segunda-feira, 8 de junho de 2015

O Mobral e as Forças Armadas


“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam” (Gen Marco Antonio Felicio da Silva)

O artigo do advogado e sociólogo Sérgio Alves de Oliveira, sem qualquer dúvida, é uma peça de sarcasmo em relação à formação intelectual e funcional dos militares e de suas lideranças, tendo como fundamento o não atendimento do seu desejo de uma intervenção das FFAA na vida política da Nação, no presente momento.

Certamente, tem ele razão quanto ao momento de intenso descalabro moral, político, econômico e social pelo qual passa a Nação, traduzindo desgoverno e ilegitimidade da Presidente, esta já acusada de crime de responsabilidade. E com isso concordamos e sabemos que não o é do desconhecimento dos Chefes Militares, caso contrário, seria uma aberração, pois é do conhecimento da maior parte da população, a cada dia mais revoltada com os rumos do País, atingindo diretamente as FFAA pelas restrições orçamentárias de toda ordem e pelos constrangimentos de natureza ideológica.

O Dr. Sérgio, para construir a sua crítica negativa, volta aos idos dos anos 70 e 80 e ao então programa de alfabetização dos governos militares, o MOBRAL, mostrando-o como uma iniciativa de resultados negativos quando os índices do Ministério da Educação, ainda hoje, são a favor do referido programa (vide Internet).

Afirma o MEC: “No começo da década de quarenta do século XX mais da metade dos brasileiros não sabiam ler ou escrever. O cenário continuou pelo menos até o início dos anos sessenta do mesmo século. Entre 1960 e 1970 o valor caiu para a taxa de 33%, período no qual o Mobral passou a atuar no hemisfério nacional de forma oficial. Entre as décadas de oitenta e noventa, o índice chegou aos 20%”. 

Irado, aponta o também Advogado uma visão completamente negativa das ações dos então governos militares, contrária à realidade, e numa “generalização brilhante”, afirma “que gastou-se muito e alfabetizou-se pouco, aliás, num  balanço negativo nada raro  em quase todas as iniciativas governamentais”.

Continuando a destilar a sua ira e sarcasmo, confundindo alhos com bugalhos, diz que “a maior falha do Mobral, pela qual a sociedade brasileira está pagando hoje um alto preço, é que ele deixou de ser estendido ao meio militar, de modo a alfabetizar politicamente e preparar adequadamente aqueles que mais tarde assumiriam os comandos e outras altas posições hierárquicas nas Forças Armadas. Essa nefasta consequência se observa hoje na infeliz e errônea e interpretação que a maioria das altas hierarquias militares dá ao disposto no artigo 142 da Constituição Federal, que trata da INTERVENÇÃO MILITAR, em determinadas situações, fazendo coro, inclusive , com  muitos “juristas” profissionais, alguns até “figurões”, no  sentido da inviabilidade de uma iniciativa de moto próprio, pelos militares,  de proceder a INTERVENÇÃO. Vejo nisso só duas hipóteses para que ocorra: (1) má-fé, inclusive com “aluguel-de-caneta”, no  sentido  de transformar em parecer um interesse “por encomenda ”, ou ; (2) falta de MOBRAL, nos  termos antes mencionados.

Tais afirmações demonstram o desconhecimento total do Advogado da formação intelectual dos militares e de suas lideranças, por meio de diferentes cursos ao longo da carreira, e do pensamento dos mesmos quanto a uma atual intervenção, pois, nenhuma declaração oficial, deram Eles a esse respeito.

Concordaria com o Advogado se a sua crítica se dirigisse ao silêncio dos cmts militares diante de aspectos inaceitáveis de natureza ideológica como ações de Política Externa, ditadas pelo Foro de São Paulo, ou mesmo de natureza criminosa como as declarações do agitador Stédile e de Lula ao ameaçarem a Sociedade Brasileira com possíveis violências do MST. Há aí um vácuo de poder que enfraquece a liderança militar, caso não ocupado por ela, coisa que o Ministro da Defesa, por formação, valores e por viés ideológico, jamais o fará.

Quanto ao entendimento do que reza o art. 142 da Constituição, sabem os comandantes militares exatamente o seu significado e da virgula lá colocada, pois, ali está a missão constitucional das FFAA, FFAA que jamais faltaram à Nação em seus momentos mais cruciais e de inflexão Histórica. Não será agora, caso necessário, que faltarão!

Esta, em face de todas as incertezas que vivemos, é a única certeza que temos pela confiança que depositamos nos atuais CHEFES MILITARES, originária da identidade de valores e de formação.



__________________________
Marco Antonio Felício da Silva é General de Divisão, na reserva.

BNDES só será público sem caixa-preta


AMEAÇA OCULTA

Por Osmar José de Barros Ribeiro - Jornal Inconfidência

Desde o século passado o mundo vive sob a ameaça comunista. Muitos dirão que dissolução da União Soviética acarretou a morte do regime e, com ele, da ideologia inspiradora da sua criação. Se terminou o tempo da conquista pelas armas, está longe de terminar a luta para conquistar corações e mentes. Afinal, ideologias não desaparecem como por encanto. Basta considerar a existência de núcleos de pensamento como a Escola de Frankfurt e a forma pela qual entre nós, nas universidades, nas escolas, nos meios de comunicação e, a partir dos mais altos escalões governamentais, difunde-se o marxismo, agora praticado segundo os ensinamentos de Gramsci. Isso, sem falar no Foro de São Paulo e no êxito que vem tendo na criação da “Pátria Grande”, sonho maior da Internacional Comunista.

Valter Pomar, Secretário de Relações Internacionais do PT e Secretário Executivo do Foro de São Paulo entre 2005 e 2013, no livro "A estrela na janela: ensaios sobre o PT e a situação internacional", deixa clara a íntima relação entre o partido e uma organização voltada para a implantação do comunismo na América do Sul e no Caribe. Nele, o autor afirma que, sob a orientação do Foro de São Paulo, o PT busca conquistar e controlar o poder para, ato contínuo, aprofundar as mudanças na sociedade nacional enquanto acelera a integração entre os países dominados.

Nesse sentido, internamente, assistimos a eventos tais como a frustrada (até agora) tentativa de criar uma Política Nacional de Participação Popular por meio de decreto do Executivo, com Conselhos Populares que, no dizer do jurista Ives Gandra da Silva Martins, representam “Um verdadeiro golpe bolchevista às instituições democráticas, copiado das atuais Constituições da Bolívia e da Venezuela”.

