quarta-feira, 2 de abril de 2014

Oração em comemoração aos 50 anos do Movimento Cívil e Militar de 31 de Março de 1964

MISSA MANDADA CELEBRAR PELO TERNUMA EM MEMÓRIA DOS MORTOS NA LUTA ARMADA - 31/04/14

Caros amigos, irmãos e irmãs em Cristo Jesus

Escolhemos como ambiente para a nossa assembleia a paz, a segurança, a isenção e a pureza da Casa de Deus, porquanto aqui não serão acolhidas mentiras, hipocrisia, nem tampouco falsidades, porque aqui professa-se a Palavra, cultua-se a Verdade e pratica-se o Amor e o Respeito ao Criador e ao Próximo!

Reunimo-nos nesta data histórica para comemorar, para lamentar e para reafirmar compromissos.
Aqui viemos para lembrar uma decisão, largamente festejada, da Nação brasileira, tomada há cinquenta anos e que assegurou a cada um de seus filhos a liberdade para escolher, diante das oportunidades, os seus caminhos, certos ou errados, mas coerentes com o livre-arbítrio que nos concede o Pai Eterno.

Assim, nas duas décadas que se seguiram ao 31 da março de 1964, graças às bênçãos de Deus, às asas da liberdade mantidas abertas sobre nós e ao potencial de cada brasileiro, houve progresso, crescimento, bem estar social, segurança, pleno emprego e um “milagre brasileiro” que nos permite, apesar de todos os erros, enganos e malfeitos, figurar, até hoje, entre as dez maiores economias do mundo!

Este é o motivo da nossa comemoração!

Por ouro lado, no mesmo período, o fracasso de uma minoria iludida e fanatizada, cujas ideias e pretensões foram rejeitadas pela vontade nacional, foi motivo uma luta armada que, entre combates, excessos de ambos os lados e ações de guerrilha e terrorismo, em 21 anos de governos militares, tirou a vida de quase meio milhar de brasileiros!

Este, caros amigos, é o motivo da nossa lamentação!

Nas lutas entre irmãos, vencidos e vencedores acabam por reencontrar-se e por esquecer seus desencontros. No nosso caso, seguindo a tradição da índole brasileira e o exemplo de Caxias, o Congresso Nacional aprovou e promulgou uma Lei da Anistia, selando o fim de um tempo, na vã esperança de iniciar um novo, regido pelos ensinamentos e mandamentos conciliatórios do Cristo Jesus.

A frustração dessa esperança, evidenciada na criação de comissões de vindita que, facciosamente, desdenham causas e distorcem fatos, é que nos reporta à última ação a realizar nesta assembleia que, por sincera e verdadeira, é realizada diante do Altar de Deus!

Aqui viemos, pois, para reafirmar que os ideais que, há 50 anos, levaram às ruas as “famílias com Deus pela liberdade” e as tropas militares a por fim à baderna e ao desmando, ainda habitam os corações e as mentes dos homens e mulheres desta terra e que, portanto, são compromissos de vida que assumimos diante de Deus, da Pátria e do futuro de nossos filhos e netos!

Roguemos, pois, ao Pai de Misericórdia para que Ele nos guarde e guie, iluminando o caminho das decisões que todos nós brasileiros temos a tomar no decorrer deste e dos próximos anos e que prevaleça, acima de tudo, a Sua Santa Vontade!


Dilma – Marketing x Realidade

Por Carlos Alberto Di Franco

A imagem da presidente Dilma Rousseff construída pelo publicitário João Santana tem dois pilares de sustentação: ética e competência gerencial. Santana, apoiado em sua fina sensibilidade marqueteira, captou as demandas da sociedade. Ninguém aguentava mais a roubalheira que terminou na grande síntese da picaretagem: o mensalão. Mas os brasileiros também queriam um país melhor administrado, alguém que fosse capaz de dar respostas às demandas por educação, saúde, logística etc. Vendeu-se, então, a imagem da gerentona. Dilma, ao contrário de Lula, seria uma administradora focada, competente, exigente com os resultados da gestão pública.

O marketing, apoiado em fabulosos gastos de propaganda, continua firme. Mas a imagem real de Dilma Rousseff começa a ruir como um castelo de cartas. O perfil ético da administradora que combate “os malfeitos” já não se sustenta. O vale-tudo, o pragmatismo para construir a reeleição, a irresponsabilidade na gestão da economia, sempre subordinada aos interesses da campanha (basta pensar no uso político da Petrobras e na postergação do aumento da conta de energia para 2015), pulverizou os apelos do marketing. Eu mesmo, amigo leitor, não obstante minhas divergências ideológicas com a presidente da República, tinha alguma expectativa com o seu governo. Hoje minha esperança é zero.

Mas o pior estava por vir. A suposta competência de Dilma Rousseff foi engolida pelo lamentável episódio da compra da refinaria em Pasadena. A imagem da administradora detalhista e centralizadora simplesmente acabou. Dilma, então presidente do Conselho de Administração da Petrobras, autorizou a empresa a comprar 50% da refinaria por valor 8,5 vezes maior que o pago pela Astra, um ano antes, pela refinaria inteira. Confrontada por documentos inéditos atestando o voto favorável, ela admitiu, em nota da Presidência da República, que se baseara em um mero resumo executivo, “técnica e juridicamente falho”, dos termos da transação. Executivos da Petrobras disseram que Dilma e todo o Conselho de Administração tinham à disposição, em 2006, o processo completo. Resumo da ópera: aprovou sem ler uma transação que dilapidou o dinheiro público. Administração temerária é o mínimo que se pode deduzir. Estarrecedor.

