustentou, em acareação com Alberto Youssef, que o ex–ministro Paulo Bernardo da Silva (do Planejamento e das Comunicações), marido de Gleisi, solicitou R$ 1 milhão para o esquema de cartel e corrupção na Petrobras. Peças centrais nas investigações da Operação Lava-Jato, os dois delatores ficaram frente a frente por para confrontar versões conflitantes das respectivas delações, em relação ao envolvimento de políticos.

Em relação a Paulo Bernardo, os delatores confirmaram o pagamento de R$ 1 milhão para a campanha da ex-ministra da Casa Civil, em 2010, que foi eleita senadora naquele ano. Bernardo, que é marido da petista, solicitou a doação a Paulo Roberto Costa, que encaminhou o pedido a Youssef, que por sua vez providenciou o dinheiro e sua entrega a Gleisi em um shopping no centro de Curitiba.

Um dos pontos de divergência explicado foi sobre quem, efetivamente, teria entregue os valores pedidos por Paulo Bernardo. O doleiro disse não ter sido ele o autor das entregas. Os depoimentos dos dois delatores foram convergentes na maioria absoluta dos pontos abordados. “São informações que não chegam a ser contraditórios”, afirmou um dos advogado de Youssef, Tracy Reinaldet, em um comentário que sepulta as expectativas de Gleisi se salvar com base na “teoria da bosta seca”.

Paulo Bernardo não foi encontrado para comentar o assunto, segundo informação divulgada pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Em outras ocasiões, ele afirmou que “não pediu nem recebeu qualquer importância” do doleiro Alberto Youssef. A senadora Gleisi Hoffmann tem sustentando que desconhece Youssef e que “todas as doações constam na prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral”.

Nesta terça-feira (23), os dois delatores detalharão o suposto pagamento de R$ 2 milhões a pedido do ex-ministro Antônio Palocci Filho, também em 2010. A Lava-Jato apura se a beneficiária foi à campanha da presidente Dilma Rousseff (PT), em 2010. Os dois farão acareação ainda na quarta-feira (24) e na quinta-feira (25), ocasião em que tratarão de outros pontos não convergentes entre as respectivas delações, como o envolvimento do exministro Edison Lobão, do PMDB, no esquema de propinas.

Os três ex-ministros são alvos de inquéritos abertos a partir de março, dentro do conteúdo dos acordos de delação premiada fechado por Costa e Youssef no Supremo Tribunal Federal (STF). Na ocasião, os pedidos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foram para abertura de inquérito contra Lobão e a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) – beneficiária do pedido feito por Bernardo. No caso de Palocci, o STF remeteu o caso a Curitiba, onde foi aberto inquérito.

A acareação é conduzida por um delegado da PF de Brasília, onde são conduzidos os inquéritos sob a guarda da força-tarefa criada pelo procurador-geral da República. Os termos são colhidos no âmbito dos inquéritos que sobrem no Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo políticos, e que estão em fase inicial.

O ex-diretor da estatal e o doleiro já foram condenados na Lava-Jato no vácuo da acusação de serem braços do PP no esquema de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro na Petrobras, entre 2004 e 2012 – com pagamentos acontecendo até 2014.

Costa cumpre prisão em regime domiciliar no Rio de Janeiro. Ele chegou por volta das 9h30 na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba – sede das investigações da Lava-Jato, devendo permanecer em um hotel da capital paranaense durante a semana.

Lula não esconde de ninguém "imprensa boa é imprensa calada"



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar a imprensa, desta vez, durante um seminário do PT em São Paulo. Lula disse, por exemplo, que a imprensa é a oposição do Brasil e defendeu, mais uma vez, a regulação da mídia, que, segundo o petista, seria controlada por apenas nove famílias. Confira o comentário de Rachel Sheherazade.

O “NÃO” do Exército às verdades de ocasião!

 
Caros amigos

O Comandante do Exército, Gen Eduardo Villas Bôas, há 15 dias, no velório do sempre admirado Gen Leônidas Pires Gonsalves, antigo Ministro do Exército, dirigindo-se ao velado declarou:

“Gen Leônidas, os soldados do seu Exército não consentirão que a retidão do seu caráter e a transcendência de sua alma sejam maculadas por versões históricas capciosas e tentativas de impor verdades de ocasião”.

