terça-feira, 9 de junho de 2015
O "poder econômico" no projeto de reforma política da CNBB
Por Bruno Braga
Quando um candidato recebe doação de empresa privada, o
eleitor tem a liberdade de votar nele ou não; mas os "movimentos
sociais" - patrocinados por fundações multimilionárias - serão
introduzidos pelo projeto de reforma política em instâncias decisórias do poder
público sem a consulta ou a participação do cidadão brasileiro.
Promotores, "apóstolos" e entusiastas do projeto
de reforma política da CNBB frequentemente destacam - como sinal da inspiração
divina dele - o item que propõe o "financiamento público" das
campanhas eleitorais. Pregam que proibir doações de empresas privadas a
partidos e candidatos - mantendo a permissão para doações de pessoas físicas -
visa eliminar a influência do "poder econômico" nas questões
políticas e evitar que os interesses do "capital" se sobreponham ao
interesse público.
O componente ideológico do termo é escandaloso: demonização
da iniciativa privada e divinização do Estado. É como se as empresas -
representadas por seus proprietários - fossem excluídas da vida pública e
ficassem impedidas de se posicionarem sobre o plano que determina o exercício
de suas atividades.
Mas o item citado - o financiamento público das campanhas
eleitorais - é ineficaz também para os fins alegados. Primeiro: a proposta veta
a doação de "empresa privada", mas não a do dono dela, a do
"empresário" - pessoa física que pode figurar como doador. E mesmo
que limite a contribuição individual ao valor de R$ 700, nada impede que
"laranjas" sejam utilizados para burlar a limitação. E mais: uma vez
que as empresas privadas serão proibidas de fazer doações para candidatos e partidos,
na contabilidade das campanhas não haverá mais nenhuma menção a elas - o que
não coibe as doações ilegais, pelo contrário, poderá inclusive facilitá-las.
Outro ponto: se um dos propósitos da reforma política é
diminuir os custos das campanhas eleitorais, então soa disparatado exigir -
fixando a escolha dos parlamentares em dois turnos - o financiamento público
para boa parte das despesas dos candidatos e partidos: exigir que o Estado, que
o dinheiro público, do cidadão, banque as contas. Ademais, é necessário
observar que "o Estado" não é uma entidade abstrata e supra-natural;
ele é formado por pessoas de carne e osso que irão estabelecer - através do
jogo político e do confronto de interesses - o valor das verbas e os
"critérios" para a distribuição delas.
No entanto, há na proposta de reforma política da CNBB algo
ainda mais grave. Se os seus "apóstolos" pretendem
"exorcizar" o "poder econômico" da política, então, como
explicar que as entidades e organizações que pretendem inserir na administração
pública - sob o disfarce de "movimentos sociais" - sejam financiadas
pelo "grande capital"? Estão aqui duas amostras relevantes: a ABONG -
que congrega uma série de organizações não-governamentais; e a Cáritas - que é
um organismo da CNBB (Cf. Cartilha Coalizão pela Reforma Política e
Democrática, p. 43). Nas imagens abaixo os seus parceiros e apoiadores do
"poder econômico" nominalmente mais evidentes aparecem destacados em
vermelho.
![]() |
| Abong - consultar http://abong.org.br/links.php?id=13 |
![]() |
| Cáritas - consultar http://caritas.org.br/parceiros-e-apoiadores |
É preciso notar que aqui há outro problema. Pois quando um
candidato recebe doação de empresa privada, o eleitor tem a liberdade de votar
nele ou não; mas os "movimentos sociais" - patrocinados por fundações
multimilionárias - serão introduzidos pelo projeto de reforma política em
instâncias decisórias do poder público sem a consulta ou a participação do
cidadão brasileiro.
Nestes termos, a pregação sobre o "financiamento
público" das campanhas eleitorais é uma fraude em todos os sentidos. A
proposta de reforma política da CNBB maquia o estabelecimento de um consórcio
para o exercício do poder político - consórcio que inclui agentes determinados
do "poder econômico". Para a Conferência dos Bispos o comprometimento
é um pecado imperdoável. Porque implica contrariar os princípios e orientações
da Igreja Católica - que ela, a Conferência, não representa - fortalecendo um
projeto de poder totalitário - o petista-socialista-comunista - e a engenharia
social e comportamental que o envolve, com o aborto, a ideologia de gênero, a
legalização das drogas, etc.
Fonte: Mídia Sem Máscara
segunda-feira, 8 de junho de 2015
O MARXISMO ESTÁ DESTRUINDO A UNIVERSIDADE BRASILEIRA
Por Percival Puggina
O que aconteceu na Universidade Federal de Santa Maria, com
ação de alunos, funcionários e professores é resultado do alinhamento
ideológico que domina o meio acadêmico brasileiro.
ANTISSEMITISMO na Universidade Federal de Santa Maria : AS CONSEQUÊNCIAS
Por Reinaldo Azevedo – VEJA
Burmann: justificativa foi desmoralizada pelo MEC.
Pede pra
sair
|
O MEC emitiu uma nota que deixa a nu o reitor da
Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Afonso Burmann; o vice-reitor, Paulo
Bayard Dias Gonçalves, e o pró-reitor de pós-graduação, José Fernando
Schlosser.
Como vocês sabem, Schlosser, a pedido do reitor (este
confessou), expediu um memorando cobrando que seus subordinados prestassem
informações sobre a existência de alunos e professores judeus na universidade
(leia mais posts a respeito aqui). A justificativa, apresentada pelo trio, é que
eram obrigados a fazê-lo porque atendiam a um pedido de um grupo de entidades,
com base na Lei de Acesso à Informação. Demonstrei aqui na sexta-feira que isso é apenas
uma mentira. Segue fragmento.
Pois bem, a nota do MEC a respeito é inequívoca. Segue na
íntegra:
O Ministério da Educação foi surpreendido pela notícia de que um pró-reitor substituto da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) havia pedido que os programas de pós-graduação daquela instituição lhe enviassem informações sobre a presença ou perspectiva de discentes e/ou docentes israelenses nesses programas. Ao tomar conhecimento desse episódio, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, solicitou ao secretário de Educação Superior do MEC, Jesualdo Farias, que buscasse junto à UFSM informações a respeito.
Após receber as informações da instituição, o MEC manifesta seu claro posicionamento de que a Lei de Acesso à Informação não pode ser utilizada de forma a violar os direitos fundamentais de outros cidadãos. Ela não pode ser empregada como um instrumento para facultar a discriminação de qualquer tipo. Até porque é um dos objetivos da nossa República promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (art. 3º, inciso IV da Constituição Federal). Qualquer solicitação feita pela Lei de Acesso à Informação que leve a qualquer tipo de discriminação deve ser considerada desarrazoada e, portanto, não deve ser respondida.
O MEC faz questão de reiterar – enfaticamente – seu desacordo com qualquer tipo de discriminação e preconceito. “A história nos reporta lamentáveis fatos de pessoas que morreram vítimas de preconceitos de toda natureza, inclusive no Brasil. Por outro lado, muitos lutaram e ainda lutam para vencê-lo, de modo que todo este empenho de nossa sociedade não pode ser esquecido ou descartado”, afirmou o ministro Renato Janine.