Outros passos que vem sendo dados pelo governo petista são: a busca do controle político do Judiciário; a desmoralização do Congresso (no que conta com a pobreza ética da maior parte dos seus membros); o direcionamento da produção artística e cultural pela concessão de benesses a artistas e intelectuais engajados; a infiltração de militantes nos órgãos da Administração Pública via cargos comissionados; alimentação da instabilidade social no campo e nos centros urbanos, tanto através organizações ilegais mas consentidas (MST e MTST) quanto legais (sindicatos ligados à CUT e entidades estudantis); desarmamento da população, etc.

Externamente, tem-se a criação da União das Nações Sul-Americanas (UNASUL); da Escola Sul-Americana de Defesa; de uma Unidade Técnica de Coordenação Eleitoral e propostas (em estudo) para a eliminação de fronteiras entre os países da América do Sul, abertura dos espaços aéreos nacionais, criação de passaporte comum e outras de menor relevo.

Para o Foro de São Paulo, o Brasil deve ser o motor da integração sul-americana, posto ter as melhores condições para financiá-la. E isso vem sendo feito às escâncaras, desde que o poder foi conquistado pelo PT: atendimento a reivindicações bolivianas e paraguaias com evidentes prejuízos à Petrobras, à Binacional Itaipu e, em última análise ao Brasil; empréstimos pelo BNDES (com cláusulas secretas) a países como Cuba, Venezuela, Bolívia, e outros, a título de “integração”, para obras de infraestrutura que nos faltam, sem falar no “Mais Médicos” e na descontrolada imigração de haitianos e outros.

Eis aí, suscintamente, a ameaça que vai nos levando, em meio ao descontrole social, político e econômico, para o “paraíso comunista”.

ONGs que protegem direitos de vagabundos e marginais


Não ACABOU ainda! Mais indenizações podem ser concedidas. Ex-Militares São Ouvidos pela Comissão da Verdade Carioca


mais indenização1Como se sabe, muitos militares brasileiros, oficiais e praças, aderiram à luta para introdução de um regime comunista no Brasil. A esquerda sempre foi hábil em seduzir jovens ainda sem experiência de vida e facilmente cooptáveis por um sistema que promete o paraíso na terra. O movimento dos marinheiros no Rio, acorrido antes da contra-revolução de 31 de março, apesar de ter começado com base em solicitações plausíveis, se desvirtuou e pode ser exemplo de um grupo que ofereceu várias vítimas para o assédio da esquerda.

O próprio cabo Anselmo foi um dos enganados. Depois de ter ido à CUBA e testemunhado com os próprios olhos o que era na verdade uma ditadura comunista, o militar resolveu mudar de lado. Mas, não havia mais possibilidade de retornar oficialmente às fileiras, permaneceu então como uma espécie de espião. Hoje Anselmo é considerado traidor por ambas as partes. Mas, muitos militares permaneceram na luta ao lado da esquerda, alguns por puro medo de serem justiçados se saíssem, outros por opção realmente.

Essa semana os jornais anunciaram que mais MILITARES TORTURADOS foram ouvidos pela Comissão da Verdade do Rio de Janeiro. A Comissão, que antes foi presidida por Vadih Damous, que agora é deputado federal, é presidida por Rosa Cardoso. Na verdade a palavra torturados é usada, como sempre, precocemente e para chamar a atenção. Nada foi ainda comprovado. Foram ouvidas 16 pessoas que prestaram o serviço militar entre 1964 e 1985. Foram relatados supostos casos de tortura, perseguição, abusos durante treinamentos militares.

Um dos depoentes conta que foi torturado porque teria comentado em casa que era simpático às idéias de João Goulart, agentes teriam ido a sua casa e questionado seus pais, O ex-militar diz que depois de alguns dias foi jogado numa espécie de calabouço onde foi surrado e permaneceu preso por três dias. O ex-militar disse que manteve isso em segredo até bem recentemente e que só conseguiu falar por causa das “clinicas do testemunho”.

As “clinicas do testemunho” foram criadas para auxiliar ex-militares que teriam sofrido “perseguição psicológica” durante a ditadura militar.

A idéia e conseguir reparação e indenização semelhante a que os presos políticos recebem.

domingo, 7 de junho de 2015

Tributo a um Verdadeiro Brasileiro e Patriota: General Leônidas Pires Gonçalves fala sobre o Regime Militar



“O Regime Militar salvou o Brasil de se tornar uma república sindicalista-comunista criminosa e assassina para desaguar depois de muita luta na Democracia que temos agora. Eu digo isso com a maior convicção.” Gen. Leônidas Pires Gonçalves (*1921 †2015)

Mire-se no exemplo de Blatter, Dilma



O presidente da Fifa resolveu cair fora do cargo ao constatar que perdeu o apoio de seus eleitores. Pense nisso, presidente Dilma.

ANTISSEMITISMO na Universidade de SANTA MARIA


ATENÇÃO: Selic registra alta, pode subir mais e exige planejamento do consumidor



Nesta semana tivemos mais um aumento da taxa básica de juros (Selic), que subiu para 13,75% ao ano e ainda pode subir mais. O cenário exige planejamento de quem vai investir e de quem vai comprar. 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Boate Kiss: 242 Mortos


Exército em retirada

Por Ney Vilela

Uma das manobras mais difíceis de se executar, por parte de um grande exército, é a retirada. Ceder território é desmoralizante e passa o sentimento psicológico de que a derrota se aproxima. Mas, independentemente dessa situação ser constrangedora, um bom general precisa garantir que seus exércitos consigam se reagrupar, ganhando condições operacionais para enfrentar as próximas batalhas.

Ao realizar a manobra de retirada, é costumeiro que o exército em recuo deixe, no caminho, uma parcela de suas tropas com a função de obrigar o inimigo a perder algum tempo enfrentando-as. Assim, quem se retira troca espaço por tempo, conseguindo as condições para se reorganizar e melhor poder defender suas posições, a seguir.

Observe-se o que aconteceu com Graça Foster, presidente da PETROBRAS: ela foi submetida a um desgaste desumano, nesse último ano. Enquanto ficava evidente que a PETROBRAS teve seus recursos dilapidados e foi literalmente implodida em nome dos interesses do partido que se apoderou da máquina de governo, Graça Foster atraiu o fogo da bateria do exército da oposição, enquanto o ex-presidente da empresa, o ex-presidente da República e a liderança partidária do PT ganharam um tempo precioso que lhes permitiu vencer a eleição presidencial e se organizarem para o grande embate judicial que se aproxima.

