quarta-feira, 16 de julho de 2014

Derrota para sediar e presidir banco dos Brics confirma que Oligarquia Financeira global descarta Dilma

 
Ainda não refeito dos resultados negativos (fracasso da seleção, vaias e xingamentos) na “Copa das Copas”, o timeco dos petralhas sofre outra grande derrota internacional. O Brasil não conseguiu ser a sede e nem indicar o presidente do New Development Bank que os “Brics” foram induzidos a criar pelos controladores da finança globalitária. O multilateralismo vence mais uma disputa contra Bruzundanga. Dilma Rousseff tomou nos Brics, e perderá a reeleição.

A derrota na tentativa de emplacar, no mínimo, o nome do presidente do NDB foi mais um sinal da má vontade da Oligarquia Financeira Transnacional com a desgovernança do PT, prestes a ser destronado do Palácio do Planalto. A instituição que financiará projetos de infraestrutura em nações emergentes será presidida por um indiano (alguém de confiança dos banqueiros britânicos) e a sede do banco ficará na cidade chinesa de Xangai (até outro dia um protetorado inglês, e a partir de onde a economia capimunista da China é comandada pelos banqueiros ingleses).

O presidente do NDB terá cinco anos de mandado – não prorrogáveis. O banco nasce com US$ 50 bilhões de capital inicial, podendo chegar a US$ 100 bilhões. Como “prêmio de consolação”, o Brasil indicará o presidente do Conselho de Administração – que também será um nome que conte com o respaldo do alto comando globalitário das finanças. A Rússia vai presidir o Conselho de Governadores da “empresa”. Detalhe importantíssimo: o banco só começa a funcionar daqui a dois anos. E todos os países precisam entrar com 20% do capital. África do Sul e Brasil vão tirar dinheiro de onde? Talvez a galera na copa tenha respondido para Dilma, nos estádios...

Tão ou mais importante que o banco dos Brics foi a proteção instituída pela Oligarquia Financeira Transnacional para não tomar calotes de países que perdem o controle sobre seu endividamento externo. Os presidentes do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul teatralizaram o papel de aprovadores do Acordo de Reserva de Contingência (de US$ 100 bilhões) para ajudar países com problemas de balanço de pagamentos.

A China entrará com US$ 41 bilhões. Brasil, Índia e Rússia destinam US$ 18 bilhões cada um. A África do Sul bota apenas US$ 5 bilhões. O Banco Central do Brasil até emitiu uma nota para explicar que a eventual liberação dos recursos se dará por meio de operações de swap, pelas quais o país solicitante receberá dólares e em contrapartida fornecerá sua moeda aos países contribuintes, em montante e por período determinados.

Festejando o quê?

O mais interessante da reunião dos Brics, com a criação do novo banco e do acordo de reserva, foi a observação festiva do Ministro da Fazenda do Brasil.

O empolgado Guido Mantega proclamou que a reunião dos Brics teve um caráter histórico porque conseguiu ir além do famoso Acordo de Bretton Woods...

Curiosamente, foi justamente este acordo, após a Segunda Guerra, que instituiu a Nova Ordem Financeira Mundial – mantendo sempre países subdesenvolvidos - como o Brasil - endividados e dependentes de crédito externo, a juros altos, para financiar sua infraestrutura.

Foco nos negócios

Os petistas se concentram hoje no fechamento de um mega-acordo de US$ 30 bilhões com os chineses para investimentos em infraestrutura.

Em troca de gordas comissões ou de participações ocultas dos “companheiros” como acionistas das empresas que tocarão as grandes obras, os petistas permitirão que os empreiteiros chineses façam a festa, trazendo para cá operários, tecnologia, equipamentos e insumos.

As transnacionais brasileiras da construção – que lucram alto e fácil no rico setor de concessões e parcerias público privadas – terão de aturar a convivência incômoda com os chineses.

Os alvos

O projeto expansionista chinês tem olho grande no Brasil.

O maior foco deles é conquistar, em futuro próximo, o controle dos maiores empreendimentos da Eletrobras e Petrobras.

Tudo, claro, junto com a construção e operação de novos portos, aeroportos, ferrovias e rodovias – que os chineses, hoje em dia, garantem fazer mais rápido, barato e com mais qualidade que a concorrência, inclusive a dos empreiteiros transnacionais brasileiros.

Os chineses vem com grana e disposição para engolir quem tem a ilusão de reinar absoluto no capimunismo de Bruzundanga.

Olho neles

A reunião dos Brics mostrou quem são os personagens que vão mexer com a polpuda grana dos investimentos globalitários no Terceiro Mundo.

Luciano Coutinho, do BNDES brasileiro; Vladimir Dmitriev, do russo Banco Estatal de Desenvolvimento e Assuntos Econômicos Internacionais (Vnesheconombank); Yaduvendra Mathur, do Eximbank da Índia; Hu Huaibang, do Banco de Desenvolvimento da China (CDB); e Jabulani Moleketi, presidente do Banco de Desenvolvimento do Sul da África (DBSA).