O Ministério da Educação foi surpreendido pela notícia de que um pró-reitor substituto da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) havia pedido que os programas de pós-graduação daquela instituição lhe enviassem informações sobre a presença ou perspectiva de discentes e/ou docentes israelenses nesses programas. Ao tomar conhecimento desse episódio, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, solicitou ao secretário de Educação Superior do MEC, Jesualdo Farias, que buscasse junto à UFSM informações a respeito.
Após receber as informações da instituição, o MEC manifesta seu claro posicionamento de que a Lei de Acesso à Informação não pode ser utilizada de forma a violar os direitos fundamentais de outros cidadãos. Ela não pode ser empregada como um instrumento para facultar a discriminação de qualquer tipo. Até porque é um dos objetivos da nossa República promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação (art. 3º, inciso IV da Constituição Federal). Qualquer solicitação feita pela Lei de Acesso à Informação que leve a qualquer tipo de discriminação deve ser considerada desarrazoada e, portanto, não deve ser respondida.
O MEC faz questão de reiterar – enfaticamente – seu desacordo com qualquer tipo de discriminação e preconceito. “A história nos reporta lamentáveis fatos de pessoas que morreram vítimas de preconceitos de toda natureza, inclusive no Brasil. Por outro lado, muitos lutaram e ainda lutam para vencê-lo, de modo que todo este empenho de nossa sociedade não pode ser esquecido ou descartado”, afirmou o ministro Renato Janine.
A apuração do caso continuará sendo realizada pelo Ministério da Educação.
Assessoria de Comunicação Social
Retomo
Alguns tontos acham que jamais elogio uma decisão tomada pela esfera de governança petista. É coisa de gente orelhuda e de má-fé. Eis aí. Elogio a nota do MEC. Mas cobro mais do que isso. É necessário que se tomem providências também no âmbito da pasta.
O caso é muito grave. Ofende os fundamentos dos direitos humanos e valores constitucionalmente protegidos. Ofende a comunidade local em particular porque a presença judaica em Santa Maria se confunde com a história da cidade e da própria universidade.
Milton Seligman, engenheiro formado na UFSM e vice-presidente de Relações Corporativas da Ambev, se manifestou no Facebook. Transcrevo um trecho:
“Família de judeus, é bom que se diga. Nunca fomos discriminados, mas, agora, estamos sendo. O próprio reitor sustenta que identificar pessoas de origem israelense ou outra, faz parte da lei brasileira. Erra o reitor, há crime sim. Imagine que o pedido fosse para identificar pessoas de origem africana. Como o Professor Schlosser e o professor Burmann reagiriam? Acredito que o caso irá para a Justiça, onde se deve dirimir essa dúvida. Está havendo ou não judeofobia na ‘nossa’ Universidade?”
Alguns tontos acham que jamais elogio uma decisão tomada pela esfera de governança petista. É coisa de gente orelhuda e de má-fé. Eis aí. Elogio a nota do MEC. Mas cobro mais do que isso. É necessário que se tomem providências também no âmbito da pasta.
O caso é muito grave. Ofende os fundamentos dos direitos humanos e valores constitucionalmente protegidos. Ofende a comunidade local em particular porque a presença judaica em Santa Maria se confunde com a história da cidade e da própria universidade.
Milton Seligman, engenheiro formado na UFSM e vice-presidente de Relações Corporativas da Ambev, se manifestou no Facebook. Transcrevo um trecho:
“Família de judeus, é bom que se diga. Nunca fomos discriminados, mas, agora, estamos sendo. O próprio reitor sustenta que identificar pessoas de origem israelense ou outra, faz parte da lei brasileira. Erra o reitor, há crime sim. Imagine que o pedido fosse para identificar pessoas de origem africana. Como o Professor Schlosser e o professor Burmann reagiriam? Acredito que o caso irá para a Justiça, onde se deve dirimir essa dúvida. Está havendo ou não judeofobia na ‘nossa’ Universidade?”
Polícia Federal e MPF
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal investigam a questão. O
jornalista e também professor universitário Luís Milman (UFRGS) entrou com uma
queixa-crime no MPF contra a decisão do comando da universidade.
Na sexta, o reitor da UFSM passou parte da tarde na PF dando explicações sobre o caso. Concedeu depois uma entrevista à RBS em que insistiu na tese ridícula de que apenas seguiu a Lei de Acesso à Informação (vídeo aqui). Foi desmoralizado logo depois por nota do próprio MEC.
Insisto: o trio tem de renunciar aos cargos de confiança que exercem. No caso de reitor e vice-reitor, além do absurdo em si, há a exibição explícita de baixa alfabetização em sentido estrito (leiam post). É um motivo adicional que os indispõe com o cargo que ocupam.
Na sexta, o reitor da UFSM passou parte da tarde na PF dando explicações sobre o caso. Concedeu depois uma entrevista à RBS em que insistiu na tese ridícula de que apenas seguiu a Lei de Acesso à Informação (vídeo aqui). Foi desmoralizado logo depois por nota do próprio MEC.
Insisto: o trio tem de renunciar aos cargos de confiança que exercem. No caso de reitor e vice-reitor, além do absurdo em si, há a exibição explícita de baixa alfabetização em sentido estrito (leiam post). É um motivo adicional que os indispõe com o cargo que ocupam.
Vejam esta foto:
Vamos lá. Eu não escrevo para agradar a esse ou àquele. Não
escrevo para proteger meus amigos e atacar meus inimigos. Não escrevo para
defender meus interesses e atacar os de adversários. Não raro, meto-me em
porfias que não têm nem vizinhança com questões pessoais — a não ser a
proximidade que mantenho com todo homem, como escrevia Terêncio: “Homo sum,
humani nihil a me alienum puto” (Sou homem, e nada do que é humano é estranho a
mim”). Algumas reações ao episódio havido na Universidade Federal de Santa
Maria, que considero antissemitismo explícito, são lamentáveis. E eu não seria
eu se não escrevesse tudo o que penso, sem perguntar antes quem vai e quem não
vai se incomodar.
A Federação Israelita do Rio Grande do Sul, comandada por
Zalmir Chwartzmann — que também é presidente do Sindicato das Indústrias de
Construção Civil do RS —, decidiu, sim, cobrar explicações sobre aquele
descalabro. A entidade, no entanto, tentou antes o caminho do “deixa disso”.
O jornalista e professor Luís Milman, que é judeu e entrou
com uma queixa-crime contra a UFSM no Ministério Público Federal, foi chamado
para uma reunião com a direção da federação. E ALI OUVIU, INFELIZMENTE,
QUE TODOS TINHAM DE SER MUITO PRUDENTES E COISA E TAL E QUE, ORA VEJAM, OS
JUDEUS NÃO PODIAM SE PAUTAR POR AQUILO QUE DIZ REINALDO AZEVEDO, QUE SERIA
CONTRA O PT. O objetivo, tudo indica, era fazer com que Milman
desistisse de levar o caso adiante.