Como "tropa retardadora", Graça Foster (além de um grupo de diretores da PETROBRAS), deu o melhor de si, sacrificando-se com ardor missionário – sabe-se lá por que – em benefício de Lula da Silva e de sua mandada, Dilma Rousseff.

Diante desses fatos, observa-se que o exército da oposição não pode esquecer que é necessário levar à rendição quem assinou o contrato que levou a PETROBRAS a perder mais de um bilhão de reais com a Refinaria de Pasadena (uma sucata à beira do canal de 100 km que liga Houston ao mar, que foi comprada por 42,5 milhões de dólares para ser revendida à Petrobras por 26 vezes este valor. O valor da compra original de Pasadena foi quase todo ele referente ao terreno, bem valorizado, de 40 milhões de dólares; os restantes 2,5 milhões equivaliam ao valor do aço e outros metais contidos nas instalações para revenda). Esta compra representa apenas 3,75 % da roubalheira na Petrobras. Quem aprovou a assinatura desse contrato foi o Conselho da empresa, dirigido – na época – por Dilma Rousseff, mandada pelo então presidente Lula da Silva.

Deve ser levado ao tribunal de crimes de guerra o camarada que fez o acordo com a Venezuela para se construir a Refinaria Abreu e Lima, o que levou a um prejuízo de aproximadamente 20 bilhões de dólares. E quem realizou esse acordo foi Lula da Silva.

Deve ser levado à rendição quem doou derivados de petróleo para a Venezuela (!) no período da crise que quase derrubou Hugo Chávez. E quem fez isso foi Lula da Silva. E note-se: a Venezuela tem a 2ª maior reserva de petróleo do mundo, inferior apenas à da Rússia, e maior do que a da Arábia Saudita, mas sua petrolífera, a PDVSA, não tem capacidade de retirar muito petróleo do chão, porque foi sucateada, como agora está sendo a Petrobras.

Precisa ser derrotado quem alterou o contrato de exploração das jazidas de petróleo, criando o sistema de partilha que exaure os recursos da PETROBRAS. É necessário levar à rendição quem resolveu combater a inflação mantendo congelado os preços dos combustíveis fósseis, destruindo o equilíbrio financeiro da PETROBRAS.

E, para não perder a viagem, a oposição deve levar às barras dos tribunais, quem destruiu o equilíbrio das empresas que produzem energia elétrica, advindo os apagões, que já se iniciaram neste ano, e prosseguirão. O Brasil se curvou ao vexame de comprar energia elétrica da Argentina. E também quem entregou os recursos do BNDES – com juros subsidiados – para algumas empresas que, posteriormente, faliram. A oposição também precisa punir (sempre dentro da lei) quem doou dinheiro para se construir um porto, em Cuba, e uma linha de metrô, na Venezuela, com os recursos do contribuinte brasileiro, enquanto há tantas deficiências de infraestrutura em nosso próprio país. Belo Horizonte, o terceiro centro metropolitano do país, maior do que Caracas, não tem uma única linha de metrô. Nem uma estação. Mas apenas um trem subúrbio de superfície. E olhem que a atual presidente é mineira, e Lula da Silva e ela foram eleitos com maioria em Minas em suas quatro eleições. Mas o metrô foi para Caracas! Lembrem-se disso, mineiros e belo-horizontinos! Mas ele vai responder por este crime venezuelano também! Pergunto: será que o governo federal do PT, junto com o agora também governo estadual do PT em Minas, vai construir pelo menos uma linha de metrô em Belo Horizonte? Ou ao invés disso vão doar uma linha à Bolívia? Ou ao Equador, ou para Havana? Não duvide disso não ! Vejamos ao final do governo em Minas.

Graça Foster é desimportante: o que interessa é penalizar os mandantes. Trata-se de capturar os generais desse exército em retirada.

E por falar em exército, que exército é esse de Stédile, citado por Lula da Silva, no movimento de "apoio" à Petrobrás ?( o apoio foi na verdade aos bandidos que roubaram a empresa como mandados). A que ponto chegamos? Um ex-presidente da República chama de exército um grupo de invasores criminosos liderados por um sujeito que, em qualquer país com governo sério do mundo, estaria cumprindo pena atrás das grades por todos os seus crimes. O escárnio com as leis do país, vindo de um ex-presidente, é uma afronta ao estado de direito. Então quer dizer que Lula assume o que todos já sabiam, que o MST é uma espécie de exército paralelo revolucionário? E fica por isso mesmo?





________
Ney Vilela é Coordenador Regional do Instituto Teotônio Vilela de Estudos Políticos, Membro da Academia Jahuense de Letras, Membro da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, Membro do Instituto Cultural de Artes Cênicas do Estado de São Paulo, Membro dos Estudos Pós-Graduados em História (Cultura e Representação) da PUC-SP, Professor de Teorias da Comunicação e de História do Brasil Contemporâneo da Fundação Raul Bauab - Jahu

ATENÇÃO, JUDEUS E HUMANISTAS DE TODAS AS ORIGENS!


Governo do PT adota política econômica utópica e míope que pode levar o Brasil à recessão


crise_economica_12Caos vermelho – Anunciada no começo da noite de quarta-feira (3), quando milhões de brasileiros estavam nas estradas por conta do feriado prolongado de Corpus Christi, a decisão do Comitê de Polícia Monetária (Copom) do Banco Central de elevar para 13,75% ao ano a taxa básica de juro, a Selic, mostra com antecedência a tragédia que a população terá de enfrentar por conta da incompetência de um governo perdulário, paralisado e corrupto.

A medida não apenas serve (sic) para conter a inflação oficial, atualmente acima dos 8%, mas para elevar a dívida pública e em empurrar o Brasil na direção de uma recessão profunda. Isso acontece no momento em que o desemprego aumenta mês após mês, a produção industrial cai de forma assustadora e o consumo recua sem contestação.

A grande questão nesse cenário macabro patrocinado pela presidente Dilma Rousseff está no fato de a alta da Selic ser uma dose excessiva de remédio para tratar de um problema que poderia ser resolvido de outra maneira. Isso porque a alta da taxa básica de juro brasileira, uma das maiores do planeta, puxa para cima os chamados preços administrados, como combustível, energia elétrica, água e transporte. Com isso, no melhor estilo efeito cascata, os preços de produtos e serviços tendem a subir.

