sábado, 23 de maio de 2015

Dilma ignora Congresso e mantém sigilo em operações do BNDES


Sede do BNDES no Rio de Janeiro
Oposição incluiu texto que previa o fim do sigilo de operações 
do BNDES na MP que liberava um repasse de 30 bilhões 
de reais ao banco(Foto: M. Imbuzeiro/O Globo/VEJA)
Dilma veta quebra de sigilo de operações do BNDES

Presidente também rejeitou o aumento no limite do crédito consignado de 30% para 40% da renda do trabalhador

A presidente Dilma Rousseff vetou nesta sexta-feira a emenda aprovada no Congresso que previa o fim do sigilo nos empréstimos e financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Considerado uma derrota para o governo, o texto havia sido incluído pelos senadores da oposição na Medida Provisória que liberou o repasse de 30 bilhões de reais do Tesouro para o banco de fomento. A decisão da presidente foi divulgada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União.

No texto, a presidente justificou o veto com o argumento de que a divulgação das operações financeiras "feriria sigilos bancários e empresariais e prejudicaria a competitividade das empresas brasileiras no mercado global de bens e serviços, já que evidenciaria aspectos privativos e confidenciais da política de preços praticada pelos exportadores brasileiros em seus negócios internacionais". Dilma ainda afirmou que o BNDES já divulga suas operações "com transparência" e que o dispositivo incorreria em "vício inconstitucional".

Nos últimos anos, levantou-se suspeitas sobre os empréstimos do BNDES concedidos com juros subsidiados, bem abaixo do mercado, ao grupo JBS-Friboi, à construção do Porto de Mariel, em Cuba, e a investimentos aplicados em Angola - para citar apenas alguns exemplos. Neste ano, a oposição tentou criar uma CPI no Congresso para descobrir detalhes das operações, mas não conseguiu quórum suficiente para que a comissão fosse instalada.

Apesar de divulgar na internet informações sobre as transações feitas no Brasil, como o valor dos financiamentos e o nome das empresas, o banco mantém sigilo sobre operações realizadas no exterior e sobre a taxa de juros aplicada.

Além disso, a presidente também vetou o aumento do limite de crédito consignado de 30% para 40% da renda do trabalhador. A rejeição já havia sido combinada pelo líder da bancada do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), quando o texto passou na Casa. Atualmente, a legislação prevê que a parcela do pagamento da dívida contraída não pode superar o teto de 30%. Neste caso, a presidente afirmou, no texto, que "a medida proposta poderia acarretar um comprometimento da renda das famílias para além do desejável e de maneira incompatível com os princípios da atividade econômica".

Os vetos fazem parte da MP sancionada pela presidente nesta sexta que libera o crédito de 30 bilhões de reais para o BNDES.

Vai faltar zero à direita para fechar conta do petrolão



O gigantismo dos esquemas de corrupção do PT acabaram anistiando os crimes cometidos pelos tradicionais corruptos brasileiros. São cifras tão grandes que fica difícil de calcular. Agora mais uma para a conta: a corrupção chegou no pré-sal. E o brasileiro sabe que petista gosta mesmo é de amigos milionários, como o lobista Milton Pascowich - ligado à José Dirceu - que acabou hoje na cadeia.

Governo anuncia bloqueio de R$ 69,9 bilhões no orçamento


Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa
Nelson Barbosa: contingenciamento atingirá 
todos os ministérios, mas programas sociais 
serão preservados 
Contingenciamento anunciado nesta sexta-feira também atinge as emendas parlamentares ao orçamento

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (22) bloqueio de R$ 69,9 bilhões no Orçamento da União. “É o maior corte feito no Brasil nos últimos anos”, afirmou o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Ele ressaltou, no entanto, que serão mantidos os recursos dos programas sociais.

Nelson Barbosa disse que o contingenciamento será dividido entre os ministérios. “Nós começamos o ano com orçamento não aprovado. Depois da aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), pelo Congresso Nacional, construímos essa proposta, partindo do cenário macroeconômico, para chegar ao valor, distribuído para todos os ministérios”, afirmou.

Ainda segundo o ministro, essa distribuição não é linear. “Serão priorizados os projetos estruturantes e em fase de conclusão.”

Ministérios mais atingidos

Os ministérios das Cidades (R$ 17 bilhões), da Saúde (R$ 11,7 bilhões) e da Educação (R$ 9,4 bilhões) foram os mais atingidos pelos cortes no Orçamento Geral da União de 2015. Ao todo, os três ministérios concentraram 54,9% do contingenciamento total anunciado.

Segundo Barbosa, o orçamento do Ministério da Educação continuará com valor acima do mínimo estabelecido pela Constituição em R$ 15,1 bilhões, preservando os programas prioritários e garantindo o funcionamento das universidades e dos institutos federais.

Na saúde, o orçamento também ficará acima do mínimo constitucional em R$ 3 bilhões, com recursos assegurados para o Sistema Único de Saúde (SUS) e os programas Mais Médicos e Farmácia Popular.

Emendas impositivas

O contingenciamento do governo também atinge as emendas parlamentares ao orçamento, que geralmente destinam recursos para obras e serviços nos municípios. Segundo a Constituição Federal, o valor disponível para as emendas impositivas corresponde a 1,2% da Receita Correte Líquida (RCL) do governo no ano anterior. "Pegou-se a RCL de 2014 e, sobre isso, aplicou-se 1,2%", disse o ministro.

A Constituição determina que, sobre esse valor, seja aplicado o mesmo percentual de contingenciamento das despesas discricionárias do governo. "Aquele valor de R$ 69,9 bilhões corresponde a um contingenciamento de cerca de 40% das despesas discricionárias do governo, excluindo as emendas. Então, esse percentual foi aplicado às emendas e, com isso, chegou-se ao valor, disponível para emendas impositivas, de R$ 4,6 bilhões", explicou Barbosa.

O ministro afirmou que, com o bloqueio anunciado, as despesas discricionárias do governo (despesas sobre as quais incide o contingenciamento) cairão para 4,2% do PIB neste ano. "É um esforço fiscal considerável", ressaltou Barbosa. Essas despesas, que podem ser de custeio ou investimento, são as que o governo decide ou não executar.

Novos tributos

Com relação aos rumores de que o governo anunciaria aumento de tributos, Barbosa disse que outras iniciativas de aumento de tributos só serão detalhadas ou comentadas quando forem anunciadas, e se forem. “Não é o momento para discutir isso”, afirmou.

O orçamento deste ano prevê receita líquida de R$ 1,2 trilhão (21,9% do Produto Interno Bruto) e despesas primárias totais – sem contar gastos com juros e amortização da dívida – de R$ 1,1 trilhão (20,9% do PIB).

Ajuste fiscal

O governo federal enviou nesta sexta-feira ao Congresso Nacional a Medida Provisória 675/15, que eleva de 15% para 20% a alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), devida por instituições financeiras, como bancos, seguradoras e administradoras de cartão de crédito. Ainda não foi publicada a exposição de motivos da medida provisória, com o valor que o governo pretende arrecadar com a mudança.