Não, não foi o assediado quem me contou. Nunca falei com
ele. Mas isso aconteceu. Tal avaliação é cretina. Meu blog está com o arquivo à
disposição. O que penso sobre o antissemitismo no geral e sobre a questão
israelo-palestina no particular é público. Será que, antes, precisei que
houvesse petistas fazendo e falando bobagem sobre Israel para me posicionar?
Será que, quando judeus e israelenses foram alvos de agressões, deixei a coisa
de lado só porque não havia petistas no meio?
Há coisas que eu jamais faria. Entre elas, eu não me
atreveria a ensinar um judeu a ser judeu. Mas, se preciso, eu ensino a quem
quer que seja o valor da tolerância e o mal da intolerância, judeu ou não.
Reitero: repudio o que lá se deu porque acho que é um dever da honra, do humanismo,
da civilidade. De resto, não mantenho relações de demanda com o governo federal
e os petistas, nem as satisfeitas nem as insatisfeitas. Se a presidente Dilma
Rousseff ou qualquer outro “companheiro” se zangar comigo, não tenho
nenhum interesse a consultar que os de minha própria consciência. Minha
cabeça é o meu “Minha Casa Minha Vida”.
O comando da federação fique tranquilo. Os judeus, como
sabem seus diretores, têm uma história mais longa do que as opiniões do
Reinaldo Azevedo e certamente não se deixariam embalar por elas. Depois que a
Conib (Confederação Israelita do Brasil) e que o próprio governo de Israel se
manifestaram — o caso ganhou repercussão internacional —, a Federação Israelita
do Rio Grande do Sul emitiu uma nota bastante moderada, moderadíssima, a
respeito (íntegra aqui). Lá se lê:
“Assim, esclarecimentos e justificativas mais profundas são devidas pela Universidade Federal de Santa Maria para todo o Rio Grande do Sul e para o Brasil, dada a repercussão nacional do episódio, com responsabilização administrativa de seus subscritores e questionadores, se for o caso.”
“Se for o caso” quer dizer exatamente o quê? Quem pergunta não é um judeu, que judeu não sou. Quem pergunta não é alguém que repudia boa parte das teses do petismo e o barateamento a que está sendo submetido o ensino superior no Brasil. Quem pergunta é o discípulo daquela frase de Terêncio. Não considero o combate ao antissemitismo uma tarefa só dos judeus. É um dever da civilidade. Logo, se julgar procedente, faço, sim, as devidas cobranças.
Sindicato asqueroso
A dita “Seção Sindical dos Docentes da UFSM” — com esse nomezinho bolchevique, de quinta categoria — emitiu uma nota tentando se defender e negar o óbvio. Em vez de se desculpar, em vez de admitir o absurdo, volta a atacar o estado de Israel. Lá se lê que o tal pedido de informação era “parte das ações que visavam por (sic) um fim aos massacres palestinos perpetrados pelo exército de Israel entre julho e agosto do ano passado”. Não, eles não meteram o circunflexo em “pôr”. Reitor analfabeto, sindicato de professores analfabeto. Mas, também nesse caso, o analfabetismo moral é a pior coisa.
Redigida em “petês” castiço, segue a nota:
“Transformar um ato político de defesa dos direitos humanos em uma cruzada de anti-semitismo (sic), buscando estabelecer uma falsa identidade entre a oposição a uma política bélica e imperialista de Estado e a defesa da discriminação racial, representa uma tentativa deplorável de distorcer a realidade em benefício próprio de quem o faz.”
Os asquerosos só se esqueceram de explicar por que, ainda que isso fosse verdade, alunos e professores israelenses deveriam responder, individualmente, por “uma política bélica e imperialista” e por que informar sobre a sua presença no campus ajudaria a “pôr fim ao conflito”.
De resto, o que esperar de uma entidade que chama a política israelense de “imperialista”? É grotesco. É asnal.
DCE
O Diretório Central dos Estudantes, signatário daquele pedido bucéfalo, voltou a se manifestar — embora a diretoria de agora não seja a mesma que encaminhou a solicitação absurda em 2014. Acabou emitindo duas notas a respeito. Na primeira, lê-se esta pérola:
“Lamentamos também que algumas pessoas que se manifestaram agora sobre um possível caso de racismo, inclusive membros da oligarquia da mídia, não tiveram reação semelhante quando milhares de civis palestinos foram mortos no ataque desproporcional realizado pelo Estado de Israel, e que algo tão importante como a questão Palestina seja tratada como secundária ou totalmente ignorada como no caso que estamos vendo agora.”
A segunda é incompreensível, no conteúdo e na forma. Digamos, só para efeito de pensamento, que tivesse mesmo havido silêncio sobre o conflito israelo-palestino, cabe de novo a pergunta: o que os israelenses eventualmente presentes ao campus têm a ver com isso? E, claro!, o DCE não perdeu a chance de atacar a… “mídia”. Países bacanas são Coreia do Norte, Venezuela, Cuba e China: sem “mídia” para atrapalhar. O estado mata à vontade, segundo os mais altos interesses nacionais, sem prestar contas ao “imperialismo”, né? Onde essa gente aprendeu a pensar esse lixo? Deve ser com aqueles professores que assinam a nota do sindicato, que é também um… lixo!
Heinnn?
Um leitor manda-me uma fala do senhor Vilson Serro, presidente da Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (Adesm). Leiam:
“Tem gente de longe querendo se meter numa guerra que existe há mais de dois mil anos para tomar partido. A UFSM tem que ter liberdade de pensamento”.
Como? O doutor está sugerindo, por acaso, que a “liberdade de pensamento” da UFSM contempla práticas antissemitas? Veja aí, senhor Zalmir Chwartzmann… Esse certamente não é um homem que alimente preconceitos antipetistas, não é mesmo?
Não! Eu não estou nessa porque o comando da educação brasileira está com o PT ou só porque o ensino universitário, há muito tempo, vive sob a ditadura de minorias de esquerda — o que certamente contribui para a sua baixa qualidade. Meus motivos são bem mais amplos.
O Brasil está entre as dez maiores economias do mundo, sim, e o ensino universitário brasileiro tem pouco, ou quase nada, a ver com isso. Em poucos países do mundo, o abismo existente entre aquela que deveria ser a elite do pensamento e do desenvolvimento científico e a economia real é tão largo e tão profundo. Bilhões são torrados por ano no ensino público de terceiro grau para produzir, com as exceções de praxe, proselitismo vigarista e analfabetos morais e funcionais. Mas com a cabecinha lotada de livros que já foram mal lidos por seus mestres. Entro em questões assim em razão disso tudo, mas também porque é o que devo ao mundo civilizado.
A foto
Ah, sim: a foto lá do alto. É do deputado federal petista Paulo Pimenta, nascido em Santa Maria. Ali está parte do Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino, do qual ele é uma das estrelas. Todas as entidades signatárias daquele malfadado documento cobrando informações sobre a presença de alunos e professores israelenses no campus da UFSM são franjas do PT.