A situação não seria tão grave se o salário do trabalhador sofresse aumentos na mesma proporção da elevação de preços, o que não acontece. Na verdade, o trabalhador brasileiro vem acompanhando a corrosão diária do salário, o que impacta no consumo e por consequência na arrecadação de impostos, além de piorar sobremaneira a qualidade de vida da população.

Com a maior carga tributária e a pior contrapartida entre os países classificados como desenvolvidos ou emergentes, o Brasil assiste a uma derrocada econômica sem precedentes e que pode piorar muito com o passar do tempo, caso o governo do PT insista nessa fórmula suicida de rever o quadro atual. Sem contar que a projeção de crescimento negativo do Produto Interno Bruto (PIB) para 2015 é de 2%, mas mesmo assim o governo teima em arrochar a economia.

Por outro lado, o Palácio do Planalto aposta todas as fichas no programa de ajusta fiscal defendido pelo ministro Joaquim Levy, da Fazenda, que não está a analisar a economia verde-loura como um todo. Dilma e seus estafetas de plantão buscam recuperar a confiança dos investidores, nacionais e internacionais, às custas do sacrifício desmedido da população, como se isso fosse tão simples quanto acionar o interruptor da luz da sala.

Fosse pouco, a corrupção ancorada pelo PT continua correndo solta, enquanto o governo aumenta os gastos correntes e se recusa a enxugar a máquina pública, escandalosamente inchada por dezenas de milhares de cargos de confiança, um dos maiores absurdos já vistos na história da humanidade.

Lamentavelmente, os brasileiros, que têm aversão à política e seus criminosos penduricalhos, estão mais preocupados com a roubalheira na FIFA do que com a situação do País, que cada vez mais afunda na crise e na lama da corrupção. É preciso mudar enquanto ainda há tempo, pois mais um pouco a situação será irreversível. Como sempre acontece quando a cena transforma-se em terra arrasada, surge no palco do cotidiano um salvador da pátria, um Messias de araque para tentar vender aos incautos a ideia da mudança e de dias melhores.

Não se pode esquecer que, com quase quatro anos de antecedência, Luiz Inácio da Silva, o malandro Lula, já trabalha para voltar ao poder central. Tanto é assim, que nos bastidores o lobista de empreiteira transformou em comitê de campanha o instituto que leva o seu nome, ao mesmo tempo em que nas coxias petistas pede à “companheirada” para minimizar as críticas à sucessora, Dilma Rousseff, até porque é preciso vender a ideia do “quanto pior, melhor”, mas nem tanto.


Não é preciso doses extras de tutano ou diploma de especialista para enxergar a realidade que nos ronda. Basta um pouco de raciocínio lógico e boa vontade para perceber que o quebra-cabeça do Palácio do Planalto é golpista e tem peças a menos e trocadas. Ou seja, o que tentam nos impingir não encaixa, assim como a conta não fecha. Mas tudo caminha na rota da falsa serenidade porque ainda está valendo a fórmula do “pão e circo”, que faz a alegria dos incautos. Virar o jogo é possível, mas é preciso querer. De nada adianta bater panelas na janela de casa, quando a solução está em pressionar Dilma e seu bando até a renúncia. É agora ou nunca. Do contrário o último a sair que apague a luz.

CRIME: Problema Nacional


Morre o General Leônidas Pires Gonçalves, Ex-Ministro do Exército


O general Leônidas Pires Gonçalves, Ministro do Exército durante o governo de José Sarney, morreu hoje (4), no Rio de Janeiro.  Segundo informações do Centro de Comunicação Social do Exército, o general tinha 94 anos e deixa a mulher, dois filhos, quatro netos e sete bisnetos.

De 1974 a 1977, durante a ditadura militar, Leônidas Pires Gonçalves foi chefe do Estado-Maior do 1º Exército, no Rio de Janeiro, e comandante Militar da Amazônia. Em 1983, assumiu o Comando do 3º Exército, em Porto Alegre.

Em 1985, foi convidado por Tancredo Neves para assumir o Ministério do Exército. Com a morte de Tancredo, o general integrou o governo do presidente José Sarney.

Em nota, Sarney lamentou a morte do ex-ministro, a quem chamou de grande amigo, e disse que o general teve papel fundamental durante a transição da ditadura militar para o regime democrático.

“Ele deu suporte para que a transição fosse feita com as Forças Armadas e não contra as Forças Armadas. Pacificou o Exército e assegurou e garantiu o poder civil. Reconduziu os militares aos seus deveres profissionais, defendendo a implantação do regime democrático que floresceu depois de 1985”, lembrou Sarney.

O general foi citado no relatório da Comissão Nacional da Verdade, divulgado em dezembro de 2014, como um dos 377 agentes do Estado que atuaram na repressão política e foram responsáveis, direta ou indiretamente, pela prática de tortura e assassinatos durante o regime militar.


O velório de Leônidas Pires Gonçalves está marcado para o sábado (6), no Palácio Duque de Caxias. A cremação será no mesmo dia, às 13h, no Crematório São Francisco Xavier, no bairro do Caju, Rio de Janeiro.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Faça como Blater, Dilma: pede para sair !


Bandido pobre não é bandido, é vítima da sociedade?



Em seu último artigo publicado na revista Veja, o jornalista José Roberto Guzzo descreveu o que vem a ser "a lenda da inocência dos criminosos". Trata-se da fábula social segundo a qual um criminoso não é um criminoso, a não ser que possua nível social e renda superiores. Clique no vídeo e confira o comentário de Rachel Sheherazade.

A ilegitimidade dos governantes do PT



A vaia dada a Fernando Haddad ontem em um teatro paulistano faz coro com os apupos que Dilma Rousseff e o PT tem sofrido até quando fazem propaganda "gratuita" na televisão. Sintoma de que o partido e seus quadros eleitos tornaram-se ilegítimos, seja pelas mentiras eleitorais, seja pelas falcatruas denunciadas do petrolão seja, ainda, a crise econômica fabricada pela incompetência do partido governante.

Crise começa a atingir BOLSA FAMILIA


"Lula já era"



Mais uma derrota para o PT: nas eleições presidenciais de 2018, nem Lula conseguiria salvar o partido. Os dados divulgados pelo Instituto Paraná Pesquisas mostram que mesmo com o ex-presidente no páreo, o PT não chegaria nem perto de vencer e seria derrotado em cenários diferentes por Aécio Neves e Marina Silva. Assista ao segundo bloco do 'Aqui Entre Nós', com Joice Hasselmann e Reinaldo Azevedo.