A medida faz parte do ajuste fiscal proposto pelo governo e em discussão no Congresso, que já alterou benefícios como o seguro-desemprego, o abono salarial (MP 665/14) e a pensão por morte (MP 664/14). Além disso, há o Projeto de Lei 863/15, do Executivo, que aumenta impostos para 56 setores econômicos beneficiados com a desoneração da folha de pagamentos.


Com essas medidas, o Executivo busca atingir a meta de superavit primário deste ano, de R$ 55,3 bilhões.

DILMA USA CUBANOS PARA GOVERNAR



No livro do ex-presidente uruguaio Mujica, o mesmo relata com detalhes o aparelhamento do estado brasileiro por agentes cubanos e venezuelanos. Viagens secretas e confidências de Lula e Dilma a Mujica, com riqueza de detalhes, dão credibilidade a obra.

A ladroagem do Petrolão encolheria alguns milhões se Severino tivesse vencido Dirceu na disputa pela diretoria que fura poço


Em 20 de maio de 2005, às vésperas da devassa do escabroso esquema do mensalão, o deputado pernambucano Severino Cavalcanti (PP-PE) revelou à ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, o que ganharia em troca da submissão ao governo federal: “O que o presidente Lula me ofereceu foi aquela diretoria que fura poço e acha petróleo, é essa que eu quero”, resumiu o então presidente da Câmara. Queria mas não levou: antes de apossar-se do cofre, meteu-se num caso de corrupção miúda que lhe custou o mandato, a chefia do Legislativo e as atenções da imprensa.

Nesta semana, como registra o comentário de 1 minuto para a TVEJA, a drenagem do pântano do Petrolão localizou mais evidências que o velho Severino sabia das coisas. Depois da diretoria de Abastecimento e Refino, presenteada por Lula a Paulo Roberto Costa, depois da diretoria de Serviços, entregue pelo mestre da seita a um protegido de José Dirceu chamado Renato Duque, acaba de entrar no palco da imensa gatunagem a diretoria de Exploração e Produção da Petrobras. É esse o nome de batismo da furadora de poços. Ali vinham agindo há muito tempo afilhados de Dirceu abençoados pelo chefe supremo.

O país sairia no lucro se Severino tivesse vencido a disputa com Dirceu. As bandalheiras que envolveram o parlamentar pernambucano eram medidas em milhares de reais. O redimensionamento da ladroagem, articulado pelo lulopetismo, desmoralizou a moeda nacional e os larápios de antigamente. Lula e Dirceu envelhecem há 12 anos em tonéis revestidos de cédulas verdes. Nesse período, a propina inflacionada passou a ser calculada em milhões de dólares.

Ronaldo Caiado diz a Levy que unificação do ICMS coloca empregos sob risco



O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), se colocou contra a intenção do governo federal em avançar na unificação das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) entre os estados.

Take your time, Brazil!


Preparemos o futuro, porque o petismo vai passar, de um jeito ou de outro chegará o dia em que os brasileiros vão enxotar esta que é a mais infame camarilha que já governou a nação.

Quando a poetisa americana Elizabeth Bishop visitou o canteiro de obras da cidade de Brasília não pode deixar de registrar seu espanto com a ausência de ferrovias que a levassem até lá. Executava-se um projeto deveras ambicioso, o de levantar no coração do Brasil, no meio do nada, na aridez do sertão, uma grande capital imperial de nome latino, tal qual idealizara José Bonifácio; e, contudo, na precipitação dos trabalhos, entre a escavação de lagos artificiais e a ereção de monumentos comunistas, ninguém até então se dera ao trabalho de considerar como os brasileiros, ora pois, deveriam chegar até o local! Era o espírito do tempo, do Brasil de JK, a urgência de avançar, progredir, de percorrer “50 anos em 5”.

Somos uma nação jovem, diz o cliché; donos de nosso destino apenas a partir de 1822. Como ensina Mário Vieira de Mello em seu Desenvolvimento e Cultura, nosso primeiro século de existência independente foi um tempo de condescendência, no qual se reconhecia as mazelas, se apontava os problemas, com a consciência de que havia muito por fazer, mas reputando tudo sempre como desculpável, explicável por nossa juventude. Com o tempo, com o trabalho, cedo ou tarde haveríamos de atingir o patamar dos povos da Europa, que tinham o privilégio de carregar uma bagagem de séculos, ou até milénios de civilização. Engatinhávamos. Subitamente, todavia, despontou ao Norte um gigante que vencia europeus no campo de batalha, que erguia torres que chegavam até o céu, que fabricava automóveis, aviões, navios, e tudo o mais que se possa imaginar, que decidia uma guerra mundial. O êxito fulminante dos Estados Unidos, quase tão jovens quanto nós, abateu-se sobre o Brasil como pujante humilhação. Doravante não havia mais desculpa, não havia mais perdão. Caiam as escamas dos olhos nacionais. O Brasil revelava-se definitivamente um país atrasado, periférico, um povo bárbaro que ficara para trás na carreira da História.

Desde então a pressa, um sentimento de urgência, um aflitivo imediatismo, tomou de vez a alma nacional. O Brasil já não tinha tempo a perder, era preciso correr, fazer 50 anos em 5, construir um Brasil-Potência até o ano 2000, realizar um Programa de Aceleração do Crescimento, etc. e tal. Pressa, pressa, sempre a pressa a pautar nossas decisões! Levamos luz elétrica aos rincões e aos subúrbios, mas em horrorosos postes de concreto com a fiação exposta. Construímos estradas e pontes, mas com aparência militar, cinzas, feias, sem adorno, sem acabamento. Conspurcamos as paisagens naturais e urbanas com obras apressadas, minhocões, aterros, autovias, com símbolos do “progresso”. Em Desterro, no Rio de Janeiro, nas cidades costeiras do Nordeste, erguemos desnecessários arranha-céus, numa arquitetura culturalmente estranha, inadequada ao clima, que deletou a linha do horizonte e soterrou a herança tradicional portuguesa. Tudo feito em nome do progresso, do avanço econômico e da urgência. E tudo em vão, continuamos bárbaros, comparativamente pobres, irrelevantes.

Anos atrás, fazendo check-in num dos aeroportos de Londres, vi-me apressado, buscando freneticamente os documentos dentro da bolsa, como se acossado por capatazes imaginários, quando a gentil atendente da companhia aérea tranqüilamente me disse: “Take your time, sir”. Só então percebi que não havia nada premente, que eu podia fazer as coisas com calma, respirando, num ritmo humano. Mais tarde pensei: Como traduzir esta expressão inglesa apropriadamente? “Take your time”? Por muito tempo não consegui achar equivalência directa.

Pensei em “tome o tempo que quiser”, que talvez funcione como tradução; mas logo percebi que, sinceramente, ninguém fala deste jeito no Brasil, e que o fato era que a sugestão tranqüilizante daquela mui polida senhora britânica estava ausente do vocabulário (e do imaginário) pátrio. No Brasil vivemos com tão intensos reflexos de pressa, um dos males da modernidade que por aqui fertilmente se alastrou, que a simples possibilidade de agir com calma sumiu de vez da nossa consciência. Não a toa somos campeões universais no consumo de ansiolíticos, tarjas pretas, maconha e afins. Ademais, se tudo é feito com pressa, nervosamente, também tudo é feito nas coxas, sem acabamento, sem planeamento, acabando por confirmar o adágio popular que diz ser a pressa inimiga da perfeição.