Eu lido com fatos, não com preconceitos. E leio o que as pessoas escrevem, não o que elas dizem ter escrito. Pimenta, aliás, é autor de um artigo sobre Israel. Acreditem! Sabem por que, segundo ele, os judeus escolheram aquele território? O grande intelectual e estudioso, membro do Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino explica:
“Israel escolheu a Palestina para ocupar por sua localização estratégica entre três continentes, Europa, Ásia e África, porque a Palestina é o berço das três religiões monoteístas mais importantes do mundo (islamismo, cristianismo e o judaísmo) e, porque é a terra de Jesus e dos profetas.”
Entenderam? Segundo Pimenta, um dos motivos por que os judeus “escolheram a Palestina” é o fato de ser aquela a “terra de Jesus”.
Judeus malvados!
Eu não brinco em serviço, não, doutor Zalmir Chwartzmann. E não gosto que brinquem comigo.
“Assim, esclarecimentos e justificativas mais profundas são devidas pela Universidade Federal de Santa Maria para todo o Rio Grande do Sul e para o Brasil, dada a repercussão nacional do episódio, com responsabilização administrativa de seus subscritores e questionadores, se for o caso.”
“Se for o caso” quer dizer exatamente o quê? Quem pergunta não é um judeu, que judeu não sou. Quem pergunta não é alguém que repudia boa parte das teses do petismo e o barateamento a que está sendo submetido o ensino superior no Brasil. Quem pergunta é o discípulo daquela frase de Terêncio. Não considero o combate ao antissemitismo uma tarefa só dos judeus. É um dever da civilidade. Logo, se julgar procedente, faço, sim, as devidas cobranças.
Sindicato asqueroso
A dita “Seção Sindical dos Docentes da UFSM” — com esse nomezinho bolchevique, de quinta categoria — emitiu uma nota tentando se defender e negar o óbvio. Em vez de se desculpar, em vez de admitir o absurdo, volta a atacar o estado de Israel. Lá se lê que o tal pedido de informação era “parte das ações que visavam por (sic) um fim aos massacres palestinos perpetrados pelo exército de Israel entre julho e agosto do ano passado”. Não, eles não meteram o circunflexo em “pôr”. Reitor analfabeto, sindicato de professores analfabeto. Mas, também nesse caso, o analfabetismo moral é a pior coisa.
Redigida em “petês” castiço, segue a nota:
“Transformar um ato político de defesa dos direitos humanos em uma cruzada de anti-semitismo (sic), buscando estabelecer uma falsa identidade entre a oposição a uma política bélica e imperialista de Estado e a defesa da discriminação racial, representa uma tentativa deplorável de distorcer a realidade em benefício próprio de quem o faz.”
Os asquerosos só se esqueceram de explicar por que, ainda que isso fosse verdade, alunos e professores israelenses deveriam responder, individualmente, por “uma política bélica e imperialista” e por que informar sobre a sua presença no campus ajudaria a “pôr fim ao conflito”.
De resto, o que esperar de uma entidade que chama a política israelense de “imperialista”? É grotesco. É asnal.
DCE
O Diretório Central dos Estudantes, signatário daquele pedido bucéfalo, voltou a se manifestar — embora a diretoria de agora não seja a mesma que encaminhou a solicitação absurda em 2014. Acabou emitindo duas notas a respeito. Na primeira, lê-se esta pérola:
“Lamentamos também que algumas pessoas que se manifestaram agora sobre um possível caso de racismo, inclusive membros da oligarquia da mídia, não tiveram reação semelhante quando milhares de civis palestinos foram mortos no ataque desproporcional realizado pelo Estado de Israel, e que algo tão importante como a questão Palestina seja tratada como secundária ou totalmente ignorada como no caso que estamos vendo agora.”
A segunda é incompreensível, no conteúdo e na forma. Digamos, só para efeito de pensamento, que tivesse mesmo havido silêncio sobre o conflito israelo-palestino, cabe de novo a pergunta: o que os israelenses eventualmente presentes ao campus têm a ver com isso? E, claro!, o DCE não perdeu a chance de atacar a… “mídia”. Países bacanas são Coreia do Norte, Venezuela, Cuba e China: sem “mídia” para atrapalhar. O estado mata à vontade, segundo os mais altos interesses nacionais, sem prestar contas ao “imperialismo”, né? Onde essa gente aprendeu a pensar esse lixo? Deve ser com aqueles professores que assinam a nota do sindicato, que é também um… lixo!
Heinnn?
Um leitor manda-me uma fala do senhor Vilson Serro, presidente da Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (Adesm). Leiam:
“Tem gente de longe querendo se meter numa guerra que existe há mais de dois mil anos para tomar partido. A UFSM tem que ter liberdade de pensamento”.
Como? O doutor está sugerindo, por acaso, que a “liberdade de pensamento” da UFSM contempla práticas antissemitas? Veja aí, senhor Zalmir Chwartzmann… Esse certamente não é um homem que alimente preconceitos antipetistas, não é mesmo?
Não! Eu não estou nessa porque o comando da educação brasileira está com o PT ou só porque o ensino universitário, há muito tempo, vive sob a ditadura de minorias de esquerda — o que certamente contribui para a sua baixa qualidade. Meus motivos são bem mais amplos.
O Brasil está entre as dez maiores economias do mundo, sim, e o ensino universitário brasileiro tem pouco, ou quase nada, a ver com isso. Em poucos países do mundo, o abismo existente entre aquela que deveria ser a elite do pensamento e do desenvolvimento científico e a economia real é tão largo e tão profundo. Bilhões são torrados por ano no ensino público de terceiro grau para produzir, com as exceções de praxe, proselitismo vigarista e analfabetos morais e funcionais. Mas com a cabecinha lotada de livros que já foram mal lidos por seus mestres. Entro em questões assim em razão disso tudo, mas também porque é o que devo ao mundo civilizado.
A foto
Ah, sim: a foto lá do alto. É do deputado federal petista Paulo Pimenta, nascido em Santa Maria. Ali está parte do Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino, do qual ele é uma das estrelas. Todas as entidades signatárias daquele malfadado documento cobrando informações sobre a presença de alunos e professores israelenses no campus da UFSM são franjas do PT.
Eu lido com fatos, não com preconceitos. E leio o que as pessoas escrevem, não o que elas dizem ter escrito. Pimenta, aliás, é autor de um artigo sobre Israel. Acreditem! Sabem por que, segundo ele, os judeus escolheram aquele território? O grande intelectual e estudioso, membro do Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino explica:
“Israel escolheu a Palestina para ocupar por sua localização estratégica entre três continentes, Europa, Ásia e África, porque a Palestina é o berço das três religiões monoteístas mais importantes do mundo (islamismo, cristianismo e o judaísmo) e, porque é a terra de Jesus e dos profetas.”
Entenderam? Segundo Pimenta, um dos motivos por que os judeus “escolheram a Palestina” é o fato de ser aquela a “terra de Jesus”.
Judeus malvados!