REDUÇAO da maioridade penal é POUCO


Lula briga conosco e nós pagamos pelas pazes




Lei do Zoneamento e a mudança na vida dos paulistanos



Joseval Peixoto faz uma reflexão acerca da Lei do Zoneamento, que entra discussão na Câmara dos Deputados e a alteração na vida dos moradores da cidade de São Paulo.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Soberania Nacional


Defesa de nossas fronteiras significa redução da criminalidade

Não há país que se preze que não tenha um eficiente sistema de defesa de suas fronteiras. Estados que negligenciem esse dado básico das relações internacionais ficam à mercê não apenas de seus vizinhos, mas, sobretudo, no mundo de hoje, do terrorismo e das mais variadas formas de crime, como os de contrabando, tráfico de armas e drogas.

Seria uma grande ingenuidade pensar que se trata de um gasto público inútil, que seria mais bem aproveitado em outras áreas. O que se perde em arrecadação tributária, segurança pública e defesa é algo propriamente inestimável. Só a miopia poderia oferecer uma outra visão da realidade, certamente distorcida.

O Exército brasileiro, em parceria com a Savis, empresa do grupo Embraer, Defesa e Segurança, e sob a chancela da Vice-Presidência da República, está desenvolvendo e implantando um moderno sistema integrado de monitoramento de fronteiras (Sisfron). O seu projeto-piloto está sediado na cidade de Dourados, Mato Grosso do Sul, sob a responsabilidade da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada. Deve, a curto prazo, se estender aos estados do Paraná e Mato Grosso. A longo prazo, deverá cobrir todas as fronteiras do território nacional, algo que colocará o país em importância em relação aos estados mais desenvolvidos do planeta.

Não sem razão, o Exército considera esse projeto prioritário no sistema de defesa nacional. Está ele voltado para a dissuasão de qualquer inimigo potencial do país, adotando as formas que este vier a se revestir. Não pode haver complacência no que diz respeito à soberania nacional. O mundo das relações internacionais, do terror e do crime não é uma relação entre anjos. Mesmo amigos que se respeitem devem contar com suas próprias forças.

Seu objetivo consiste em cobrir uma faixa de fronteira de 16.886 quilômetros, equivalente ao dobro da distância entre Paris e Pequim, correspondendo a uma área de 2.553.000 quilômetros quadrados e englobando 588 municípios e 11 estados. O Brasil é um país continental. O projeto-piloto em andamento corresponde, preliminarmente, a 650 quilômetros, equivalente a uma distância Berlim-Bruxelas.

Nesta faixa de fronteira, em boa parte seca, há problemas recorrentes de contrabando dos mais diferentes tipos, que terminam se estendendo para todo o território nacional. O crime organizado, quando tolerado, é como uma epidemia que se propaga sem limitações. Por sua vez, o terror, já sabemos, desconhece fronteiras.

Somente uma solução sistêmica e integrada pode dar conta de uma questão efetivamente estratégica para o Brasil. Mesmo nossos estados vizinhos possuem o maior interesse em uma parceria deste tipo. Eis por que tal projeto, sob responsabilidade e liderança do Exército, integra a Polícia Federal, a Receita Federal, a Polícia Rodoviária Federal, as polícias estaduais, civis e militares, o Ibama, a Embrapa, as secretarias da Agricultura, entre outros.

Defesa vem aqui também significar um efetivo sistema de inteligência e de coleta de dados, compartilhado por outros órgãos estatais. Torna-se, assim, eficaz tanto no controle do gado e da febre aftosa, contribuindo para a vigilância sanitária, quanto de veículos e embarcações, passando por drogas, armas, cigarros, medicamentos e brinquedos. O Sisfron é, neste sentido amplo, um instrumento poderoso de desenvolvimento econômico-social, propiciando um salto tecnológico na defesa militar de nossas fronteiras.

Tal projeto, do ponto de vista tecnológico-militar, inclui sensores (radares móveis e fixos); comunicações dos mais diferentes tipos, inclusive por satélite; veículos aéreos não tripulados (Vants); sistemas de defesa integrados, envolvendo toda uma infraestrutura logística, integrada a uma cadeia de comando, cujas decisões se tomam no mais alto nível. Note-se que tal equipamento é de conteúdo nacional, em torno de 78%. Defesa nacional exige empresas nacionais, independentes de qualquer processo decisório situado fora do país. Se não for assim, não há soberania nacional!

O tráfico de armas se faz pelas fronteiras, que termina alimentando as favelas brasileiras. Fuzis e pistolas militares ostentados por traficantes e seus militantes, inclusive menores, possuem essa proveniência. Não são comprados em lojas! As drogas que minam a nossa juventude transitam por essas mesmas fronteiras, não sendo eficazmente combatidas.

Tais produtos acompanham o contrabando de diversos setores como brinquedos, cigarros, medicamentos, óculos e roupas que, assim, ingressam “livremente” no país, se é que o termo “livremente” tenha aqui a sua expressão adequada. O crime é um sistema de vasos comunicantes! E ingressam sem certificação, sem recolhimento de impostos, com enormes prejuízos para o país, aumentando o nosso desemprego e contribuindo para o fechamento de indústrias e comércios.

Para que se tenha uma melhor ideia da perda de arrecadação de tributos nas três esferas de governo, estima-se em R$ 100 bilhões o volume anual de contrabando. Em 2014, para dar um exemplo, somente o contrabando de cigarros paraguaios significou uma evasão fiscal de R$ 4,5 bilhões. E quanto maior for a tributação deste produto, em nome do politicamente correto, maior será o aumento correspondente do contrabando!

Para que se tenha uma ideia ainda mais precisa, o Sisfron exigirá, neste ano, para cobrir Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paraná, o que se pode bem considerar a modesta cifra de R$ 220 milhões! Imagine-se o ganho nacional!

Uma eficaz defesa de nossas fronteiras, com a redução do contrabando, além do aumento da arrecadação tributária, significa redução da criminalidade, aumento de empregos, consolidação de empresas no comércio e na indústria e aumento correspondente da segurança pública.