Já passou da hora de tirar o pé do acelerador e de se resignar. Os brasileiros da minha geração devem aprender que nós não vamos conseguir arrumar esta baderna que herdamos em menos de cinqüenta anos. Talvez seja preciso até um século; ou dois; ou três... Não adiante mais ficarmos oscilando nosso humor entre rompantes de otimismo injustificado, ao estilo “ninguém segura este país”; e ataques de frustração que dão azo aos decretos sombrios de que “isto aqui não tem jeito mesmo”. Em curto prazo, realmente, não tem; vamos continuar nesta lengalenga por umas boas décadas, talvez comemorando alguns eventuais vôos de galinha, talvez gozando alguma prosperidade vinda desde fora, de investimentos externos. Nada além disso. Uma nação próspera e civilizada é coisa que não veremos em nosso tempo de vida. E se quisermos que nossos netos ou bisnetos habitem um lugar mais respirável, precisamos começar agora a firmar as fundações do Brasil do século XXII, plantando sementes de civilização dentro de nós e de nossos filhos. Devemos começar a partir do básico, como o fez Alcuíno na corte carolíngia quando começou um Renascimento a partir das letras do alfabeto. Um Brasil melhor começa ensinando as crianças a ler e a escrever, a fazer contas, dando-lhas uma catequese decente, exigindo delas e de nós mesmos que sigam os códigos elementares de polidez e gentileza, que saibam agir como humanos autônomos, capazes de buscar com calma e reflexão a solução para cada um dos problemas do dia-a-dia. E também colocando livros de verdade para circular, imprimindo os milhares de títulos, clássicos e contemporâneos, faltantes na bibliografia disponível em língua portuguesa; e depois tratando de estudá-los, assimilá-los e propagá-los. Tudo bem devagarzinho, mas bem feito.

Preparemos o futuro, porque o petismo vai passar, de um jeito ou de outro chegará o dia em que os brasileiros vão enxotar esta que é a mais infame camarilha que já governou a nação. Então restarão os escombros, o rastro de destruição deixado pelos gafanhotos vermelhos. Mas em meio às ruínas hão de brotar as sementes que estamos plantando. E como o Mosteiro da Luz de Frei Galvão ou a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição de Santa Paulina, obras magnânimas e duradouras impulsionadas pelo mais puro sentimento de amor ao próximo, se Deus quiser, nossos esforços resistirão aos séculos.

Publicado originariamente no Jornal dos Jardins, Londrina/PR.


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Diogo de Almeida Fontana, 34, natural de Curitiba-PR, é livreiro, editor e escritor.

IMPEACHMENT de Dilma


Lei de Murphy: Atolada no Petrolão, Gleisi é identificada como a mãe do corte no seguro-desemprego


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Inferno astral – “Nada é tão ruim que não possa ser piorado”, notou o engenheiro aeroespacial norte-americano Edward A. Murphy, autor da célebre “lei” que leva o seu nome. Uma vítima notória da “Lei de Murphy é a senadora petista paranaense Gleisi Helena Hoffmann.

Quando foi nomeada para a chefia da Casa Civil de Dilma Rousseff (2011-2014), seu único ato memorável foi ter colocado um pedófilo, Eduardo Gaievski, para comandar as políticas do governo federal voltadas a crianças e adolescentes.

Com o estouro do escândalo do Petrolão, Gleisi entrou na fatídica lista do Procurador-Geral da república, Rodrigo Janot, que nominou os políticos que levaram propina da Petrobras. A senadora foi apontada por dois delatores como beneficiária do esquema. A cada nova prisão que a Polícia Federal efetua na Operação Lava-Jato, a situação de Gleisi torna-se pior. Afinal, recebeu gordas doações de todas as empreiteiras envolvidas no escândalo. A tal ponto complicou a situação da senadora que, na bolsa de apostas de Brasília, seu nome encabeça todas as listas dos políticos que devem ser cassados por envolvimento no Petrolão.

Quem acha que uma situação assim é ruim o suficiente, não contava com os efeitos devastadores da Lei de Murphy. De volta ao Senado, depois de sair da Casa Civil, Gleisi passou a se envolver em todas as bolas divididas e bancar todas as iniciativas impopulares do governo Dilma. Sua atuação contra os interesses populares chegou a tal ponto que a senadora já vem sendo identificada como “mãe” de algumas das piores e mais nefastas iniciativas do governo Dilma.

Especialmente nos que implicam em cortes de consagrados direitos trabalhistas, os mesmos que Dilma Rousseff jurou que não mexeria “nem que a vaca tussa”. Entre eles se destaca a mudança radical nas regas para pensões das viúvas.


No Paraná, Gleisi voltou a fazer muito sucesso nas redes sociais, desta vez em um cartaz ao estilo dos filmes de faroeste e emoldurado pela expressão: “Procurada”. Seguido pela descrição do “crime”: “Roubou a metade das pensões das viúvas” e pela “recompensa”: “Um país melhor”.

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"O PT perdeu a alma"... "A Oposição precisa se reinventar..." Afirma cientista político fundador do PT e ex-petista



Um dos fundadores do PT é hoje um dos mais críticos em relação ao desempenho do partido e de Dilma Rousseff e Lula. Em conversa com Joice Hasselmann, ele afirma que as instituições brasileiras foram enfraquecidas com os sucessivos escândalos de corrupção durante os governos petistas. E pondera que a oposição não desempenha o papel que deveria: "Democracia só funciona bem com oposição robusta, que mostre outro caminho. E a nossa oposição falha nesse quesito".


O cientista político afirma na segunda parte da entrevista a Joice Hasselmann que a maioria da população brasileira não se sente representada por nenhum partido. "A oposição não pode desaparecer no cenário político. É preciso novos estadistas." Sobre a eleição presidencial de 2018, José Álvaro Moisés é taxativo: "Com esse vácuo de poder há o risco do surgimento de um grande aventureiro".

O saneamento e a desratização do Brasil


Caros amigos

A corrupção acompanha o homem desde a sua criação. O Livro do Gênesis traz o que teria sido a sua primeira manifestação e que teve como consequência a expulsão de Adão e Eva do paraíso. Foi ela que fez com que Judas entregasse Jesus aos guardas de Caifás. A corrupção é, portanto, um vício hospedeiro da natureza humana.

Há bactérias que também são hospedeiras, não da natureza, mas do corpo humano. Um desequilíbrio qualquer que propicie a sua reprodução fora do controle harmônico do organismo pode, em determinadas circunstâncias, levar à septicemia e ao óbito.

Os ratos, por sua vez, são, há 10.000 anos,  hospedeiros do convívio social dos humanos e, assim como as bactérias, sua reprodução descontrolada pode ser causa de mortíferas epidemias, como a que, em meados do século XIV, causada por bacilos transmitidos por pulgas de ratos, matou cerca de 25 milhões de europeus – um terço da população do continente naquela época.

Em 2002, o Partido dos Trabalhadores produziu um vídeo associando ratos que roíam a Bandeira do Brasil à ação deletéria dos corruptos. Como não se pode escrever “corrupto” sem passar pelo PT, a imagem tornou-se a mais fria, pura e dura realidade do mal que, como uma epidemia, aflige a Nação nos últimos 12 anos!