Eu não brinco em serviço, não, doutor Zalmir Chwartzmann. E não gosto que brinquem comigo.
Artigo equivocado de FHC
Por Nivaldo Cordeiro
Fernando Henrique Cardoso publicou artigo no Estadão (http://opiniao.estadao.com.br/noticia...)
artigo que insiste na tecla de que o PT pôs o Brasil em crise por causa da
incompetência. Afirmo que não, digo que a crise é do modelo socialista imposto
desde os tempos do PSDB. A corrupção e a incompetência dos petrolhas apenas
acelerou a derrocada. Ou se muda o modelo ou a crise não terá fim. É preciso
reduzir o Estado, fazer privatizações selvagens e pôr um bom número de
funcionários públicos na rua.
Velório do General Leônidas Pires Gonçalves
Por Folhapress
Autoridades civis e militares se despediram neste sábado (6) de Leônidas Pires
Gonçalves, ministro do Exército durante o governo de José Sarney (1985-90). O
ex-presidente fez vários elogios ao militar, morto aos 94 anos
RIO DE JANEIRO, RIO - Autoridades civis e militares fizeram um desagravo na
manhã deste sábado (6) durante o velório do general da reserva Leônidas Pires
Gonçalves, ministro do Exército durante o governo de José Sarney (1985-90), que
morreu na quinta-feira (4), no Rio, aos 94 anos. Sarney fez vários elogios ao
militar, ressaltando sua importância na transição da ditadura militar para o
governo civil.
O general foi citado no relatório como um dos 377 agentes do Estado que
atuaram na repressão política e foram responsáveis, direta ou indiretamente,
pela prática de tortura e assassinatos durante a ditadura militar.
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, também fez um desagravo
em sua homenagem: "Os soldados do seu exército não
consentirão que a retidão do seu caráter e a transcendência de sua alma sejam
maculadas por versões históricas capciosas e tentativas de impor verdades de
ocasião", disse o general.
O chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, José Carlos de
Nardi, disse que o general"manteve a dignidade" das
Forças Armadas e, por isso, é considerado um dos generais mais importantes do
Exército.
Perguntado sobre sua citação pela Comissão Nacional da Verdade, Nardi
preferiu não comentar."Vamos falar outro dia? Hoje é um dia de
grande tristeza", disse Nardi, que representou o ministro da
Defesa, Jaques Wagner, no velório do general.
Após o velório, o Exército começou por volta das 11h um cortejo fúnebre
pela Avenida Marechal Floriano, no Centro, até o Cemitério do Caju. O corpo de
Gonçalves será cremado em cerimônia restrita à família às 13h. Leônidas deixa
esposa, dois filhos, quatro netos e sete bisnetos.
Transição
O ex-presidente José Sarney disse que o general Leônidas Pires
Gonçalves foi o último dos grandes chefes militares e generais brasileiros que
participaram como protagonistas da história brasileira nos últimos 50 anos.
Segundo Sarney, o general articulou com a Marinha e a Aeronáutica um
grupo de sustentação que pudesse assegurar a transição democrática "sem
nenhum trauma". "Antes da posse de Tancredo Neves, foi ele com o
conhecimento da situação do Brasil que advertiu o presidente e todos nós de que
precisávamos estar preparados para que não houvesse nenhuma surpresa no
processo de transição, que ele sabia que era difícil", disse
Sarney.O ex-presidente contou ainda que, após a morte de Tancredo, o próprio
Sarney resistia a tomar posse. "Foi dele que ouvi que não
podíamos criar mais problemas quando já tínhamos tantos problemas. E terminou
sua argumentação com a palavra 'Boa noite, presidente'", lembrou
Sarney.
O ex-presidente disse que se deve ao general o ingresso de mulheres às
Forças Armadas, implementação do sistema de guerra eletrônica, aviação de
helicópteros com armas de artilharia. "Ele modernizou por assim
dizer as Forças Armadas", disse Sarney.
Fonte: A Verdade Sufocada
O governo Dilma trata como segredo de estado o cartão corporativo de Rose para esconder a farra criminosa do casal 171
Em parceria com o então presidente, Rose estrelou durante
mais de cinco anos uma mistura de chanchada pornopolítica e filme policial de
quinta categoria. Desempenhou simultaneamente os papéis de chefe do escritório
da Presidência em São Paulo, traficante de influência e segunda-dama. O que a
Polícia Federal já sabe foi suficiente para enquadrar a companheiríssima do
chefão por corrupção passiva e formação de quadrilha.
É só um cisco na sujeira que cobre o parceiro da cabeça aos
pés — e permanece debaixo do tapete federal. Instalada na enorme garçonnière da
Avenida Paulista ou infiltrada na comitiva presidencial como passageira
clandestina do Aerolula, Rose torrou aqui e no exterior uma bolada de bom tamanho
extorquida dos pagadores de impostos, sempre usando o cartão mágico com a
sem-cerimônia dos que se acham condenados à perpétua impunidade.
O governo está obrigado a revelar o tamanho da gastança. E o
Brasil decente exige a devolução do dinheiro que financiou a farra do casal
171.
TERRORISMO BATE ÀS PORTAS DO BRASIL
Por Jair Bolsonaro
Em discurso, na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa
Nacional, o Deputado Jair Bolsonaro expõe os riscos a que está exposto o Brasil
com a política bolivariana do governo do PT.
O Mobral e as Forças Armadas
O artigo do advogado e sociólogo Sérgio Alves de Oliveira,
sem qualquer dúvida, é uma peça de sarcasmo em relação à formação intelectual e
funcional dos militares e de suas lideranças, tendo como fundamento o não
atendimento do seu desejo de uma intervenção das FFAA na vida política da
Nação, no presente momento.
Certamente, tem ele razão quanto ao momento de intenso
descalabro moral, político, econômico e social pelo qual passa a Nação,
traduzindo desgoverno e ilegitimidade da Presidente, esta já acusada de crime
de responsabilidade. E com isso concordamos e sabemos que não o é do
desconhecimento dos Chefes Militares, caso contrário, seria uma aberração, pois
é do conhecimento da maior parte da população, a cada dia mais revoltada com os
rumos do País, atingindo diretamente as FFAA pelas restrições orçamentárias de
toda ordem e pelos constrangimentos de natureza ideológica.
O Dr. Sérgio, para construir a sua crítica negativa, volta
aos idos dos anos 70 e 80 e ao então programa de alfabetização dos governos
militares, o MOBRAL, mostrando-o como uma iniciativa de resultados negativos
quando os índices do Ministério da Educação, ainda hoje, são a favor do
referido programa (vide Internet).
Afirma o MEC: “No começo da década de quarenta do século XX
mais da metade dos brasileiros não sabiam ler ou escrever. O cenário continuou
pelo menos até o início dos anos sessenta do mesmo século. Entre 1960 e 1970 o
valor caiu para a taxa de 33%, período no qual o Mobral passou a atuar no
hemisfério nacional de forma oficial. Entre as décadas de oitenta e noventa, o
índice chegou aos 20%”.
