segunda-feira, 16 de março de 2015

FORA PT !!!
Dia histórico marca ruína do 'lulopetismo'

Por: Eurípedes Alcântara - VEJA

Manifestante usa uma máscara do ex-presidente Lula com nariz de Pinóquio durante ato na avenida Paulista - 15/03/2015
Manifestante usa uma máscara do ex-presidente Lula 
com nariz de Pinóquio durante ato na avenida Paulista 
15/03/2015 (Bruno Santos/VEJA.com)
É bobagem tentar esconder a verdade. O grito que uniu os brasileiros que foram às ruas nesse histórico domingo foi a condenação ao "lulopetismo"

"Quanto a mim, fico com São Paulo, pois para lá se transportou a alma cívica da Nação". Com essa frase e sua atuação na Revolução de 32 o mineiro Arthur Bernardes, que presidiu o Brasil entre 1922 e 1926, se redimiu perante muitos de seus desafetos da justa fama de repressor e reacionário. Neste domingo, dia 15 de março de 2015, a alma cívica da Nação se transportou para São Paulo, onde se encarnou nos mais de 1 milhão de pessoas que, juntas na Avenida Paulista, fizeram a maior manifestação política da história da cidade e do Brasil.

Há trinta anos, nesta mesma data, acabava oficialmente o regime militar de 21 anos de duração. Ao protesto na Avenida Paulista se somaram outros em todos os Estados brasileiros. No final do dia, mais de 1,4 milhão de brasileiros tinham saído às ruas para protestar contra o PT, o partido que há doze anos detém o poder em Brasília. "Fora PT" foi o grito que uniu a maioria absoluta dos manifestantes. E o "Fora Dilma" ? Foi a palavra de ordem circunstancial. Dilma é a presidente e sobre ela recaíram as culpas imediatas da falência moral, ética e, agora, política do "lulopetismo".

A alma cívica vista nas caras-pintadas e nas roupas verde-amarelas do domingo, dia 15, foi a evidência que faltava - se é que faltava - de que venceu o prazo de validade do PT. O "lulopetismo" será lembrado na história apenas como mais uma das inúmeras e dolorosas ilusões populistas que acabam quando acaba a riqueza dos outros. Essas experiências ignoram que em comparação com o desafio de produzir riqueza, distribuir a riqueza já produzida é um piquenique no parque. Produzir riqueza é complexo. Não se faz com conversa fiada, com marqueteiro talentoso. Não se faz no palanque.

A escassez é um dado da vida humana desde a bíblica expulsão do paraíso. Todos os simulacros de socialismo, como é o caso do lulopetismo, acabaram pela incapacidade crônica de vencer a escassez. A presidente Dilma disse há dias que a situação de penúria atual do Brasil se deve ao fato de que "nós esgotamos todos os nossos recursos de combater a crise que começou lá em 2009". Nós quem, cara-pálida? A administração ruinosa do PT esgotou os recursos. Dito de outra maneira, a presidente afirmou o que o mundo inteiro já descobriu sobre ela e seu partido: suas políticas se esgotam quando esgotam os recursos criados por outros. Quem são os outros? São os brasileiros que foram às ruas neste domingo, dia 15. São os brasileiros que trabalham e entregam na forma de impostos, taxas e contribuições tudo que ganham nos primeiros cinco meses do ano ao governo e só depois trabalham para si próprios e suas famílias e, assim, conseguir pagar por todos os serviços que o governo não entrega: segurança, saúde, educação.

As formas de produção de riqueza com que o Brasil conta hoje já existiam antes da chegada do lulopetismo ao poder. Doze anos depois, todas essas fontes de riqueza ou estão quebradas ou fortemente abaladas pelo abuso sofrido pela gestão ruinosa e a corrupção endêmica do período. A corrupção institucionalizada na Petrobras no governo Lula custou 6 bilhões de dólares. Pois a Petrobras foi sangrada em 60 bilhões de dólares por ter sido obrigada por Dilma a subsidiar os combustíveis e, assim, não pressionar a inflação. Subsidiar combustíveis é distribuir riqueza? Sim. Mas os governos que sabem produzir riqueza controlam a inflação de outra maneira e, assim, evitam tirar riqueza que distribuem de uma empresa com milhões de acionistas privados - entre eles milhões de brasileiros que foram levados pelo governo a comprar ações da estatal do petróleo.

Governos que não sabem produzir riqueza colocam a culpa de sua própria incompetência em crises externas - e quando o ambiente externo é favorável, como foi nos oito anos de Lula, fingem que as coisas estão dando certo por que são sábios. Embromação. Com Lula ou sem Lula teriam entrado no Brasil os mesmos 100 bilhões de dólares a mais pelo mesmo volume de ferro e soja exportados, o que se verificou pelo aumento do preço internacional dessas mercadorias. Lula, Chávez, Dilma, Cristina Kirchner sofrem da mesma incapacidade de gestão. Não sabem como criar um ambiente de negócios que incentive a produção de riquezas. São ignorantes nesse tema. Portanto, enquanto as pessoas não puderem se alimentar de vento e luz, sempre que o dinheiro dos outros acabar, acabam os lulopetismos. Dá para entender por que a alma cívica da nação gritou a todos pulmões, com mais força ainda na avenida Paulista: "Fora PT!"​

Democratas indignados reconquistam as ruas



As manifestações deste domingo viraram para sempre uma página infeliz da nossa História. Centenas de milhares de adversários do lulopetismo protagonizaram os mais portentosos atos de protesto desde o movimento pelas Diretas Já.