O ex-procurador-geral da República Roberto Gurgel considera “extremamente grave”o caso em que a Petrobras teve prejuízo bilionário. Se houver indícios de responsabilidade da presidente Dilma no caso, ela deverá ser ouvida em Brasília pelo Ministério Público. “A partir do momento em que surjam indícios do envolvimento de pessoa com prerrogativa de foro, a investigação tem de ser deslocada para o procurador-geral da República”, afirmou Gurgel em entrevista ao UOL.

A imprensa não pode admitir, mais uma vez, que a técnica da submersão acabe por tirar o foco de um escândalo de grandes proporções. É preciso empunhar o bisturi e lancetar o tumor da irresponsabilidade com o dinheiro público. Chega! Boa parte do noticiário de política, mesmo em ano eleitoral, não tem informação. Está dominado pelo declaratório e ofuscado pelos lances do marketing político. Dilma Rousseff continua sendo apenas uma embalagem. Mas seu verdadeiro conteúdo começa a aparecer.

A programação eleitoral é, quando muito, uma aproximação da verdadeira face dos candidatos. Tem muito espetáculo e pouca informação. Só o jornalismo independente pode mostrar o verdadeiro rosto dos candidatos. Sem maquiagem e sem efeitos especiais. Temos o dever de fazê-lo.

Fonte: Alerta Total

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Carlos Alberto Di Franco é Jornalista. Originalmente publicado no Estadão em 31 de março de 2014.

Para governo Dilma, não pode haver CPI em ano de eleição. O povo não pode saber das falcatruas da Petrobras, por exemplo. A faxineira morreu, só falta enterrar.

Em meio a uma das mais graves crises do governo com o Congresso e numa referência velada à criação de uma CPI para investigar a Petrobras, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (1º) ter "certeza" que seus aliados impedirão que "motivações eleitorais" atrapalhem a busca por soluções dos grandes problemas nacionais.

O discurso ocorre no mesmo dia em que a oposição e alas governistas tentam criar a CPI. O objetivo é apurar os negócios da estatal depois que a própria presidente admitiu que se baseou em informações incompletas para aprovar a compra da refinaria de Pasadena (EUA). Dilma era presidente do Conselho de Administração da estatal quando o negócio foi aprovado.

Em cerimônia de posse dos ministros Ricardo Berzoini (Relações Institucionais) e Ideli Salvatti (Direitos Humanos), Dilma disse que, com as recentes movimentações de opositores e aliados no Legislativo, eles tentam "atropelar a clareza e esconder a verdade".

"Com Berzoini à frente da Secretaria de Relações Institucionais, nós continuaremos atuando em profícua parceria com o Congresso. Tenho certeza que os nosso aliados saberão agir para impedir que motivações meramente eleitorais acabem por atropelar a clareza e esconder a verdade na busca por respostas e soluções para os grandes problemas nacionais", disse em seu discurso. (Folha Poder)

Carta Aberta à Revista Época

Por Joaquim Barbosa
 
Sr. Diretor de Redação: A matéria Não serei candidato a presidente divulgada na edição nº 823 dessa revista traz em si um grave desvio da ética jornalística. Refiro-me a artifícios e subterfúgios utilizados pelo repórter, que solicitou à Secretaria de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal para ser recebido por mim apenas para cumprimentos e apresentação.

Recebi-o por pouco mais de dez minutos e com ele nao conversei nada além de trivialidades, já que o objetivo estabelecido, de comum acordo, não era a concessão de uma entrevista. Era uma visita de cunho institucional do Diretor da Sucursal de Brasília da Revista Época. Fora o condenável método de abordagem, o texto é repleto de erros factuais, construções imaginárias e preconceituosas, além de sérias acusações contra a minha pessoa.

A matéria é quase toda construída em torno de um crasso erro factual. O texto afirma que conheci o ministro Celso de Mello na década de 90, e que este último teria escrito o prefácio do meu livro "Ação Afirmativa e princípio Constitucional da Igualdade". Conheci o ministro Celso de Mello em 2003, ano em que ingressei no STF. Não é dele o prefácio da obra que publiquei em 2001, mas sim do já falecido professor de direito internacional Celso Duvivier de Albuquerque Melo, que de fato conheci nos anos 90 e foi meu colega no Departamento de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Mais grave, porém, é a acusação de que teria manipulado uma votação, impedindo deliberadamente que um ministro do STF se manifestasse. O objetivo seria submeter o ministro a pressões da "mídia" e de "populares". Isso não é verdade. Ofensiva para qualquer cidadão, a afirmação ganha contornos ainda mais graves quando associada ao Chefe do Poder Judiciário. Portanto, antes de publicar informação dessa natureza, o repórter tinha a obrigação de tentar ouvir-me sobre o assunto, o que pouparia a revista de publicar informação incorreta sobre minha atuação à frente da Corte.

No campo pessoal, as inverdades narradas na matéria são ainda mais ofensivas e revelam total desconhecimento sobre a minha biografia. Minha mãe nunca foi faxineira. Ela sempre trabalhou no lar, tendo se dedicado especialmente ao cuidado e à educação dos filhos. O texto, que me classifica como taciturno, áspero, grosseiro, não apresenta fundamentos para essas afirmações que, além de deselegantes, refletem apenas a visão distorcida e preconceituosa do repórter. O autor da matéria não apresenta elementos que sustentem os adjetivos gratuitos que utiliza.

Também desrespeitosa é a menção aos meus problemas de saúde. Ao afirmar que a dor causou angústia e raiva, o jornalista traçou um perfil psicológico sem apresentar os elementos que lhe permitiram avaliar o impacto de um problema de saúde em uma pessoa com a qual ele nunca havia sequer conversado.

Outra falha do texto é a referência à teoria do "domínio do fato". Em nenhum momento a teoria foi evocada por mim para justificar a condenação dos réus no julgamento da Ação Penal 470. Basta uma rápida leitura do meu voto para verificar esse fato.

