segunda-feira, 13 de abril de 2015

12 de Abril: Indignação contra Dilma e o PT continua em alta


Manifestação contra o governo do PT, em São Paulo
Manifestação contra o governo do PT, em São Paulo
(Paulo Whitaker/Reuters)
Protestos reúnem cerca de 675.000 pessoas em 24 Estados de Norte a Sul, além do Distrito Federal. Atos demonstram que os protestos vieram para ficar.

Brasileiros de quase todas as unidades da federação voltaram às ruas neste domingo para protestar contra a corrupção e a inépcia instaladas no governo federal. O protesto reuniu 275.000 pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo, e se repetiu em pelo menos 200 cidades. Mais uma vez, sem serem convocados por sindicatos ou partidos políticos, centenas de milhares de pessoas expressaram seu descontentamento com a atual gestão. Embora em menor número do que no dia 15 de março - estima-se que cerca de 600.000 pessoas tenham ido às ruas neste domingo -, eles deixaram claro o sentimento de revolta que, de acordo com as pesquisas de opinião, atingem a maioria do povo brasileiro. Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado pelo instituto indica que 63% dos brasileiros são favoráveis à abertura de um processo de impeachment contra a presidente por causa do escândalo do petrolão. Para 57% dos entrevistados, Dilma sabia do esquema de corrupção na Petrobras e deixou que ele acontecesse. Somada a uma pesquisa com resultado tão desfavorável ao governo, a volta das pessoas à rua é a prova de que a indignação contra Dilma e o PT segue em alta.

Na maior parte das cidades, a manifestação deste domingo foi menor que a do 15 de março. Por outro lado, o movimento ganhou capilaridade. Havia manifestantes organizados contra Dilma em cidades como Laranjal do Jari (AP), São João do Panelinha (BA), Goianésia (GO), Carvalhópolis (MG), Dois Vizinhos (PR) e Imbé (RS). Um mês atrás, os protestos ocorreram em apenas 160 municípios. Flávio Brado, um dos líderes do Vem Pra Rua, comemorou o número de manifestantes e disse que o mais relevante neste domingo foi o aumento no número de cidades com protestos. "Mais importante que o número de pessoas aqui em São Paulo, que já sabemos que nos apoia, foi conseguirmos duplicar, triplicar, o número de municípios que tiveram manifestações contra o governo", afirmou. Segundo ele, o foco agora é levar as demandas populares a Brasília. "Nesta semana, formalizaremos item por item o que tem de ser feito. O voto distrital puro e não obrigatório será uma dos pedidos do grupo".

Em Salvador, protesto contra o governo da presidente Dilma Rousseff e contra o PT (Partido dos Trabalhadores)
Salvador, protesto contra o governo da presidente Dilma Rousseff e contra o
PT (Partido dos Trabalhadores) (Foto: Vem Pra Rua/Divulgação)
A queda no número de manifestantes pode ser atribuída a vários fatores. O 15 de março foi fruto de um longo trabalho de organização de movimentos independentes como Vem Pra Rua, Brasil Livre e Revoltados On-line, que começaram a convocar participantes pelas redes sociais quase dois meses antes. Na semana que antecedeu aquele protesto, dois fatos contribuíram para acirrar os ânimos: o pronunciamento em rede nacional da presidente no dia 8, saudado com um panelaço, e a tentativa do PT e de aliados do sindicalismo de promover uma contramanifestação na antevéspera do movimento.

Neste domingo, nenhum desses fatores esteve presente. O tempo de organização foi menor e o governo e o PT se mantiveram em silêncio antes da manifestação. O foco do noticiário na última semana foi o Legislativo, com a votação do projeto de lei sobre a terceirização (um dos assuntos mais comentados das redes sociais) e a prisão de três ex-deputados na Operação Lava Jato.
Desenhos contra presidente Dilma Rousseff chamam a atenção durante manifestação na Avenida Paulista, São Paulo
Desenhos contra presidente Dilma Rousseff chamam a 
atenção durante manifestação na Avenida Paulista, 
São Paulo (Foto: Ricardo Matsukawa/VEJA)

Fora PT

Um dos líderes do Movimento Brasil Livre, Renan Haas, avaliou que, mesmo menor, o protesto deste domingo foi positivo porque, ao contrário de 15 de março, todos os grupos se uniram para pedir a saída da presidente. "Acho que houve menos gente, mas houveram manifestações em um número bem menor de cidades. Mas foi positivo porque a mensagem dessa vez ficou clara. Ninguém estava aqui por uma pauta genérica de corrupção, mas todos os grupos estavam pedindo o impeachment de Dilma Rousseff", afirma.

Manifestante na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro
Especialmente na era das redes sociais, contudo, a ida às ruas é apenas uma das formas de expressar insatisfação com o governo. A diminuição no número de manifestantes não é necessariamente um sinal de aumento na aprovação do governo. É o que também diz uma pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado: o nível de aprovação de Dilma Rousseff está estacionado em 13%. A permanência da pressão popular sobre o governo, evidenciada pelas manifestações deste domingo, deve dificultar o esforço do Planalto para sair da crise de múltiplas faces em que se envolveu.

Os petistas, entretanto, enxergam um princípio de reação do Executivo. "O governo está tomando todas as iniciativas: no combate à corrupção, no ajuste fiscal, atuando contra o projeto de lei da terceirização. A presidente está conseguindo responder bem", afirma o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

O líder do PT na Câmara, Sibá Machado (PT-AC), admite que ainda é cedo para falar em uma reação definitiva do governo, mas vê sinais de recuperação. "Os números da Petrobras, a questão da articulação política do governo com o Michel Temer, isso somado vai dando uma conotação nova. A popularidade da presidente Dilma não cai mais e tende a subir agora", avalia. Na visão dele, entretanto, o governo só conseguirá se reerguer em definitivo se conseguir aprovar as medidas do ajuste fiscal no Congresso.

Coube, inclusive, ao vice-presidente comentar os protestos em nome do governo. Recém-chegada do Panamá, onde participou da Cúpula das Américas, Dilma passou o dia reclusa no Palácio do Planalto. Durante velório do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), ex-senador e ex-deputado gaúcho gaúcho Paulo Brossard, morto neste domingo em sua casa em Porto Alegre, Temer disse que o governo está atento às manifestações. "O governo está prestando atenção. Elas revelam, em primeiro lugar, vou dizer o óbvio, uma democracia poderosa. Mas, em segundo lugar, o governo precisa identificar quais são as reivindicações e atender as reivindicações. É isso que o governo está fazendo."