No momento em que a insustentabilidade das circunstâncias tira a máscara dos falsários, expõe suas mazelas e mentiras, o Comandante do Exército torna pública a sua intenção e deixa claro que para (re)contar a história é preciso, antes de mais nada, ter estatura moral e retidão de caráter acima da transcendência da alma de um Soldado como Leônidas Pires Gonsalves.

É a atitude esperada e a postura coerente do General que, ocupando o cargo do homenageado, reafirma os valores patrióticos e os compromissos morais do Exército de Caxias, o Exército de Sempre!

Já disse e não canso de repetir!

Como instituições e como segmento da sociedade, as Forças Armadas têm direito à opinião, o dever democrático de manifestá-la e, com ela, contribuir para a segurança do Estado e para a construção da opinião pública, base de sustentação da democracia.

São equívocos aceitar, sem contestação, mentiras sobre um passado que até ontem era motivo de comemoração, não defender e propalar a verdade histórica – como se dela não se houvesse tirado ensinamentos – e permitir que a Nação imagine suas Forças Armadas divididas pelo tempo, separadas pela própria história e desinteressadas pela garantia da liberdade democrática.

A indiferença diante da ofensa contratada e do desrespeito à imagem das Forças Armadas e às biografias dos homens de bem que protagonizaram sua história é, portanto, equívoco que o Comandante do Exército, oportunamente, passa a corrigir!

= Nenhuma ditadura serve para o Brasil =

DILMA conseguiu mudar percepção do BRASILEIRO


Dias Toffoli revoluciona a Tecnologia da Informação


DiasToffoli_Dormindo-no-SupremoEntre os vários certificados que adquiri em minha trajetória em TI, dois são meus preferidos: CISA (Certified Information Systems Auditor) e CISM (Certified Information Security Manager). De acordo com o syllabus de cada uma das certificações, somos obrigado a saber, dentre outras coisas, que os sistemas são mais seguros quando possuem trilhas de auditoria, ou algo que o substitua. Por exemplo, se existe uma gravação no banco de dados relacionada a informações críticas, é preciso ter um log (registro) do usu ário que fez a alteração, o horário e qual a alteração efetuada.

O ministro Dias Toffoli, presidente do TSE, está revoltado com a aprovação do voto impresso, pois a ilustre figura deu uma declaração que deve revolucionar o conteúdo de todas as certificações de segurança e auditoria em TI: “Do ponto de vista técnico, a Justiça eleitoral é contrária. Toda concepção da urna eletrônica se baseou na intenção de terminar com a intervenção humana, que não deixa digitais muitas vezes.”

Pela nova tese revolucionária de Toffoli, as transações bancárias devem se tornar mais seguras uma vez que não permitirem mais a geração de recibos. Eis a tese da fé cega nos sistemas eletrônicos, que já foi tornada ridícula por qualquer especialista da área há décadas. Mas Toffoli não se contenta com isso: para ele, um sistema passível de não ser auditado, passa a ser um sistema “livre da intervenção humana”.

O Efeito Dunning-Kruger realmente não tem limites!


Governo Dilma é uma espécie de zumbi, morreu mas não sabe


QUEREM ARRASTAR A IGREJA PARA O VOLUME MORTO?

Por Percival Puggina

Toda a existência do PT, do nascimento à glória, e da glória ao atual fundo do poço (ou ao volume morto, na expressão usada pelo próprio Lula) se fez sob incondicional apoio da CNBB e de suas pastorais. A exceção, se houver, que se identifique.

Aliás, Lula e o PT sabem: os tenebrosos dias que se avizinham serão enfrentados ao abandono de muitos dos seus antigos seguidores. Há um grupo, porém, que não o abandonará. Esse grupo é formado por religiosos, padres e bispos que foram buscar água benta na Teologia da Libertação e chegaram ao poder da entidade em 1971, com D Aloísio Lorscheider. A partir de então, foi um Deus nos acuda. São João Paulo II, que conheceu o comunismo desde as entranhas, condenou a Teologia da Libertação (TL) em documento da Congregação para a Doutrina da Fé. Esse texto, de 1984, deixa claro ser a TL uma teologia marxista, de classe, "que confunde o pobre da escritura com o proletário de Marx".