A proliferação de ratos e bactérias – os corruPTos – contaminou quase todos os tecidos sociais e órgãos da administração pública, comprometendo as saúdes financeira e  moral do País e, com elas, a segurança, a saúde, a educação e as conquistas sociais dos cidadãos, o progresso, a liberdade, a democracia e o futuro do Brasil.

Assim como as septicemias bacterianas devem ser combatidas com cargas de diversos antibióticos e a desratização com todos os meios e artifícios criados pelo homem, a corrução e os corruPTos devem ser atacados com todos  os recursos legais disponíveis para a proteção da sociedade  e para o saneamento da política, do governo e da gestão pública.

Assim como para destruir as bactérias e matar os ratos é necessário conhecer seus hábitos e suas formas de ação, para vencer os corruPTos, é preciso conhecer suas estratégias, táticas, técnicas e procedimentos.

Deng Xiao-Ping, líder da abertura econômica chinesa disse, com muita propriedade e objetividade, que “não importa a cor do gato o que importa é que ele cace os ratos”, melhor dizendo, não importa como, quem ou de que forma seja feito, o importante é fazer o que tem que ser feito!

No momento, além do apoio e do aplauso ao trabalho do heroico Juiz Sérgio Moro e sua equipe, o que tem que ser feito é o que os comunistas fazem muito bem, isto é, a combinação de uma “pressão de cúpula” com uma “pressão de base”, ou seja, a ação de uma “maioria ativa” no Congresso – não necessariamente numérica – constituída pelos políticos comprometidos com a causa liberal, combinada com manifestações de massa como as de 15 de março e 12 de  abril e a do próximo dia 27 de maio, quando protocolaremos o impeachment da Governanta Dilma Rousseff.

Assim como temos exigido atitudes dos políticos que se dizem identificados com a causa do saneamento nacional, temos que exigir de nós mesmos – cidadãos comuns, honestos e amantes desta terra – a participação efetiva naquilo que nos cabe e que tem que ser feito.

De pouco adiantam nossos escritos, publicações, cartas abertas, vídeos, postagens e até mesmo as Ações Populares que ajuizamos se não sairmos às ruas para mostrar nosso repúdio e aquilo que queremos.

Se não empenharmos nosso tempo, nosso suor e nossa energia e se não gastarmos as solas de nossos sapatos, como exemplarmente fazem os jovens do Movimento Brasil Livre, dificilmente conseguiremos dar efetividade ao saneamento e à desratização do Brasil!


=Venham todos ocupar a Esplanada em 27 de maio!=  

DESVIOS NA PETROBRÁS - Mais uma comprovação: Renato Duque e Vaccari operavam para o petismo




VACCARI DE NOVO. EX-TESOUREIRO DO PT PEGO NA MENTIRA ESTÁ EM TODAS.

João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT que encontra-se preso por envolvimento no esquema de desvios da Petrobras, é um personagem recorrente nas oitivas da CPI da Petrobras. O que mostra o grau de envolvimento do petismo no esquema desvendado na operação Lava Jato.

Vaccari foi pego na mentira durante seu depoimento à CPI, afirmando que respondia pelas finanças do PT apenas no período de 2010 a 2015, mas participou de reunião na sede do partido em 2008 para indicar a um empresário, Mendonça Neto da empresa Toyo Setal, como proceder para dar um ar de legalidade a dinheiro de propina, efetuando “doações oficiais”. Mendonça Neto confirmou a reunião. Vaccari só não saiu preso naquele momento pois estava protegido com uma espécie de licença para mentir. Dias mais tarde o então tesoureiro petista foi parar na cadeia.

Na reunião da CPI de hoje, com o depoimento do diretor- presidente da Camargo Correa, Dalton Avancini, o deputado Onyx Lorenzoni questionou a ligação de Renato Duque, operador do esquema de desvios do Petrolão, João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT preso na operação Lava Jato, com a empreiteira. O depoente confirmou A proposta feito por Renato Duque e Vaccari para quitar parcelas atrasadas de propina e que o valor de R$ 10 milhões quitaria a “dívida”.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

INjustiça: PECADO em DOBRO
Sangue do ciclista mancha Justiça que devolve às ruas potenciais criminosos



Depois da morte do ciclista Jaime Gold, de 57 anos, esfaqueado por menores de idade enquanto pedalava na Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões postais do Rio de Janeiro, o governador Luiz Fernando Pezão veio a público lamentar o episódio. Mas, Pezão foi além e criticou a legislação e os juízes pelo aumento da criminalidade.

CUIDADO!!! Carregar uma faixa pode render Lei de Segurança Nacional; botar fogo em ônibus, um papinho no Palácio do Planalto


Ai, ai… Vamos lá. A Polícia Federal resolveu abrir um inquérito, com base na Lei de Segurança Nacional, contra o capitão da reserva da Marinha Sérgio Zorowich, um dos porta-vozes daquele grupo extremamente minoritário que, em protestos contra o governo, pede a intervenção militar. Segundo o próprio Zorowich, sua advogada apurou junto à PF que o objetivo é enquadrar defensores da intervenção militar no Artigo 23 da Lei 7.170 Lei 7.170, que continua em vigor. E o que está escrito lá? Leiam:


Art. 23 – Incitar:
I – à subversão da ordem política ou social;
II – à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições civis;
III – à luta com violência entre as classes sociais;
IV – à prática de qualquer dos crimes previstos nesta Lei.
Pena: reclusão, de 1 a 4 anos.


Suponho, então, que a PF esteja tentado enquadrar essas pessoas no Inciso II. Então vamos ver.

Vocês sabem o que penso sobre intervenção militar. Trata-se de uma bobagem sem fundamento. Os militares são os primeiros a considerar isso. “Você fala com militares, Reinaldo?” Falo. Eles têm desprezo por essa tese. Critiquei aqui duramente até aqueles manifestantes que vieram com a conversa de que essa ação se limitaria apenas a, como disseram, “tirar os bandidos daí” para marcar eleições em seguida. É o que se queria em 1964. Deu no que deu. O país só voltou a ter eleições diretas em 1989. Soldados não foram feitos para governar — nem eles querem isso. Ponto parágrafo.

Em tese, ao menos, esses ditos defensores da ação militar, à medida que se expõem em praça pública e defendem a intervenção, poderiam ser acusados de estar “incitando a animosidade entre as Forças Armadas e as instituições civis”? Forçando um pouco a barra, a gente pode dizer que sim. Embora, claro, seja necessário pesar muita coisa. Carregar uma bandeira é incitar? Gritar um slogan é incitar? Expressar publicamente uma opinião, por mais errada que seja — ou especialmente quando errada — é incitar? O Supremo Tribunal Federal decidiu, por exemplo, por unanimidade que se pode marchar em favor da legalização da maconha. É liberdade de expressão. E consumir maconha é crime. 

Sigamos.

Lei em vigor


É claro que a Lei de Segurança Nacional está ainda em vigor. Foi plenamente recepcionada pela Constituição de 1988. Aliás, em vários textos, defendi que fosse aplicada em 2013. Não contra o povo, que ele não precisa disso. Mas contra os baderneiros.