Já a oposição afirma que os protestos deste domingo têm um recado ainda mais claro do que os de 15 de março. "O governo não pode se iludir com essa redução no número de pessoas. A manifestação dessa vez foi mais enfática em relação ao impeachment. Essa é uma proposta que está sendo assimilada", diz o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). De fato, o grupo do Vem Pra Rua, principal organizador dos atos, só passou a defender o impeachment depois do protesto do mês passado.

O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), afirma que a indignação com o governo permanece elevada: "Não se consegue em toda mobilização repetir a quantidade de povo na rua, mas permanece o sentimento de indignação com relação à corrupção, ao estelionato eleitoral patrocinados pela presidente Dilma e pelo PT e à crise econômica que está afetando o bolso do brasileiro", diz.

Em sua página no Facebook, a ex-candidata à presidência Marina Silva também opinou sobre os protestos desde 12 de abril: "Menos gente nas ruas não significa menor insatisfação; ao contrário, pode até significar um aumento da desesperança, o represamento de uma revolta que pode retornar mais forte depois de algum tempo".

Os protestos e a baixa popularidade de Dilma têm efeito também sobre o Congresso. Com a oposição ao governo nas ruas, muitos parlamentares de partidos formalmente governistas, como PMDB, PP e PR, passaram a complicar a vida do Planalto - se não por pudor e convicção política, por sobrevivência. Os sinais desse realinhamento têm sido notados pelo governo desde o início do ano. Ao adotar oficialmente a defesa da redução de ministérios, por exemplo, a bancada do PMDB na Câmara fez uma clara tentativa de se alinhar ao eleitorado insatisfeito.

Os atos deste domingo e os de 15 de março deixam claro que os chamados movimentos sociais têm agora uma nova conotação - e já não são mais representados exclusivamente pela esquerda ou cooptados pelo PT. De Norte a Sul do país, o discurso petista encontra contraponto em brasileiros que estão dispostos a externar sua indignação, sem que sejam pagos ou convocados a fazê-lo. Não importa quantas pessoas levem às ruas, os recentes protestos não são fruto de um reflexo instantâneo e irrefletido - vieram para ficar. O governo e seus aliados foram responsáveis por devolver às ruas manifestantes apartidários. Mesmo que haja um arrefecimento temporário, não há razão para crer que essa marcha vá parar agora que a militância espontânea está mais organizada e tem uma pauta bem estabelecida. Que o governo se habitue a isso.

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(Com reportagem de Eduardo Gonçalves, Victor Fernandes e Talyta Vespa)

PUNIÇÃO A UM HEROI - FERRAÇO CRITICA COVARDIA DO GOVERNO AO PUNIR SABOIA


PARA O SENADOR, O ITAMARATY PUNIR SABOIA É 'O AVESSO DO AVESSO'

O SENADOR RICARDO FERRAÇO ACHA QUE A ATITUDE DE SABOIA (DIR.) 
FOI BASEADA NUM PRINCÍPIO NOBRE: A VIDA HUMANA.
A punição do diplomata Eduardo Saboia “foi uma decisão absurda e covarde” do governo, para o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que presidiu a Comissão de Relações Exteriores do Senado. E lembra a canção de Caetano: “O avesso do avesso do avesso do avesso”.

Eduardo Saboia foi suspenso por vinte dias porque salvou a vida de um senador boliviano, Roger Molina, que, perseguido por Evo Morales, estava asilado havia 455 dias na embaixada do Brasil em La Paz.

Para Ricardo Ferraço, a decisão do Saboia, salvando a vida de Molina, “foi absolutamente compatível com os princípios que devem mover nossa política externa: os direitos humanos e o asilo político.” Segundo ele, foi uma decisão focada num princípio nobre: a vida humana.

domingo, 12 de abril de 2015

Caros amigos brasileiros e democratas

Por Carlos Leger Sherman Palmer

As demonstrações de brasilidade, diante dessa situação de caos do nosso país, não são privilégio das capitais. Muitas cidades menores do país se organizaram no dia 15/3, e mostraram que fazem parte desse todo, que não se conformam com o estado lamentável que deixaram o Brasil nesses 12 anos petistas. Todos nós vamos sofrer ainda mais com os desatinos desse desgoverno, que prati cou um sórdido estelionato eleitoral, enganando a tantos brasileiros que acreditaram nas mentiras vergonhosas assacadas durante os debates.

Sua vida, sua propriedade e seu bem estar estão ameaçados todos os dias, e tiram dos nossos bolsos, em impostos, o dinheiro que nós ganhamos com o trabalho honesto, e que deveriam devolver com os serviços sociais - não falidos -, que teriam a obrigação de prestar. As nossas chances de progresso pessoal e profissional estão cada vez mais limitadas. É um país desacreditado e sem rumo.

Aí está, para nosso desespero, inflação desenfreada, paralização geral da indústria, comércio fechando as portas, desemprego crescente, Petrobrás devastada, PIB ridículo de 0,1%, professores mal remunerados e com salários atrasados, o abandono do FIES, o baixo desempenho do Enem, o IDH mais baixo dos últimos anos, fuga dos investimentos externos, bolsa de pagamentos negativa, in sistência com os 39 ministérios inoperantes, novos dados da corrupção explodindo a cada dia, cada vez que levantamos a tampa do lixo institucional, aposentados sem aumentos, bolsa família com elevados aumentos (?), insegurança geral dos trabalhadores, indústria automobilística à beira da falência, com os pátios superlotados, governo fragilizado e sem rumo, PMDB se descolando da base aliada do PT.

Dilma declarou nos debates, que os fundamentos econômicos eram robustos, que a oposição era golpista, e mudou tudo ao tomar posse. E onde estão as reformas prometidas? Não nos esqueça mos do mensalão, quando a cúpula do PT foi toda para a cadeia, e agora do vergonhoso Petrolão, organizado pelos petista segundo o seu ambicioso projeto de poder.

E qual a consequência de tudo isso? Tome aumento dos impostos, das tarifas de água, da energia, das comunicações, dos alimentos, do combustível, de TUDO (e vem mais ...). Além disso, a Pátria Educadora acaba de cortar 20% do orçamento da Educação. QUE PAÍS É ESTE???