Finalmente, não tenho definição com relação ao momento de minha saída do Supremo e de minha aposentadoria. Muito menos está definido o que farei depois dessa data, embora a matéria tenha afirmado sem que o jornalista tenha sequer tentado entrevistar-me sobre o tema que irei dedicar-me ao combate ao racismo.

Triste exemplo de jornalismo especulativo e de má-fé.


Fonte: Alerta Total


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Joaquim Barbosa é Presidente do Supremo Tribunal Federal.

500 MIL HOMENS ARMADOS NAS MÃOS DO PT: É O PERIGO DA PEC 51 - DESMILITARIZAÇÃO DA PM

Por RADIO VOX

Escracho na casa do Cel Ustra
- Vídeo completo


Vejam o que está acontecendo com todos os cidadãos que cumpriram com seu dever (lutar contra a luta armada que tentava implantar no Brasil um regime tendo como modelo Cuba, União soviética, China comunista e Albânia). Se não fosse a luta dos que foram designados pelo general, comandante da área onde serviam, provavelmente, hoje seriam uma Cuba gigantesca.

O que este Levante Popular da Juventude prega para os jovens em seus acampamentos é exatamente a revolução do povo, a formação de um éxercito popular, como era pregado nas décadas de 60 e 70.

Leia mais sobre o assunto  AQUI

Franklin Martins: uma vida infeliz e desperdiçada

Por Luiz Sérgio Silveira Costa
 
Franklin Martins, em entrevista ao IG, publicada hoje, 31 de março, cobra um gesto contundente ao Exército: “as Forças Armadas devem um pedido formal de desculpas ao País” pelo regime militar.

Para quem se esqueceu, ou não viveu aquele período, Franklin Martins foi membro do Frente de Trabalho Armado (FTA), do Grupo Dissidência pela Guanabara (DI/GB), responsável pelas ações armadas, sequestros, roubos e assaltos a bancos e à residência de um deputado, ataques a sentinelas, roubos de armas e explosivos, assassinatos (“justiçamentos”). Idealizou e participou do seqüestro ao embaixador norte-americano, Elbrick, tendo fugido para Cuba e recebido  treinamento de manuseio de armamentos e explosivos, técnicas de guerrilha, etc.

Estando em Cuba por 11 meses, voltou para atuar no Movimento Revolucionário 8 de outubro (MR-8), em fins de 1970, tendo ainda se exilado na Argentina e no Chile. Naquela época, a cúpula do MR-8 ditava as ordens para os militantes que permaneciam no Brasil, diretamente do Chile. Na ocasião,  Franklin Martinsesteve clandestinamente no País por duas vezes.

O MR-8 assim se definia “Somos uma organização política marxista-leninista, cuja finalidade é contribuir para a criação do partido revolucionário do proletariado no Brasil, que assuma a vanguarda da luta da classe operária e da massa explorada, pela derrubada do poder burguês, pela supressão da propriedade privada dos meios de produção e pela construção da sociedade socialista como transição para a abolição da sociedade de classe e o ingresso numa sociedade comunista.”

Mais honesto foi o seu companheiro Daniel Aarão Reis Filho, que, com ele, integrava a Direção Geral da DI/GB/ MR-8, e, em entrevista publicada em O Globo de 23/09/2001, declarou: “As ações armadas da esquerda brasileira não devem ser mitificadas. Nem para um lado nem para o outro. Eu não compartilho da lenda de que no final dos anos 60 e no início dos 70 (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática. Acho isso um mito surgido durante a campanha da anistia. Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática.”

Não, guerrilheiro derrotado, você é que tem de pedir desculpas ao Brasil, por tentar transformá-lo num país comunista e mentir que lutava pela democracia, e recentemente, no governo Lula, lutar pelo controle da mídia. Se tivesse vencido, hoje estaríamos como Cuba, lendo só as notícias do Gramma, infelizes, pobres, sem liberdade, projetos  e sonhos, como os cubanos do Mais Médicos, que vieram para cá, mas suas famílias estão como garantia, lá!

Basta de engodos e ilusionismos! Você é um infeliz, um super-herói de um gibi andrajoso e encalhado, só editado em poucos e miseráveis países, que têm que construir muros para evitar que o povo fuja de lá,  que, mesmo assim, se arrica ao mar e tubarões para fugir do inferno, como em Cuba. Veja as diferenças: ninguém quer fugir daqui para lá, mas os de lá querem fugir para qualquer lugar; e, só mesmo num pais democrático é que lhe dão a palavra, que não teria se gritasse pela democracia, por lá, na Plaza de la Revolucion ou no Malecón Havanero!

Guerrilheiro que foi, a vida já deve ter lhe ensinado que a verdadeira paz só se encontra na verdade. Basta de falsidades!

Fora daqui!!! Volte de vez para a sua querida Cuba, onde achará a ditadura revolucionária pela qual lutava!! E volte logo, pois ela não vai durar muito, pois, embora timidamente, começa a se render à democracia!!!

Mas, antes, peça você, desculpas ao País, por tentar levá-lo a uma ideologia nefasta e fracassada, neste mundo pleno de democracia, e que clama por ela, como na sua outra queridinha, a Venezuela socialista bolivariana.

Que vida infeliz e desperdiçada!!!!!

Fonte: Alerta Total


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Luiz Sérgio Silveira Costa – Almirante reformado.

Golpe do PT e Dilma contra a democracia, vergonhosamente liderado por Gleisi Hoffmann.