No caso brasileiro, assim que o PT for destronado do poder, Luciano Coutinho não ficará desamparado: assumirá um grande cargo de confiança no esquema financeiro transnacional.

Desemprego retardado

A taxa de desemprego no País, que vem atingindo mínimas históricas mês a mês, desde o início do ano, tende a ser impactada negativamente pela dispensa de milhares de trabalhadores temporários no efeito pós copa das copas.

O segundo semestre do ano é caracterizado por um movimento sazonal de aumento nas contratações para dar conta da demanda das encomendas para as festas de fim de ano.

No entanto, com a atividade econômica em ritmo fraco, o mercado já mostra que não tem fôlego para geração de novas vagas – o que pode influenciar, negativamente, no humor eleitoral...

Tá de sacanagem...

Duro é ler, no cruel noticiário econômico, que o Comitê de Política Monetária do Banco Central está “conformado” com a alta taxa de inflação a 6%.

De acordo com tal visão “conformista”, a taxa de juros básica da economia, a Selic, deverá continuar no altíssimo nível de 11%.

Carestia, endividamento das famílias, dificuldade de crédito, desemprego à vista e percepção de problemas econômicos a curto prazo levarão Dilma Rousseff a perder a reeleição.

Será que ele é bossa nova...

Aécio Neves "Não vamos aceitar as regras do governo cubano"

O candidato do PSDB à presidência, Aécio Neves, afirmou essa quarta-feira (16) que o Brasil não poderá ceder no acordo estabelecido com Cuba pelo programa Mais Médicos e que, se ganhar, não vai seguir mais as exigências do governo cubano.

Não vamos aceitar as regras do governo cubano
Reuters 
Depois de Eduardo Campos (PSB), foi a vez do ex-governador de Minas Gerais de participar na sabatina promovida, em colaboração, pela Folha de São Paulo, pelo portal UOL, pelo SBT e pela rádio Jovem Pan. Aécio Neves foi questionado sobre o seu programa de governo, nomeadamente para o Mais Médicos.

Para o tucano o programa, onde mais de 80% dos profissionais são cubanos, tem que ser analisado e o acordo feito com o governo de Cuba tem que ser refeito. Atualmente, o Mais Médicos está dando bolsas de R$ 10 mil aos profissionais inscritos mas, no caso dos cubanos, esse dinheiro é pago diretamente ao governo e, aos médicos, apenas chega R$ 3 mil.

Apesar disso, e da necessidade de uma reavaliação do programa, Aécio Neves defende que deve ser o governo brasileiro a definir as regras não podendo ceder à pressão cubana.

“Nós vamos manter o Mais Médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os médicos. Não vamos aceitar regras do governo cubano”, afirmou o presidenciável essa quarta-feira (16).

Aécio afirmou ainda que os médicos, cubanos e de outra nacionalidade estrangeiro, deverão passar por uma qualificação no Brasil através do exame Revalida. Apesar de apoiar o programa, o tucano criticou o governo petista dizendo que o programa de Saúde não se pode basear somente no Mais Médicos, escreve a Folha.



Entenda como funciona o Sistema Eleitoral Brasileiro:
QUOCIENTE ELEITORAL ANTIDEMOCRÁTICO


DICAS PARA VOTAR EM 2014





Onze candidatos à Presidência disputam a preferência de 141 milhões de eleitores

O prazo para registro das candidaturas terminou no dia 5 de julho. O TSE recebeu 11 pedidos de registros de candidatos à Presidência da República. Juntos, eles estimam gastar R$ 916,7 milhões durante a campanha eleitoral.

Serão candidatos ao Palácio do Planalto nestas eleições:


CANDIDATO À PRESIDÊNCIA
PARTIDO
VICE NA CHAPA
PARTIDO
Brasilia - O senador Aécio Neves é o candidato do PSDB à Presidência (José Cruz/Agência Brasil)
PSDB
Aloysio Nunes
PSDB
PT
Michel Temer
PMDB
PSB
Marina Silva
PSB
PV
Célia Sacramento
PV
PSDC
Roberto Lopes
PSDC
PRTB
José Alves de Oliveira
PRTB
PSOL
Jorge Paz
PSOL
PCB
Sofia Manzano
PCB
PSC
Leonardo Gadelha
PSC
PCO
Ricardo Machado
PCO
PSTU
Cláudia Durans
PSTU

Brasil não pode ter soviets, diz Onyx sobre conselhos populares


A Vida em "Paraísos Comunistas":
Testemunho impressionante de um ex-habitante da Coréia do Norte


"Aquecimento Global": O Junho Antártico Mais Frio já Registrado


A Antártica continua a desafiar o script do aquecimento global, com um relatório da Meteo France, que junho deste ano foi o junho mais frio da Antártida já registrado, na French Antarctic Dumont d’Urville Station.