É assustador imaginar que o Brasil está mergulhado nessa grave crise sem que o governo reconheça os seus erros. Ao contrário, continua agindo com a costumeira arrogância, desafiando todos nós, de todas as cidades, a irmos para as ruas mostrar que somos povo e exigimos a tomada de decisões sérias e objetivas, para salvar o Brasil e reorientar o nosso futuro.

Brasileiros de todos os rincões, de todas as cidades, de todos os vilarejos, não podemos nos furtar a fazer a nossa manifestação de repúdio a tudo isso que afeta igualmente a cada um de nós, indi ferentemente de classes sociais. É hora de mostrar que não somos acomodados, somos brasileiros atentos, vibrantes e indignados, e estaremos, sim, incorporados a esse gigantesco movimento cívico de salvação de nossa pátria, no próximo domingo (12/04), como estivemos, orgulhosamente, no dia 15/03.

Concitamos as lideranças dos municípios, de todas as atividades e classes sociais, a se movimentarem ativamente através da internet, fazendo um grande chamamento para todos os seus conta tos. Vamos acionar a Maçonaria, as Associações Comercial, dos Professores, dos Médicos, dos Funcionários Públicos, enfim, todos os grupos representativos da cidade. Vamos dar a nossa demons tração de Força Patriótica. Vamos para a praça com camiseta verde ou amarela, bandeiras desfraldadas e faixas contra esse desgoverno (contra a corrupção, a inflação, os impostos extorsivos, o desemprego, os desmandos, a falta de vergonha dos dirigentes, etc.. A principal delas: “ELES NÃO ENTENDERAM NADA!!!” .

Os nossos descendentes, com certeza, vão se orgulhar de cada um de nós que dermos presença nas ruas, seja com Sol ou com chuva!

Comecem a se preparar e a divulgar a partir de agora. Será a nossa grande chance de responder a Lulla, que declarou que a Manifestação “seria um fiasco”.

“O BRASIL ESPERA QUE CADA UM CUMPRA COM O SEU DEVER!!!”

DIA 12/04, todos na rua!


Carlos Sampaio trucida Vaccari na CPI da Petrobras e prega extinção do PT

Por Dep. Carlos Sampaio


ESTRATÉGIAS DE UM PARTIDO EM DESESPERO

Por Marco Antonio dos Santos

A oportunidade para uma sociedade ameaçada

Diante da crise de credibilidade, da desmoralização política e da pressão da sociedade, por intermédio de seus segmentos organizados e das massas que se manifestam ordeira e democraticamente, contra a corrupção e os descalabros econômicos e administrativos praticados nos últimos 12 anos, o PT lançou dia 30 março seu manifesto.

O documento, com características panfletárias, mantém a linha ideológica fascista de sempre, promovendo falácias a respeito de feitos não realizados, distorcendo fatos graves gritantemente denunciados pela mídia e apresentando-se como vítima de uma suposta elite de direita ou de extrema-direita, sem esclarecer de quem se trata e os motivos para que isso aconteça.

São golpistas querendo se apresentar como vítimas de complôs.

O que não querem, isto sim, é perder as benesses do poder que lhes oferece os cofres públicos em condições de ser expropriados e a oportunidade de manter, no longo prazo, o ideal de impor o tal socialismo bolivariano do Foro de São Paulo.

Sim, a intenção do PT nunca foi a democracia, mas o acesso ao poder para impor a ditadura de um falso proletariado.

O Foro de São Paulo, essa maléfica entidade criada nos anos 1990, sob a égide de guerrilheiros narco-marxistas e movimentos de massa ideologizados por uma esquerda arcaica e surreal, que imaginava conseguir criar uma frente anti-imperialista na América Latina, inclusive o PT, talvez imitando uma falida bipolaridade mundial, não é explicitamente mencionada, mas está bem caracterizada na resolução de número 10 do citado documento.

Nada mais utópico e ridículo diante da conjuntura de inicio do Século XXI.

Mas, o importante é que o partido demonstra no documento que está dividido e perdendo militância, que sempre foi o seu ponto forte, que está na defensiva estratégica, diante de um quadro adverso, e que precisa "agitar e mobilizar" forças integrando a sempre fracassada "ampla frente de partidos e setores partidários progressistas, centrais sindicais, movimentos sociais e do campo".

Em outras palavras, quem conhece a história sabe disso, a sociedade democrática deve esperar: agitação, propaganda e o costumeiro desrespeito à ordem pública e ao direito de propriedade.

O partido não descuida, contudo, de objetivos, que chama de intermediários e estratégicos, dentro de uma "plataforma de mudanças", como a "democratização da mídia" (leia-se censura, estatização e fechamento de meios de comunicação), imposto sobre grandes fortunas (pela alavancagem metodológica feita para criar uma nova classe média, isso deve significar mais impostos para quase todos) e reforma política de modo a garantir a permanência no poder.

Entre objetivos legítimos e à primeira vista de elevado interesse social, o PT mascara a "radicalização da política", um de seus dogmas, com a qual pretende retomar a "ideia fundadora da construção de uma nova sociedade", como consta, bastante explicitamente, em seu "Manifesto de Fundação", lá nos idos 1980 e agora invocado.

O manifesto é, ao mesmo tempo, um chamamento à militância e um alerta à sociedade de que os velhos tempos de "ações de massa" estão de volta contra o que o partido considera uma "campanha ofensiva de cerco e aniquilamento do partido" promovido pelos "maus perdedores" de novembro de 2015.

O PT abusa de sofismas que não resistem a uma análise mais séria quando se compara o que fizeram ao país em pouco mais de uma década e que revelam seus propósitos de dominação da sociedade e de associação com regimes ditatoriais e com outros acusados de terrorismo. A isso chamam de partido "sem dogmas e em busca da paz mundial".

Mentiras, dissimuladas em estratégias de desinformação bem urdidas por seus propagandistas, são práticas contumazes na velha máxima marxista que os fins justificam os meios.

As estratégias estão postas à mesa do grande jogo. O prêmio é o Brasil, como já foram a Venezuela, a Argentina, o Equador e a Bolívia.

O PT vive um momento de fragilidade. Seus propósitos, como suas ações demonstram, não servem à sociedade brasileira. Dessa forma, como eles já deveriam ter entendido, as mudanças devem ser promovidas dentro do jogo democrático, sem subterfúgios, uso da violência, de "caixa 2", "contabilidade criativa", "cara de pau", cinismo, aparelhamentos, militância paga e corrupção.

É possível enganar poucos por muito tempo, mas impossível enganar muitos por muito tempo.

Nossa bandeira jamais será vermelha!.