Quer dizer que a Polícia Federal acha que uns gatos-pingados segurando uma bandeira pedindo intervenção militar põem em risco a segurança nacional, mas não os extremistas que saíram incendiando ônibus?  Mas não algumas ações do MST e do MTST? Se a PF avalia que pode acionar o Inciso II do Artigo 23 contra o senhor Sérgio Zorowich porque ele expressou uma ideia cretina em público, por que essa mesma PF não aciona o Artigo 20 contra baderneiros de extrema esquerda, incluindo os dois movimentos que citei? Afinal, está escrito lá:


Art. 20 – Devastar, saquear, extorquir, roubar, sequestrar, manter em cárcere privado, incendiar, depredar, provocar explosão, praticar atentado pessoal ou atos de terrorismo, por inconformismo político ou para obtenção de fundos destinados à manutenção de organizações políticas clandestinas ou subversivas.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.
Parágrafo único – Se do fato resulta lesão corporal grave, a pena aumenta-se até o dobro; se resulta morte, aumenta-se até o triplo.


Quer dizer que a lei que serve para abrir um inquérito contra supostos radicais de direita — nota: pedir intervenção militar não é de direita; é apenas tolo — não serve para abrir um inquérito contra radicais de esquerda? E não que eu os esteja comparando. Não estou. Querem ver?

Que dano ao patrimônio público ou privado o senhor Zorowich praticou até agora? Quebrou o quê? Depredou o quê? Feriu quem? Matou quem? Da depredação à morte, dá para fazer o elenco dos malefícios provocados, por exemplo, pelos black blocs. Então será assim? Aos inimigos nada, nem a lei, e aos amigos, tudo, menos a lei?  Não gostaram do Artigo 20? Eu lhes ofereço o 15:


“Art. 15 – Praticar sabotagem contra instalações militares, meios de comunicações, meios e vias de transporte, estaleiros, portos, aeroportos, fábricas, usinas, barragem, depósitos e outras instalações congêneres.
Pena: reclusão, de 3 a 10 anos.”


Então o sr. Zorowich é incompatível com a Lei de Segurança Nacional, mas João Pedro Stedile e Guilherme Boulos não apenas são compatíveis como são interlocutores da Presidência da República? O Brasil sofreu já um golpe de esquerda, e ninguém me contou nada? Quando um sujeito grita em praça pública, quase sozinho, que quer intervenção militar, a segurança nacional está ameaçada. 

Quando, no entanto, Boulos emite um comunicado prometendo parar o país se houver corte de verbas do Minha Casa Minha Vida, aí se está apenas exercitando a democracia, certo? Então portar uma faixa pode ser um crime grave, mas comandar uma baderna, com ônibus incendiados, pode render um papinho no Palácio do Planalto? Como esquecer que a Presidência da República recebeu o Movimento Passe Livre?

É uma tática


Parece-me que tentar enquadrar estes que pedem intervenção militar na Lei de Segurança Nacional é só uma maneira de dar relevo a um grupo que não tem importância no coro contra o governo. Além do caráter persecutório contra quem, afinal, apenas expressou uma opinião infeliz, é evidente que fica caracterizada a tentativa de colar a pecha de golpista em todos os que protestam contra o PT ou pedem o impeachment de Dilma.


No Brasil dessa gente, estender uma faixa ameaça a segurança do país, mas bloquear estradas, botar fogo em ônibus, depredar metrô, atacar bancos, destruir laboratórios de pesquisa, invadir prédios públicos, tudo isso, claro!, evidencia o exercício da mais límpida democracia.

Não dá para levar a sério, embora a gente deva, sim!

Tarso volta a demonstrar que não aprendeu nem aritmética na escola que frequentou em Santa Maria


FHC não tinha o direito de falar bobagem ?


JOÃO VACCARI AMEAÇA O PT COM DELAÇÃO PREMIADA


João Vaccari Neto foi preso pela Polícia Federal 
há mais de um mês. Foto: Agência Senado
O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso em Curitiba, deixou a direção do partido em pânico. Sentindo-se “abandonado”, ameaça fazer acordo de delação premiada e revelar à Justiça o papel da “cumpanherada” no assalto à Petrobras. Ligado a Lula, de quem é homem de confiança, Vaccari mandou recados exigindo “postura firme” do partido em sua defesa, inclusive fazendo pressão no Judiciário.

Familiares e amigos próximos de João Vaccari se dizem preocupados com informações sobre o “estado depressivo” do petista, na cadeia.

Acordos de delação na Lava Jato têm sido propostos pelos acusados ao final do primeiro mês de prisão. Vaccari está preso há 36 dias.

Vaccari tem muito a revelar: segundo o ex-gerente Pedro Barusco, o PT recebeu até R$ 200 milhões de propina, entre 2003 e 2013.

João Vaccari anda preocupado com a situação da família, inclusive da cunhada que chegou a ser presa. Ele exige imunidade para todos eles.

Mensaleiros & petroleiros ROUBARAM por OPORTUNISMO e DESEJO


Aumentar limite ao BNDES vai na contramão de qualquer ajuste fiscal



O líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado (GO), criticou e anunciou voto contrário à Medida Provisória 663/14 que aumenta o limite do repasse de incentivos pela União ao BNDES em R$ 50 bilhões. A matéria foi à plenário nesta terça-feira (19/05).

No faroeste americano, os bancos são assaltados. No faroeste à brasileira, um banco usa o dinheiro de gente honesta para financiar a bandidagem de estimação



Se letra fosse gente, o post de Branca Nunes sobre a farra multibilionária do BNDES inundaria este espaço com uma catarata de consoantes possessas, vogais de cabelos em pé e sílabas de trabuco na mão, todas decididas a enquadrar os responsáveis pela abjeção: o antigo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social não existe mais. Subjugado há mais de 12 anos pela seita lulopetista, foi reduzido a avalista de genocida africanos, mecenas de tiranias cucarachas e padroeiro de gigolôs dos cofres públicos.

Privatizado pelo clube dos cafajestes, o BNDES perdeu o rumo, perdeu a vergonha e não para de perder dinheiro arrancado do país que presta. Não é um banco nacional. É propriedade do PT. Cuida do Desenvolvimento Econômico de ditaduras companheiras (e da engorda de contas particulares dos parceiros de pilhagens). O Social acrescentado ao nome de batismo foi sempre um adereço implorando pela guilhotina. O S que completa a sigla é um $ que foge da polícia.

A gastança bancada pelos pagadores de impostos assumiu proporções de tal forma repulsivas que os articuladores das vigarices acharam prudente transformar em segredos de Estado negociatas mais cabeludas. Foi por isso que os contratos fechados pelo BNDES com Cuba e Angola caíram na clandestinidade. Só no fim da próxima década deixarão de ser sigilosas as tenebrosas transações que enterraram o que é nosso em mausoléus stalinistas.

Sem que se saiba quanto já foi pelo ralo, o governo e o BNDES querem mais, muito mais, mesmo que para tanto seja preciso saquear o FGTS. Haja cinismo. E haja deboche, berra a peça publicitária que celebra a “transparência” do banco que negocia nas sombras e assina acertos nas catacumbas. Confira o vídeo acima: ensina que poucos segundos bastam para aplicar uma humilhante bofetada no rosto da nação.