Nada melhor do que ler Frei Betto para saber o quanto essa confusão é real. Em "O paraíso perdido" ele relata dezenas de viagens que fez para levar a TL a Cuba e aos países do Leste Europeu onde o marxismo-leninismo já estava instalado. Com a TL ele conseguiu tornar comunistas milhares de cristãos do nosso continente, mas não conseguiu converter ao cristianismo um único líder comunista. Falando ao site Opera Mundi, em junho do ano passado, o frei confessou a estreita ligação da TL com aquela doutrina: "João Paulo II era um homem conservador que, quando foi bispo do Concílio Vaticano II sempre votou com os conservadores. Anticomunista visceral, jamais entendeu ou assimilou a Teologia da Libertação". É essa TL, rejeitada por anticomunistas (exatamente por ser o que é) que inspira parte significativa do clero católico brasileiro e continua incrustada como ácaro nas paredes e estruturas da CNBB e de suas pastorais. Ora, quem mistura religião com comunismo transforma uma coisa na outra. Daí essa obstinação que nada aprende da experiência, da evidência e do absoluto fracasso da doutrina abraçada.

Foi o que, às vésperas das manifestações de março, levou o alto comando da CNBB até Dilma, para dizer-lhe, entre excelências e eminências, que não viam motivos para o impeachment. E foi o que agora, dia 20, levou D. Pedro Stringhini e dirigentes de pastorais sociais ao investigado e mal afamado Instituto Lula. Nesse encontro, coube a Luís Inácio a tarefa de desancar o próprio partido e o governo Dilma. E coube ao bispo dar a absolvição, explicando o que os motivava neste momento de crise: "É importante reconhecer o senhor e os avanços em seus oito anos de governo. Mas, diante da crise atual, esse esforço tem de ser continuado". Em outras palavras, nada mais importante do que o PT e seu governo. Dane-se tudo mais.

Mesmo que a Polícia Federal rastreie as digitais de Lula. Mesmo que, tantos petistas estejam na cadeia. Mesmo que o "protetor dos pobres" seja um patrocinador de bilionários, inclusive em causa própria e de seus familiares. Mesmo que tantos petistas ataquem frontalmente os valores cristãos. Mesmo que, nestes dias, os companheiros do ex-presidente estejam, em todo país, forçando Câmaras de Vereadores e Assembleias Legislativas a incluir a ideologia de gênero nas tarefas "educacionais" de suas redes de ensino. Mesmo que a casa caia e que a mula manque e que com tais manifestações de autoridades eclesiásticas a Igreja esteja sendo arrastada junto para o volume morto, dane-se tudo mais porque o ultrajante apoio persiste.


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Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar+.

A democracia de Okamotto vai pelo ralo



Na abertura da palestra do ex-primeiro-ministro da Espanha Felipe Gonzalez em São Paulo, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, definiu a democracia como 'exercício solitário'. O colunista de VEJA Reinaldo Azevedo ressalta que Okamotto como pensador é pior que como operador do PT. Entenda o caso no 'Aqui Entre Nós'. O programa também aborda as últimas novidades da Operação Lava-Jato, as declarações do ex-presidente Lula e as pesquisas Datafolha divulgadas ontem.

Suicídio da DILMA... (Tentativa)


lutogesRecebemos dezenas de mensagens questionando sobre um suposto suicídio da presidente Dilma. As pessoas não estão preocupadas. Elas tem certa esperança de que isso possa mesmo ter acontecido, querem que a DILMA  vá mesmo para outro mundo, e isso não nos surpreende.

Quando tentam o suicídio as pessoas geralmente o fazem sob o peso de uma grande culpa, ou por se sentirem incapazes de resolver problemas.

Ao longo desses quatro anos e pouco de desgoverno nunca presenciamos Dilma Roussef dar sinais de qualquer autocrítica.

Mesmo quando Dilma falava que atrás de cada criança tem um cachorro o fazia com a maior segurança do planeta.

E a presidente se acha a maior intelectual do universo. Ela é do tipo que quando derruba o café bota a culpa no taifeiro que a serve.

Por isso é improvável que ela tenha mesmo tentado o suicídio.

Se o fizesse e não conseguisse seria até normal, dada a incompetência já comprovada. Contudo, para cometer tal ato é necessário uma mínima dose de “eu errei muito”, e isso ela parece não ter.

A crise


MAIORIDADE PENAL

 
Entra em discussão no Congresso o problema da maioridade penal dos cidadãos brasileiros.  Trata-se de uma das mais angustiantes questões em debate na sociedade

O assunto, como tantos outros que têm sido tratados ultimamente, já vem carregado de viés ideológico. A esquerda acusa a direita de querer resolver o problema da segurança pública através da diminuição da idade de responsabilidade penal. A direita retruca que seus antagonistas querem defender a impunidade de menores criminosos. Ambas posturas são falaciosas, pois distorcem e exageram aspectos das diferentes argumentações, tirando a discussão do verdadeiro foco.