POPULAÇÃO REAGE A BLABLABLÁ DE MINISTROS COM PANELAÇO


Enquanto os ministros rolavam o lero, a população fazia barulho

A exemplo do que ocorreu há uma semana durante o pronunciamento da presidente Dilma Rousseff no Dia da Mulher, o discurso dos ministros Miguel Rossetto e José Eduardo Cardozo foi recebido pela população com um "panelaço". A manifestação foi registrada em bairros de São Paulo e Rio, como Aclimação, Higienópolis, Copacabana e Leblon, e também em Belo Horizonte.

Bairros de Belo Horizonte, como Cidade Nova, Prado, Gutierrez, Cruzeiro, Anchieta, Buritis, registraram vaiaços, panelaços e luzes piscando durante pronunciamento dos ministros. No centro, também houve buzinas e apitos.

No Rio, pelo menos seis bairros da zona sul do Rio e em Niterói, na região metropolitana também tinham registro de panelaço. Em Ipanema, o barulho durou pelo menos 20 minutos. Uma moradora da Rua Bulhões de Carvalho, que preferiu não ter o nome identificado, relatou que "várias pessoas" foram às janelas batendo panelas. Também foram ouvidas manifestações com panelas em Copacabana, Lagoa, Humaitá, Gávea e Jardim Botânico, Flamengo, Barra da Tijuca, Botafogo e Tijuca.

Os panelaços foram ouvidos também em Niterói, na região metropolitana, e em muitas residências as luzes eram acesas e apagadas.

Em alguns bairros de Fortaleza, também são ouvidos vaiaços e panelaços no momento dos pronunciamentos.

Assustados e sofrendo de autismo político, Miguel Rossetto e Cardozo mentem para minimizar protestos


(Ueslei Marcelino - Reuters)Recado dado – Dilma Vana Rousseff exibiu mais uma vez ao povo brasileiro a sua enorme covardia ao escolher os ministros José Eduardo Martins Cardozo (Justiça) e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência) para comandar a entrevista coletiva sobre os protestos que tomaram conta do País neste domingo (15), em especial o ocorrido na cidade de São Paulo, que reuniu mais de um milhão de pessoas na Avenida Paulista.

Refém de uma crise político-institucional que cresce de forma assustadora, a presidente Dilma não se dignou a dar uma resposta aos cidadãos que saíram às ruas pacificamente ao longo do dia para protestar contra a corrupção e a rápida deterioração da economia nacional.

Em sua fala, o ministro da Justiça abusou da desfaçatez ao tentar estabelecer um elo entre os protestos da última sexta-feira (13), encomendados pelo governo e pagos com o dinheiro do contribuinte, e os deste histórico domingo. José Eduardo Cardozo disse que ambas as manifestações têm um ponto em comum: “o combate firme e vigoroso à corrupção e à impunidade”. O ministro sabe estar mentindo de maneira acintosa, pois a trajetória do PT na última década se confunde com a roubalheira ocorrida na Petrobras.

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Visivelmente abalado com o inesperado resultado das manifestações que pararam o País, José Eduardo Cardozo foi escalado para minimizar estrondoso estrago provocado pelo recado das ruas. No chamado núcleo duro do governo – incompetente, paralisado e corrupto – a tensão foi crescendo com o avanço das manifestações, a ponto de Dilma ter chamado assessores para decidir o que fazer. Uma atitude estranha para quem está acostumada a dar ordens e ser truculenta com os mais próximos.

Sem esboçar qualquer sinal de “mea culpa”, o que deveria ter ocorrido instantes após o fim da manifestação na capital paulista, a maior desde as “Diretas Já”, o desgoverno de Dilma Rousseff insiste em manter no ar a tese esdrúxula de que as mudanças exigidas pela população estão em fase de implantação, o que não é verdade. Fora isso, o ministro Miguel Rossetto disse que o governo do PT teve a sensibilidade, nos últimos doze anos, de identificar as necessidades do País e promover ações com o objetivo de garantir o crescimento e de gerar emprego e renda.

Dando esteio ao bambolê discursivo que dividiu com o secretário-geral da Presidência, José Eduardo Cardozo afirmou que o primeiro governo de Dilma Rousseff, na tentativa de evitar que crise internacional contaminasse o Brasil, promoveu estímulos à economia e isenções tributárias. Essa declaração deixa claro que o governo não tem como explicar os protestos deste domingo e volta a colocar a culpa na crise internacional. Ou seja, assim como Dilma, os ministros Cardozo e Rossetto mentem sem qualquer preocupação, lembrando que ambos sofrem de elevado autismo político.

Um pouco de lucidez, Senhores Comunistas!

 
Após a ditadura do proletariado, imposta pelas exigências da revolução socialista, viria o Estado feliz e paradisíaco da liberdade, sem explorados  e sem exploradores e, logo depois, também sem Estado. Era esse o resumo da cartilha.

Embora a corrida para essa utopia tenha sido uma viagem efêmera, muitas pessoas ainda não se desvencilharam dela e não desistiram de tentar de novo, seja fazendo um balanço das perdas com a experiência vivida, seja retomando-a a partir do momento em que ela teria se desviado do destino correto. Isso levaria inevitavelmente a um retorno a Marx, ao século XIX, pois sempre existirão pessoas com tendência a considerar o comunismo como um tribunal inevitável para as mazelas do capitalismo que, de antemão, já foi condenado.