Somente a soberania nacional pode tornar o país respeitado nacional e internacionalmente. Qualquer hesitação em projetos deste tipo não apenas desacreditaria o Exército nacional e as empresas a ele associadas, como poderia comprometer o nosso próprio futuro enquanto nação livre e soberana.



__________________
Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Escândalo da FIFA: Próximos alvos serão Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero



Lauro Jardim, colunista do Radar on-line fala sobre a redução da maioridade penal, que será votada este mês. Augusto Nunes comenta as principais reportagens de VEJA desta semana. "Mais um escândalo que mostra que o Brasil é um viveiro de corruptos". Geraldo Samor, de VEJA Mercados, fala sobre a alta do dólar e do petróleo no mercado internacional.

A esquerda odeia Eduardo Cunha



Tales Ab'Sáber publicou artigo no jornal O Estado de São Paulo (http://alias.estadao.com.br/noticias/...) no qual procura denegrir e ridicularizar a pessoa e a figura pública de Eduardo Cunha, o presidente da Câmara de Deputados. É claro que deu voz ao que pensam todos aqueles que se declaram esquerdistas, que estão muito infelizes com ele por causa de sua ação anti-revolução cultural. Para quem não viu coloco aqui o link da entrevista brilhante que Eduardo Cunha deu ao programa Roda Viva (https://www.youtube.com/watch?v=3txvV...) e a entrevista no programa Diálogo, com Mario Sergio Conti (http://globotv.globo.com/globo-news/d...).

Políticos preparam novo golpe de Estado

Por A. C. Portinari Greggio

Quando em 1964 milhões de pessoas saíram às ruas a exigir a deposição de João Goulart, que notoriamente tramava um golpe comuno-populista, as Forças Armadas, depois de muita hesitação e diante de fatos consumados, agiram. João Goulart foi legitimamente afastado pelo Congresso Nacional. Não obstante, até hoje teimam em tratar o movimento de 1964 como golpe de Estado.

Em 1986 elegeu-se o primeiro Congresso após o fim do regime militar. Em 1987 seus membros, extrapolando a letra da Constituição e sem consultar a vontade do povo, nomearam-se a si mesmos Assembleia Constituinte, com totais poderes de zerar a ordem jurídica e inventar nova constituição em causa própria. E ninguém percebeu que a usurpação era, sim, golpe de Estado, e a constituição de 1988 foi o instrumento desse golpe.
É por isso que o título deste artigo fala em novo golpe de Estado. O antigo foi o de 1988. O novo está sendo cozinhado neste momento em Brasília.

Em termos de Realpolitik, o Brasil tem apenas duas forças políticas fundamentais.

Uma delas, na oposição, é a que tem saído às ruas em manifestações de protesto nos últimos meses. Vamos chamá-la de Direita. A Direita sempre existiu, mas esteve entorpecida e afastada. Antigamente, podia ser contada como maioria, mas devido ao processo de degeneração demográfica das últimas décadas, é hoje minoria. Não obstante, é a mais capaz, que estuda, trabalha, produz e paga impostos. Naturalmente apegada à ordem e ao progresso, ela é adversária e vítima do crime, do caos social e do atraso. Seus valores coincidem com os das Forças Armadas.

Do lado oposto, a outra força é o eleitorado cativo da Esquerda. Anômicas, mal qualificadas para o trabalho, suas comunidades se caracterizam pela baixa renda, baixo rendimento escolar, desagregação familiar e propensão ao crime. Incapaz de protagonismo político, essa população, contudo, é facilmente cooptada pelos políticos mediante subsídios, favores, cumplicidade no crime e exploração do seu natural ressentimento contra quem a sustenta.

No meio, existe grande população que hesita, desorientada, sem opinião. É parte do eleitorado, vota, decide os resultados, mas não pode ser considerada força política.

E os políticos? A qual população pertencem? Evidentemente, à primeira. Mas nela não se integram. São arrivistas que utilizam os currais eleitorais como alavanca para dominar a e extorquir a população produtiva. Embora divididos, os políticos podem ser considerados, para efeito de análise, como uma só oligarquia. Evidentemente, seu esquema de domínio só funciona na “democracia” da constituição de 88. Daí o empenho deles e dos e seus sócios – a mídia e a intelectualha – em defender a constituição de 88.

É esse, em poucas linhas, o mecanismo do regime. O golpe de Estado em será o afastamento do petê, destruição de suas lideranças, marginalização da militância e transferência dos currais para novos donos. O petê tornou-se estorvo capaz de pôr tudo a perder. Em vez de se enturmar na oligarquia, o petê tem megalomanias ideológicas, aquele projeto da URSAL, e a intenção de, um dia, trair seus sócios e estabelecer a ditadura. Enquanto parecia invencível, os demais engoliam. Essa fase passou. Inácio perdeu a mágica. Dilma já está anulada.

O processo de neutralizar o petê é dos mais complicados. Não por causa de Inácio que, desesperado, tenta radicalizar, mas dificilmente conseguirá levar o povão às ruas. A complicação está nas Forças Armadas e na revolta da população produtiva. Até que ponto a radicalização não poderá exacerbar a guerra civil que de fato já está a acontecer?

Talvez a oligarquia consiga dar o golpe. Não será espetacular, não haverá estado de sítio nem violência. Na surdina, mudarão as regras. Quanto à oposição de Direita, cogitam usar a Lei de Segurança Nacional para amordaçá-la (e talvez fechar duma vez este incômodo jornal Inconfidência).

Façam o que fizerem, os problemas continuarão. A população produtiva, uma vez desperta, dificilmente aceitará a continuação desse jogo. Os tucanos perderam a capacidade de enganá-la. Frustração e desespero. E o grande contingente revoltado, sentindo-se excluído da política, buscará saída. Qual? Se examinar os mapas eleitorais, o leitor verificará que a mais óbvia seria a secessão. É fatalidade geopolítica: o Brasil já está dividido. Ninguém fala, mas aí está, enorme e ignorada, tal como o proverbial elefante na sala de reuniões. Se a “democracia” de 1988 se encastelar no poder, o monstro clandestino, sem saída, poderá escapar ao controle.

Dentro desse quadro confuso, Bolsonaro.


Originalmente publicado no jornal Inconfidência, de junho de 2015.