De início, cremos que é preciso distinguir o delito leve do crime de morte. É claro que um furto e um latrocínio são coisas muito diferentes, e assim devem ser tratadas. Aliás, assim é feito no Código Penal.

A garantia de impunidade é distribuída igualmente a todos os menores infratores pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, independente da gravidade da transgressão cometida, baseada apenas na idade do autor, como se todos fossem inocentes vítimas de sua inexperiência e infantilidade.

Há que separar e tratar diferentemente casos muito distintos. É preciso reconhecer a existência de criminosos perigosos, assassinos, sequestradores, traficantes, estupradores irrecuperáveis, que antes de atingir a idade mágica de 18 anos ou qualquer outra que seja estabelecida, já demonstraram irrefutavelmente serem psicopatas amorais, que devem ser afastados do convívio social para defender a própria sociedade de sua maldade até agora impune.

Nosso sistema penitenciário é vergonhoso, mas isso não pode significar que permaneça em liberdade um malfeitor que já cometeu vários crimes de morte, sob o argumento de que a prisão é uma universidade do crime, de onde sairiam piores do que entraram. Alguns deles, de fato, poderiam dar aulas nessa universidade.

Ou, então, que sejam construídas novas prisões especiais para esses pobres seres angelicais que têm na pouca idade a garantia de poder cometer quantos crimes desejarem, pois são “dimenor”.

Já existe até um vocabulário politicamente correto: o menor não é preso, mas “apreendido”. Assim, quando solto ao completar 18 anos, nada consta a seu respeito nos fichários criminais, não interessa quantos crimes cometeu ou quantas pessoas matou, sua vida recomeça do zero.

Quanto às vítimas, não interessa. As leis foram feitas, no Brasil, para defender os criminosos, e não, suas vítimas.  A discussão toda se trava em torno do direito dos menores criminosos (ou “infratores”, para não traumatizá-los). A vítima deve ser até uma das culpadas por ele se encontrar em “situação de risco”.

É hora de a sociedade reagir.

Quem sabe aparece no STF um ministro relator com a lucidez da Ministra Carmen Lúcia, que conseguiu aprovar seu relatório por 9X0 na questão das biografias.

O problema para a sociedade não é a idade do criminoso, mas o crime cometido.

A Lei deve defender a vítima, não o seu algoz. Este pode e deve ser afastado do convívio social, para evitar que continue assaltando e matando impunemente e para que a sociedade seja protegida desses verdadeiros psicopatas. A idade do criminoso é um detalhe de somenos importância.

terça-feira, 23 de junho de 2015

O Juiz Sérgio Moro prenderá Lula ?


Mais humor... Aguardando a censura II...


ESTADO, NÃO SE META!


Está em curso, no Ocidente, um enorme projeto de reengenharia da sexualidade humana. É a Ideologia de Gênero, ou da ausência de sexo. O igualitarismo é seu objetivo, e a diferença, o inimigo a ser atacado mediante desconstrução. Para tanto pasme leitor ! , sem nenhuma evidência científica, contra o que a observação da natureza revela, seus difusores sustentam que ninguém nasce homem ou mulher, macho ou fêmea.

Afirmam que a sexualidade é uma construção social, sujeita a mudanças, definida e redefinida de inúmeros meios e modos, desde quando o bebê é vestido de tal ou qual cor. Assim, o sexo deixa de ter significado para a definição do masculino e do feminino.

Livre pensar é só pensar, ensinava insistentemente Millôr Fernandes. É livre o direito de teorizar, de ideologizar, de expor teses. O problema é quando se transforma um disparate qualquer em objeto de ação do Estado. Foi o que aconteceu há alguns anos com a produção de material didático sobre sexualidade infantil para distribuição nas escolas. O conteúdo era tão abusivo e tão absurdo, que foi rejeitado pela própria presidente Dilma. Pois aquilo já era produto da Ideologia de Gênero, que pretendeu, posteriormente, se tornar conteúdo obrigatório no Plano Nacional de Educação, o PNE. Quando o projeto do governo foi submetido ao Congresso Nacional, as duas Casas suprimiram todos os dispositivos relativos a esse assunto, mantendo uma regra simples e correta: “erradicação de todas as formas de discriminação”. No entanto, como costumam fazer quando contrariados, os promotores da desconstrução das diferenças buscaram outros caminhos para chegar onde pretendiam. Optaram pelo mais comum. Reuniram-se consigo mesmos noutro fórum e decidiram segundo queriam. Foi o que aconteceu na Conferência Nacional de Educação, quando os mesmos conteúdos suprimidos da lei federal retornaram oficialmente como orientação para os programas estaduais e municipais.