O Senado da República acaba de assistir a um fato lastimável, a um verdadeiro golpe dos mais baixos contra a democracia. Primeiro, na tentativa de inviabilizar a CPI da Petrobras, Gleisy Hoffmann, senadora do PT do Paraná, suscitou uma questão de ordem para dizer que a mesma não tinha um fato determinado. Ora, os fatos citados estão todos conexos: compra superfaturada da refinaria de Pasadena, superfaturamento da refinaria Abreu e Lima, compra superfaturada de plataformas com pagamento de propina para funcionários corruptos e, por fim, lançamento destas plataformas ao mar sem condições de segurança, colocando em risco a vida de funcionários. Num segundo momento, sem conseguir convencer para a questão de "desordem", o PT e a senadora paranaense incluíram no requerimento da CPI da Petrobras a investigação de um fato que nada tem a ver com o objeto da mesma, indo contra o que estavam pregando minutos antes. A investigação de um suposto cartel de trens em São Paulo, apenas em São Paulo, quando existem denúncias no Brasil inteiro. Um momento vergonhoso do Congresso Nacional. Uma canalhice sem precedentes. Um golpe contra a democracia brasileira.

Relação de Vítimas

Por Carlos Ilich Santos Azambuja


Ricardo Noblat: Você publicou em sua coluna os nomes dos 362 mortos e desaparecidos durante a luta armada que teve início com o atentado no Aeroporto dos Guararapes em 1966, que matou duas pessoas e feriu 17, Então, ainda não havia AI-5.

Você deveria publicar também que o terrorismo teve início em 1961, ainda no governo Jânio Quadros, quando o primeiro grupo de terroristas foi enviado à China para receber treinamento de guerrilhas.

Você sabia disso?  Se não sabia bastava ler O Globo da época!  Você deveria publicar também os nomes das 130 vítimas do terrorismo aloprado.

Para saber seus nomes bastaria ler O Globo!  Você sabia que os terroristas praticaram sequestros de aviões e de autoridades estrangeiras (embaixadores da Alemanha, da Suiça e o Cônsul do Japão) e brasileiras (Salles, Alonso, Beltran Martinez, Olivetto e Abilio Diniz), assaltos, assassinatos e justiçamentos, alguns de seus próprios companheiros?  Se não sabia, como o Lula, bastaria ler O Globo da época"! 

Você não publicou que a Organização VPR, à qual pertencia a presidentA da República mandou pelos ares o Soldado Mario Kosel Filho, sentinela de uma Organização militar em SP, que trucidou a coronhadas o Ten Mendes, da PMSP, no Vale da Ribeira, o Capitão Chandler, na frente de sua mulher e seus flhos, em São Paulo  — um dos matadores, anistiado e recompensado financeiramente, não se cansa de dar entrevistas a jornais, inclusive ao O Globo —, do Major da Alemanha, aluno da EsCEME, na Praia Vermelha, do marinheiro inglês (que não me lembro o nome, mas Você pode buscar no google).

Você sabia disso?  Se não sabia, bastava ler O Globo da época.

Você deveria escrever também sobre os justiçamentos, como os de Hening Boilesen, e dos próprios companheiros, como Marcio Leite Toledo, metralhado nas ruas de São Paulo por um seu companheiro da ALN que nunca foi preso.

Se não sabia, bastava ler O Globo da época.

Você deveria escrever sobre a insana Guerrilha do Araguaia, onde o primeiro a ser morto foi um militar do Exército, Se não sabia, bastava ler O Globo.

Enfim, O Globo perdeu credibilidade, alegando que o apoio  — inclusive em artigo assinado pelo próprio Roberto Marinho — foi "um erro editorial".

Agora, como a (C) Omissão da Verdade, o jornal atira em uma única direção para posar de bom moço para o Partido dos petralhas que atualmente desgoverna o país (basta ler O Globo).

O Globo transformou-se em um jornal escroto graças a seus redatores de agora que ignoram o passado e o seu fundador Roberto Marinho!  Tudo isso eu escrevi ontem em carta para o Globo, mas como a carta não continha elogios, não foi publicada.

Fonte: Alerta Total

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Carlos Ilich Santos Azambuja é Historiador - azamba7424@terra.com.br.

A "verdade" dos mentirosos

Por J.Lezziero

Os atuais integrantes da camarilha que dirige os destinos do país e que no passado agiram sorrateiramente sob disfarces e codinomes,  se esgueirando nas sombras,  promovendo a desordem e a violência através de ataques traiçoeiros engendrados com o propósito de implantar a ditadura do proletariado, não obstante a derrota a que foram submetidos a quase 40 anos, surgem loquazes,  vociferando verborragias, passando-se por donos da verdade ao despejar diariamente na mídia  suas versões deturpadas dos fatos, propagando calúnias, ofensas e mentiras como se verdades fossem. Não satisfeitos em difamar as nossas FFAA com aleivosias, tentam sem êxito apagar os feitos heróicos indelevelmente registrados através da História, marcada por lutas e conquistas que vão desde a Batalha dos Guararapes, passando pela Guerra do Paraguai, Abolição da Escravatura, Proclamação da República, a participação nos conflitos internos que deram o título de "O  Pacificador" ao Duque de Caxias, a participação na Segunda Guerra Mundial através da gloriosa FEB e na década de 1960/1970 ao atender o clamor popular no momento  em que a democracia e a soberania da nação estiveram  ameaçadas.

Derrotados ao enfrentar as nossas Forças Armadas,  surgem agora como donos da verdade, apresentando-se como sendo criaturas que estão acima do bem e do mal e, não satisfeitos com tanta sordidez, prosseguem no intento de humilhar e enfraquecer moralmente as nossas instituições e em especial o Exército Brasileiro, que está entre as intituições mais respeitadas e admiradas pela população do nosso país.