Irado, aponta o também Advogado uma visão completamente
negativa das ações dos então governos militares, contrária à realidade, e numa
“generalização brilhante”, afirma “que gastou-se muito e alfabetizou-se pouco,
aliás, num balanço negativo nada
raro em quase todas as iniciativas
governamentais”.
Continuando a destilar a sua ira e sarcasmo, confundindo alhos
com bugalhos, diz que “a maior falha do Mobral, pela qual a sociedade
brasileira está pagando hoje um alto preço, é que ele deixou de ser estendido
ao meio militar, de modo a alfabetizar politicamente e preparar adequadamente
aqueles que mais tarde assumiriam os comandos e outras altas posições
hierárquicas nas Forças Armadas. Essa nefasta consequência se observa hoje na
infeliz e errônea e interpretação que a maioria das altas hierarquias militares
dá ao disposto no artigo 142 da Constituição Federal, que trata da INTERVENÇÃO
MILITAR, em determinadas situações, fazendo coro, inclusive , com muitos “juristas” profissionais, alguns até
“figurões”, no sentido da inviabilidade
de uma iniciativa de moto próprio, pelos militares, de proceder a INTERVENÇÃO. Vejo nisso só duas
hipóteses para que ocorra: (1) má-fé, inclusive com “aluguel-de-caneta”,
no sentido de transformar em parecer um interesse “por
encomenda ”, ou ; (2) falta de MOBRAL, nos
termos antes mencionados.
Tais afirmações demonstram o desconhecimento total do
Advogado da formação intelectual dos militares e de suas lideranças, por meio
de diferentes cursos ao longo da carreira, e do pensamento dos mesmos quanto a
uma atual intervenção, pois, nenhuma declaração oficial, deram Eles a esse respeito.
Concordaria com o Advogado se a sua crítica se dirigisse ao
silêncio dos cmts militares diante de aspectos inaceitáveis de natureza
ideológica como ações de Política Externa, ditadas pelo Foro de São Paulo, ou
mesmo de natureza criminosa como as declarações do agitador Stédile e de Lula
ao ameaçarem a Sociedade Brasileira com possíveis violências do MST. Há aí um
vácuo de poder que enfraquece a liderança militar, caso não ocupado por ela,
coisa que o Ministro da Defesa, por formação, valores e por viés ideológico,
jamais o fará.
Quanto ao entendimento do que reza o art. 142 da
Constituição, sabem os comandantes militares exatamente o seu significado e da
virgula lá colocada, pois, ali está a missão constitucional das FFAA, FFAA que
jamais faltaram à Nação em seus momentos mais cruciais e de inflexão Histórica.
Não será agora, caso necessário, que faltarão!
Esta, em face de todas as incertezas que vivemos, é a única
certeza que temos pela confiança que depositamos nos atuais CHEFES MILITARES,
originária da identidade de valores e de formação.
__________________________
Marco Antonio Felício da Silva é General de Divisão, na
reserva.
AMEAÇA OCULTA
Por Osmar José de Barros Ribeiro - Jornal Inconfidência
Valter Pomar, Secretário de Relações Internacionais do PT e
Secretário Executivo do Foro de São Paulo entre 2005 e 2013, no livro "A
estrela na janela: ensaios sobre o PT e a situação internacional", deixa
clara a íntima relação entre o partido e uma organização voltada para a
implantação do comunismo na América do Sul e no Caribe. Nele, o autor afirma
que, sob a orientação do Foro de São Paulo, o PT busca conquistar e controlar o
poder para, ato contínuo, aprofundar as mudanças na sociedade nacional enquanto
acelera a integração entre os países dominados.
Nesse sentido, internamente, assistimos a eventos tais como
a frustrada (até agora) tentativa de criar uma Política Nacional de
Participação Popular por meio de decreto do Executivo, com Conselhos Populares
que, no dizer do jurista Ives Gandra da Silva Martins, representam “Um
verdadeiro golpe bolchevista às instituições democráticas, copiado das atuais
Constituições da Bolívia e da Venezuela”.
Outros passos que vem sendo dados pelo governo petista são:
a busca do controle político do Judiciário; a desmoralização do Congresso (no
que conta com a pobreza ética da maior parte dos seus membros); o
direcionamento da produção artística e cultural pela concessão de benesses a
artistas e intelectuais engajados; a infiltração de militantes nos órgãos da
Administração Pública via cargos comissionados; alimentação da instabilidade
social no campo e nos centros urbanos, tanto através organizações ilegais mas
consentidas (MST e MTST) quanto legais (sindicatos ligados à CUT e entidades
estudantis); desarmamento da população, etc.
Externamente, tem-se a criação da União das Nações
Sul-Americanas (UNASUL); da Escola Sul-Americana de Defesa; de uma Unidade
Técnica de Coordenação Eleitoral e propostas (em estudo) para a eliminação de
fronteiras entre os países da América do Sul, abertura dos espaços aéreos
nacionais, criação de passaporte comum e outras de menor relevo.
Para o Foro de São Paulo, o Brasil deve ser o motor da
integração sul-americana, posto ter as melhores condições para financiá-la. E
isso vem sendo feito às escâncaras, desde que o poder foi conquistado pelo PT:
atendimento a reivindicações bolivianas e paraguaias com evidentes prejuízos à
Petrobras, à Binacional Itaipu e, em última análise ao Brasil; empréstimos pelo
BNDES (com cláusulas secretas) a países como Cuba, Venezuela, Bolívia, e
outros, a título de “integração”, para obras de infraestrutura que nos faltam,
sem falar no “Mais Médicos” e na descontrolada imigração de haitianos e outros.
Eis aí, suscintamente, a ameaça que vai nos levando, em meio
ao descontrole social, político e econômico, para o “paraíso comunista”.
Não ACABOU ainda! Mais indenizações podem ser concedidas. Ex-Militares São Ouvidos pela Comissão da Verdade Carioca
O próprio cabo Anselmo foi um dos enganados. Depois de ter
ido à CUBA e testemunhado com os próprios olhos o que era na verdade uma
ditadura comunista, o militar resolveu mudar de lado. Mas, não havia mais
possibilidade de retornar oficialmente às fileiras, permaneceu então como uma
espécie de espião. Hoje Anselmo é considerado traidor por ambas as partes. Mas,
muitos militares permaneceram na luta ao lado da esquerda, alguns por puro medo
de serem justiçados se saíssem, outros por opção realmente.
Essa semana os jornais anunciaram que mais MILITARES
TORTURADOS foram ouvidos pela Comissão da Verdade do Rio de Janeiro. A
Comissão, que antes foi presidida por Vadih Damous, que agora é deputado
federal, é presidida por Rosa Cardoso. Na verdade a palavra torturados é usada,
como sempre, precocemente e para chamar a atenção. Nada foi ainda comprovado.
Foram ouvidas 16 pessoas que prestaram o serviço militar entre 1964 e 1985.
Foram relatados supostos casos de tortura, perseguição, abusos durante
treinamentos militares.