Para os comunistas, o momento é ainda de depressão. Depois da euforia provocada pelo marxismo-leninismo, pelo “pensamento de Mao-Tsetung”, pelo “guevarismo”, pelo “fidelismo”, pelo “gramscismo”, pelo “eurocomunismo”, pelo “trotskismo”, a hora é de uma grande ressaca. Afinal, eles não abandonaram o comunismo. O comunismo é que os abandonou.   

Todavia, isso provavelmente não irá durar muito, pois não há como deixar de admitir que sempre existirão partidos de esquerda, pois a sociedade - qualquer que ela seja - “produz desigualdades assim como combustíveis fósseis produzem poluição” (frase do historiador marxista Eric Hobsbawn).
Mas, como chegar às transformações que O Partido requer? Com que mesclas de idealismo e realismo ele deveria passar a atuar? São perguntas ainda sem uma resposta.

O comunismo morreu? Em termos, pois seu cadáver permanece insepulto, uma vez que. como idéia-força, ele deixou profundas e extensas raízes em todo o mundo. Fracassou, isto sim, um tipo de comunismo, aquele que realmente existiu, como nossa geração é testemunha privilegiada. Foi o fim de uma época histórica, que não voltará.

Considerando a definição de utopia (“a cobiça do impossível”), alguns, ainda marxistas, desejam uma ”utopia viável” para o marxismo moribundo. Ou seja, um impossível viável. Outros, como o escritor e sociólogo marxista Jacob Gorender, que foi membro dirigente de dois partidos revolucionários (o Partido Comunista do Brasil e o Partido Comunista Brasileiro Revolucionário) defendem “um marxismo sem utopia”. Nesse sentido, julgam que seria importante atualizar o marxismo, retirando-lhe os elementos utópicos e integrando à dialética formulações que dêem conta de aspectos do processo histórico capitalista que Marx não soube ou, em sua época, não podia prever.

Desde logo, poderia imaginar-se um partido que fosse realmente uma associação voluntária e democrática de vontades em busca de objetivos precisos; um partido que permitisse a livre expressão e circulação das idéias, com dirigentes eleitos e removidos democraticamente, onde não existissem os privilegiados; um partido que estimulasse a participação e submetesse democraticamente aos filiados as grandes questões, sem propostas de “Resoluções Políticas” definidas em restritos “Comitês”; e que os candidatos a cargos de direção fossem eleitos realmente pelas bases, e não por listas previamente organizadas pelo aparelho dirigente ou por cooptação, como sempre ocorreu.

A lucidez para encarar a falência da doutrina científica é uma necessidade intelectual e política, embora seja necessário reconhecer que um partido concebido para derrubar um sistema político-social e implantar outro, seu antípoda, tenha exigências distintas daquelas dos partidos tradicionais, e que o abandono dessas exigências implicaria  em renunciar  aos dogmas científicos fundamentais da doutrina.



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Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

Os polos não derretem, os ursos passam bem, os mares não sobem e não morremos assados comemora veterano comentarista do tempo

Por Luis Dufaur

John Coleman: "não existe a crise do clima"
A administração Obama e seu poderoso secretário de Estado, John Kerry, martelam incessantemente que combater a mudança climática provocada pela civilização é um dos grandes desafios da humanidade.

Mas, como se ainda necessário fosse, John Coleman, co-fundador do Weather Channel, órgão que conquistou a reputação da mídia como o mais confiável na previsão do tempo, voltou a mostrar que o martelado prego da mudança climática não só está torto: ele não existe.

O bem-humorado Coleman participou do programa “The Kelly File”, de Megyn Kelly, para discutir o “mito” da suposta “crise climática”, até cair na risada com as pessimistas contradições de Al Gore.

“Para qualquer um é muito difícil ser contra [o mito da ‘crise climática’], porque a mídia disse ao país, dia após outro durante 20 anos, que os oceanos estão subindo, que os ursos polares estão morrendo, que o gelo está derretendo, que as tormentas vão varrer a Terra e que todos nós vamos a morrer numa onda de calor”, explicou Coleman, que durante 60 anos comunicou ao país as mais respeitadas previsões sobre o tempo.


Mas ele sublinhou que não está duvidando sozinho da “ciência” que está por trás da mudança climática antropogênica.

Mais de 9.000 especialistas que ganharam seu PhD e 31 outros cientistas assinaram uma petição afirmando que o CO2 não é um gás estufa significativo e que muita pesquisa por trás da ‘mudança climática’ é uma ‘ciência ruim ruim’.

Mais ainda, contrariando as assertivas do ativista climático Al Gore em seu filme “Uma verdade inconveniente”, o gelo que cobre os dois polos atingiu seus mais altos níveis, inclusive com recordes na Antártida, sublinhou Coleman.

“Não só o gelo não está derretendo: os ursos polares estão vivendo mais numerosos e felizes hoje do que há 100 anos”, disse Coleman com convicção.