Esses elementos de controvertidas atuações na militância junto a grupos extremistas  no passado, agora estão se manifestando publicamente pedindo a  interferência do governo nas instituições de ensino representadas pelas Escolas Militares,  Escola Naval, Academia Militar das Agulhas Negras e Academia da Força Aérea, propondo modificações na forma, no conteúdo e na doutrinação, inclusive com a publicação de crônicas encomendadas, como a do jornalista Jânio de Freitas publicada na Folha de São Paulo onde este afirma que "as escolas militares não preparam militares para a democracia".  O senhor Janio desconhece ou finge desconhecer a forma como se processa o ensino nas escolas militares, que destina-se a preparar chefes e comandates para a defesa da pátria, à garantia dos poderes constitucionais e a nossa soberania. O Exército é apolítico e a Constituição da República Federativa do Brasil é clara quando define no seu Capítulo II Artigo 142  o papel das Forças Armadas.

Enaltecem, esses indivíduos os feitos daqueles que lutaram justamente contra os interesses da nação, em detrimento dos fatos históricos consignados nos seus anais e que contam os feitos dos nossos verdadeiros heróis nacionais, destacados pelo denodo e acendrado amor a pátria, à qual dedicaram suas vidas no cumprimento do dever e ao juramento de servi-la e defende-la, com o sacrifício da própria vida, se preciso fosse.

Tentar interferir no conteúdo programático e no sistema de ensino das Escolas Militares é um absurdo, uma intromissão que não pode ser admitida e nem tolerada pelos chefes militares, em nome da verdade e da importância  dessas instituições na formação dos jovens oficiais através de um de alto padrão de ensino, comparado ao das melhores academias militares do mundo.


Não adiantou...

Por Paulo Roberto Gotaç


Não adiantou o absurdo revisionismo culminando com a publicação de editorial que deve ter revoltado os fundadores do império de comunicação, os mesmos que onze anos depois continuavam a exaltar as conquistas do que hoje seus seguidores designam por "golpe".

Não adiantou a sacralização de atos e pessoas que nunca desejaram o que hoje estão a declarar que buscavam, a democracia.

Não adiantou a demonização de atores e de instituições militares, as mais sólidas dessa república periclitante, que carregaram sozinhas a responsabilidade de serem obrigadas a atender aos clamores de uma sociedade que se viu ameaçada de extinção.

Não adiantaram as inúmeras instalações de Comissões da Verdade, unidirecionais, verdadeiros arautos da parcialidade e do revanchismo.

Não adiantaram as montagens e colagens de fatos passados, sob forma de cadernos inteiros impressos e de matérias de vídeo, que objetivavam fazer a cabeça dos que não viveram aqueles tempos. 

Não adiantou tentar esvaziar o indiscutível crescimento econômico e social obtido com os governos militares que se seguiram.

Não adiantou encobrir a sensação de que hoje a grande imprensa está domada pelo executivo e a ele submetida com perspectivas de demissões e perdas dos subsídios que a estão mantendo vivas numa corda bamba, ameaça à democracia, já por um fio, que um dia as hoje vítimas, no poder, diziam desejar.

Nada disso adiantou porque a opinião pública não se emocionou como esperavam os alquimistas do ódio, soube separar o joio do trigo, constatando , perplexa, que o grupo ressuscitado, composto de ex-terroristas, retratados como vítimas e heróis, está arrastando o país para o caos econômico e social, negando ao seu povo os serviços públicos básicos com qualidade minimamente digna.

Também não adiantou porque a sociedade consciente está vendo em todo esse movimento uma ópera bufa com números de contorcionismo de tigre de papel, repletos de posturas falsas e parciais e também porque há no ar. por parte de ponderável parcela da sociedade, um sentimento de apelo, devidamente encoberto pela imprensa revisionista, aos mesmos agentes que um dia salvaram o país, para que voltem a agir diante da corrupção que só cresce, dos gastos públicos com aparelhamento de instituições e instalação de incríveis 39 Ministérios, visando à eternização no poder, e das uniões com ditaduras decrépitas, há 50 anos condenando seus respectivos povos ao mais acachapante atraso.

Não adiantou...

Fonte: Alerta Total

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Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado. 
(prgotac@hotmail.com)

Cubano do Mais Médicos é encontrado morto em hotel no DF
Seria suicídio?


Um médico cubano que trabalhava no programa do governo federal Mais Médicos cometeu suicídio em um hotel em Brasília, afirmou um porta-voz do Ministério da Saúde nesta segunda-feira. O homem de 52 anos foi encontrado morto no quarto de um hotel da capital federal. Segundo a polícia local, se tratava de um caso de suicídio, informou o porta-voz. O ministério não divulgou o nome do médico ou mais detalhes sobre a morte.

Ele era um dos mais de 7 mil cubanos que estão no Brasil como parte de um programa que contrata médicos estrangeiros e também brasileiros para trabalhar em comunidades e áreas rurais remotas do País.

Segundo o ministério, o cubano ainda não atendia pacientes por estar dentro de um dos períodos do curso de adaptação prévio para os profissionais estrangeiros que fazem parte do programa.

Desde o início no ano passado, o programa Mais Médicos tem gerado controvérsias e alguns médicos brasileiros tentaram barrar a entrada de profissionais cubanos que, segundo eles, ameaçam minar os padrões da medicina no País.

A deserção de uma médica cubana por causa de salário baixo em fevereiro também gerou protestos por parte de alguns políticos da oposição que disseram que os médicos estavam sendo explorados.

Nos termos de um acordo assinado com Cuba por meio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), os cubanos recebem apenas um quinto dos R$ 10 mil por mês que o Brasil paga a cada médico do programa. O resto vai para o Estado cubano.

Ainda assim, a maioria dos brasileiros que vivem em comunidades pobres e que há anos não tinham os cuidados básicos de saúde acolheu os médicos cubanos, reforçando a popularidade da presidente Dilma Rousseff, de acordo com pesquisas anteriores.