Um dos depoentes conta que foi torturado porque teria
comentado em casa que era simpático às idéias de João Goulart, agentes teriam
ido a sua casa e questionado seus pais, O ex-militar diz que depois de alguns
dias foi jogado numa espécie de calabouço onde foi surrado e permaneceu preso por
três dias. O ex-militar disse que manteve isso em segredo até bem recentemente
e que só conseguiu falar por causa das “clinicas do testemunho”.
As “clinicas do testemunho” foram criadas para auxiliar
ex-militares que teriam sofrido “perseguição psicológica” durante a ditadura
militar.
A idéia e conseguir reparação e indenização semelhante a que
os presos políticos recebem.
domingo, 7 de junho de 2015
Tributo a um Verdadeiro Brasileiro e Patriota: General Leônidas Pires Gonçalves fala sobre o Regime Militar
“O Regime Militar salvou o Brasil de se tornar uma república
sindicalista-comunista criminosa e assassina para desaguar depois de muita luta
na Democracia que temos agora. Eu digo isso com a maior convicção.” Gen.
Leônidas Pires Gonçalves (*1921 †2015)
Mire-se no exemplo de Blatter, Dilma
O presidente da Fifa resolveu cair fora do cargo ao
constatar que perdeu o apoio de seus eleitores. Pense nisso, presidente Dilma.
ATENÇÃO: Selic registra alta, pode subir mais e exige planejamento do consumidor
Nesta semana tivemos mais um aumento da taxa básica de juros
(Selic), que subiu para 13,75% ao ano e ainda pode subir mais. O cenário exige
planejamento de quem vai investir e de quem vai comprar.
sábado, 6 de junho de 2015
Os Ministros do STJ julgam sem ler
Marco Antonio Villa reuniu dados disponíveis no site da
Justiça brasileira e chegou a algumas conclusões. A primeira delas, é o alto
valor que ganham os funcionários, a segunda o número alto da folha de pagamento
e a terceira conclusão: os ministros do STJ julgam sem ler.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Exército em retirada
Por Ney Vilela
Ao realizar a manobra de retirada, é costumeiro que o
exército em recuo deixe, no caminho, uma parcela de suas tropas com a função de
obrigar o inimigo a perder algum tempo enfrentando-as. Assim, quem se retira
troca espaço por tempo, conseguindo as condições para se reorganizar e melhor
poder defender suas posições, a seguir.
Observe-se o que aconteceu com Graça Foster, presidente da
PETROBRAS: ela foi submetida a um desgaste desumano, nesse último ano. Enquanto
ficava evidente que a PETROBRAS teve seus recursos dilapidados e foi
literalmente implodida em nome dos interesses do partido que se apoderou da
máquina de governo, Graça Foster atraiu o fogo da bateria do exército da
oposição, enquanto o ex-presidente da empresa, o ex-presidente da República e a
liderança partidária do PT ganharam um tempo precioso que lhes permitiu vencer
a eleição presidencial e se organizarem para o grande embate judicial que se
aproxima.
Como "tropa retardadora", Graça Foster (além de um
grupo de diretores da PETROBRAS), deu o melhor de si, sacrificando-se com ardor
missionário – sabe-se lá por que – em benefício de Lula da Silva e de sua
mandada, Dilma Rousseff.
Diante desses fatos, observa-se que o exército da oposição
não pode esquecer que é necessário levar à rendição quem assinou o contrato que
levou a PETROBRAS a perder mais de um bilhão de reais com a Refinaria de
Pasadena (uma sucata à beira do canal de 100 km que liga Houston ao mar, que
foi comprada por 42,5 milhões de dólares para ser revendida à Petrobras por 26
vezes este valor. O valor da compra original de Pasadena foi quase todo ele
referente ao terreno, bem valorizado, de 40 milhões de dólares; os restantes
2,5 milhões equivaliam ao valor do aço e outros metais contidos nas instalações
para revenda). Esta compra representa apenas 3,75 % da roubalheira na
Petrobras. Quem aprovou a assinatura desse contrato foi o Conselho da empresa,
dirigido – na época – por Dilma Rousseff, mandada pelo então presidente Lula da
Silva.
Deve ser levado ao tribunal de crimes de guerra o camarada
que fez o acordo com a Venezuela para se construir a Refinaria Abreu e Lima, o
que levou a um prejuízo de aproximadamente 20 bilhões de dólares. E quem
realizou esse acordo foi Lula da Silva.
Deve ser levado à rendição quem doou derivados de petróleo
para a Venezuela (!) no período da crise que quase derrubou Hugo Chávez. E quem
fez isso foi Lula da Silva. E note-se: a Venezuela tem a 2ª maior reserva de
petróleo do mundo, inferior apenas à da Rússia, e maior do que a da Arábia
Saudita, mas sua petrolífera, a PDVSA, não tem capacidade de retirar muito
petróleo do chão, porque foi sucateada, como agora está sendo a Petrobras.
Precisa ser derrotado quem alterou o contrato de exploração
das jazidas de petróleo, criando o sistema de partilha que exaure os recursos
da PETROBRAS. É necessário levar à rendição quem resolveu combater a inflação
mantendo congelado os preços dos combustíveis fósseis, destruindo o equilíbrio
financeiro da PETROBRAS.
E, para não perder a viagem, a oposição deve levar às barras
dos tribunais, quem destruiu o equilíbrio das empresas que produzem energia
elétrica, advindo os apagões, que já se iniciaram neste ano, e prosseguirão. O
Brasil se curvou ao vexame de comprar energia elétrica da Argentina. E também
quem entregou os recursos do BNDES – com juros subsidiados – para algumas
empresas que, posteriormente, faliram. A oposição também precisa punir (sempre
dentro da lei) quem doou dinheiro para se construir um porto, em Cuba, e uma
linha de metrô, na Venezuela, com os recursos do contribuinte brasileiro,
enquanto há tantas deficiências de infraestrutura em nosso próprio país. Belo
Horizonte, o terceiro centro metropolitano do país, maior do que Caracas, não
tem uma única linha de metrô. Nem uma estação. Mas apenas um trem subúrbio de
superfície. E olhem que a atual presidente é mineira, e Lula da Silva e ela
foram eleitos com maioria em Minas em suas quatro eleições. Mas o metrô foi
para Caracas! Lembrem-se disso, mineiros e belo-horizontinos! Mas ele vai
responder por este crime venezuelano também! Pergunto: será que o governo
federal do PT, junto com o agora também governo estadual do PT em Minas, vai
construir pelo menos uma linha de metrô em Belo Horizonte? Ou ao invés disso
vão doar uma linha à Bolívia? Ou ao Equador, ou para Havana? Não duvide disso
não ! Vejamos ao final do governo em Minas.
Graça Foster é desimportante: o que interessa é penalizar os
mandantes. Trata-se de capturar os generais desse exército em retirada.