De acordo com o comunicado de imprensa, durante o mês de junho deste ano, a temperatura média foi de -22.4c (-8.3F) à 6.6c (11.9F) inferior ao normal. Este é o mês de junho mais frio já registrado na estação, e quase a média mensal mais fria de sempre - apenas em 1953 foi mais frio, com uma temperatura média registrada de -23.5c (-10.3F).


Junho deste ano, também quebrou o recorde de temperatura mínima diária de junho, com um novo recorde de baixa de -34.9c (-30.8F).


Abaixo o Decreto 8243...
Fora o comunismo!!!

Nações que implantaram o socialismo só o fizeram por meio de golpe de estado, na base da revolução e do uso da força ou por meio de decretos golpistas como este.

Se Dilma, Lula e o PT perceberem que o plano do decreto e do plebiscito não forem avante e não derem certo ou não vingarem, certamente usarão então, o plano B. O plano B seria a implementação do caos social, com de uma deflagração de greves em todo o país, seguida de invasões de propriedades, saques, conflitos sociais e protestos violentos. Desta forma o governo instalaria "Estado de Sítio" no país, cancelaria as eleições e implementaria um novo regime de Estado. O golpe estaria dado e sacramentado.


A visita de Putin


OS BILHÕES DE DILMA


Se você reparar bem, a cada abalo que o governo da presidente Dilma registra em sua sacolejada escala Richter, segue-se algum plano mirabolante ou algum anúncio bilionário destinado a acalmar as ondas. Seja o abalo moral ou político, a reação oficial vem sempre de um ou de outro modo. Ora o governo anuncia providências estruturais que não funcionam (como essa de intervir no futebol e estancar a evasão de atletas para o exterior), ora reúne o ministério, os governadores, a imprensa, o empresariado, os movimentos sociais e informa que está destinando bilhões de reais para isto ou para aquilo.

Convenhamos, é um modo estranhíssimo de governar. É injustificável que, completados 93% de seu mandato e enquanto transcorre o 12º ano de gestão petista, o país ainda esteja sendo governado aos trambolhões, ao arbítrio do momento e seguindo o juízo das necessidades impostas pelas oscilações do Ibope. De modo especial, tais improvisações parecem incompatíveis com o perfil segundo o qual a presidente foi repassada aos votantes no mercado eleitoral de 2010. São bilhões para cá e para lá, saídos do nada e conduzindo, na vida real, a coisa alguma. É o que se poderia chamar de capital volátil. Faz lembrar aquelas maletas pretas dos filmes de ação, que supostamente deveriam conter vultosas quantias, mas estão recheadas de jornais com notícias antigas. De fato, são eventos que, a despeito da pompa e circunstância, logo se tornam coisas esquecidas, cuja função se exauriu no momento de cada anúncio. E de nada vale ficar cobrando serventia maior para algo concebido apenas para ser divulgado.

Em plena campanha de 2010, a presidente anunciou para Porto Alegre o atendimento das duas principais reivindicações do Rio Grande do Sul: a duplicação da Travessia do Guaíba e o metrô. Nada. Só muito recentemente, quando seu governo já olha para inexorável ampulheta, ocorreu (solene, sempre solene) a assinatura do contrato para construção da Travessia. Ou seja, no Brasil, coisa alguma. E o metrô? Saiu de pauta para retornar, provavelmente, durante a campanha eleitoral. Não foi diferente, país afora, com o conjunto que se tornou conhecido como "as obras da Copa". O quadro é o mesmo em todas as 12 capitais distinguidas com privilégio de sediar os jogos do já malvisto torneio. O adjetivo "malvisto" se aplica à sua realização aqui, com dinheiro do povo brasileiro. Em qualquer outro lugar é um bem aguardado evento. No Brasil, representa uma inversão na escala das prioridades nacionais, que transcorre em meio a obras paradas, atrasadas, incompletas por motivos técnicos e financeiros.


Em fevereiro deste ano, o jornalista Augusto Nunes desfiou em comentário o extenso conjunto de não-realizações do governo Dilma. Entre elas o também malvisto trem-bala, que - felizmente! - dorme em alguma gaveta muito antes de entrar na fase dos dormentes. Entre muitas outras, também sesteiam nas prateleiras as anunciadas seis mil creches, as seis mil casas para os flagelados de cheias no Rio de Janeiro, os seis mil caminhões-pipa para resolver a falta de água de beber na região da seca e o fim da miséria com data marcada para terminar no início de 2015.

Al Gore Continua a Propaganda sobre o "Aquecimento Global"

O ex-vice-presidente usa mentiras e desinformação para pressionar por impostos sobre o carbono. A mudança climática é "a maior crise que a nossa civilização enfrenta", diz o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore.

O Sr. Gore sentou-se com o correspondente da BBC Jon Donnison na Austrália, onde a sua organização, The Climate Reality Project, estava realizando sessões de treinamento para educar os futuros líderes na luta contra a mudança climática.