Fonte: Alerta Total



___________________
A. C. Portinari Greggio é Especialista em Assuntos Estratégicos. 

O FIM Da Maioridade PENAL


Depois do MENSALÃO e do PETROLÃO, podemos ter o SHOPÃO


MINISTRO da DEFESA recebe LIDERANÇAS da Família Militar


Mdefesa7019_7483179326476302470_nCampanha salarial a TODO VAPOR.
MINISTRO da DEFESA  recebe LIDERANÇAS da Família Militar

As lideranças que foram recebidas pelo Ministro Jaques Wagner esclarecem que estiveram presentes a reunião os senhores e senhoras: Gnivaldo, APRAFA – Jair, UNEMFA – Ivone, UNIFAX – Kelma e AAFAB – Marcelo, além de Miriam Stein.

Na reunião pode-se relatar que a posição das lideranças, foi sempre no intuito de esclarecer as pautas reivindicatórias de uma forma mais clara possível, sem exaltações e evitando-se demonstração de números e legislações, as quais poderiam ser facilmente conseguidas pela autoridade, bem como considerando o pouco tempo que o Ministro está no cargo, apesar de todo suporte de assessores que o mesmo possui.

A todo tempo a postura das lideranças foi a de buscar de, forma pacífica, deixar o Ministro a par de toda situação do pessoal da ativa de carreira, quanto o aumento do interstício, que precisa diminuir, a forma de avaliação que a cada dia só aumentam os rigores e aumenta as diferenças entre as praças e os oficiais, uma vez que um cadete, por exemplo, já pode mensurar a sua data de promoção a coronel. Outros pontos abordados na ocasião foi quanto a injustiça aos militares do Quadro Especial que passaram para a inatividade sem serem contemplados com a promoção a Segundo Sargento do Quadro Especial, bem como o pagamento dos 28,86% a todos os militares.


Nestes termos, os presentes a reunião deixam claro que buscarão os direitos dos militares m geral e as reparações dos direitos tolhidos nos últimos anos. Esclarecem que agirão de forma a manter sempre o respeito às autoridades, sem, no entanto, deixar de ser incisiva e reivindicatória quanto aos interesses da classe defendida e que tem sofrido ao longo dos anos.

Cunha e a Redução da Maioridade Penal


Caiado critica ausência do Itamaraty em negociações do BNDES no exterior



O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), aproveitou audiência com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para questionar omissão do Itamaraty em relação às principais ações do governo federal no plano internacional. Em especial, a participação do BNDES em financiamentos externos motivada por critérios políticos. A audiência foi promovida pela Comissão de Relações Exteriores da Casa e aconteceu nesta quinta-feira (28/05).

O MELHOR DO BRASIL, EM MUITAS DÉCADAS


Em relação ao que aconteceu e ao que não aconteceu no dia 27 de maio, firmo algumas certezas. Se três índios tivessem saído de Manaus a pé para Brasília, levando postulações ao Congresso, haveria forte mobilização da mídia nacional e internacional, repercutindo imagens e reivindicações. Se o senhor João Pedro Stédile, ou o frei Betto, fizessem algo parecido, as grandes emissoras de tevê acompanhariam passo a passo a peregrinação e os delírios revolucionários dos romeiros. Utopias são assim, quanto mais trágicas, maior a sedução e maior o número de adeptos. Vá entender!

Segunda certeza. Há uma deliberada intenção de dificultar, por todos os modos possíveis, o surgimento de lideranças jovens, cujas posições, no quadrante das ideologias, se situam do centro para a direita. Para quem estava acostumado a emprenhar a juventude brasileira pelos ouvidos e, depois, levá-la pelo nariz a colaborar com os objetivos do petismo e da esquerda, é intolerável o surgimento de núcleos de contestação e reação. De onde saiu essa moçada que se vai transformando em força política?

 Isso não estava previsto. Não fazia parte do projeto. Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete da presidente Dilma, confessou lisamente sua surpresa com o “surgimento de uma direita organizada e mobilizada”. Tal reconhecimento foi feito durante uma reunião com a turma de comunicação dos movimentos sociais, promovida para salvar o decreto dos sovietes de afogamento na onda de rejeição que contra ele se formara.

O projeto de construção da hegemonia petista precisou, então, ser revisto e as providências estão sendo tomadas. A primeira cuida de confinar esses jovens ao ambiente virtual onde teve início sua organização. É preciso transformá-lo em gueto e fazer com que dele não saiam. A segunda é desqualificar todos os grupos transformando seus méritos em motivo de reprovação. Afinal, qual país do mundo precisa de jovens liberais ou de jovens conservadores? O bom para a hegemonia esquerdista é a militância comunista, coletivista, estatizante, castrista, guevarista, chavista, que tem o dom de destruir todas as economias e todas as sociedades em cuja teia envolve.

Os meios usuais de desqualificação não se aplicam ao caso. Não é possível identificar esses jovens com qualquer governo. Os pais deles eram crianças em 1964. Eles próprios sequer haviam nascido ao tempo da redemocratização. Nada há para agravá-los exceto o que são: liberais e/ou conservadores. Assim, esses inegáveis méritos são atacados por quem não tem mérito algum. Muitos dos que se integram à tentativa de jogar no ostracismo essa moçada brilhante – o que de melhor aconteceu ao país nas últimas décadas! - já abandonaram por desilusão moral o barco onde vinham. Já não defendem o indefensável (como fizeram por tanto tempo), mas não perceberam ainda que o problema não está no partido tal ou qual, no líder tal ou qual, mas na ideia. O que aconteceu no Brasil foi o processo natural de amadurecimento e apodrecimento de uma fruta que cairá pelo peso da gravidade. Quem quiser um Brasil melhor terá que mudar a natureza das ideias que planta.

Saibam os jovens que me leem: vocês não têm com o que se decepcionar. Vocês mobilizam a esperança de milhões de brasileiros que, como eu, não souberam fazer o que vocês estão fazendo. Vocês estão enfrentando a malícia e a malignidade das forças do mal. “Sede, pois, prudentes como as pombas e espertos como as serpentes”.



__________________
Percival Puggina (70), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões, integrante do grupo Pensar.

Dilma comemora Brasil no topo da corrupção


QUEM VOCÊS PENSAM QUE SÃO?
Um retrato das manifestações de 2015 em São Paulo, Brasil



Quem esses manifestantes pensam que são? Durante o primeiro semestre de 2015, milhões de brasileiros voltaram às ruas, exigindo respeito dos políticos, menos corrupção e repudiando a agenda esquerdista imposta à população há anos. Este curta-metragem faz um recorte do tema, dando voz a uma representativa parcela da população, tantas vezes estigmatizada pelos meios de comunicação e pelos "formadores de opinião", sempre tão simpáticos aos políticos no poder. 