Vamos para as ruas!

15 de março balizou a largada.

12 de abril, o segundo passo da caminhada firme.





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Marco Antonio dos Santos é Coronel da Reserva do EB, professor doutor e empresário

CPI da PETROBRÁS - Audiência de Vaccari Neto

Audiência Pública para tomada de depoimento do Sr.: - João Vaccari Neto, Secretário de Finanças e Planejamento do Partido dos Trabalhadores (Requerimentos 13, 64, 116,215 e 384/2015).







Domingo teremos a tempestade perfeita sobre o governo Dilma


Amanhã será um lindo dia



Os jornais de hoje trouxeram falsa análise, feita dentro do PT, de que amanhã teremos uma presença menor de cidadãos na praça pública, em marcha histórica para derrubar o governo medonho de Dilma Rousseff. Os meios e comunicação têm falado do assunto, como que convocando a multidão a protestar. A falsa análise serve apenas de auto consolo para petralhas que não conseguem fazer boas análise da realidade. Não serve para nada.

sábado, 11 de abril de 2015

CONVITE PARA A MANIFESTAÇÃO DO DIA 12 DE ABRIL


Irmãos de Armas, familiares e demais cidadãos e cidadãs,

O Brasil voltará a se manifestar contra o descalabro com a coisa pública e o desrespeito ao seu povo no próximo dia 12 de abril (domingo). Em Brasília, a concentração inicial será na área do Museu Nacional, a partir das 09:30hs. Depois, a marcha será até o Congresso Nacional.

Da mesma maneira que na manifestação de 15 de março próximo passado, nos reuniremos para participar da manifestação de 12 de abril.

Em 15 de março mostramos a nossa força, inclusive agregando pessoas durante a nossa caminhada entre a 102 N e o local da manifestação. Foi emocionante!

Precisamos manter esse governo corrupto e incompetente, o Congresso Nacional e o Judiciário sob pressão, até que as decisões dos poderes da República venham ao encontro dos anseios da Nação Brasileira e não de uma minoria que pela sua atuação está impondo a sua vontade sobre nós. Não podemos esmorecer.

Combinamos nos encontrar no PRPO às 09:30hs de 12 de abril de 2015, domingo. Ele fica localizado no estacionamento Leste do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio) na Esplanada dos Ministérios. Vejam o mapa abaixo com as orientações.

Contamos com todos!

DIFUNDAM!!


Brasil Acima de tudo!"

Ou impeachment ou Caos


Entrevista com membros do "Movimento Brasil Livre" e "Vem Pra Rua"



Os líderes dos movimentos Brasil Livre e Vem para Rua analisaram a força do protesto que tomou conta do país e o momento político com um governo fraco, corrupto e uma presidente impopular e incompetente. Os próximos passos em busca de um Brasil melhor, de uma faxina ética e os novos protestos em discussão. E também as diferenças de visão sobre o impeachment. Acompanhe o debate comandado por Joice Hasselmann entre Rogério Chequer do Vem pra Rua e Renan Hass e Kim Kataguiri do Brasil Livre.

Dilma baixa guarda, vira refém do PMDB e dá xeque-mate nela mesma


A castração política do deputado Jardel revela o baixo nível da política gaúcha


Fachin volta a serfavorito para cadeira no STF


sexta-feira, 10 de abril de 2015

CARTA ABERTA À EXMA. SRA. PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF

Mudança Já - Maçons - BrasilSra. Presidente:

A Maçonaria brasileira, como deve ser de seu conhecimento, no passado promoveu ou, pelo menos, inspirou mudanças profundas nos rumos da Nação.

Hoje, achamos por bem sair do recato de nossas oficinas e nos expor, junto ao povo brasileiro, que temos todo o orgulho de compor, ao lado de mães e pais de família, trabalhadores rurais e urbanos, empreendedores, empresários honestos, jovens e crianças às quais ensinamos princípios de conduta cidadã, para dirigir-lhe esta carta, pública e transparente.É necessário que se diga que nós, Maçons, não somos uma “elite branca”. Somos a pluralidade do povo brasileiro, reunindo irmãos pardos, brancos, negros, caucasianos, indígenas etc. Mais ainda, temos por princípio o respeito às crenças religiosas e tendências políticas de cada um de nós: entre os Maçons, encontramos católicos, espíritas, evangélicos, budistas; oposicionistas e situacionistas, com ou sem vinculação a partidos políticos.

Porém, há séculos, deixamos de ser construtores de catedrais para sermos construtores sociais. Por isso, é impossível presenciarmos as escabrosas revelações trazidas a público por um respeitável brasileiro, Dr. Sérgio Moro, e uma equipe de patriotas que compõem o Ministério Público (em todos os níveis) e a Polícia Federal, sem que nos manifestemos.

Juramos defender nossa Pátria contra agressões movidas contra ela, e a corrupção desenfreada revelada nos escândalos recentes (há mais por vir, além do famoso Petrolão) não só agride nosso amado Brasil como é mácula que envergonha nossa história, infelizmente. Por isso mesmo, tal nódoa não deve nunca ser esquecida, para que as futuras gerações não repitam a negligência, má fé, omissão,

incompetência e descaso com a aplicação dos recursos que os brasileiros recolhem aos cofres do Tesouro Nacional, como hoje se constata em todos os escalões de seu (des)Governo.

Mas os golpes dados à Ética não param na rapinagem posta em prática por quadrilheiros de seu partido e de partidos aliados. Vão mais além: roubaram-se toda a fé e esperança de um povo, por meio de mentiras irresponsáveis, num presente e futuro promissor deste País.

Devemos recuperar a memória: há poucos meses, em suas promessas de campanha (diga-se de passagem, reprovável pela destruição de reputações e discursos mentirosos, aviltando os demais candidatos à Presidência de nossa República), registramos o compromisso de queda de 18% nas tarifas de energia.

Hoje, amargamos uma alta de quase 30%, em média, em tais custos; a prometida queda nas taxas de juros foi desmentida pela sua elevação, que diminui o poder de compra de brasileiros, o grau de investimento de nossos sofridos empreendedores e devolve ao limbo da pobreza os milhões de pessoas que seu (des)Governo diz ter tirado da miséria.