O primeiro-ministro conservador da Austrália, Tony Abbott, é visto por muitos como um cético sobre a mudança climática e uma vez descreveu a ciência por trás do aquecimento global induzido pelo homem como "porcaria absoluta".

"Nós estamos muito além do tempo onde seja de responsabilidade de qualquer líder nacional rejeitar a ciência por trás da crise climática", disse Gore.

Oito anos depois dele lançar o filme Uma Verdade Inconveniente, Gore disse que já percorremos um longo caminho para a conscientização do aquecimento global, mas ainda há muito mais a ser feito para encontrar soluções.




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Nota Blog: já vimos diversas vezes neste blog sobre as mentiras levadas adiante por Al Gore, mais um fantoche globalista. Em especial recomendamos ler o post "Al Gore Previu Ártico sem Gelo em 2013; CalotaPolar se Expande 50 Por Cento!".

terça-feira, 15 de julho de 2014

Base do governo e oposição divergem sobre decreto dos conselhos populares

Sessão Extraordinária
Deputados debateram por cinco horas o projeto que anula a Política Nacional de Participação Social.
Plenário aprovou regime de urgência para projeto que anula o decreto dos conselhos. Proposta está na pauta de votações desta quarta-feira.

Sessão Extraordinária

Deputados de oposição e da base do governo divergiram novamente nesta terça-feira (15), em Plenário, quanto ao conteúdo e à forma adotada pelo governo federal para criar a Política Nacional de Participação Social e o Sistema Nacional de Participação Social – ambos instituídos em maio pela presidente Dilma Rousseff por meio do Decreto 8.243/14.

Depois de mais de cinco horas de debates, os parlamentares conseguiram avançar apenas com a aprovação da urgência para o Projeto de Decreto Legislativo 1491/14, do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), que anula os efeitos do decreto presidencial. A principal crítica ao decreto consiste na criação de conselhos populares para influenciar políticas governamentais, com integrantes indicados pelo próprio governo.

Para o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), o decreto invade de forma flagrante o espaço de competência da democracia representativa, que é exercida pelo Congresso Nacional. “Mais uma vez, a presidente Dilma, por uma medida autoritária, tenta passar por cima do Parlamento brasileiro, invadindo nossas prerrogativas e criando um instrumento novo de participação social via decreto presidencial”, declarou.

A medida, segundo ele, aproxima a democracia brasileira de modelos autoritários, como os praticados na Venezuela e na Bolívia. “A sociedade brasileira não aceita esse decreto bolivariano, inspirado na Bolívia e na Venezuela, e que não tem nada a ver com nossas raízes democráticas. A presidente da República pode muito, mas não pode tudo”, disse Mendonça Filho. Ele acrescentou que, até hoje, todos os mecanismos de participação social criados no País passaram pela análise do Congresso.

Defesa do decreto

O líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), defendeu o decreto e disse que ele não invade prerrogativas do Congresso e não gera conflitos entre as democracias direta e representativa.

“Ampliar o papel da sociedade por meio de conselhos populares não é criar um conflito entre democracia direta e democracia representativa. O decreto não cria órgão algum, apenas organiza o que já existe”, disse o líder do governo.

Segundo Fontana, a presidente Dilma Rousseff quis reforçar o papel dos conselhos, que são milhares e já existem no Brasil, para que eles possam contribuir com políticas públicas. “O decreto não altera a forma de escolha dos conselheiros de saúde, de educação”, declarou.

A deputada Maria do Rosário (PT-RS) afirmou que a democracia não pode se limitar à delegação aos parlamentares eleitos, pois deve ser exercida também quando o governo ouve diretamente a sociedade.

“Estamos aqui estabelecendo como deve ser a ação democrática de uma Nação. Devemos ter a coragem de Ulysses Guimarães para dizer que a vontade do povo serve para legitimar e referendar nossos atos”, disse a deputada.

Indicações do governo

O líder da Minoria, deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), criticou o fato de o decreto atribuir ao governo a escolha de quem vai integrar os conselhos populares. “Abre-se um precedente para que só participem dos conselhos quem o governo quer”, criticou.

Sávio destacou que não é contrário à criação dos conselhos, mas à criação de um sistema de consulta popular sem ouvir o Parlamento. “Somos a favor do mérito. Não há objeção à criação de conselhos. Mas alertamos que todas as ditaduras populistas do mundo tiveram início a partir de atitudes dessa natureza, criando mecanismos em que um só decide”, disse.

Vice-líder do PT, o deputado Afonso Florence (BA) disse que o decreto não invade prerrogativas do Congresso e permite avanços na democracia brasileira. “Está no texto [do decreto] que a prerrogativa dos conselhos se restringe à consulta de políticas públicas para o Executivo. É um avanço para a democracia. Nós precisamos cada vez mais dar transparência aos atos do Executivo e às suas deliberações”, disse ele, acrescentando que o País ainda possui uma “democracia incipiente”.