Um funcionário da embaixada cubana em Brasília não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.

PF suspeita que o petista André Vargas é sócio do doleiro preso na Lava Jato.


Nas conversas interceptadas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef e o vice-presidente da Câmara, André Vargas, demonstram ter muito mais do que uma relação de amizade. Em quase cinquenta mensagens registradas pela PF, Vargas recebe orientações do doleiro, combina reuniões com Youssef e chega a passar informações das conversas que ele, como parlamentar do PT, mantinha com integrantes do governo. Como é natural nesses diálogos nem sempre edificantes flagrados pela polícia, Vargas e Youssef adotam a precaução de conversar em códigos. Para Polícia Federal, no entanto, os registros colhidos na operação mostram que Vargas faz parte de projetos de Youssef e usa sua influência no governo em benefício do parceiro.

Nas mensagens obtidas pela polícia, Vargas e Youssef tratam de interesses do laboratório Labogen Química Fina e Biotecnologia no Ministério da Saúde. Como VEJA revelou há duas semanas, a Labogen é uma das empresas do esquema do doleiro. A Polícia Federal já descobriu que a empresa – que está no nome de um laranja de Youssef e é tudo menos um laboratório farmacêutico – já havia conseguido fechar uma parceria com o Ministério da Saúde pela qual receberia 150 milhões de reais em vendas de remédios para o governo.

No dia 26 de fevereiro deste ano, Vargas escreve para Yousseff: “Reunião com Gadelha foi boa demais... Ele garantiu que vai nos ajudar, que sabe da importância, e encaminhou reunião decisiva dia 18, mas pediu que entregássemos os medicamentos da primeira PDP (Parceria para o Desenvolvimento Produtivo) e concluíssemos Anvisa, boas práticas aqui em BSB”. O doleiro elogia o empenho de Vargas: “Que bom. Parabéns.” E diz que já estão prontos para a Anvisa. “Muito bom”, finaliza Vargas.

Para a Polícia Federal os termos da conversa não deixam dúvidas: “Os indícios presentes nesta conversa apontam que o interlocutor não identificado (André Vargas) faz parte do projeto da Labogen junto ao Ministério da Saúde, e possivelmente atua exercendo influência junto aos responsáveis pela contratação do governo.” Falando sempre em códigos, André Vargas e o doleiro falam da necessidade de marcar uma reunião com um interlocutor identificado por Vargas pelas iniciais “PP”. Aparece na conversa também o nome de um certo “Marcos”.

No dia 7 de março, outra conversa chama atenção dos investigadores. Até então, os agentes da Polícia Federal consideravam a possibilidade de André Vargas ser apenas um homônimo do vice-presidente da Câmara. As evidências de que se trata mesmo do deputado federal petista aparecem quando o próprio Vargas combina um encontro com Youssef: “Quer fazer eu, você e Marcos segunda de noite em Brasília (sic)?”, pergunta o doleiro. “Tenho reunião com deputados. PP falou de fazermos na quinta”, responde André Vargas. “A partir dessa afirmação, ficam contundentes os indícios de que o interlocutor possui contatos no Congresso, pois tem marcada uma reunião com deputados, provavelmente em Brasília”, registra a PF no relatório.

Ainda segundo a PF, as negociações entre André Vargas e o doleiro no Ministério da Saúde eram realizadas a partir do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do ministério, Carlos Augusto Grabois Gadelha, e de Eduardo Jorge Valadares, diretor do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, órgão do Ministério da Saúde. Além dos servidores, o próprio ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, atualmente pré-candidato petista ao governo de São Paulo, é citado nominalmente no inquérito da Polícia Federal justamente por ter assinado o contrato com o laboratório do doleiro.


Ao jornal Folha de S.Paulo, que revelou parte das conversas hoje, Vargas negou qualquer contato com os servidores citados pela Polícia Federal. Na semana passada, porém, o vice-presidente da Câmara também negava ter participado de qualquer reunião com o doleiro em Brasília ou intermediado qualquer interesse de Youssef. “Eu só conversava com o Youssef em Londrina, no aeroporto ou num posto de gasolina. Como eu sou um cara que tenho muita influência no partido do governo, ele queria saber o que estava acontecendo na política, na economia. Ele queria saber dos cenários econômicos, políticos e eu só dava os meus pitacos”, disse Vargas. Com o lobby e as reuniões de Vargas em favor do doleiro escancaradas, tem-se agora a demonstração do que pode estar por trás de um simples “pitaco”. (VEJA)

50 anos depois

Por Milton Simon Pires
31 de março de 1964: Há 50 anos atrás as Forças Armadas (FFAA) tomavam o poder no Brasil. Cansado como estou de escutar as reportagens..os depoimentos e os documentários..Esgotado com as entrevistas daqueles que “sobreviveram” à prisão e às torturas, farto de escutar uma única versão eu hoje aqui vou me dirigir à “esquerda”...aos bravos combatentes da luta armada que mais tarde ajudaram a formar o PT e restaurar, como querem fazer crer, a normalidade da vida institucional no país.

Muito eu poderia escrever no sentido de revelar quem vocês na verdade são..no intuito de relatar o que fizeram e o que disseram que fariam. De tudo que me ocorre, tenho como mais importante deixar uma só mensagem, lançar uma só pedra que, com o peso e tamanho de uma montanha, há de os colocar no devido lugar quando as futuras gerações a vocês se referirem. Vocês, seus mentirosos, seus covardes assassinos, jamais em momento algum lutaram pela democracia no Brasil.