Dos mesmos realizadores do documentário: "Reparação" (2010)

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Dilma inaugurará “Casa da Mulher Brasileira’, mas deve explicações sobre o pedófilo da Casa Civil


eduardo_gaievski_03Óleo de peroba – Na próxima terça-feira (2), a presidente Dilma Vana Rousseff inaugurará, na capital federal, a Casa da Mulher Brasileira, local voltado ao atendimento humanizado às mulheres. O projeto reúne no mesmo espaço serviços especializados para os mais diversos tipos de violência contra as mulheres: acolhimento e triagem; apoio psicossocial; delegacia; Juizado; Ministério Público, Defensoria Pública; promoção de autonomia econômica; cuidado das crianças – brinquedoteca; alojamento de passagem e central de transportes, conforme informações da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM).

A Casa da Mulher Brasileira, um dos eixos do programa “Mulher, Viver sem Violência”, coordenado pela SPM, “facilita o acesso aos serviços especializados para garantir condições de enfrentamento da violência, o empoderamento da mulher e sua autonomia econômica”. Segundo a secretaria que tem status de ministério, trata-se de “um passo definitivo do Estado para o reconhecimento do direito de as mulheres viverem sem violência”.

Entre o texto publicado pela SPM no sítio eletrônico do programa federal em questão e o que faz a presidente da República há uma longa e abissal distância. É compreensível que Dilma Rousseff queira melhorar sua popularidade em um momento de agravamento da crise econômica, o que tem colocado a sociedade na contramão dos sonhos palacianos, mas é preciso que a chefe do governo use suas parcas doses de coerência, se é que existem.

Por certo Dilma, durante a cerimônia de inauguração, fará um discurso esculpido com o cinzel dos marqueteiros palacianos, cujo objetivo é enganar a opinião pública, mas a presidente continua devendo explicações sobre o pedófilo da Casa Civil, o petista Eduardo Gaievski, que hoje cumpre pena de prisão em penitenciária do Paraná por estupro de dezenas de meninas, inclusive de vulneráveis (menores de 14 anos).

Ex-prefeito de Realeza, cidade do interior paranaense, Gaievski foi levado à Casa Civil, na condição de assessor especial, pela então ministra Gleisi Helena Hoffmann, hoje cumprindo mandato de senadora da República.

Muito estranhamente, a indicação de Eduardo Gaievski para o cargo de confiança, onde foi responsável pelas políticas federais para jovens e adolescentes – algo como raposa no galinheiro – violou as normas de segurança da Presidência, que tem à disposição dois órgãos encarregados de checar a vida pregressa dos que trabalham na orbita da maior autoridade do País. Esses órgãos são o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI) e a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).

Quando foi nomeado para assessorar a “companheira” Gleisi, o monstro da Casa Civil já tinha a sua vida criminosa disponível na rede mundial de computadores, ou seja, a então ministra violou as regras e o bom senso ao chamar o pedófilo para ocupar uma sala a poucos metros do gabinete presidencial. O caso só veio a público quando a polícia do Paraná chegou ao Palácio do Planalto para prender o petista que usou o cargo de prefeito para, no vácuo de promessas de empregos, conseguir noitadas de sexo e orgia com meninas menores de idade.


Gaievski foi preso na fronteira do Brasil quando se preparava para fugir, mas ate hoje, dois anos depois do escândalo, Dilma Rousseff, assim como Gleisi Hoffmann, não falou uma só palavra a respeito do criminoso que acabou com o futuro de dezenas de meninas inocentes. Especialistas em Direito garantem que ao final do julgamento de todos os processos a que responde na Justiça do Paraná, Eduardo Gaievski será condenado a mais de duzentos anos de prisão.

O PT votou contra a reeleição, com isso admite a derrota em 2018.


111111111dilmachorauvo1yb55m
Use isso para entender o prisma com que a esquerda enxerga o futuro e o que a sociedade mobilizada tem conseguido.

Há alguns anos, em 1997, quando o PSDB desejou e aprovou a reeleição, o Partido dos Trabalhadores foi contra. Não por ideologia, já que sempre desejou o poder “perpétuo”, mas por medo do PSDB permanecer por muito tempo no governo.

Hoje a coisa foi bastante diferente.

O PT e aliados somente votaram a favor do fim da reeleição por que há um quase consenso de que a esquerda radical será derrotada nas próximas eleições para o executivo. O PT já pretende garantir que o próximo presidente, que não será petista, não passará mais do que quatro anos no controle do país. O partido parece acreditar que pouco mais de três anos não serão suficientes para reverter a onda anti-petista que varre o Brasil e, antevendo a derrota em 2016 tenta garantir a possibilidade de eleger alguém em 2018. E isso deve servir sim de estímulo para a sociedade que, embora boicotada pela grande mídia, tem ido para as ruas exigir mudanças.

Prezado leitor, ativista na internet, nas ruas, ou em qualquer lugar, a vitória está quase selada, desde que se permaneça no mesmo pique. Ha muito tempo que não se discutia política nesse país, e quando a sociedade resolveu fazer isso foi selado o fim da hegemonia da esquerda.

Donos de um discurso insustentável a esquerda sempre apelou para o quebra-quebra, cuspidas e gritarias. Mas, isso não funciona mais.

Alguns mais apressadinhos devem também se lembrar que não ha indício de que o mundo vai acabar esse ano, ou no ano que vem. Ou de que o PT vai “implantar o comunismo”, como alguns dizem por aí.

Nossas Forças Armadas permanecem serenas e não se curvaram à doutrinas estranhas, como fizeram os companheiros da Venezuela e por isso não ha qualquer possibilidade de que possa acontecer por aqui o mesmo que ocorre por lá.

Estejam tranquilos quanto a isso.

Se for comprovado legalmente que a Presidente participou de falcatruas é obvio que deve-se retirá-la. Mas, isso não é uma batalha fácil de vencer.

É por isso deve-se concentrar esforços, a começar para trocar os membros dos legislativos municipais, depois para trocar os legislativos federais e estaduais.

Lembremos o que o Brasil consciente já tem conseguido com o crescimento da bancada de oposição no Congresso Nacional.

Em menos de quatro anos podemos mudar todo a cúpula política de nosso país. Basta um pouco de organização e sabedoria para fazer isso.