Poder paralelo

Já o deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), vice-líder do seu partido, disse que a Assembleia Nacional Constituinte, que deu origem à Constituição de 1988, já tinha preocupação em conciliar a democracia representativa com a democracia direta.

“Houve um grande debate para estabelecer os limites para que uma não invadisse a outra”, disse ele, citando alguns dos 12 dispositivos constitucionais que permitem a participação da sociedade na gestão pública, como leis de inciativa popular e consultas públicas como o referendo e o plebiscito.

“Em vez de defender a melhoria da representatividade e do Parlamento, o Lula-petismo transforma em deliberativa a participação popular que deveria ser consultiva”, disse Mendes Thame. “Cria-se por decreto, sem participação do Legislativo, um poder paralelo com poder maior do que o próprio Legislativo”, completou.

A maior vergonha que o país já viveu!
Da vergonha do xingamento à vergonha real…

Por Fernando Augusto De Luca*

Para Lula, vaias à Dilma na abertura são “a maior vergonha que o país já viveu”.

Os palavrões à instituição, Presidente, realmente, não tiveram razão de ser… Uma sonora vaia já seria suficiente… Porém, vergonha, Lula, é sua covardia em se esconder na abertura da copa, a copa que você trouxe para o Brasil, deixando sua pupila entregue aos leões da elite…

Vergonha é você nunca saber de nada…

Vergonha é você falar que Dilma era a única com cara de pobre no estádio (coisa que ela não tem).

Vergonha é você dizer que lá só estava a elite branca, mesmo com a presença de inúmeros de seus asseclas e a presença de duas torcidas organizadas do seu time…

Vergonha é você ter sido racista ao dizer que lá não tinha nenhum moreninho…

Vergonha é você dizer que essa é uma copa feita para o povo, sendo que sabia desde o início que só a elite teria dinheiro para pagar o ingresso…

Vergonha é você fomentar o ódio de classes dizendo que só existe uma classe de trabalhadores no Brasil…

Vergonha é você criticar a elite que acorda cedo e trabalha 12 horas por dia (coisa que você nunca fez).

Vergonha é sua hipocrisia, pois critica a elite ao mesmo tempo em que anda de helicóptero, toma uísque 18 anos e vinhos que ultrapassam a cifra de R$ 1.000,00…

Vergonha é ter filhos já milionários, tão novos, sem justificarem tal patrimônio…

Vergonha são os amigos dos seus filhos viajarem de graça no avião presidencial…

Vergonha é o negócio escuso entre a Gamecorp e a Telemar…

Vergonha é você dizer que Genoíno, Dirceu e Delúbio não são gente de sua confiança…

Vergonha é o Genoíno e Delúbio, auto proclamados sem posses, bancarem dois dos advogados mais caros do país…

Vergonha é você condenar a elite por xingar a presidente e se omitir quando um membro do conselho de “ética” do PT ameaça de morte o presidente do STF…

Vergonha é você ter chamado de hipocrisia a decisão do STF de condenar os réus do mensalão e dizer que foi uma condenação política…

Vergonha é um deputado estadual do PT fazer reuniões com membros do PCC…

Vergonha é ver você trocando agrados com Maluf, Sarney, Collor, Renan…

Vergonha é ouvir você dizer que em Cuba e Venezuela impera a plena democracia…

Vergonha é você ter extraditado os pugilistas cubanos…

Vergonha é você não ter extraditado o terrorista Cesare Battisti…

Vergonha é saber que os assassinatos do Celso Daniel e do Toninho do PT jamais serão esclarecidos…

Vergonha é você, Dilma e todos os políticos inaugurarem obras inacabadas ou inexistentes…

Vergonha é saber o que você e seu partido fizeram com a Petrobras…

Vergonha é você praticamente ter duplicado o número de ministérios para acomodar seus prosélitos…

Vergonha é você se orgulhar de não ler e de não ter estudado…

Vergonha é você enganar o povo com seus discursos dissimulados…

Vergonha é sermos taxados com impostos escorchantes e não termos nada em troca…

Vergonha é o sistema de saúde no Brasil… (você sabe bem disso, pois trata sua saúde no Sírio Libanês como todos da elite branca).

Vergonha é o que a população brasileira enfrenta todos os dias com transporte público precário, saúde deplorável, educação e segurança inexistentes…

Vergonha é ter tido você como nosso presidente…




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* Fernando Augusto De Luca é cirurgião dentista formado pela UNESP, especialista pela USP, literalmente um membro da elite branca que acorda à 5:30 para ir trabalhar, paga impostos rigorosamente em dia e faz, dentro de suas possibilidades, o possível para aplacar o sofrimento dos menos favorecidos.

SOCIALISMO É OPRESSOR E CORRUPTOR POR NATUREZA


Brigitte Gabriel – fundadora do American Congress For Truth – dá resposta fantástica ao questionamento de uma mulher muçulmana vitimista


Melô da Eleição


Uma república socialista?