Nossos pais nos ensinaram que “mentir é muito feio”, Presidente. Achamos que seus pais não lhe devem ter dito tal frase. Se o tivessem feito, possivelmente a vergonha não lhe permitiria ocupar o mais alto cargo do funcionalismo público da Nação. Repetimos: sua Excelência é uma privilegiada funcionária pública. Traduzindo: sua função é servir ao povo, e não vilipendiá-lo, mesmo que indiretamente, por omissão, conivência ou incapacidade de conduzir uma máquina estatal que sua Excelência transformou em paquidérmica.

Enfim, nada do que foi dito aqui é novidade. Acreditamos em sua capacidade de autocrítica – termo muito utilizado por seus pares de esquerda.

O que queremos deixar claro é que, tanto sua Excelência quanto muitos parlamentares, não tiveram competência de ouvir o clamor das ruas, que bradamos em 15 de março próximo passado.

Não é à toa que o mote das próximas manifestações é expresso pelo slogan

ELES NÃO ENTENDERAM NADA.

Vamos tentar, ao máximo, ser claros:

1. O povo brasileiro não pediu pela Reforma Política (aliás, extremamente tendenciosa), cujos termos foram tornados públicos; é necessária, isto sim, uma REFORMA DE GOVERNO. Sua gestão está marcada pela marca recorde de TRINTA E NOVE MINISTÉRIOS, muitos deles criados para abrigar apaniguados do seu partido ou de partidos aliados. Se o tamanho descomunal de seu (des)Governo se revelasse eficiente, seria mais fácil de engolir. Ao contrário, o Estado, hoje, é comparável a um buraco negro, que engole os recursos públicos no pagamento de regalias e benesses, folha de pagamento de um exército de comissionados, além dos profissionais de carreira, sem que haja a devolução, aos sofridos brasileiros que sustentam seus luxos, na forma de serviços públicos e infraestrutura de qualidade;

2. O clamor popular, que sua Excelência não escutou, pedia pela TRANSPARÊNCIA DA APLICAÇÃO DE RECURSOS NACIONAIS, por meio do BNDES, em países mantidos por governos, em sua quase totalidade, ditatoriais. Será mera coincidência? Todos eles participam do “clube” denominado Foro de São Paulo, que reúne todos os partidos de extrema esquerda da América Latina e Caribe, além de organizações criminosas e terroristas, como as FARC. Presidente, somos carentes de tais obras de infraestrutura aqui, na nossa terra, e temos certeza de que isso é de seu conhecimento. Sem falar da necessidade de investimento em Educação e Saúde. Desconhecemos, porém, suas reais intenções. Mas não se dê ao trabalho de revelá-las. Não saberemos nunca se sua Excelência estará falando a verdade;

3. O povo brasileiro não admitirá, em hipótese alguma, que o MINISTRO DIAS TOFFOLI PRESIDA A 2ª TURMA DO STF, que irá julgar os crimes perpetrados no escândalo denominado Petrolão. Ele tem notórios impedimentos éticos para tal: foi advogado de seu partido, assessorou o ex-ministro José Dirceu (réu condenado pelos crimes praticados no escândalo conhecido pelo CARTA ABERTA À PRESIDENTE PÁG. 3 codinome Mensalão) e, nas últimas eleições, portou-se de forma, no mínimo, suspeita, durante a apuração dos votos (apuramos as histórias referentes à empresa Smartmatic – lembre-se: estamos na Era da Informação, e ela circula com velocidade estonteante. Basta saber e querer acessá-la. As máscaras, neste século, caem rapidamente).

4. Não há necessidade, presidente, de que seu governo crie pacotes anticorrupção. Nosso Brasil tem leis e Constituição que preveem e punem crimes de responsabilidade, crimes de peculato, crimes de corrupção ativa e passiva, crimes contra a República, crimes de traição à Pátria etc. O que é necessário é que seu partido DESAPARELHE O PODER JUDICIÁRIO e limite-se ao Executivo e Legislativo. Lembre-se, presidente: seu partido não é o Brasil e o Brasil não se tornará, nunca, um único partido político. O povo brasileiro tem inteligênca e discernimento suficiente para reconhecer que seu partido não tem um

projeto de governo, mas um projeto de poder, que, via corrupção sistêmica, busca ocupar todos os espaços da administração pública.

Enfim, presidente (não usamos, até o fim desta carta, o vocábulo presidenta para não agredir nosso vernáculo), para sermos objetivos, confiamos no seu discernimento: escute as vozes da Nação. Execute, sem mentiras de ora em diante,o que o povo brasileiro exige que seja feito. Caso não esteja ao seu alcance, em virtude de possíveis compromissos indeclaráveis firmados com aliados escusos, ponha em prática uma

saída honrosa: demita-se, renuncie, alegue problemas de saúde que merecem cuidados. Invente qualquer desculpa. Mentiras partidas de sua Excelência não serão novidade. Será menos doloroso para o País e para a presidente que um processo de impeachment, recurso constitucional que detém a Nação brasileira para afastá-la definitivamente da vida pública.

Entre para a história pelo fato de ter reconhecido erros e incompetência para gerir o destino de milhões de compatriotas. Não permita que seu (des)Governo chegue ao nível zero de aprovação popular.

Gostaríamos de finalizar esta carta aberta com a expressão “Respeitosamente”, mas isso é impossível. O povo brasileiro merece RESPEITO. Isso não nos foi dado. Em contrapartida, sua excelência perdeu todo o respeito que poderíamos lhe dedicar.

Movimento Mudanças Já – Maçons • BR
Brasil, 12 de abril de 2015.


Fim da proteção legal para funcionários públicos, policiais, escrivães: Jean Willys quer acabar com o Crime de desacato.


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Jean Willys quer acabar com punição para o desacato contra funcionários públicos no exercício da função.

Atualmente os funcionários públicos, sejam eles policiais, atendentes em hospitais, diretores de escolas, militares e outros, contam com a lei que prevê punição pelo desacato como uma garantia de que poderão cumprir com segurança e devido respeito as suas funções nos estabelecimentos e locais onde exercem suas atividades.

Com isso, um escrivão de polícia, por exemplo, tem proteção contra ser xingado e afrontado dentro de uma delegacia policial, e um policial tem proteção contra as ofensas e ameaças de um manifestante mais exaltado.

Mas, infelizmente, o crime de desacato pode acabar. Isso acontecerá se for aprovado um projeto de lei do utilíssimo, ilustríssimo e sapientíssimo deputado Jean Willys, que tem como base para sua proposta, uma queixa da Defensoria Pública de São Paulo.