E por falar em exército, que exército é esse de Stédile,
citado por Lula da Silva, no movimento de "apoio" à Petrobrás ?( o
apoio foi na verdade aos bandidos que roubaram a empresa como mandados). A que
ponto chegamos? Um ex-presidente da República chama de exército um grupo de
invasores criminosos liderados por um sujeito que, em qualquer país com governo
sério do mundo, estaria cumprindo pena atrás das grades por todos os seus
crimes. O escárnio com as leis do país, vindo de um ex-presidente, é uma
afronta ao estado de direito. Então quer dizer que Lula assume o que todos já
sabiam, que o MST é uma espécie de exército paralelo revolucionário? E fica por
isso mesmo?
Fonte: A Verdade Sufocada
________
Ney Vilela é Coordenador Regional do Instituto Teotônio
Vilela de Estudos Políticos, Membro da Academia Jahuense de Letras, Membro da
Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, Membro do
Instituto Cultural de Artes Cênicas do Estado de São Paulo, Membro dos Estudos
Pós-Graduados em História (Cultura e Representação) da PUC-SP, Professor de
Teorias da Comunicação e de História do Brasil Contemporâneo da Fundação Raul
Bauab - Jahu
Governo do PT adota política econômica utópica e míope que pode levar o Brasil à recessão
Por Ucho.Info
A medida não apenas serve (sic) para conter a inflação
oficial, atualmente acima dos 8%, mas para elevar a dívida pública e em
empurrar o Brasil na direção de uma recessão profunda. Isso acontece no momento
em que o desemprego aumenta mês após mês, a produção industrial cai de forma
assustadora e o consumo recua sem contestação.
A grande questão nesse cenário macabro patrocinado pela
presidente Dilma Rousseff está no fato de a alta da Selic ser uma dose
excessiva de remédio para tratar de um problema que poderia ser resolvido de
outra maneira. Isso porque a alta da taxa básica de juro brasileira, uma das
maiores do planeta, puxa para cima os chamados preços administrados, como
combustível, energia elétrica, água e transporte. Com isso, no melhor estilo
efeito cascata, os preços de produtos e serviços tendem a subir.
A situação não seria tão grave se o salário do trabalhador
sofresse aumentos na mesma proporção da elevação de preços, o que não acontece.
Na verdade, o trabalhador brasileiro vem acompanhando a corrosão diária do
salário, o que impacta no consumo e por consequência na arrecadação de
impostos, além de piorar sobremaneira a qualidade de vida da população.
Com a maior carga tributária e a pior contrapartida entre os
países classificados como desenvolvidos ou emergentes, o Brasil assiste a uma
derrocada econômica sem precedentes e que pode piorar muito com o passar do
tempo, caso o governo do PT insista nessa fórmula suicida de rever o quadro
atual. Sem contar que a projeção de crescimento negativo do Produto Interno
Bruto (PIB) para 2015 é de 2%, mas mesmo assim o governo teima em arrochar a
economia.
Por outro lado, o Palácio do Planalto aposta todas as fichas
no programa de ajusta fiscal defendido pelo ministro Joaquim Levy, da Fazenda,
que não está a analisar a economia verde-loura como um todo. Dilma e seus
estafetas de plantão buscam recuperar a confiança dos investidores, nacionais e
internacionais, às custas do sacrifício desmedido da população, como se isso
fosse tão simples quanto acionar o interruptor da luz da sala.
Fosse pouco, a corrupção ancorada pelo PT continua correndo
solta, enquanto o governo aumenta os gastos correntes e se recusa a enxugar a
máquina pública, escandalosamente inchada por dezenas de milhares de cargos de
confiança, um dos maiores absurdos já vistos na história da humanidade.
Lamentavelmente, os brasileiros, que têm aversão à política
e seus criminosos penduricalhos, estão mais preocupados com a roubalheira na
FIFA do que com a situação do País, que cada vez mais afunda na crise e na lama
da corrupção. É preciso mudar enquanto ainda há tempo, pois mais um pouco a
situação será irreversível. Como sempre acontece quando a cena transforma-se em
terra arrasada, surge no palco do cotidiano um salvador da pátria, um Messias
de araque para tentar vender aos incautos a ideia da mudança e de dias melhores.
Não se pode esquecer que, com quase quatro anos de
antecedência, Luiz Inácio da Silva, o malandro Lula, já trabalha para voltar ao
poder central. Tanto é assim, que nos bastidores o lobista de empreiteira
transformou em comitê de campanha o instituto que leva o seu nome, ao mesmo
tempo em que nas coxias petistas pede à “companheirada” para minimizar as
críticas à sucessora, Dilma Rousseff, até porque é preciso vender a ideia do
“quanto pior, melhor”, mas nem tanto.
Não é preciso doses extras de tutano ou diploma de
especialista para enxergar a realidade que nos ronda. Basta um pouco de
raciocínio lógico e boa vontade para perceber que o quebra-cabeça do Palácio do
Planalto é golpista e tem peças a menos e trocadas. Ou seja, o que tentam nos
impingir não encaixa, assim como a conta não fecha. Mas tudo caminha na rota da
falsa serenidade porque ainda está valendo a fórmula do “pão e circo”, que faz
a alegria dos incautos. Virar o jogo é possível, mas é preciso querer. De nada
adianta bater panelas na janela de casa, quando a solução está em pressionar
Dilma e seu bando até a renúncia. É agora ou nunca. Do contrário o último a
sair que apague a luz.
Morre o General Leônidas Pires Gonçalves, Ex-Ministro do Exército
De 1974 a 1977, durante a ditadura militar, Leônidas Pires
Gonçalves foi chefe do Estado-Maior do 1º Exército, no Rio de Janeiro, e
comandante Militar da Amazônia. Em 1983, assumiu o Comando do 3º Exército, em
Porto Alegre.
Em 1985, foi convidado por Tancredo Neves para assumir o
Ministério do Exército. Com a morte de Tancredo, o general integrou o governo
do presidente José Sarney.
Em nota, Sarney lamentou a morte do ex-ministro, a quem
chamou de grande amigo, e disse que o general teve papel fundamental durante a
transição da ditadura militar para o regime democrático.
“Ele deu suporte para que a transição fosse feita com as
Forças Armadas e não contra as Forças Armadas. Pacificou o Exército e assegurou
e garantiu o poder civil. Reconduziu os militares aos seus deveres
profissionais, defendendo a implantação do regime democrático que floresceu
depois de 1985”, lembrou Sarney.
O general foi citado no relatório da Comissão Nacional da
Verdade, divulgado em dezembro de 2014, como um dos 377 agentes do Estado que
atuaram na repressão política e foram responsáveis, direta ou indiretamente,
pela prática de tortura e assassinatos durante o regime militar.
O velório de Leônidas Pires Gonçalves está marcado para o
sábado (6), no Palácio Duque de Caxias. A cremação será no mesmo dia, às 13h,
no Crematório São Francisco Xavier, no bairro do Caju, Rio de Janeiro.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Governo Dilma é desastroso, mas a boa notícia é que a presidente andou de bicicleta
O historiador Marco Antonio Villa critica os rumos do
governo Dilma e ironiza o fato de os assessores da presidente tentarem
humanizar sua figura divulgando imagens da de Dilma andando de bicicleta.
Clique no vídeo e confira.
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