Agora, deputados estaduais e vereadores em todo o país deliberam sobre o tema nos respectivos planos, desatentos à lei federal e em obediência à ideologia hegemônica da burocracia educacional.


O Estado, os governos, seus funcionários, jamais receberam da sociedade, e tampouco das famílias, poderes para orientar a sexualidade e o comportamento sexual das crianças e dos adolescentes. Esse é um papel da natureza e dos pais. O Estado não é nem pode ser educador sexual. Além de ensinar os conteúdos curriculares, nos quais falha clamorosamente, que ensine a não discriminação, o respeito mútuo e a responsabilidade. E, no mais, que não se meta!

DEMOCRACIA América Latina é usada como Fachada por DITADURA


Odebrecht contesta razões para a prisão de seu presidente


PT ESTÁ VELHO E ‘PERDEU O SONHO E A UTOPIA’, DIZ LULA


Ex-presidente LULA admitiu também que "é difícil manter 
a postura democrática" depois de assumir o poder. 
Foto: Renato Mendes/AE
NO INSTITUTO, ELE ADMITE: PARTIDO ENVELHECEU E 'PERDEU O SONHO'

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o PT perdeu parte do sonho, da utopia. Em evento promovido pelo instituto que leva seu nome, Lula fez um discurso sobre a necessidade de o partido se renovar e atrair a juventude, com duras críticas a posturas vistas hoje no partido que ajudou a criar. "O PT perdeu um pouco do sonho, da utopia. A gente só pensa em cargo, em ser eleito, ninguém trabalha de graça mais (pelo partido)", reclamou. "Estamos querendo salvar nossa pele e nossos cargos ou criar um novo projeto?", questionou.

No debate que recebeu o ex-primeiro-ministro da Espanha Felipe González, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), Lula disse que pretende chamar para palestras representantes dos novos partidos que vem surgindo na Europa, como o Podemos. 

"O PT era, em 1980, o que é hoje o Podemos. A gente nasceu de um sonho, de que a classe trabalhadora pudesse ter vez e ter voz, e nós construímos essa utopia", disse o ex-presidente, ao refletir sobre como recuperar essa ideologia. "Há necessidade de repensarmos a esquerda, o socialismo e o que fazer quando chegamos ao governo. Enquanto você é oposição é muito fácil ser democrata você pode sonhar, pensar, acreditar, mas quando você chega ao governo, precisa fazer, tomar posições."

Lula repetiu que o partido precisa se reaproximar da juventude e não deixar que prospere o discurso que afasta as pessoas da política. "A gente precisa rediscutir um pouco as utopias para fazer essa meninada sonhar, acreditar que é possível, se não construir outro mundo, melhorar esse em que nós vivemos", disse. "Como a gente pode falar em renovação se não tem um jovem aqui?" questionou olhando para a plateia - selecionada pelo próprio Instituto Lula. 

O ex-presidente voltou a reclamar da imprensa brasileira. "Aqui no Brasil, até o direito de resposta não temos mais, leva 30 anos e quando sai é melhor nem responder." Lula afirmou que nove famílias controlam praticamente todos os veículos de comunicação e que o País está atrasado. "O Brasil está atrasado, a regulação da mídia aqui é de 1962, não tinha nem fax. E se você fala sobre isso, leva bordoada de tudo que é lado."


Democracia


Entre as reclamações, Lula afirmou que é mais difícil manter a postura democrática depois que se chega ao governo. Mas disse que é importante aprender a se manter no poder, mantendo as regras democráticas. Sem citar sua sucessora, a presidente Dilma Rousseff, Lula exaltou iniciativas do seu governo nessa área. "Nunca antes nesse País o povo exerceu tanto democracia e participou tanto do governo como no meu governo", afirmou. E lembrou que sua gestão no governo federal promoveu 74 conferências para decidir políticas públicas com movimentos sociais. 

Uma das principais críticas de petistas ao governo Dilma é o afastamento da base social do partido.

Apesar do comentário de que é difícil manter-se democrata no governo, o petista afirmou que sempre soube que só seria eleito presidente pela via democrática. E comparou seu caso ao de Evo Morales, que segundo destacou Lula, também só chegou ao poder pelas urnas.