A Defensoria, em defesa dos interesses de um “metalúrgico” preso, alegou que o Estado brasileiro teria violado direitos humanos contra seu cliente. Flagrado com drogas por um policial militar, ele foi detido e conduzido à delegacia. Nisso, teria dito ao agente: “policial sem-vergonha, corrupto, ladrão e vagabundo, não ficarei detido para sempre, você vai se ferrar, vai morrer”. Por essa razão, foi denunciado por desacato.

A Defensoria não concorda que o ofensor deva ser punido e defendeu o “metalúrgico” em questão. Contudo, perdeu nas duas instâncias.  Não admitindo a derrota, a Defensoria agora tenta acabar com a lei. A entidade acredita que o seu cliente, que ofendeu e ameaçou o escrivão, deveria ser amparado por normas internacionais relacionadas à liberdade de expressão.

Na segunda instância a justiça declarou que a liberdade de expressão, garantida pela norma internacional, não autoriza ofensas a servidores públicos. Assim, os juízes condenaram o metalúrgico a sete meses de detenção em regime aberto, com base no crime de desacato.

O Deputado Federal JW, se posicionando em desfavor de funcionários públicos de todo o país, assumiu mais essa bandeira. Ele juntou essa questão, de forma bem discreta, à sua proposta de acabar com a farra de juízes que dão carteiradas para escapar de blitz etc.

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Veja o projeto de JW, que começa com: (Será) Improbidade administrativa: “XXII – invocar sua função ou cargo público para eximir-se de obrigação legal ou obter privilégio indevido… ”

Calma, a coisa fica feia é mais abaixo.

Essa questão acima deve sim ser tratada e é uma das poucas bandeiras corretas defendidas pelo deputado em questão, já que juízes por aí tem se comportado como se estivessem acima da lei. Mas, como sempre, onde a esquerda mete a mão se encontra sujeira debaixo do tapete. O referido deputado aproveitou para juntar discretamente ao projeto a proposta para acabar com o crime de desacato. Talvez tenha achado que a coisa passasse despercebida.

Mas, não passou. Nós notamos, e denunciamos aqui. Nós e nossos milhares de leitores e colaboradores fazemos parte da parcela da sociedade que se preocupa em verificar o que está sendo proposto pelos políticos pagos pela sociedade.

Jean Willys sutilmente acrescentou uma pequena, mas importante linha, que sequer cita a palavra desacato. Mas, extingue o artigo no qual o mesmo é especificado dentro do Código Penal.

Vejam aí: ”Art. 2º Revoga-se o artigo 331 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940.”

Vejam a lei atual:

“Decreto-Lei 2.848 – Desacato – Art. 331 – Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela: Pena – detenção, de seis meses a dois anos, ou multa.”

Acreditamos que o funcionário público deve sim ser protegido no exercício de sua função. Precisa ser protegido pelo estado, precisa ser amparado por algum mecanismo legal de proteção no momento ele está cumprindo leis, ordens de superiores, zelando pelo patrimônio do cidadão e pelo cumprimento inclusive daquilo que foi determinado pelo legislativo federal.  Obviamente, se as ordens e normas cumpridas pelo funcionário partem do estado, o estado tem o dever de protege-lo no cumprimento de sua função.

Se aprovada, a proposta de Jean Willys deixa sem proteção uma infinidade de funcionários públicos. A lista, que não caberia aqui nesse artigo, passa por professores, assistentes sociais, oficiais e justiça, militares, bombeiros, escrivães de policia, agentes de trânsito etc.

Vejam a proposta completa de Jean Willys.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º O art. 11 da Lei 8.429, de 2 de junho de 1992 passa a vigorar acrescido dos seguintes dispositivos: — XXII – invocar sua função ou cargo público para eximir-se de obrigação legal ou obter privilégio indevido.” “Parágrafo único – No caso previsto no inciso XXII, qualquer autoridade deverá informar o fato ao órgão público onde o agente está lotado.

Art. 2º Revoga-se o artigo 331 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940.

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Onyx Lorenzoni da entrevista à Rádio Gaúcha sobre emancipação para fins penais



Ao repórter Leandro Staudt, o deputado Onyx explicou que é a favor da redução da maioridade penal, mas defende o seu projeto de emancipar para fins penais o menor que comete crimes hediondos.

O Brasil nos tempos da cólera

Por Marco Antonio Villa
(Publicado no Globo)

Nunca na história recente do Brasil o interesse por política foi tão grande como agora. Fala-se de política em qualquer lugar e a qualquer hora. O chato é, neste momento, o brasileiro que não está nem aí para os rumos do nosso país. Esta sensação perpassa as classes sociais, as faixas etárias e as diversas regiões do país. É um sentimento nacional de ódio aos corruptos, ao seu partido e a suas lideranças, especialmente aquela que se apresentou durante anos como salvadora da pátria e, hoje, não tem coragem de caminhar, sem segurança, por uma simples rua de alguma cidade. Transformou-se em um espantalho. Só assusta — se assusta — algum passarinho desavisado.

Vivemos um impasse. E não há nenhum paralelo com qualquer momento da história republicana. O governo perdeu a legitimidade e mal completou três meses. E ainda faltam — impensáveis — 45 meses. Se as eleições fossem realizadas hoje, Dilma Rousseff sequer chegaria ao segundo turno. E o que fazer? É necessário encontrar uma saída para a greve crise que vivemos.

Não cabe dar ouvidos aos covardes de plantão, aqueles que dizem que temos de tomar cuidado com a governabilidade, que não podemos colocar em risco a estabilidade econômica e que o enfrentamento aberto do projeto criminoso de poder é um perigo para a democracia. Devemos silenciar frente a tudo isso? Não, absolutamente não.

Esta é a hora daqueles que têm compromisso com o Brasil. Protestar, ocupar as ruas é a tarefa que se coloca. É seguir a lição de Mário de Andrade. Não sejamos “espiões da vida, camuflados em técnicos da vida, espiando a multidão passar. Marchem com as multidões.” E no dia 12 as ruas estarão tomadas por aqueles que não querem simplesmente espiar a vida, mas desejam mudar a vida.

O projeto criminoso de poder acabou transformando a corrupção em algo natural. E o volume fabuloso de denúncias que horroriza a nação é visto positivamente, pois as denúncias estariam sendo apuradas. É inacreditável: em uma manobra orwelliana, o petrolão é definido como uma ação saneadora do Estado, e não como o maior desvio de recursos de uma empresa pública na história da humanidade.