“A vida é boa, Srta. Kelly. Eu queria dizer isso para você: a vida é boa”, concluiu o renomado especialista face aos cenários catastróficos e pessimistas do ambientalismo radical e anti-humano.



domingo, 15 de março de 2015

A insuficiência dos analistas políticos



Analistas políticos como Sergio Fausto (ver artigo no link A Crise Será Longa) erram ao analisar a conjuntura política porque supõem que o PT é um partido normal e não um partido comprometido com a ruptura revolucionária. Para fazer a revolução o PT jamais teve hegemonia. Agora será apeado do poder, por bem ou por mal.

sábado, 14 de março de 2015

REGRAS para a MARCHA de 15/03/2015

Vejam as regras que estão sendo difundidas por todas as lideranças da manifestação do 15/03:


Queremos que tudo transcorra de forma ordeira e pacífica.

É importante que isto fique bem definido para que o grupo não se disperse no meio do caminho. Se alguém tentar dividi-lo, todos já estarão precavidos.

REGRAS PARA A MARCHA:

1 - Bandeiras de partidos políticos e outras organizações a eles ligadas não serão permitidas. Caso apareçam, serão tomadas.

2 - Esta marcha é do povo e ninguém a utilizará para autopromoção.

3 - Viu qualquer movimento ou atitude suspeita? Utilize da melhor arma que tem para isso: seu celular. Filme tudo e entregue o arquivo para a organização do ato, a fim de que providências legais sejam tomadas.

4 - Se surgir qualquer foco de violência ou vandalismo contra o patrimônio público todos deverão sentar-se até que os policiais que farão a escolta, fardados ou a paisana, capturem o meliante.

5 - Se houver provocações oriundas de qualquer grupo estranho ao ato apenas ignore. Eles estão desesperados pois tudo o que construíram está ruindo. Nós somos a ameaça aos seus interesses escusos. Somos o golpe de misericórdia contra o PT.

6 - Atenção às mensagens que serão enviadas do carro de som!

7 - Não use roupas vermelhas ou pretas. Elas lembram o PT e os Black Blocs. Não compareça no evento com camisetas em alusão a partidos políticos.

8 - Verde e amarelo são as cores ideais para este dia de indignação. Pinte o rosto!

9 - Confeccione faixas, cartazes. Leve bandeiras do Brasil, use nariz de palhaço. Leve cornetas, apitos, faça barulho! Leve também balões azuis, amarelos e verdes. Vamos chamar atenção para nossa causa.

10 - Durante a marcha, fique atento aos cânticos que serão puxados pela organização! Nada de coros que não são pertinentes ao ato. Lembre-se, você está nas ruas para reivindicar direitos.
11 - A polícia é nossa amiga. Gente ordeira e trabalhadora não teme aqueles que nos protegem. Eles estarão presentes para garantir que tudo ocorra bem. Não trate estes bravos servidores públicos de forma hostil.

12 - Convide amigos e vizinhos. Vá com sua família ao ato! Ensine seus filhos desde pequenos que política é algo bom e deve ter à frente pessoas de bem. Ensine-os a fazer parte da história e não apenas a vê-la passar. Um povo que luta por seus direitos e participa é respeitado por seu governo.

13 - Respeite os veículos que se aproximarem da marcha. Não bata nos vidros e tampouco na lataria dos carros. Não jogue lixo no chão. Recolha papéis e outros objetos e deposite em
lixeiras. Somos civilizados.

14 - Permaneça no roteiro da marcha. A intenção é mostrar nossa força e não travar o trânsito.

15 - Se chover, vá mesmo assim! Leve seu guarda-chuva, mas não deixe de comparecer. Não somos feitos de açúcar. Temos força e raça! Nada impedirá nossa luta pelo Brasil que queremos!

16 - Caso alguém passe mal no evento, forneça ajuda e contate a organização.

17 - Quer ajudar no ato? Mande mensagens inbox p/ os organizadores.

18 - Qualquer crítica/sugestão será bem recebida.

19 - Leve água para se hidratar durante o percurso. Respeite crianças e idosos.

20 - Desejamos uma ótima Marcha a todos.


" BRASIL ACIMA DE TUDO"


" ACORDA BRASIL"



O Brasil no dia 15 de Março




Olavo de Carvalho: "Lá está o PSDB segurando o PT e vice-versa."

O Dep. ONIX LORENZONI diz a SÉRGIO GABRIELLI tudo que ele tinha que ouvir



Quem não assistiu a essa sessão da CPI deve, ao menos, assistir este vídeo.

O povo só sairá da rua depois que Dilma se for do Governo


Crimes nunca apurados

Por Márcio Accioly

É possível que ninguém jamais tenha mentido tanto numa CPI como José Sérgio Gabrielli (PT-BA) na que investiga a roubalheira sem fim na Petrobras. Ex-presidente daquela empresa, até as pedras das ruas sabem que Gabrielli era um dos chefões da gatunagem, abastecendo campanhas eleitorais como a do ex-governador da Bahia Jacques Wagner (PT). O que impressiona mais ainda, neste país de calhordas, é o fato de Wagner ser atualmente ministro da Defesa. Minha nossa!

O acordo na cúpula petista baiana tinha o ex-presidente da petrolífera como candidato à sucessão governamental de Wagner. Tanto que, depois de sair da empresa, Gabrielli assumiu Secretaria do governo baiano (Planejamento), onde ficou aguardando a hora de desincompatibilizar e mergulhar na campanha. Para se tornar conhecido, comentava programa político de rádio todas as quintas-feiras, onde falava de tudo: desde a formação de ninho de passarinho à construção de arranha-céu e bomba atômica.