Lula defendeu ainda o Foro de São Paulo - grupo composto por partidos e movimentos de esquerda da América Latina, criado em 1990. O Foro é um dos temas mais criticados por movimentos anti-PT e anti-governo. "O Foro de São Paulo foi criado com a ideia de educar a esquerda latino-americana a praticar a democracia. Na Argentina, nem o Maradona unificava a esquerda. Hoje, os partidos de esquerda participam de governos nesses países."

O ex-presidente falou sobre política internacional e comentou rapidamente sobre ajuste, criticando o modelo que foi adotado em países como Grécia, Espanha, Reino Unido. "O ajuste imposto lá só fez com que a divida bruta crescesse", afirmou. (AE)



Situação de Dilma é muito pior do que a de Sarney e Collor em suas épocas



Marco Antonio Villa traça um paralelo entre a atual situação de impopularidade do governo Dilma com anteriores governos que enfrentaram semelhante cenário, como Sarney e Collor, que sofreu impeachment após 2,5 anos de governo.

Será que Marcelo Odebrecht vai continuar presidindo a empreiteira?



Lauro Jardim, do Radar on-line, analisa o momento mais difícil da Odebrecht com a prisão do seu presidente. Joice Hasselmann e Silvio Navarro comentam as principais reportagens de VEJA desta semana. E Geraldo Samor, de VEJA Mercados, fala sobre última compra da JBS, a Moy Park, empresa de frangos da Marfrig na Europa.

A agenda de Fachin


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ALIADO DO GOVERNO? 
Fachin criticou peso dado à delação premiada e disse que 
não sabe se relatará julgamento dos planos econômicos
Apesar da sobriedade na posse, as primeiras manifestações do novo ministro do STF indicam uma postura de alinhamento às teses do PT e do Planalto

A posse do novo ministro do STF, Luiz Edson Fachin, movimentou autoridades do Executivo e do Legislativo na tarde da terça-feira 16. Engrossaram a plateia de convidados presidentes de entidades de classe, parlamentares do PT e de partidos de oposição, e até políticos investigados pela Operação Lava Jato, interessados diretamente no destino que o novo ministro dará aos seus processos. No entanto, o exagerado beija-mão, condenável, embora tradicional nesse tipo de solenidade, não foi capaz de tirar a fleuma de Fachin. Na solenidade, o magistrado optou pela discrição. Não fez discurso e preferiu evitar entrevistas, adotando comportamento incomum entre os que acabam de alcançar o posto considerado o topo da carreira da magistratura. Talvez porque, demonstrando bem mais desembaraço, dias antes o ministro já havia fornecido pistas sobre como ele pretende pautar sua atuação no STF.

Ao comentar os depoimentos de delação premiada que recheiam os processos do Petrolão, Fachin disse que ninguém poderia ser julgado e condenado com base apenas nos relatos de delatores. “A delação premiada é um indício de prova. Precisa ser secundada por outra prova idônea pertinente e contundente, que são as características que a gente tipifica como uma prova para permitir o julgamento e o apenamento de quem tenha cometido alguma infração criminal”, afirmou. Embora o magistrado não integre a turma destacada para analisar os processos da Lava Jato, se as ações chegarem a plenário, ele votará juntamente com os 10 colegas. Espera-se que essa postura já antecipada pelo magistrado não esteja contaminada pelo fato de ele ter sabidamente ligações anteriores com o PT, partido que mais sofrerá caso as investigações da Lava Jato levem à punição de autoridades e políticos.

Nos próximos dias, o novo ministro herdará ainda mais de 1.400 peças que estavam sob a responsabilidade de Ricardo Lewandowski antes de o ministro assumir a presidência do tribunal. A mais polêmica das relatorias trata do conjunto de ações sobre perdas financeiras que investidores da caderneta de poupança tiveram com planos econômicos instituídos pelo governo nas décadas de 1980 e 1990. Especialistas estimam que os ressarcimentos atinjam a casa dos R$ 149 bilhões e a Caixa Econômica Federal, banco público que concentra este tipo de aplicação, teria de desembolsar cerca de R$ 50 bilhões se o Supremo decidisse a favor dos poupadores. No meio do arrocho fiscal, o governo se arrepia com a ideia. Fachin ainda não decidiu se assumirá a responsabilidade de relatar as ações que podem aprofundar ainda mais o rombo do caixa da União. “Vou me inteirar disso e em um momento oportuno vou manifestar minha decisão”, afirmou Fachin. Ele foi advogado no caso em que a 2ª Seção do Superior Tribunal de Justiça definiu, em recurso repetitivo, os prazos prescricionais para as ações dos planos. Se Fachin se declarar impedido, o julgamento não pode acontecer, o que atenderia aos interesses do Planalto. Pelo Regimento do STF, questões constitucionais exigem um quórum mínimo de oito ministros. E os ministros Luis Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Luiz Fux já se declararam impedidos.
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Também caiu nas mãos de Fachin a decisão de acolher ou rejeitar a denúncia que a Procuradoria-Geral da União fez contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), em 2013. O senador é acusado de usar influência política para ter contas pessoais pagas por uma empreiteira, escândalo que veio à tona em 2007. O novo ministro, cabe lembrar, sofreu severa oposição do peemedebista durante a apreciação de sua indicação. 