O que os movia era a intenção de implantar aqui o comunismo. Derrotados, vocês mudaram de tática, mas jamais de objetivo final. Cada deputado subornado, cada refinaria velha comprada no estrangeiro é a manifestação do mesmo fenômeno passado, do mesmo fanatismo hediondo que os levou a matar, roubar, fraudar e sequestrar tudo e todos de quem vocês se aproximaram! Deus me livre de viver num país que encontra em vocês o ideal de herói, a noção de mártir e o conceito de bravura.

Que cada criança brasileira com acesso a internet e ao Google possa, olhando fotos em preto e branco dos anos 60, encontrá-los em fotografias com Mao Zedong, Fidel Castro e Che Guevara..Que todas elas tenham acesso aos dois lados de uma história cujo único narrador hoje é a organização criminosa que vocês fundaram 16 anos depois da intervenção militar e que, com o nome de “Partido dos Trabalhadores”, arrasta o Brasil em direção à Venezuela.

Que todo aquele que, comovido e assistindo ao Jornal Nacional, vendo pessoas sendo presas e tanques desfilando, lembre daqueles que perderam a vida nos atentados que vocês perpetraram no Aeroporto de Guararapes, nos bancos das grandes cidades ou nas matas do Araguaia e entenda que os militares se apropriaram do poder; vocês do direito de contar a história do país..

Vermes como vocês, que em 68 falavam na “vontade do povo”..que em 72 diziam lutar pela “democracia” são hoje aqueles que roubam o futuro das nossas crianças com seu gayzismo histérico ensinado nas escolas públicas...que matam os doentes nos hospitais públicos de onde roubam tudo que podem e que reduzem os policiais brasileiros à definição de bandidos fardados a ser vendida nos jornais que vocês controlam! Vocês, seus miseráveis, não merecem homenagem alguma do país... ninguém lhes deve pedido de perdão nenhum e o lugar de vocês na história é a lata de lixo reservada aos assassinos como Stalin, Fidel e Mao que, sendo heróis de vocês, não o são do povo que desgraçadamente vocês governam.

As desculpas pedidas hoje por José Eduardo Cardozo, ministro por vocês escolhido para defender a Justiça no Brasil, nada significam para gente simples..para o povo humilde que acredita em Deus, que reza pela família, que é contra o casamento gay e que nada sabe ou quer saber sobre a fraude do aquecimento global. Recomendo a vocês divulgar pesquisas sobre que “roupas usar para que uma mulher não seja violentada” e celebrar sempre a luta do passado, bandidos petistas, pois o presente não convém a vocês e o futuro não se pode fraudar...mesmo 50 anos depois.


Fonte: Alerta Total

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Milton Simon Pires é Médico. 

A quem interessar possa

Por Osmar José de Barros Ribeiro
Maringá, 31 de março de 1964

A leitura do O Diário do Norte do Paraná (edição de 30 de março do corrente ano), na parte referente ao Movimento Cívico-Militar de 31 de Março de 1964 serviu, quanto mais não seja, para mostrar o quanto as idéias “politicamente corretas” invadiram e dominaram a esmagadora maioria das redações brasileiras. Assim, procurarei ser breve nas minhas observações, mesmo sabendo que, muito provavelmente, elas não serão consideradas.

Começo afirmando que “milhares de mortos e desaparecidos”, mostra o total desconhecimento da História e a aplicação do que se costuma chamar de “generalização brilhante”, demonstração óbvia do aproveitamento dos ensinos de Antônio Gramsci. O terrorismo comunista fez 119 mortos, dos quais nada se fala e nenhuma indenização receberam pois, ao fim e ao cabo, para a esquerda ora no poder, são mortos de 2ª Classe. Os terroristas tiveram 219 mortos (segundo o grupo Tortura Nunca Mais, são 358, entre mortos e “desaparecidos” – entre aspas, considerando que já aconteceram aparecimentos”).

Salta aos olhos que os milhares de mortos e desaparecidos é uma grande mentira.

Quanto à professora Ruth Ribeiro de Lima, limito-me a ligeira apreciação. Comunista desde jovem, deixou o emprego na Prefeitura de Maringá em 1966 (dois anos após 1964), dirigindo-se para Curitiba, provavelmente por ordem do Partido, onde conheceu Elinor Mendes de Brito (um dos líderes do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário-PCBR, banido para o Chile em 1971), que tomava parte ativa no planejamento e direção das manifestações de rua. A professora retornou a Maringá em 1967, com a incumbência de organizar o PCBR local. Em 1969, foi-lhe recomendado que saísse da cidade, dirigindo-se para Londrina. Alí, teria ficado 1 ano e meio escondida numa fazenda (como, se em 1970 foi mandada para Niterói/RJ, onde falsificava placas de automóveis e tomava parte no planejamento de ações, as quais não revela?). Em Niterói, teria conhecido Carlos Lamarca (desertor do Exército, ladrão, sequestrador e assassino a sangue frio) que lhe teria ensinado táticas de guerrilha (onde e quando ela as teria aplicado?) e a atirar (cumpre salientar que Lamarca foi um cadete medíocre, dos últimos colocados na sua turma de formação e nunca se destacou como atirador). A importância política da professora devia ser tanta que, sem ser processada, foi posta em liberdade em 1972 (ela não diz o ano no qual foi presa). Voltou a Maringá em 1974 (o que terá feito nesses dois anos?). Formou-se em Economia e, professora na UEM, lecionou Teoria Marxista até 2006.

Quanto ao advogado Laércio Souto Maior, como militante do PCBR, defendia a luta armada e ficou preso por nove meses em Curitiba; pelo menos alega apenas “tortura psicológica”, grosso modo o mesmo acontecido com José Tarcísio Trindade, preso por três meses em Apucarana, o qual ouvia as vítimas da tortura “urrando”. Curioso é que esses dois não tiveram que “urrar”.