Por Dom Aloísio Roque Oppermann

Se os serviços públicos são geridos por empresas particulares, ou pelo governo, é uma questão de eficiência. Não é de ideologia política. Mas não esqueçamos que os serviços públicos “gratuitos” alguém os precisa pagar. A passagem de ônibus eu posso pagar do meu bolso, diretamente para a companhia particular, que presta esse serviço. Ou eu entrego essa mesma contribuição ao governo, para que ele a administre. Não existe jantar gratuito. O socialismo sempre fascinou a mente humana, porque parece ser mais justo, e atender melhor à parte mais pobre da humanidade. Isto, precisamente, sempre foi o ponto fraco do capitalismo: não ter plano de salvação para os perdedores. Mas o socialismo carrega consigo uma mancha execrável. Não é capaz de respeitar o que é inerente ao ser humano, que é a sua liberdade. Como não conseguirá jamais se estabelecer com a concordância dos cidadãos, precisa se impor à força. As cabeças de quem pensa, e é cioso em permanecer livre, rolam inexoravelmente. Esse regime é o mais catastrófico da história, tendo assassinado mais de 80 milhões de rebeldes. Tornou-se uma mancha na história da humanidade.

No Brasil, alegremente estamos correndo para os braços das ditaduras. Sem pejo nenhum, e sem falsete no rosto dos nossos dirigentes, temos relações diplomáticas preferenciais com nações, onde as liberdades individuais são uma quimera. As visitas oficiais a certos países, de visceral princípio socialista, são uma constante. A importação de médicos estrangeiros (não quero duvidar de sua competência profissional), tem como objetivo acostumar nossa população com as belezas do socialismo. Os gastos financeiros com doações em favor de nações mais pobres (todas socialistas), são uma constante. Os Black Blocs, quebrando com grande satisfação os Bancos, mostram que já estão infectados com esse vírus, francamente anti-livre mercado. Os que querem os serviços públicos todos gratuitos, vivem de um delírio deplorável. Tudo está sendo feito à luz do sol. Os condutores da nação terão o direito de dizer: “eu avisei”. É muito provável que entre os condenados pelos crimes do mensalão, já se encontrem aqueles que, no futuro, serão os dirigentes da Nação.



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Dom Aloísio Roque Oppermann é Arcebispo Emérito de Uberaba (MG)

Copa da Cidadania


FELIZ COPA - Então tá tudo bem...


Melô do Congresso


E agora, Brasil?

Por Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena

O sonho ou ilusão do Brasil vencer a Copa do Mundo em casa acabou. Vários relatos falam de vergonha, vexame histórico dentro de casa, desastre histórico, o mundo desabou sobre nossa cabeça. Qual a causa? Parece difícil enfrentar a realidade. Mas é verdade. A derrota do futebol brasileiro na Copa do Mundo no Brasil é motivo de esperança. Eis a vitória da competência sobre a malandragem. Oportunidade para limpar os desmandos que vêm acontecendo no futebol brasileiro. É hora de acordar e agir. Não faltou investimentos para a Copa do Mundo e para derrubar e construir novos e modernos estádios. Mas falta sempre investimentos nas questões sociais e na qualidade de vida do povo brasileiro. São muitas as lições. O povo brasileiro, no jogo da vida, continuará a lutar com esperança. É preciso jogar contra os nossos adversários: corrupção, violência, falta de saúde e educação de qualidade ao alcance de todos; falta de condições dignas de moradia, trabalho e transporte; falta uma reforma política no país e campanhas eleitorais dignas. É nossa esta partida. Esta Copa é exemplo para as gerações futuras. Este foi o primeiro tempo do jogo. Inexplicável? Apagão? Nada disso. Não nos deixemos levar por respostas fáceis, simplistas, interesseiras e falsas.

O segundo tempo já começou. Aqui a malandragem é sofisticadíssima. Mas há tempo, para o povo brasileiro jogar bem e ganhar com maestria e merecimento. O Brasil merece a vitória nas eleições deste ano. Ninguém pode eximir de participar consciente e responsavelmente da promoção do bem do País, e as eleições são uma grande ocasião. As condições de sofrimento, exclusão social, violência e injustiça, em que vivem muitos brasileiros, não condizem com a dignidade humana nem dão glória a Deus.

O Brasil não pode ser traído pelo seu próprio povo. É importante a vitória do Brasil, não de pessoas desonestas e corruptas, que só pensam em si mesmas ou no seu grupinho e não no bem comum. A vitória do Brasil é importante não só porque presidente, senadores, deputados e governadores têm uma incidência grande na vida do povo, mas porque está em jogo também o projeto político, social e econômico do país. A nossa vitória é a construção de uma sociedade igualitária, de respeito às diversidades, que produza a vida não para o aumento do consumo, que tenha a natureza como parceira da vida e um Estado que seja promotor do bem comum.