No faroeste americano, bancos são assaltados por bandidos. No faroeste à brasileira, um banco assalta gente honesta e entrega o produto do roubo aos quadrilheiros de estimação. A CPI do BNDES  vai matar de inveja os recordistas do Petrolão.

Coragem, petistas! Mostrem suas panelas




O PT tentou de tudo para fazer contra-ataque a propaganda do PSDB: 'tuitaço' com robôs, joguinho virtual, nota raivosa e um montão de mentiras. Que tal convocar a militância indignada para um panelaço? Du-vi-de-o-dó! Entenda com Joice Hasselmann.

Marco Aurélio está NERVOSINHO


O Verde é o novo Vermelho


“A devoção do IPCC e do governo dos EUA à teoria das mudanças climáticas dos gases efeito estufa é particularmente problemática devido à teoria estar se mostrando uma falha abjeta de proporções históricas. Infelizmente, através dos e-mails do “Climagate” e muitas outras revelações de improbidade científica, agora sabemos que a ciência “estabelecida” nunca foi sobre ciência em primeiro lugar”. (John L. Casey, Dark Winter)


“As causas profundas do aquecimento global não são tratadas como deveriam. A origem do aquecimento global assenta-se no capitalismo. Se pudéssemos acabar com o capitalismo, então teríamos uma solução”. (Evo Morales, presidente da Bolívia)

Evo Morales é um socialista radical cujo herói é Che Guevara. Ele deseja acabar com o capitalismo, e oferece um argumento para fazê-lo. Há muitos outros que secretamente desejam o que Morales deseja. Mas eles não querem levantar uma bandeira vermelha como ele faz. Ao invés disso, eles levantam uma bandeira verde. É claro, eles não se preocupam verdadeiramente com o meio ambiente. A teoria do aquecimento global antropogênico é uma arma ideológica utilizada por anticapitalistas. Uma vez que uma decisiva maioria acredite no aquecimento global, o capitalismo está acabado. Esta é, antes de tudo, a razão para a teoria do aquecimento global antropogênico.


Vivemos numa época de falsificações. Há um mecanismo de desinformação por trás desta falsificação. Ele é muito poderoso, e esmaga seus inimigos. Alguém pode dizer, com propriedade, que este mecanismo é comunista (porque não possuímos outra palavra para isto). Antes de tratar do objeto em mãos, o leitor deveria primeiro considerar a mentira ultrajante que é a teoria do aquecimento global antropogênico. Quando nos é dito por líderes oficiais do governo que 97% dos cientistas acreditam no aquecimento global antropogênico, e descobrimos que isto não é verdade, é um caso claro de mentira organizada e coordenada. Quando dados científicos são falsificados, e carreiras científicas são ameaçadas, vemos a evidência de uma conspiração impiedosa que não vai parar por nada. Quando vemos que as temperaturas estão decaindo, e os invernos estão tornando-se mais frios ao invés de quentes, e vemos também que a propaganda dos gases estufa continua a intensificar-se, somos levados a concluir que estamos confrontando a atual encarnação da grande mentira. Adolf Hitler descreveu a grande mentira em Mein Kampf, no capítulo 10 (tradução para o inglês de James Murphy):


“... na grande mentira há sempre uma certa força de credibilidade; porque as grandes massas de uma nação sempre são mais facilmente corrompidas nos estratos profundos de sua natureza emocional do que conscientemente ou voluntariamente; então, na simplicidade primitiva de suas mentes, mais prontamente caem vítimas da grande mentira do que de pequenas mentiras, visto que eles quase sempre dizem pequenas mentiras em questões menores mas se envergonhariam de utilizar-se de falsificação em larga escala. Nunca ocorreria a suas mentes fabricar inverdades colossais, e não acreditariam que outros pudessem cometer a imprudência de distorcer a verdade tão infamemente. Apesar de fatos que provem que as coisas são assim possam ser trazidos claramente a suas mentes, eles ainda duvidarão e hesitarão, e continuarão a pensar que pode haver alguma outra explicação. Pois a mentira grosseira e imprudente sempre deixa rastros atrás de si, mesmo após ter sido precisamente esclarecida, um fato que é conhecido por todos os mentirosos especialistas do mundo que conspiram juntos na arte de mentir”.

O comunismo e todos os movimentos totalitários correspondentes dependem da grande mentira. E se a teoria dos gases estufa do aquecimento global participa desta técnica, então devemos confirmar que se trata de uma arma de propaganda – utilizada num ataque coordenado e organizado ao capitalismo (como indicou Morales).

John L. Casey é um antigo engenheiro da NASA. Seu livro, Dark Winter, discute a ciência climática em termos de ciclos solares. De acordo com Casey “as principais mudanças que estão ocorrendo no clima já têm abalado as bases da ideia de que a espécie humana controla o clima”. A evidência científica, se adequadamente observada, mostra que não tem havido aquecimento global nos últimos dezessete anos. Casey também diz que “o verdadeiro registro da tendência da temperatura global mostra que os oceanos e a atmosfera têm, na verdade, resfriado na maioria dos últimos onze anos”. O sol passa por ciclos, e de acordo com Casey, passamos por um ciclo de resfriamento, com as temperaturas mais baixas previstas para ocorrer entre 2031 e 2037. “É importante observar”, diz Casey, “que o período de aquecimento entre 1990-2010 será o último registro de aquecimento pelos próximos 206 anos...”

Em novembro de 2008, o Professor Don J. Eastbrook da Western Washington University escreveu um artigo intitulado Global Cooling is Here. Neste artigo ele declarou categoricamente: “O aquecimento global terminou”. O incremento momentâneo de CO2 antropogênico na atmosfera não foi a causa do aquecimento, foi a continuação de ciclos naturais que ocorreram nos últimos 500 anos”. Recentemente Michael Bastach publicou um artigo no Daily Caller sobre Jürgen Langeheine, um físico do European Institute for Climate baseado na Alemanha, que diz que a irradiação solar tem diminuído desde 1998, “e poderia alcançar valores similares àqueles do início do século XX. É prevista uma queda nas temperaturas globais nos próximos anos. Bastasch esceveu um outro artigo em 2013 intitulado “Scientits predict a century of global cooling” (Cientistas preveem um século de resfriamento global) no qual declarou: “ Os cientistas … têm cada vez mais se voltado contra o consenso do aquecimento global e argumentado que o mundo está na verdade em direção a um século mais frio”.

Dois anos atrás 125 cientistas enviaram uma carta aberta ao Secretário Geral da ONU Ban Ki-Moon declarando que: “Nós, abaixo assinados, qualificados em questões relacionadas ao clima, gostaríamos de declarar que o conhecimento científico atual não comprova suas afirmações (de que o aquecimento global está provado)”. Estes cientistas vão além e declaram que não houve nenhum aquecimento global durante os últimos 16 anos. Na verdade, a carta diz que os oficiais da ONU deveriam estar mais preocupados a respeito do resfriamento do que do aquecimento global.