Como o povo na maioria vive a se idiotizar, e sempre quer ter no que acreditar, o que Gabrielli dizia passava a figurar como verdade insofismável, em especial para os beneficiados por bolsas pagas com extorsivos impostos, maneira dissimulada de compra de votos. Tudo ia muito bem, até que apareceram as primeiras denúncias da Operação Lava Jato, fulminando a sua candidatura. O operador da roubalheira petista, que respondia a todas as determinações do chefão, Lula da Silva, o Lularápio, soçobrou.

A Petrobras é um “segredo”, entre aspas, que já fez fortuna de muita gente. Basta lembrar “o japonesinho do Geisel”, Shigeaki Ueki, ministro das Minas e Energia (1974-79) e presidente da Petrobras (1979-84). Ele vive hoje no Texas e é considerado uma das maiores fortunas do mundo. Não possuía tanta riqueza, antes de ser cooptado pelo Regime Militar (1964-85).

Um dos maiores mistérios com relação à Petrobras é o fato de o ex-presidente FHC não admitir que haja investigação englobando seu período de governo (1995-2003). Todas as vezes que se fala nisso é um verdadeiro deus nos acuda. Na gestão FHC, o presidente da Petrobras, até 1999, foi Joel Rennó. Ele vinha da gestão Itamar Franco, iniciada em 92. Certo dia, o jornalista Paulo Francis, morto em 97, afirmou num programa de televisão (Manhattan Connection), que havia corrupção na Petrobras.

O programa era transmitido por canal pago (Globo News) e teve ampla repercussão no Brasil, pois Francis afirmou que diretores da empresa tinham contas milionárias na Suíça. Sete diretores da Petrobras, liderados por Joel Rennó, moveram processo em Nova York (deveria ter sido movido aqui no Brasil), e cobraram uma indenização de 100 milhões de dólares. Pouco tempo depois, angustiado, Paulo Francis morreu. Nem o presidente FHC, segundo confessou, conseguiu demover Rennó do propósito de processar Francis.

Pois não seria esta a hora de se empreender investigação profunda e colocar tudo em pratos limpos? Mas FHC, ou o chamado “líder oposicionista”, Aécio Neves (PSDB-MG), não quer saber de encrenca com o PT. Os dois afirmam não ser bom falar em impeachment, que não adianta tirar Dilma e que é preciso ter muito cuidado, embora não se saiba com quê.

O certo é que a Petrobras é sangrada há anos e o desenlace se dá agora na gestão petista, pois o PT aparelhou toda a máquina estatal com bandoleiros inconsequentes! A coisa vai assumir proporção nunca vista, pois a situação climática mundial está promovendo quebra na produção mundial de alimentos. Aos que se apossaram da máquina do Estado, e dominam todos os seus departamentos, resta o consolo de dispor de grande volume de notas fresquinhas para comerem quando a fome apertar.


Fonte: Alerta Total


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Márcio Accioly é Jornalista.

Dilma já ultrapassa FHC em pedidos de impeachment, mas segue atrás de Lula


No caso de Dilma, 17 pedidos foram arquivados e dois estão em processamento -  analisados atualmente pelo núcleo jurídico da presidência da Câmara | Agência Brasil
No caso de Dilma, 17 pedidos foram arquivados e dois estão 
em processamento - analisados atualmente pelo núcleo 
jurídico da presidência da Câmara
Apesar dos vários grupos que marcaram protestos para o domingo, 15, por meio das redes sociais, um processo de impeachment só pode ser instaurado pela legislação brasileira através do processo de abertura na Câmara dos Deputados

Às vésperas das manifestações que prometem levar milhares às ruas do País para protestar contra o governo e pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), ela conta com 19 pedidos formais de impeachment protocolados junto à Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, considerando seu primeiro governo e o segundo mandato em andamento.

Apesar dos vários grupos que marcaram protestos para o domingo, 15, por meio das redes sociais, um processo de impeachment só pode ser instaurado pela legislação brasileira através do processo de abertura na Câmara dos Deputados. Dilma chegou à marca de 19 solicitações na última quinta-feira, 12, com o pedido protocolado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ).

O número já é maior que o registrado nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso, que ficou no poder de 1995 a 2002, e teve registrados contra ele 17 pedidos. Mas a petista está ainda bem atrás do seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, que com o boom de pedidos durante o período das denúncias do mensalão, chegou a 34 pedidos nos seus dois mandatos - de 2003 a 2010.

Todos os pedidos para Lula e FHC foram arquivados pela presidência da Câmara, ou seja, não chegaram a ser apreciados pelo Congresso Nacional. No caso de Dilma, segundo constam das informações fornecidas à reportagem pela Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, 17 foram arquivados e dois estão em processamento - são analisados atualmente pelo núcleo jurídico da presidência da Câmara.

O deputado Paulinho (SD-SP) promete levar o número de Dilma para 20, ao ter lançado também nesta última semana, uma campanha do Solidariedade para recolher assinaturas em uma solicitação popular de impeachment da presidente. Tal feito seria inédito, já que todos os pedidos protocolados até hoje foram feitos por indivíduos, parlamentares ou grupos pequenos de pessoas.

Entre os pedidos feitos por políticos, Dilma teve esse último do Bolsonaro e um, feito em 2014, pelo então senador Mário Couto (PSDB-PA). Ela também foi alvo do pedido protocolado por Matheus Sathler, em 2014, que foi candidato a deputado federal pelo PSDB no Distrito Federal. Os demais pedidos são de “cidadãos”. Um único cidadão, o advogado Luis Carlos Crema, é responsável por cinco pedidos contra Dilma. Dos 19 pedidos de impeachment contra a petista, cinco são deste segundo mandato e 14 registrados de 2012 a 2014.