Lula lá, quase lá



Com a prisão dos presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, a Lava Jato chega mais perto de pegar Lula. Ainda a reportagem sobre o papa Francisco, que cobrou do mundo atitudes para salvar o planeta da destruição ambiental. Uma boa lição para o Brasil que vem de longe, a Finlândia lidera o movimento global para revolucionar a sala de aula. Os detalhes da edição desta semana com Joice Hasselmann e Carlos Graieb.

Após enxurrada de dados negativos, relatório Focus trouxe piora das projeções



Após enxurrada de dados negativos em relação à economia, divulgados na última semana, o relatório Focus trouxe uma piora das projeções do mercado financeiro.

Por ordem do Itamaraty o embaixador não acompanhou os senadores em Caracas


Embaixador do Brasil em Caracas, Ruy Pereira se absteve de acompanhar a comitiva de oito senadores que foi hostilizada na Venezuela nesta quinta-feira (18). Após recepcionar os visitantes no aeroporto, o diplomata se despediu. Alegou que tinha outros compromissos. Agiu assim por ordem do Itamaraty.

O governo brasileiro avaliou que a participação direta do embaixador numa comitiva cujo principal objetivo era visitar na prisão o líder oposicionista venezuelano Leopoldo Lópes causaria problemas diplomáticos com o governo pós-chavista de Nicolás Maduro. Algo que Dilma Rousseff não quer que ocorra.

“O embaixador nos virou as costas”, disse ao blog o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), após desembarcar na Base Aérea de Brasília na madrugada desta sexta-feira (19). Vinha de uma missão paradoxal, que teve sucesso porque fracassou.

Destratados por manifestantes leais a Maduro e retidos nos arredores do aeroporto por um bloqueio das vias públicas, os senadores retornaram a Brasília sem cumprir a agenda que haviam programado. A frustração virou êxito porque o governo de Caracas revelou-se capaz de tudo, menos de exibir seus pendores democráticos.

“Entre a cumplicidade com o regime ditatorial de Maduro e a assistência a cidadãos brasileiros em apuros, a nossa diplomacia preferiu o papel de cúmplice”, queixou-se o tucano Cunha Lima. “O que aconteceu ficou acima das piores expectativas”, ecoou o também tucano Aécio Neves (MG). “Uma missão oficial do Senado foi duramente agredida e o governo brasileiro nada fez para nos defender.”

Horas antes do desembarque dos senadores na Base Aérea de Brasília, ainda na noite de quinta-feira (18), um grupo de deputados estivera no Itamaraty para conversar com o ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores). Enquanto aguardavam pelo início da audiência, o deputado Raul Jungmann (PPS-PE) acionou o viva-voz do celular para que os colegas ouvissem um relato direto de Caracas.

Do outro lado da linha, o senador Ricardo Ferraço contou o que sucedera. E realçou a ausência de Ruy Pereira, o embaixador brasileiro em Caracas. Assim, armados de informações recebidas do front, os deputados entraram no gabinete do chanceler Mauro Vieira dispostos a crivá-lo de perguntas incômodas.

O deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA) indagou: por que o embaixador recebeu a comitiva de senadores no aeroporto e foi embora? O ministro alegou que o diplomata não poderia acompanhar os visitantes numa incursão ao presídio onde se encontra o oposicionista Leopoldo Lópes. Sob pena de provocar um incidente diplomático.

Raul Jungmann foi ao ponto: de quem partiu a ordem? O chanceler informou que o embaixador seguiu orientação do Itamaraty. Jungmann insistiu: então, ministro, o senhor está declarando que o governo brasileiro deu a ordem para que o embaixador se ausentasse? O ministro respondeu afirmativamente.