Seus asseclas — supostos intelectuais — buscaram algum tipo de justificativa. Como se no Brasil houvesse uma cultura da corrupção, um fator de longa duração. Erro crasso: imaginam que os brasileiros são à sua imagem e semelhança. Não são. Eles é que são corruptos — e nem precisam sair do armário. Já assumiram e faz tempo.

Cabe ressaltar que o movimento da História é surpreendente e imprevisível. No início de junho de 1992, quando a CPMI sobre as atividades de Paulo César Farias — denunciadas por Pedro Collor, irmão do presidente — estava iniciando seus trabalhos, o senador Fernando Henrique Cardoso fez questão de declarar que “impeachment é como bomba atômica, existe para não ser usado.” O deputado peemedebista Nélson Jobim foi enfático: “O Congresso não pode fazer uma CPI para investigar o presidente. Se vocês insistirem nisso, eu vou ao Supremo.”

Mais cordato, mas não menos conciliador, o senador Marco Maciel (PFL-PE) declarou que a “CPI não vai produzir sequelas, pois as acusações foram feitas sem provas.” Líderes empresariais saíram em defesa do presidente. Emerson Kapaz, candidato a presidente da Fiesp, disse que as denúncias eram “uma grande irresponsabilidade.

As pessoas precisam medir seus atos para não causar mais turbulência no Brasil, já tão afetado pela crise econômica.” E até juristas criticaram Pedro. Um deles, Celso Bastos, declarou que o irmão do presidente era de “um egoísmo elevado à última potência” e que ele “nunca pensou nos interesses da nação.” Quatro meses depois, Fernando Collor não era mais presidente do Brasil.

Hoje vivemos uma situação muito distinta em relação a 1992. Entre outros fatores, um é essencial: as ruas. Desta vez, são elas que estão impulsionando o Parlamento, e não o inverso, como naquele ano. O que ocorreu pelo Brasil, no dia 15 de março, é fato único na nossa história. Eu testemunhei dezenas de milhares de pessoas se manifestando em absoluta ordem na Avenida Paulista.

Com indignação — e justa indignação — mas também com bom humor. Foi um reencontro com o Brasil. A auto-organização da sociedade civil é o novo, só não reconhece quem está comprometido com o projeto criminoso de poder — e são tantos que venderam suas consciências.

Esta será uma semana de muita tensão. E isto é bom para a democracia. Ruim é o silêncio ou o medo. As ruas voltaram a ser do povo, e não mais monopólio daqueles que têm ódio à democracia. Nós temos tudo para construir um grande país mas antes temos uma tarefa histórica: nos livrar dos corruptos. E sempre dentro da democracia, da lei e da ordem. São eles — e existem sim o nós e eles — que sempre desprezaram o Estado Democrático de Direito. Nunca é demais lembrar que o PT votou contra o texto final da Constituição.

Vivemos uma quadra histórica ímpar. Não é exagero que nós teremos muito a contar aos nossos filhos e netos. É aquele momento de decisão, de encruzilhada do destino nacional. Para onde vamos? Continuaremos a aceitar passivamente a destruição dos valores republicanos ou tomaremos uma atitude cívica, de acordo com bons momentos da nossa história?

Eles não passarão. E não passarão porque — paradoxalmente — uniram o Brasil contra eles. Ninguém aguenta mais. É hora de dar um passo adiante, de encurralar aqueles que transformaram o exercício de administração da coisa pública em negociata, em mercadoria. E deixar duas saídas: a renúncia ou o impeachment.



Fonte: Revista VEJA

"Lei das Terceirizações" pode virar um Monstrengo


LULA, Ex Poderoso Chefão


quinta-feira, 9 de abril de 2015

O Belo Monte de propinas do PT


O que aconteceria se um homossexual fosse humilhado em voo da TAM?


Ao embarcar hoje no voo da TAM JJ 3024 (10H19), que partia do Aeroporto Santos Dumont para Brasília, pedi licença ao Deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ), que estava sentado na poltrona 12C, para ocupar o assento 12B, ao seu lado e que me era destinado.

Surpreendentemente, em clara demonstração de intolerância, preconceito, discriminação e heterofobia o Deputado Jean Wyllys levantou-se e acomodou-se em outro assento.

Se fosse eu quem tivesse praticado tal atitude, pelo PLC 122/2006 (Senado), que criminaliza a homofobia, estaria sujeito à pena de 1 a 3 anos de reclusão, além da perda do mandato e o fato seria noticiado pela maioria dos telejornais.

DIREITOS IGUAIS SEMPRE !

Assista ao vídeo de 55 segundos:

DILMA: Nacionalismo tosco e o Delírio Conspiratório


Argentina está celebrando a DERROTA !


Lei proposta por Jean Wyllys diz que CAFETÃO só pode ficar com 50% do cachê da prostituta. Mais do que isso é exploração!


4411111prostitui80c55d24e2O Deputado Federal Jean Wyllys apresentou projeto de lei que regulamenta a “profissão” de prostituta.

No escopo do projeto, chamado de LEI GABRIELA LEITE, que teoricamente é para “redução dos riscos danosos”,  paradoxalmente, ao mesmo tempo que diz que exploração sexual é proibida, o deputado deixa bem claro no texto que a “casa de prostituição” não pode se “apropriar” de valor maior que 50% do recebido pelo serviço. Isso, na prática, da ao proprietário do estabelecimento até cinquenta por cento do valor do “sexo”.

Art. 2º – É vedada a prática de exploração sexual.

Obviamente, mesmo com a regulamentação da “profissão”, pretensão do deputado, a lei nunca poderia ser completa.

Alguns itens da “lei”: São espécies de exploração sexual… : I- apropriação total ou maior que 50% do rendimento de prestação de serviço sexual por terceiro; II- o não pagamento pelo serviço sexual contratado; III- forçar alguém a praticar prostituição mediante grave ameaça ou violência.

1111111122Numa questão de foro tão íntimo – como devem sera as questões relacionadas ao sexo – faltariam sempre muitas especificações, como:

- Quem paga a camisinha?

- Quantos orgasmos o cliente pode ter? Como provar que uma cliente conseguiu um orgasmo?

- Se o cliente não conseguiu uma ereção o serviço vai ser pago? 

- Será considerado homofobia se o cliente descobrir que o “funcionário” é um homossexual e se negar a receber o “serviço”?

- Nas ruas os “trabalhadores” teriam que portar placas dizendo: Sou mulher, sou homem, sou homossexual, sou etc. Para evitar confusão?

- As/os “trabalhadores” terão que apresentar atestado de saúde?