Como a teoria do aquecimento global antropogênico tornou-se tão poderosa a ponto de que 125 cientistas climáticos tenham escrito uma carta ao Secretário Geral da ONU para reclamar? E por quê a carta foi ignorada pelo Secretário Geral e pelo Presidente dos EUA? Alguém poderia dizer que a carta dos cientistas foi completamente inútil. Claramente, há um poder trabalhando. Um poder que deseja triturar a verdade, a ciência e a razão em poeira. Este poder, na verdade, suplantaria a própria ciência com um novo conjunto de superstições, apenas para garantir sua supremacia. Não possui respeito pela verdade, a qual ele informalmente transforma em pó. Este poder não possui nenhum respeito pela civilização. É um poder originado dos descontentes que têm existido em cada país, e que governam em alguns países chamados de “comunistas”. Estas pessoas têm características especiais, e operam através de redes ocultas e organizações de fachada. Ao longo dos últimos 90 anos eles têm sido responsáveis por muitas falsificações e mentiras escandalosas. O aquecimento global antropogênico não é sua única nem primeira mentira.

No livro de Pete Earley, Comrade J, aprendemos que a teoria “científica” do inverno nuclear originou-se por ordens dadas pelo chefe da KGB Yuri Andropov. Carl Sagan, uma figura popular na TV Americana, foi o principal patrocinador público da tese do inverno nuclear, especialmente em relação ao famoso estudo TTAPS (que supostamente validava a teoria). O antigo oficial da KGB Sergei Tretyakov disse a Earley: “Não sou um cientista, nem nunca encontrei o Sr Sagan... O que tive foram diversas conversas com os antigos oficiais da KGB responsáveis pela propaganda científica durante aquele período, e me foi dito, repetidas vezes, que a KGB foi a responsável pela criação da estória inteira do inverno nuclear, para impedir os misseis balísticos fossem implementados por Reagan”. Tretyakov posteriormente declarou: “Não sei se o Sr Sagan soube algum dia que a KGB estava por trás deste esforço, mas dentro da KGB a propaganda do inverno nuclear era considerada o exemplo máximo de como a KGB tinha alarmado o Ocidente pela ciência...”

Novamente, a técnica da grande mentira, sustentada por agentes da KGB, pôde ser espetacularmente bem sucedida. Seres humanos são animais de “bando”, e aceitam facilmente ideias errôneas que são apresentadas como populares e amplamente aceitas. Tais ideias tornam-se então aceitas através de um processo de hipnose e autossugestão em massa. Quando estudamos a Alemanha nazista e vemos quão rapidamente a opinião profissional foi influenciada por Hitler, e o calibre das pessoas que aderiram ao nazismo, ficamos chocados. Mas não deveríamos ficar chocados. Farsas espetaculares e ideologias falsas estão continuamente infectando a opinião pública nos tempos modernos. Conosco, é um desvario após o outro. Se usarmos nossa intuição, e consultarmos nosso sentido de reconhecimento de padrão, a farsa do aquecimento global se parece muito com a farsa do inverno nuclear. Ambas envolvem o uso de modelos de computador – que não são científicos de maneira alguma. Ambas envolvem a politização da ciência.

Rastrear a origem da grande mentira naturalmente nos leva a questões a respeito dos grandes mentirosos. O vice-presidente Al Gore, o propagandista em chefe do aquecimento global, começou como criatura política do empresário Armand Hammer, que era ligado aos soviéticos. Saber quem era Hammer é saber algo a respeito de Al Gore. Encorajo os leitores a obterem um livro, Dossier: The Secret History of Armand Hammer, escrito por Edward Jay Epstein. Ele demonstra que Hammer trabalhou para inteligência soviética. Isto é clara e cuidadosamente documentado por Epstein. E então a genealogia do aquecimento global fica assim: (1) O agente soviético Armand Hammer patrocinou a família Gore; (2) Albert Gore Jr. patrocinou a teoria do aquecimento global antropogênica; (3) esta teoria tem tido poderoso impacto negativo sobre a economia dos EUA; (4) a teoria é promovida a despeito das evidências científicas em contrário; (5) cientistas que se opõem à teoria são, quase sempre, excluídos.

Al Gore é um homem com uma mente medíocre, dificilmente distinguido por quaisquer realizações ou virtudes. Se ele realmente escreveu os livros que carregam seu nome, não podemos dizer que sejam trabalhos de literatura. E por seu valor científico, bem, não há ciência real neles também. Ainda, neste mundo de falsas aparências com suas fraudes políticas, Al Gore recebeu um Prêmio Nobel da Paz. E quando esteve no Norwegian Nobel Institute, em dezembro de 2007, Gore fez as seguintes observações:

“Nós, a espécie humana, estamos enfrentando uma emergência planetária – uma ameaça à sobrevivência de nossa civilização que está acumulando assustador potencial destrutivo mesmo enquanto nos reunimos aqui. Mas há notícias promissoras também: possuímos a capacidade de resolver a crise e evitar o pior – embora não todas – de suas consequências. Se agirmos corajosamente, decidida e rapidamente”.

Esta ação corajosa e decisiva que Gore defende já está envolvida em bilhões em perdas para empresários e pagadores de impostos americanos. E com o enfraquecimento econômico vem o enfraquecimento militar. Aqui está o verdadeiro propósito da farsa do aquecimento global. Como relatado pelo The Guardian UK, Gore recentemente desistiu da oferta por um novo domínio web “verde” em favor de uma organização apoiada por Mikhail Gorbachev. Bem, é claro, há uma hierarquia entre estas pessoas.

Em tudo isso temos apenas, e mal, arranhado a superfície. Um pesquisador na Alemanha recentemente enviou-me um ensaio do acadêmico soviético Ivan Frolov, escrito em 1982. Neste ensaio, “Global Problems and the Future of Mankind”, Frolov destaca que “a poluição do ambiente, a destruição de ecossistemas, a extinção de muitas espécies... têm agora alcançado proporções ameaçadoras”. Estas “perigosas desarmonias nas interações do homem com a natureza estão associadas com … a formação socioeconômica capitalista...” Portanto, estas desarmonias requerem um “transformação social fundamental” para serem resolvidas. Em outras palavras, como Evo Morales deixou perfeitamente claro, o ambientalismo é o caminho para o socialismo. “Como resultado da formação de uma camada de dióxido de carbono ao redor da Terra, que a envolve como uma cobertura de vidro”, escreveu Folov, “a ameaça de mudanças desfavoráveis no clima têm crescido a ponto de transformar nosso planeta azul numa enorme estufa... com possíveis efeitos catastróficos”.

Como um oficial comunista e futuro membro do Politburo, Frolov estava colocando o aquecimento global antropogênico num contexto político – anos antes de se tornar tema dominante no Ocidente. O fato de que Al Gore tenha seguido a fórmula de Frolov, do usar o ambientalismo como arma política, e o fato de que a família Gore foi patrocinada por Armand Hammer, deveria dar ao leitor alguma indicação do que se trata o aquecimento global. Com a declaração do presidente Evo Morales da Bolívia, encontramos no aquecimento global a justificação para a substituição do capitalismo pelo socialismo. Em 1996 Mikhail Gorbachev admitiu que as “ameaças da crise ambiental serão o desastre internacional chave para a abertura da Nova Ordem Mundial”. Como Frolov observou em 1982, “o efeito de tal abordagem poderia ser enorme se ela também puder ser aplicada em ampla escala internacional, em situações nas quais os interesses da humanidade em geral estejam prejudicados pelas atividades de pessoas individuais ou organizações perseguindo interesses privados” (Grifos meus).