Não queira prorrogação da situação de descaso social que experimentamos atualmente em nosso país, nem deseje ouvir explicações depois dos resultados das eleições, como: “apagão”, “inexplicável” e “povo escolhe mau seus representantes”. Os anseios do povo não podem ser ignorados. As eleições dão ocasião de vitória sobre os desmandos que estão acontecendo no Brasil em todos os níveis. Somos responsáveis pela vitória do nosso país. Que o resultado das eleições seja digno e possibilite a volta da alegria e o eco verdadeiro do canto “Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor". E agora, o Brasil, todo o povo, será vitorioso.




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Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena  é Bispo de Guarabira (PB).

Soberania Nacional ameaçada

Prazo se esgotando…

Dilma Rousseff tem até o final do mês para questionar internacionalmente e, internamente, anular os efeitos do Decreto nº 5.051, de 19 de abril de 2004, assinado pelo Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva, que promulgou a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a Declaração da ONU sobre os povos Indígenas e Tribais.

A legislação entreguista, que dá autonomia para a criação de 216 nações independentes e soberanas dentro do Brasil, ratifica, de fato, a internacionalização da Amazônia, além de ferir a soberania nacional brasileira (prevista no o inciso 1º do art. 1º da Constituição Federal ainda em vigor até prova em contrário).

A Convenção da OIT e a Declaração da ONU foram aprovados, ao arrepio da Constituição, em dois turnos, por três quintos, em cada casa do Congresso Nacional, com a Emenda Constitucional 45, de 08 de dezembro de 2004.

Absurdos

O artigo 6º, da Convenção Relativa aos Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes da OIT derroga a soberania nacional, pois submete o Governo brasileiro às instituições representativas dos povos indígenas.

Já o artigo 7º transfere para os povos indígenas a propriedade das terras que ocupam, das quais tinham apenas usufruto.

A doação implica em subtrair e internacionalizar parte do território nacional.

Além disso, toda riqueza mineral existente no subsolo dos povos indígenas e tribais passa ao controle dos mesmos, com grave afronta à Soberania Nacional.

Proteção às “nações”

O artigo 12 dá proteção internacional aos povos indígenas e tribais para que estes possam garantir sua soberania em detrimento da soberania nacional.

A expressão “terras”, nos artigos 15 e 16 da Convenção da OIT, divide o território brasileiro e, na prática, subtrai tais terras do comando nacional.

O artigo 18 determina a criminosa e inconstitucional exclusão de brasileiros em terras do Brasil.

Afronta à Constituição

O tratado internacional afronta o disposto no inciso XXVIII, do art. 22º, da Constituição Federal.

Ao contrário dos deputados, senadores e governantes brasileiros, os representantes dos Estados Unidos, da Nova Zelândia e Austrália na ONU votaram contra a Declaração dos Povos Indígenas, pois não abdicam da soberania de seus países.

Eis a fundamental diferença entre a classe política dos países que têm soberania e aquelas onde a maioria dominante é apenas entreguista ou conivente com crimes de lesa-pátria.

Bola com os militares
 
Até agora, os comandantes militares pecaram, no mínimo, por omissão, por não terem questionado o decreto 5.051/2004.

Exército, Marinha e Aeronáutica ficam passíveis até virar alvos de uma representação ou de uma Ação Penal Pública contra seus comandantes, caso a Procuradoria Geral Militar (PGM) tenha a coragem de acionar o Superior Tribunal Militar (STM).

O artigo 142 da Constituição Federal obriga as Forças Armadas a defenderem a Pátria, impedindo qualquer subtração do território nacional igual àquela permitida na Convenção da OIT convertida, indevidamente, em Emenda Constitucional.

O esquema ONU-OIT também viola o artigo 142 do Código Penal Militar, que declara ser crime submeter parte do território nacional a soberania de país estrangeiro, aos povos indígenas e tribais sabidamente manipulados por ONGs que funcionam como laranjas de governos estrangeiros.



Direitos Gays Enfrentam Bloqueios no Mundo Inteiro

Por Stefano Gennarini

NOVA IORQUE, EUA, 11 de julho de 2014 (C-FAM) — Os países e instituições mais poderosos do mundo que promovem “direitos” homossexuais estão encontrando resistência mesmo em lugares em que os ativistas gays pensavam que a batalha já estava ganha.

A meta de normalizar relações de mesmo sexo por meio da legislação está enfrentando obstruções em assembleias legislativas, tribunais e entre as pessoas do mundo inteiro.

Embora os ativistas gays estejam de forma vitoriosa conseguindo que as sociedades do Ocidente exijam a aceitação da conduta homossexual de modo geral, eles não estão conseguindo a aprovação legal de direitos sociais e econômicos especiais em grande escala para lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT).

Em apenas alguns lugares, os ativistas LGBT parecem ter alcançado o que eles chamam de “igualdade.” Mas mesmo aí, o sucesso deles é limitado.

Nos Estados Unidos — um país em que os direitos LGBT são os mais avançados — mais da metade dos estados definem o casamento como a união de um homem e uma mulher, e muitos estados não permitem que duplas de mesmo sexo adotem.