São histórias como as acima, apresentadas como provas da selvageria dos “torturadores”, que todos os subversivos presos apresentam. Uns, para justificar perante os companheiros terem confessado; outros, para se darem ares de mártires. Quanto a estes últimos, encontram seu exemplo no mensaleiro José Genoíno que, confrontado com provas da mentira com a qual pretendia iludir seus captores, sem levar um único tapa, revelou todo o esquema da guerrilha do Araguaia.

Para terminar, aconselho que a redação do O Diário adquira o livro “A Verdade Sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça”, cujo autor é o Cel Art (Ref) Carlos Alberto Brilhante Ustra. Da sua leitura, em linguagem simples e acessível, ter-se-á a prova de que a esquerda vem, ao longo do tempo e, infelizmente, sem contestação por quem deveria fazê-lo, reescrevendo um período da nossa História e transformando bandidos em heróis, enriquecidos e sustentados com o suado dinheiro dos nossos impostos. Gente que pegou em armas, assaltou, sequestrou, assassinou (inclusive companheiros), com o objetivo de implantar o comunismo no Brasil. Querem a prova? Procurem, em qualquer documento elaborado à época pelos atuais governantes, a declaração de que buscavam implantar entre nós a democracia e não a ditadura do proletariado.


Aos Militares da Ativa, a devoção

Por Ernesto Caruso

Em especial aos capitães, tenentes e sargentos que dilapidam, moldam, esculpem, lustram diariamente a valiosa matéria prima que lhes chega às mãos sem o esforço da lavra, da busca, da exploração, o Soldado, jovem, ser humano, habituado a ser paparicado pela mamãe do carinho ao acordar ao beijinho para dormir. Como bem recebido deve ser devolvido — são — mas, ilustrado, instruído.

A postura marcial do corneteiro e o vibrante som do toque da Alvorada a todos desperta sem distinção. Soldado, cadete calçado não é soldado, cadete atrasado. A formatura matinal, canto do Hino Nacional, hasteamento da Bandeira, continência, respeito, obrigação, devoção à Pátria e a emoção estão presentes no dia-a-dia da caserna e marcam o resto da vida, na lembrança, no coração.

Identidade que se funde com honra não se dobra, não se verga, não se cala, não se omite, diante da mentira, da falsidade, dos canalhas, vendidos, ambiciosos, iconoclastas da nacionalidade, revisionistas da História.

Ora, escrever sobre a Guerra dos Farrapos em apoio à “pesquisa escolar” que “O “herói” dos massacres, Luís Alves de Lima e Silva, foi recompensado por matar rebeldes de Norte a Sul do país, recebendo os títulos de Barão e em seguida de Duque de Caxias — ele é o patrono do Exército Brasileiro.” (Dever de Casa), o que é? Se não o solapamento da Unidade Nacional devida em grande parte a esse digno Soldado, cujo nome gerou o adjetivo “caxias”, como sinônimo de dedicação. A destruição dos verdadeiros heróis.

É o que continuam fazendo em maciça concentração de informações mentirosas neste princípio de 2014, cinquenta anos após o Movimento Cívico-militar de 1964, a encobrir o que efetivamente ocorreu no Brasil e no mundo desde o surgimento do comunismo como vírus infeccioso a se alastrar e contaminar a humanidade não como tema, filosofia a ser debatida pacificamente e sim, ser inoculada à força. Quem for contra deve ser morto, fuzilado? Foi o que praticaram intensamente. Semente da morte... holocausto vermelho. Início do pesadelo.

Desconhecem os falsos profetas o massacre de milhões de camponeses na coletivização stalinista, o holodomor ucraniano, bolcheviques assassinos, Hungria, Polônia, etc? Não. E você militar da ativa vai pesquisar e encontrar muitas fontes de dados sobre os crimes cometidos pelo comunismo. Vídeos em profusão. E vão desmascarar os apresentadores de reportagens que escondem esses crimes e as reforçam com o testemunho dos terroristas fiéis seguidores de Marx, Lênin, Stalin, Fidel Castro, Che Guevara. Uma parcialidade ignóbil. Só ouvem um lado, sem a mínima contestação. O contraditório a equilibrar a balança do bom propósito jornalístico.

Hoje de manhã, 31Mar2014, na Record, a repórter conclui após exposição de cenário semelhante: “Ainda dói...”

Dói sim, assistir as múltiplas encenações dos ativistas de sempre, remunerados como seus mestres no passado a serviço dos soviéticos.

Vale lembrar que os patrões desse jornalismo não seriam os ricos proprietários das redes de televisão SBT, Band, Globo, Record — capitalistas por excelência — pois que a televisão seria estatal. Idem para os seus jornais, substituídos por algo tipo Pravda, Gramma.

Roberto Marinho nasceu em 1904. Ainda novo assumiu a presidência das Organizações Globo onde se manteve até falecer em 2003; quase 100 anos. Não teria passado dos 60, 70 anos, se a vitória fosse dos comunistas em 1964. A foice vermelha não o teria poupado, nem a Globo chegaria ao nível de grandeza e importância mundial.

Que tais empresários observem o que se passa na Venezuela e na Argentina no que se refere à “liberdade de imprensa” praticada pela política chavista e cuidem dos seus editoriais e opiniões dos seus jornalistas quanto aos fundamentos democráticos resultantes dos vinte anos do Movimento Cívico-militar de 1964.

Que os comandantes dos vários escalões não descurem do passado orientando os conscritos, cujo meio de instrução está nas mãos de cada um, tablet, smartphone, para acessar quaisquer vídeos sobre o crime dos comunistas no mundo. Milhões de mártires... Pensar, pesquisar, esclarecer. A mentira tem perna curta. Os conscritos se renovam a cada ano e levam a boa mensagem às suas famílias.


Fonte: Alerta Total


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Ernesto Caruso é Coronel reformado com curso de Estado Maior.