- Algum técnico de segurança no trabalho poderá fiscalizar o serviço?

- A “profissional” pode se negar a atender um cliente com trajes humildes, negro, branco, homossexual, do mesmo sexo, cadeirante ou idoso?

- Idosos poderão “entrar na frente” nos estabelecimentos e terão direito a preliminares mais demoradas?

- Obrigatoriamente deverão existir quartos no andar térreo para seguir as normas de acessibilidade para idosos e deficientes?

- Se o cliente possuir alguma anomalia, como órgãos genitais com dimensões exageradas, ou diminutas, o profissional pode se negar a prestar o “serviço”?

- O profissional pode se negar a usar “aparelhinhos” ou “acessórios” trazidos pelo cliente, como correntes, coleiras, porretes e algemas?

- Se o cliente não se sentir satisfeito, onde poderá reclamar, já que não pagar significa exploração sexual?

- haverá seguro para os clientes, como prevenção em casos DST?

- O “serviço” consiste no que, sexo anal, oral ou convencional? Haverá um contrato de prestação de serviço, tabelas de acordo com a “modalidade”? Como serão resolvidas as questões que surgirão?

- Será criada uma delegacia do TRABALHO do SEXO?

Como vemos (pedimos desculpas por sermos tão explícitos) o deputado é confuso e incompleto na sua tentativa de legalizar o legalizável e isso acabará por criar situações não solucionáveis.

Mas, o político vai mais longe e ainda que acima diga que um “terceiro” pode se beneficiar de até 49.99% do valor pago à prostituta, apenas algumas frases depois diz que:

O profissional do sexo é o único que pode se beneficiar dos rendimentos do seu trabalho. Consequentemente, o serviço sexual poderá ser prestado apenas de forma autônoma ou cooperada, ou seja, formas em que os próprios profissionais auferem o lucro da atividade.

O ilustre e inteligente deputado também coloca outro paragrafo, que aos ouvidos mais atentos e vividos soa até como piada.

Parágrafo único. A casa de prostituição é permitida desde que nela não se exerce qualquer tipo de exploração sexual.

O projeto também prevê uma espécie de recompensa para as pessoas que vivem do sexo. Enquanto todos os trabalhadores do país tem que trabalhar no mínimo 35 anos, a prostituta pode se aposentar mais cedo, com apenas 25.

Art. 5º. O Profissional do sexo terá direito a aposentadoria especial de 25 anos, nos termos do artigo 57 da Lei 8.213, de 24 de julho de 1991.

Vejam aí: 

O Congresso Nacional Decreta:

Art. 1º – Considera-se profissional do sexo toda pessoa maior de dezoito anos e absolutamente capaz que voluntariamente presta serviços sexuais mediante remuneração. 
§ 1º É juridicamente exigível o pagamento pela prestação de serviços de natureza sexual a quem os contrata. 
§ 2º A obrigação de prestação de serviço sexual é pessoal e intransferível. 

Art. 2º – É vedada a prática de exploração sexual. Parágrafo único: São espécies de exploração sexual, além de outras estipuladas em legislação específica:
I- apropriação total ou maior que 50% do rendimento de prestação de serviço sexual por terceiro; 
II- o não pagamento pelo serviço sexual contratado; 
III- forçar alguém a praticar prostituição mediante grave ameaça ou violência. 

Art. 3º – A/O profissional do sexo pode prestar serviços: 
I – como trabalhador/a autônomo/a; 
II – coletivamente em cooperativa. 
Parágrafo único. A casa de prostituição é permitida desde que nela não se exerce qualquer tipo de exploração sexual…

Templo de Salomão esconde quartel militar do PT



O Pastor Daniel Batista neste vídeo denuncia um quartel militar do PT escondido dentro do Templo do Salomão da Igreja Universal do Reino de Deus, 15 andares abaixo de sua estrutura, para promover uma "Primavera Árabe" no Brasil.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

#VemPraRua
12/04 #VairSerMAIOR


Lula convoca as ruas contra Dilma



"Quem quer deixar a Dilma sangrar sem cair é o Lula". A avaliação é do colunista de VEJA Reinaldo Azevedo, no 'Aqui entre Nós', com Joice Hasselmann. O ex-presidente quer a Dilma no poder, mas joga os movimentos sociais porque agora quer pavimentar sua candidatura para 2018.

Por que este silêncio todo da mídia gaúcha sobre a Operação Zelotes ?


Brasil está sendo desmanchado aos poucos


LULA Convoca PT CONTRA o próprio Governo


ERENICE GUERRA, do PT, investigada por ligação com quadrilha que fraudou a RECEITA FEDERAL em R$ 19 bilhões

Muitos petistas, esfolados pelos escândalos dos desvios da Petrobras por membros do partido,  nutriam a esperança de que a Operação Zelotes revelasse o envolvimento ao menos de um filhotinho tucano. Envergonhados por tanta corrupção dentro de casa, muitos se contentariam com o surgimento de qualquer nome de um dos partidos da oposição. Poderia ser até mesmo o porteiro, faxineiro ou um ex-candidato à vaga de Office-boy.

Pelo visto, os poucos simpatizantes do PT que restaram vão sofrer um pouco mais. O Calvário está apenas começando. Documentos apreendidos pela Polícia Federal revelam que a chefe da Casa Civil Erenice Guerra, do PT,  mantinha parceria com o advogado José Ricardo da Silva, apontado com uma dosprincipais membros da quadrilha no Carf, que causou prejuízo de cerca de R$ 19 bilhões à Receita Federal e ao povo.
Erenice Guerra foi conselheira fiscal da Petrobras e é, atualmente, membro do Conselho de Administração da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF) e do Conselho fiscal do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O envolvimento de mulher de confiança de Lula e Dilma vai além. A polícia Federal também apreendeu um contrato firmado entre Erenice e a subsidiária brasileira da empresa chinesa Huawei, que atua na área de telecomunicações. No “contrato”, a petista se compromete a prestar “serviços profissionais relativos à defesa fiscal da contratante no âmbito da Administração Tributária Federal”.

As evidências de seu envolvimento com a quadrilha no Carf representa um balde de água fria na esperança de virar o jogo para muitos simpatizantes do PT. O silêncio de Lula e Dilma sobre o assunto, além das constantes recusas em falar com a imprensa pode ser um sinal de que vem mais sujeira do PT por aí.

Vamos aguardar por novas decepções. Para o povo e para os simpatizantes do partido de Lula e Dilma.