Pouco depois desse encontro, o Itamaraty soltaria uma nota oficial sobre o fuzuê de Caracas. Em telefonema para Dilma, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), cobrara uma manifestação formal de repúdio do Executivo. O texto anota que “o governo brasileiro lamenta os incidentes que afetaram a visita à Venezuela da Comissão Externa do Senado e prejudicaram o cumprimento da programação prevista naquele país.”

Não há na nota nada que se pareça com uma crítica ao governo de Nicolás Maduro. “São inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares brasileiros'', escreveu o Itamaraty, como se desse crédito à versão segundo a qual os militantes que cercaram a van que transportava os senadores brasileiros brotaram na hora e no local exatos sem nenhuma interferência do governo venezuelano.

Como que farejando a repercussão negativa da ausência do embaixador na hora da encrenca, o Itamaraty enumerou os serviços prestados pela embaixada brasileira em Caracas. “Solicitou e recebeu do governo venezuelano a garantia de custódia policial para a delegação durante sua estada no país, o que foi feito'', diz a nota. “Os policiais, embora armados, assemelhavam-se a agentes de trânsito do Brasil”, comparou o tucano Cunha Lima. “Nada fizeram para conter as hostilidades. Se a coisa descambasse, não creio que impediriam o pior.”

“O embaixador do Brasil na Venezuela recebeu a comissão na sua chegada ao aeroporto”, acrescentou o Itamaraty em sua nota. E Cunha Lima: “Sim, recebeu, mas virou as costas e foi embora”.

“Os senadores e demais integrantes da delegação embarcaram em veículo proporcionado pela Embaixada, enquanto o embaixador seguiu em seu próprio automóvel de retorno à embaixada. Ambos os veículos ficaram retidos no caminho devido a um grande congestionamento”. Se o embaixador ficou retido, ninguém soube. Impedidos de prosseguir, os senadores viram-se compelidos a retornar para o aeroporto. O diplomata Ruy Pereira não deu as caras.

O texto do Itamaraty compra como verdadeira uma informação contestada pela venezuelana María Corina Machado, deputada cassada por divergir de Maduro. O bloqueio foi “ocasionado pela transferência a Caracas, no mesmo momento, de cidadão venezuelano extraditado pelo governo colombiano”, sustentou o documento da chancelaria brasileira.

E María Corina, no Twitter: “Está totalmente trancada a autopista porque ‘estão limpando os túneis’ e por ‘protestos’. Se o regime acreditava que trancando as vias impediria que os senadores constatassem a situação de direitos humanos na Venezuela, conseguiu o contrário. Em menos de três horas, os senadores brasileiros descobriram o que é viver na ditadura hoje na Venezuela.''

“O incidente foi seguido pelo Itamaraty por intermédio do embaixador do Brasil, que todo o tempo se manteve em contato telefônico com os senadores”, acrescentou a nota oficial. “O embaixador ficou nos tapeando pelo telefone”, contestou Cunha Lima. Recebeu orientação do Itamaraty para fazer isso.”

Ainda de acordo com a nota do Itamaraty, o embaixador Ruy Pereira “retornou ao aeroporto e os despediu [sic] na partida de Caracas.'' Na versão de Cunha Lima, o retorno do diplomata serviu apenas para reforçar a pantomima. “Ele dizia que estava muito distante. Quando decidimos partir, apareceu em menos de cinco minutos. Eu me recusei a cumprimentá-lo. O senador Ricardo Ferraço também não o cumprimentou.

“À luz das tradicionais relações de amizade entre os dois países, o governo brasileiro solicitará ao governo venezuelano, pelos canais diplomáticos, os devidos esclarecimentos sobre o ocorrido”, encerrou a nota do Itamaraty. Para os congressistas, quem deve explicações no momento é o governo brasileiro.


O deputado Raul Jungmann formalizará na Câmara pedido de convocação do chanceler Mauro Vieira e do embaixador Ruy Pereira para prestar esclarecimentos no plenário da Câmara. Cunha Lima requisitará a presença da dupla na Comissão de Relações Exteriores do Senado. De resto, os parlamentares se reunirão nesta sexta-feria, na liderança do PSDB no Senado, para decidir as providências que serão adotadas em reação aos episódios de Caracas. Uma delas é cobrar do governo Dilma que coloque em prática a cláusula democrática prevista no tratado do Mercosul.