As operações de desinformação da KGB/SVR não são ficção. Estão acontecendo em torno de nós. A desinformação de amanhã ainda não é conhecida, mas o que quer que ela venha a ser, acreditaremos nela. Em 1959, durante uma visita aos EUA, Khrushchev disse ao secretário de Agricultura Ezra Taft Benson: “Seus netos viverão sob o comunismo”. Quando Benson tentou argumentar a questão, Khrushchev supostamente disse: “Vocês americanos são tão ingênuos. Não, vocês não aceitarão o comunismo completo, mas alimentaremos vocês com pequenas doses de socialismo até que vocês finalmente despertem e descubram que já estão sob o comunismo”. Este tipo de ostentação, que é tão cheio de confiança, poderia ter sido feito apenas por um homem que já tivesse visto muitas operações bem sucedidas.

Segundo pesquisa Gallup realizada em 2014, aproximadamente 40% dos americanos são “crentes preocupados” com o aquecimento global, enquanto que apenas 25% são solidamente céticos. Como informado pelo New York Times, “Uma esmagadora maioria do público americano, incluindo metade dos Republicanos, apoiam as ações governamentais para reduzir o aquecimento global, de acordo com uma pesquisa realizada pelo NYT, a Stanford University e o grupo pesquisa ambiental apartidário Resoucers for the Future”. Foi dito que esta pesquisa terá “implicações para a campanha eleitoral de 2016”. De acordo com a pesquisa, é improvável que os eleitores votem num candidato que questione ou negue a ciência por trás do aquecimento global.

A pesquisa acima sugere que o próximo presidente dos EUA estará pronto para assinar uma legislação de gases estufa. A única coisa que precisamos, para a paralisação de nossa economia, é dos Democratas no controle de ambas as casas do Congresso. De acordo com a Heritage Foundation em 2008, os regulamentos propostos pela Agência de Proteção Ambiental a fim de cooperar com o aquecimento global foram tão loucas que, efetivamente, teriam custado trilhões de dólares e milhões de empregos. Não sabemos quão estreitamente temos escapado dessas regulamentações. O fato de que alguns oficiais do governo estejam literalmente insanos, e que a referida insanidade tenha sido induzida neles por agentes de influência trabalhando para um poder estrangeiro hostil, não é discutido ou suspeitado em lugar nenhum. As pessoas são tão ignorantes com respeito à existência de agentes de influência e do trabalho que executam, que o assunto raramente vem à tona em qualquer contexto. É apenas quando percebemos a escala colossal do esquema do aquecimento global que uma explicação para seu propósito grita ao nosso senso comum.

Um poder está trabalhando. De que modo uma ideia falsa poderia prevalecer sobre os fatos, a razão, o senso comum e nossa experiência diária do clima? Milhões de pessoas em ambos os Hemisférios têm experimentado agora invernos mais rigorosos e verões menos rigorosos. Como isto pode ser explicado pelo público do aquecimento global? Eles afirmam que é devido ao “vórtice polar”. Sim, é isto mesmo. Os invernos estão mais frios porque o planeta está aquecendo. E se você acredita que este vórtice é nonsense, então, provavelmente, poderia ser negado a você permissão para votar ou operar maquinário pesado. Como disse memoravelmente um cidadão soviético, o indivíduo não é meramente oprimido pela grande mentira. Ele é efetivamente humilhado por sua estupidez. Quanto mais ultrajante a mentira, mais desvalorizado o indivíduo, provando a ele que sua razão não importa.

Há também a destruição de carreiras de muitos que têm argumentado ativamente contra o aquecimento global. O fato de que isto também faz parte do estilo soviético não deveria ser negligenciado. A destruição dos dissidentes, não por argumentos, mas por punição administrativa, é típica do totalitarismo. Os cientistas que discordam do aquecimento global são numerosos, ainda que estejam efetivamente intimidados por pessoas que não possuem ética ou integridade. Cada vez menos cientistas desejam falar, visto que eles podem facilmente adivinhar quais serão as consequências. Exemplos de cientistas perseguidos por discordância ao aquecimento global incluiriam o professor Murry Salby na Austrália, e o Dr Robert Carter. Há também o caso do Dr Caleb Rossiter, professor adjunto na American University, que foi demitido ano passado por um think tank progressista após expressar publicamente dúvidas a respeito do aquecimento global. Lennart Bengtsson da University of Reading na Inglaterra disse temer por sua segurança por conta de uma caça às bruxas na academia levada a cabo por ativistas americanos do aquecimento global. Estas e outras estórias apenas arranham a superfície. Infelizmente, em relação a tudo isso, vemos a utilização do termo “MacCartismo do aquecimento global”. Mesmo aqui, na tentativa de expor as táticas perversas de intimidação e censura, caímos na armadilha de adotar o chavão do inimigo – a coisa real que tornou tudo isso possível; que foi a destruição do senador Joseph McCarthy, e aquela velha inversão de propaganda, nas quais as táticas dos inimigos de McCarthy eram atribuídas à McCarthy! Na medida em que somos condicionados por uma falsa história, não vejo como podemos nos defender contra as táticas subversivas a menos que primeiro entendamos a história destas táticas, e aquelas pessoas já vitimizadas por elas. (Veja o recente ensaio de Diana West).

Concluindo, deve ser admitido que o verde é o novo vermelho. Oh sim, sem nenhuma dúvida. E que é por isso que o secretário-geral do Partido Comunista Soviético, Mikhail Gorbachev, tornou-se o líder da Cruz Verde Internacional. É por isso que os mais altos agentes do Kremlin na América apoiam o aquecimento global. Aqui está o testemunho do poder do comunismo nos EUA. É claro, muitos leitores acharão que esta análise é paranoica. Bem, paramos de lutar contra a subversão comunista há muito tempo. Dado este fato, devemos esperar ver comunistas na Casa Branca, no Congresso, na Burocracia Federal. Devemos esperar encontrá-los no Partido Republicano, e escrevendo artigos nas páginas do National Review. Hoje o governo nos diz que os invernos são mais frios devido ao aquecimento global, e que o programa nuclear Iraniano nos deixará mais seguros. Procurar pela origem destes contos de fadas, e extrair uma conclusão apropriada, não é paranoia. É o caminho para a sanidade.


Tradução: Flávio Ghetti



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[Nota: Para aqueles interessados, vejam o documentário da BBC, The Great Global Warming Swindle]

As manobras para impedir votação da convocação de Lula

Por Onyx Lorenzonni


Deputado fala sobre as manobras petistas para impedir a votação de requerimento que convoca Lula a dar explicações na CPI da Petrobras. Se aproveitando do regimento que impede que qualquer comissão vote requerimentos após o início de sessão no Plenário, os petistas enrolaram 4 horas e meia para que a convocação de Lula não fosse votada.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

5 meses de Extorsão



Os brasileiros trabalharam de janeiro a maio para sustentar o governo com o dinheiro de impostos.