Era Lula

O presidente Lula registrou o dobro de pedidos de impeachment na Câmara que seu antecessor, chegando a 34 solicitações registradas. O número se deveu em grande parte à explosão de protocolos a partir de 2005, quando do escândalo do mensalão. Apenas um pedido foi registrado contra Lula no ano de 2003 e um em 2004. Já 2005 concentrou 13 pedidos e 2006 teve 12.

A partir de 2007, o petista viu os registros caírem, em um momento em que a economia estava em uma maré positiva e quando Lula recuperava estabilidade política no segundo mandato. No ano de 2007, a Câmara recebeu três registros de pedido de impeachment contra Lula, em 2008 não houve pedidos e em 2009 houve um. Em 2010, ano eleitoral, o número voltou a subir um pouco, e foram registrados três pedidos para que Lula fosse afastado da Presidência.

O mesmo cidadão, advogado Luis Carlos Crema, protocolou três pedidos de impeachment de Lula. A maioria dos demais pedidos registrados na Câmara são de “cidadãos”, entre eles um do jornalista D iogo Mainardi - colunista da revista Veja. Apenas um pedido contra Lula foi feito por um parlamentar. Alberto Goldman, em 2005, à época deputado federal pelo PSDB em São Paulo, protocolou o pedido.

Era FHC

O governo Fernando Henrique também viu uma calmaria de pedidos no início de seu primeiro mandato, ainda na fase de “lua de mel” com o eleitorado e com o impulso positivo do início do plano Real. Em 1995 e 1996, o então presidente não viu protocolado nenhum pedido de impeachment contra ele. Em 1997, houve um registro, do então deputado Nilson Gibson (PSB-PE) e em 1998 não houve protocolo contra FHC.


Em 1999, após a reeleição e em um momento econômico e político ruim a partir da adoção do câmbio flutuante, o tucano viu crescerem os processos registrados contra ele. Foram cinco em 1999, um em 2000, 8 em 2001 e dois em 2002. Na era FHC, ao contrário da era petista, a maioria dos protocolos de impeachment foram assinadas por deputados, o que evidencia uma maior atuação da oposição. Dos 17 pedidos, 11 foram feitos por deputados. Em 1999, um dos pedidos era assinado por um conjunto de políticos, entre eles os deputados à época José Genoino (PT-SP), Luiza Erundina (PSB-SP) e Miro Teixeira (PDT-RJ).

sexta-feira, 13 de março de 2015

Movimento Cívico de 15/03/2015

Por Robson Merola de Campos

Logo após o resultado do segundo turno escrevi um pequeno artigo sobre o perigo da divisão do Brasil entre “nós” e “eles”, “pobres” e “remediados” (e digo remediados, me referindo à classe média, pois, para os abastados sempre se pode pegar um vôo para Miami), “eleitor do nordeste” e “eleitor do sul”, que foi um dos temas principais da campanha vitoriosa à Presidência da República.

Vendo os pronunciamentos do ex-presidente Lula, convocando o “exército do Stedile” (líder do MST) para uma “guerra”, e depois, assistindo um vídeo onde este senhor discursa em evento realizado em 05/03/2015 em Caracas, ao lado do Presidente venezuelano Nicolás Maduro, fazendo referências ao clamor pelo impeachment da Presidente Dilma e dizendo que o continente sul-americano deve se unir contra a “burguesia” (entre outras assertivas) fica difícil imaginar que se tratava de pura retórica por parte do ex-presidente.

A questão é que sempre que se fala em guerra pressupõe-se a existência de um inimigo que deve ser combatido e levado à derrota por quaisquer meios ao alcance de quem o combate. No caso presente, quem seria o inimigo a ser derrotado pelas “hordas” de João Pedro Stedile citadas pelo ex-presidente Lula? Não se trata de inimigo externo, pois, o próprio Stedile esteve em Caracas e pediu apoio para combater aqueles que pedem o impeachment da Presidente Dilma e que ele classificou como “burgueses”. Se se quer combater o povo que pede o impeachment, o ex-presidente está falando de guerra fratricida, onde irmão combate irmão, vizinho combate vizinho, cidade combate cidade. A última vez que se teve notícia de conflito similar no Brasil ocorreu nos idos de 1932 com a Revolução Constitucionalista deflagrada por São Paulo. Em três curtos meses de combates, estima-se que cerca de dois mil brasileiros perderam a vida…

Esta semana surgiu inteligentemente a figura retórica do terceiro turno citada pela Presidente Dilma e por seu Ministro da Casa Civil Aloísio Mercadante, entre outros. Afirmam que quem pede o impeachment é quem foi derrotado nas urnas em eleições legítimas realizadas no final do ano passado. Ora, o povo brasileiro não concorreu. E é significativa parcela do povo brasileiro, que, acertadamente ou não, com fundamento jurídico ou não, que, cansado dos escândalos diários, cansado das mentiras repetidas em bordão inúmeras vezes por quem nos comanda (“eu não sabia de nada”), ou pelo menos por quem deveria ter autoridade para nos comandar, é quem está pedindo o impeachment. E nem vamos aqui repetir as dúvidas que qualquer pessoa esclarecida tem sobre a lisura de um processo eleitoral eletrônico que não permite a recontagem e conferência dos votos. Quer saber mais? Pesquise no Google sobre Içara – SC e a tentativa frustrada de recontar votos de uma urna eletrônica. A situação atual me lembra a parábola do sapo: jogue um sapo em uma panela de água fervente e ele pulará imediatamente. Mas, coloque o sapo em uma panela e vá aquecendo a água lentamente até a fervura e ele morrerá cozido sem reagir…