Até mesmo na Europa, onde a poderosa Comissão da U.E. tem usado todo o seu poder a favor de diretos LGBT, e tem feito de modo vitorioso com que a maioria dos países da U.E. aprove arranjos de união civil para indivíduos de mesmo sexo, vários países não só têm rejeitado o “casamento” de mesmo sexo, mas têm também aprovado emendas constitucionais que simultaneamente proíbem o “casamento” de mesmo sexo. A Croácia, a Hungria e a Eslováquia são os mais recentes.

A Finlândia é o membro mais recente da União Europeia a rejeitar o “casamento” de mesmo sexo. No mês passado, um comitê do parlamento finlandês impediu o parlamento de votar sobre “casamento” de mesmo sexo, pela segunda vez desde 2012, por uma votação de 10 a 6. A Finlândia é o único país nórdico em que “casamentos” de mesmo sexo não são realizados.

O “casamento” de mesmo sexo é um assunto tão sensível que a Comissão Europeia e o Tribunal Europeu de Direitos Humanos adotaram uma abordagem suave, favorecendo em vez disso uniões civis. O presidente da Organização dos Estados Americanos recentemente disse que sua organização não imporia o “casamento” de mesmo sexo. Até mesmo o Supremo Tribunal dos EUA não impôs o “casamento” de mesmo sexo.

Adoção por duplas de mesmo sexo é de algumas maneiras um assunto mais difícil, principalmente na Europa. Poucos países europeus permitem que duplas de mesmo sexo adotem. O debate público muitas vezes foca nos direitos das crianças, para grande efeito dos oponentes da adoção gay.

Nos países do Hemisfério Sul, os ativistas LGBT e os governos que os apoiam estão tendo uma batalha árdua para convencer populações inteiras de que o que eles consideram conduta sexual pervertida deveria ser aceita pela sociedade.

Só neste ano, Uganda e Nigéria de forma polêmica aumentaram as penas legais para a conduta homossexual além de restringirem o ativismo em prol do “casamento” de mesmo sexo e outros direitos LGBT. Muitas nações africanas estão buscando leis semelhantes, e os políticos que fazem campanhas dessas questões encontram apoio da população.

O Grupo Africano, um bloco de negociação da ONU, selecionou Uganda para a presidência da Assembleia Geral depois que os Estados Unidos e a Europa ameaçaram punir Uganda por suas novas leis. A escolha enviou uma forte mensagem de que os africanos não estão cedendo.

Os setores da burocracia da ONU na vanguarda de iniciativas polêmicas de direitos LGBT na ONU provavelmente não prosseguirão depois da eleição de um novo Alto Comissário da ONU para Direitos Humanos da Jordânia.

As leis são apenas uma das áreas em que os ativistas LGBT estão enfrentando obstáculos. Algumas culturas nem mesmo consideram a noção de “casamento” de mesmo sexo e adoção, e nem mesmo têm palavras para descrevê-los.

Um autor do blog pró-família Englishmanif recentemente escreveu que a língua chinesa não tem uma palavra para [o termo genérico] “casal” ou [o termo genérico] “pais.” Em chinês, ele explica, a palavra é literalmente “maridoesposa” para casal e “paimãe” para pais.




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Tradução: Julio Severo

A GALINHA PINTADILMA


Realidade

Por Humberto de Luna Freire Filho

A festa acabou para os brasileiros que se vestem de patriotas a cada quatro anos. Espero que, agora, eles se juntem à maioria dos brasileiros que são patriotas todos os dias do ano sem precisar se envolver na bandeira nacional, aqueles que usam jaleco branco, aqueles que usam macacões de fábricas, aqueles que usam fardas, aqueles que cumprem as leis vigentes, aqueles que não tentam tirar vantagem em tudo, aqueles que não são gigolôs do governo, em suma aqueles que trabalham duro e pagam impostos.

Aproveitem a ressaca da derrota e deixem de lado por alguns dias o caderno de esportes; leiam o caderno de economia e vejam para onde está indo a nossa. Leiam o caderno de educação e avaliem o futuro do país. Leiam sobre a saúde pública e terão um belo roteiro para filme de terror. Leiam sobre a política e descubram que a cada dia surge um novo corrupto. Só não leiam sobre segurança, caso contrário você não mais sairá de casa.

Enfim, acordem: Deem menos crédito a essa imprensa esportiva comprometida com organismos internacionais e que não tem o menor respeito pela inteligência do cidadão, criando perspectivas onde não existem. Em outubro, ajudem aos brasileiros de boa fé por para fora do governo esses despreparados, corruptos e ladrões que tomaram conta do poder e estão destruindo o país. Além disso espero que assimilem bem a importante lição dada pelos alemães: o Brasil não é o país do futebol, já foi. O Brasil hoje é o país da corrupção institucionalizada. Obrigado Alemanha, pela grande ajuda dada ao povo brasileiro.




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Humberto de Luna Freire Filho é médico.