Muitos irão às ruas no próximo dia 15/03/2015 para pedir o impeachment da Presidente. Outros vão pedir uma intervenção militar. Mas, a grande maioria vai mesmo é para declarar a sua insatisfação com o atual estado de coisas. É para falar que do jeito que está não dá mais para ficar. Não se pode mais conviver com tantos escândalos assim no país. Não há quem agüente. Não há quem suporte. Não há quem tolere mais essa situação, onde a mentira se institucionalizou no Brasil. E, lá em cima, na cúpula política, eles continuam rindo e debochando do povo entre goles de Romanée Conti, comprado a R$ 8 mil a garrafa…

É evidente que o ex-presidente Lula e sua afilhada, atual Presidente da República, bem como seus principais assessores, sabem que o Brasil está dividido e prestes a explodir. Eles querem isso. Mais: eles contam com isso. O Brasil ainda não explodiu devido à nossa natureza conciliadora e pacata. Somos as ovelhas do rebanho. E inteligentemente, o PT que ocupa o Planalto há mais de uma década tem movido todos os seus recursos, legais e ilegais (basta recordar-se o famigerado “Mensalão”) para aparelhar o estado e manter-se indefinidamente no poder. Para isso, fizeram um cuidadoso trabalho de reescrever nosso passado recente, contando apenas um lado da história. Assim, terroristas que mataram, assaltaram, explodiram bombas visando única e exclusivamente implantar uma ditadura comunista no Brasil tornaram-se lutadores imaculados pela liberdade do povo brasileiro. Militares foram execrados e são olhados com desconfiança por grande parcela de nossos jovens que desconhecem os dois lados da história. Já dizia Rui Barbosa: “uma nação que confia em seus direitos em vez de confiar em seus soldados, engana-se a si mesma e prepara a sua própria queda”.

Houve excessos do lado dos militares? Claro que sim. Mas, tais excessos também ocorreram do lado dos guerrilheiros comunistas, que hoje estão à frente do poder no Brasil. Sim, vou repetir: comunistas. Era isso que eram. E é isso que continuam sendo. Mas, na torpe maneira de reescrever nossa história recente apaga-se um lado em benefício do outro. Se, no processo, for preciso mentir, ludibriar ou ocultar fatos é de somenos importância. O importante mesmo é perpetuar-se no poder.

O risco de uma verdadeira guerra no Brasil, interna, fratricida, cruel, sangrenta e prolongada é real. Pode ser que não seja imediata, mas, no atual andar da carruagem parece inevitável. Quem a pede seja do lado do PT (com o exército do Stedile, apoiado por militares venezuelanos e cubanos, infiltrados no Brasil ou prontos para aqui invadir, a pedido/comando de quem ocupa/ocupou o Planalto) seja do lado daqueles que bradam por uma intervenção militar não sabem nem de longe o sofrimento que é uma guerra fratricida. Não conseguem visualizar o futuro sangrento de um país em guerra interna. Mas, é bom lembrar: se não fosse a decisão de combater Hitler e o nazismo que culminou na mais sangrenta guerra da qual se tem notícia, com estimados 60 milhões de mortos, entre pessoal civil e militar, hoje, você caro leitor estaria falando alemão, vivendo sob um dos regimes mais tirânicos e cruéis que o mundo já viu, morando em uma cidade sem negros, pardos, judeus, ciganos, aleijados, incapazes ou qualquer outra pessoa que não comungasse com os ideais nazistas. Conclusão: guerra é acontecimento que deve ser evitado a todo custo, mas, chega um ponto quando não dá mais simplesmente para fechar os olhos e fingir que as coisas estão indo às mil maravilhas…

No próximo dia 15/03 eu irei para a rua e levarei meu filho de oito anos comigo. Quero mostrar-lhe que democrática e pacificamente um povo, se quiser, pode alterar o seu destino. Espero, confio em Deus que as vozes da insensatez se calem e dêem ouvidos à razão. Que a democracia, a verdade e a justiça prevaleçam. Mas, estou também preparado e vigilante. Lembro de uma frase, cujo autor me escapa, que diz: “o verdadeiro soldado não luta porque odeia o que está à sua frente, mas, sim, porque ama o que está atrás dele”. Não é com alegria que escrevo essas linhas. Meu coração está sombrio. Não quero e não desejo uma guerra no meu país. Mas, não me submeterei à mentira. Não me submeterei à ameaça e ao medo. Não me submeterei a quem espolia o Brasil. Não me submeterei a quem, vestido de ovelha tem se revelado lobo. Chega de ignomínia! Basta de corrupção!

Brasil! Acima de tudo!”




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Robson Merola de Campos é Advogado

Projeto de poder do PT atingiu o ponto limite da tolerância popular



Nos regimes democráticos, manifestações populares são formas de exteriorização de desagrado que têm por objetivo provocar mudanças em favor do interesse dos manifestantes.

O atual governo brasileiro, em início de mandato, o quarto do que chamo de “era pós-moral” – como consequência de si próprio e dos que o antecederam –, todos sob a égide do Partido dos Trabalhadores, amarga uma onda crescente de manifestações. Até agora, a mais importante delas foi a dos caminhoneiros que, pela abrangência e importância estratégica, pôs em xeque a utilização do sistema viário nacional, o abastecimento e o próprio desempenho de certas atividades e regiões econômicas.

No mesmo embalo, não com as mesmas consequências mas com abrangência e significado político muito maior, organiza-se pelas redes sociais outro movimento popular de protesto e de contraposição ao governo, a realizar-se em 15 de março próximo.

O projeto de poder petista, nos moldes bolivarianos estipulados pelo Foro de São Paulo, colhe os frutos do seu desprezo a regras mínimas de respeito à inteligência e à paciência da sociedade.

Ambição, desonestidade, corrupção, incompetência, demagogia, malversação, mentira, propina, desvio, estelionato, apropriação, dilapidação, impunidade, destruição e outros, sem restrições à imaginação e à criatividade delituosa, são os substantivos que definem a forma escolhida para gerenciar a coisa pública e que, aparentemente, atingiu o ponto limite da tolerância popular!

Os fins populistas, falsamente conquistados, não justificam os conchavos e as negociatas que levaram o Brasil, como um todo, às portas da bancarrota e sua mais importante empresa à quase insolvência no mercado mundial.

O tempo do Partido dos Trabalhadores esgotou-se junto com a transigência da sociedade brasileira, sua grande vítima. O entusiasmo com que os brasileiros finalmente esclarecidos se preparam para o Movimento Cívico de 15 de Março atesta esta afirmação.

Se as manifestações populares, por definição, visam e reivindicam mudanças, estas, para legitimar-se, devem escudar-se na viabilidade e na processualística estabelecidas na Lei Maior.

A importância do movimento de 15 de março será medida pelos efetivos que conseguir mobilizar, pelo comportamento ordeiro dos participantes e pela veemência da demonstração de repúdio ao engodo de que têm sido vítimas.

Deve servir de base e motivo para que os representantes do povo – eleitos para fazer valer a sua vontade, no exercício de seus mandatos e dentro dos limites da legalidade – assumam o bastão da demanda e deem efetividade às mudanças exigidas pelas ruas!

O processo judicial em curso da Operação Lava Jato, pela exemplar seriedade com que está sendo conduzido, pela abrangência e pela gravidade dos crimes financeiros que está a elucidar, certamente trará à luz verdades e evidências que abraçarão o sentimento nacional e que darão respaldo às decisões e às atitudes legislativas que, finalmente, responderão à vontade popular.


Que assim seja!

'Dilma tem uma liderança inventada por Lula e enlatada por João Santana', afirma Bruno Araújo



Líder da oposição na Câmara dos Deputados, Bruno Araújo (PSDB) afirma que o maior erro da presidente Dilma Rousseff foi ter aceitado disputar novamente a presidência da República a qualquer custo. No 'Direto ao Ponto' com Joice Hasselmann, o tucano afirma que "falar em impeachment não é palavrão".

Estou com uma certa pena de Dilma...
A Culpa é do LULA!


As aventuras de Dilma no Mundo do Faz de Conta




No mundo mágico de Dilma, até os aplausos são de mentirinha! A coisa tá tão feia que o Planalto está monitorando os locais onde Dilma será vaiada e enviando militontos para interceder durante as aparições da Presidente.

Cabo Daciolo e Bolsonaro discutem Salário das FFAA



Deputado Bolsonaro cobra votação de Medida Provisória 2215/10 que desde o governo FHC não é votada no Senado.

Exercito Stédile: SEM ÓDIO ?


CARDOZO muda de tom sobre PROTESTOS de domingo


Proibida revista íntima em PRESOS no RJ.
Entenda e veja como votou cada deputado


PROIBIDA REVISTA ÍNTIMA NOS PRESOS. OS VAGABUNDOS AGRADECEM!

Segue a lista de votação de cada deputado estadual:


Meus Amigos,

Foi aprovado ontem na Alerj, com meu voto contra (assista a meu breve pronunciamento sobre o assunto: http://youtu.be/zQRhsdClYDE), o Projeto de Lei nº 77/2015, que proíbe revista íntima de presos.


De autoria dos deputados Marcelo Freixo (PSOL), André Ceciliano (PT) e Jorge Picciani (PMDB), esta lamentável iniciativa atende à população carcerária, e não à população ordeira do Rio de Janeiro, que sofrerá ainda mais com traficantes dando ordens em suas facções de dentro dos presídios e com extorsões mediante uso de celulares, que agora terão acesso facilitado, pois praticamente inviabiliza-se a identificação e apreensão de ilícitos devido à burocracia atribuída ao já escasso contingente de Agentes de Segurança Pública entre outros detalhes.

Acesse o vídeo no youtube abaixo e tenha acesso a mais detalhes ouvindo o debate promovido na Rádio CBN entre os parlamentares; Flávio Bolsonaro e Marcelo Freixo (Partido Socialismo e Liberdade). http://goo.gl/scMDH6

Infelizmente em questionamento pós votação, o Governador Luiz Fernando Pezão (RJ), declarou que sancionará o projeto.


Sigo fazendo minha parte, lutando por direitos humanos para humanos direitos. No caso em tela, infelizmente, os vagabundos agradecem...


Rio de Janeiro, março de 2015.